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16/09/2008 16:24
LISTA DE CONTOS PUBLICADOS!
01 - Quebrando Promessas!
02 - A viajem de Nice!
03 - O começo da prostituição!
04 - Quem fere com chifre, com chifre acabará ferido!
05 - Márcia, em grana ou em transa?
06 - O primeiro swing!
07 - Rita:
08 - Pelo fundo da vizinha dos fundos!
09 - Aniversario de um, festa de outro!
10 - A descoberta!
11 - Nilda:
12 - A ExóXica!
13 - Nada mal para um dia ruim!
14 - A viúva fresca!
15 - A pré-lua de mel de Flavia!
16 - Curiosidade fatal!
17 - Bola na caçapa.
18 - No trenó de Papai Noel!
19 - Cafezinho com bolacha e rosquinha!
20 - Levantando o astral!
21 - Um sócio da pesada!
22 - A doce Dirce!
23 - Vingança Maligna!
24 - Sem motivos pra se arreepender!
25 - Dando conta do recado!
26 - O botão da Rosa!
27 - Fazendo a festa!
28 - A festa continua: o dia!
29 - Fazendo a festa: A festa contínua: a noite!
30 - Fazendo a Festa: Duas visitas inexperadas!
31 - CUIDADO! BEBER DEMAIS PODE CAUSAR CHIFRES.
32 - Claudia, um pênis por um tênis!
33 - A necessidade faz a puta!
34 - De caso pensado!
35 - De cunhados a amantes, apenas um detalhe!
36 - Uma questão de cabeça!
37 - Reaprendendo a sonhar!
enviada por Katia Ramos
03/08/2008 16:51
Reaprendendo a sonhar!
© Kátia Ramos MSN = katiadoscontos@live.com Blog = http://contosdakatia.blig.ig.com.br
Era um daqueles dias em que nada parecia dar certo para Márcio, e para piorar ainda mais as coisas, Márcia, sua irmã gêmea, lhe telefonou dizendo:
Márcio! Preciso que me leve agora mesmo à psicóloga.
Só falta mais aquilo em um dia tão atribulado que nem ainda tinha chegado ás nove horas, onde até o programa de gerenciamento da folha de pagamentos de sua empresa de transportes escolares tinha enlouquecido e por isso perguntou:
Não pode ser mais tarde?
Não! Pois, se demorar, mais um quase nada, enlouquecerei duma vez por todas.
Claro que não era nada assim tão grave, pois na certa, ela tinha tido mais um de suas brigas de mulher mal casada, mas mesmo isso requeria que ele lhe prestasse ajuda a quem nunca lhe dizia não. Por isso tentou ao menos ganhar algum minutos que fosse:
Assim que atender o cliente que está aqui te pegarei na sua casa, certo?
Os suspiros mal contidos por Márcia o alertaram do descontentamento dela que mesmo assim respondeu:
Certo! Sendo assim me pegue na casa da mãe.
Para que Márcia estivesse assim ansiosa para sair de casa, a coisa tinha sido mais complicada do que de costume, mas como fazê-la contar só iria fazê-lo atrasar mais ainda, ele optou por se despedir e passar a procurar uma solução adequada para todos aqueles problemas, mas por mais que repassasse todas as opções a folha de pagamentos não concordava em rodar corretamente e foi quando ele pegava o telefone para avisá-la que a solução para, pelo menos, um dos problemas se apresentou com a chegada de Juca que, vez por outra, passava para saber as novidades do grupo de trilhas que Márcio liderava:
Juca, você me caiu do céu.
Isso levou Juca a brincar:
Sendo assim, só espero não ter me machucado demais ao ponto de não poder ajudar.
Isso fez Márcio sorrir pela primeira vez naquele dia e se explicar:
Pelo que vejo vai poder sim. A Márcia está precisando ir a médica dela justo hoje que estou entupidos de problemas, por isso, queria saber se você levaria ela para mim?
Fazia muitos anos que Juca não via Márcia, por isso, só se lembrava de uma garota gorducha, peituda, bunduda e que de parecidos com Márcio só tinha os olhos azuis e cor loura, e já que a curiosidade de vê-la mulher feita falou mais alto ele respondeu:
Sem problemas!
Isso fez Márcio sorrir novamente e dizer:
Que bom! Vou avisar agora mesmo que você irá pegá-la na casa de minha mãe.
E antes que Juca pudesse dizer algo ele ligou para ela dizendo:
Infelizmente não dará pra eu te levar, mas achei um amigo que me fará esse favor.
Márcia nem tentou disfarçar o tom de desagrado e apenas disse:
Já que não tem outro jeito, fazer o que, né?
Isso fez ele optar por não dizer quem era o amigo e sim apenas dizer:
Faz muito tempo que vocês não se vêem, por isso, sei que irá gostar muito de revê-lo!
Tudo bem, mas só peça pra que ele se demore!
Ele não demorará!
E desligando o telefone falou para Juca:
Ela já está te esperando, e como sempre está de moto, aqui estão as chaves do meu carro.
Tua mãe ainda mora no mesmo lugar?
Sim!
Juca saiu, e Márcio ficou pensando na antiga atração secreta que Márcia havia nutrido por ele na adolescência e de como poderia ser tal encontro, estando ela naquela crise conjugal que estava, mas já que um problema resolvido era uma preocupação a menos, ele passou a dedicar total atenção ao programa manhoso.
Quando Juca parou na frente da casa, uma mulher loura já estava esperando e quando ele ia perguntar por Márcia, ela se aproximou sorrindo e disse:
Bem que o Márcio disse que eu gostaria de rever quem ele arrumou pra me levar!
Da Márcia que ele se lembrava, só restavam os olhos, a cor, os peitos grandes, pois a cintura e a bunda não era mais a de uma gorducha e sim a de uma "potranca", daquelas com clássicos quadris largos com bunda carnuda, quase arrebitada, das que se destacam tanto quando vista pela frente e também pelas costas, mas como Márcio não tinha dito qual o motivo dela estar indo ao médico, ele esperou ela entrar no carro para só então perguntar:
Para onde vamos?
Até Piracicaba.
Já que os cerca de 150 km seriam mais que suficiente para fazer qualquer assunto fluir naturalmente, ele deixou de lado o que Márcio lhe dissera e perguntou em tom de brincadeira:
Já que perguntar se você está boa será chover no molhado só me diga como andam as coisas?
Sempre era difícil demais pra Márcia falar sobre casamento fracassado, até mesmo com a psicóloga que iria consultar, mas já que o reaparecimento de Juca tinha reavivado até a antiga atração, ela ao menos se permitiu ser sincera:
Apesar de o namoro ter sido tudo aquilo que sempre sonhei, o casamento nunca ao menos se aproximou de meus sonhos!
A amargura aparente na voz dela fez Juca limitar seus comentários dizendo:
Depois de inúmeras tentativas fracassadas acabei me dando conta de que não sirvo pra esse tipo de vida e por isso desisti de tentar de novo!
Pelo visto Juca também tinha seus dissabores matrimoniais e numa hora daquelas tudo o que Márcia queria era uma troca de más experiências e por isso voltou a se calar, mas não de relembrar e por isso deu conta de que se ao fugir do apetite anal de Juca tinha destruído os sonhos de adolescente ao fazer o mesmo com seu marido tinha posto um fim numa parte de seu sonho de adulta, que era a de que isso só aconteceria na tão bem planejada segunda noite de núpcias, que aconteceria na primeira noite na casa deles. Hoje, tão distante daqueles dias, Márcia deu por si que se tivesse sido só um pouquinho mais realista já teria a muito dado razão para sua prima Ivana que desde a muito dizia que o casamento dela tinha terminado já no início da lua de mel. A lembrança disso fez Márcia se achar infantil e sonhadora ao extremo por ter feito um script, digno de um filme, descrevendo detalhadamente em seu diário, hora por hora, como deveria ser cada detalhe de seu casamento, começando pela cerimônia, passando pela festa e tendo seu ápice na noite de núpcias, essa sim, descrita com tal riqueza de detalhes que ela pode se lembrar até dos diálogos que seriam trocados pelo casal. Mas, mesmo tendo repassado com Silvano varias vezes detalhe por detalhe, ele ignorando tudo, nem sequer esperou pela chegada ao hotel e sim mal se viu livre do cortejo que os seguia até a saída cidade, desviou para uma estrada secundária, o que a levou a perguntar antes mesmo dele parar o carro:
Onde estamos indo?
Só um pouco mais adiante até ficarmos fora das vistas de quem passa pela rodovia!
Mas, pra que?
Para fazermos aquilo que por mim já teríamos feito há muito tempo atrás!
Mas, e os nossos planos?
Seus planos, pois os meus sempre foi de começar a transar com você o ma rápido possível e só não fiz isso por causa da marcação cerrada de seus, motivos que não entendo até agora?
Ela entendia muito bem que a atitude de seus pais originara devido à gravidez acidental de sua prima Clélia, coisa normal em uma geração que podia se dar o luxo de transar sem camisinha por não terem o fantasma da AIDS pairando sobre suas cabeças, mas o choque causado pela revelação dele foi tal que ela se calou, passando a deixar ele despi-la e possuí-a quase sem esboçar reação. Durante o resto da viajem, Márcia se dedicou em apagar decepção que aquilo lhe causara sobrepondo a elas a possibilidade de retomarem os planos quando chegassem ao hotel, mas novamente Silvano botou tudo por água abaixo indo para o banheiro com ela no lugar de esperá-la pacientemente no quarto chamasse e não contente com isso ele pegou o frasco de creme pra cabelos pedindo:
Fique de quatro e relaxe!
A surpresa que isso causou foi tamanha que ela se viu exclamando:
Você só pode estar brincado?
Xi! Lá me vem de novo com aquela baboseira de segunda noite de núpcias.
Isso fez Márcia explodir como tinha feito antes:
Já que não te chega ter destruído tanto os meus sonhos ao ponto de ter sido o único que gozou, sirva-se à vontade como fez ainda há pouco, por que já percebi que pra você nunca deixarei de ser apenas um depósito de porra sem sentimentos, sonhos, desejos ou vontades!
Ela terminou a frase de quatro e assim ficou esperando por Silvano que de tão atônito com o fato de não ter percebido que ela nem sequer tinha gozado e nem ao menos gostado, se afastou murmurando:
Por que não me falou isso antes?
Ela se levantou e o seguiu até o quarto, onde se deitou na cama dizendo:
Falei sim, mas você estava tão entupido de egoísmo que zombou de meus sentimentos assim como acabou de fazer agora.
Já que não havia nada que pudesse dizer ou fazer pra concerta aquilo tudo e menos ainda clima pra uma transa cada qual se ajeitou em seu lado da cama passando a tentar dormir.
Se o dia seguinte não trouxe ressentimentos, também não devolveu o clima esperado, que só foi aparecendo e crescendo muito lentamente, sem não mais falarem ou tentarem o sexo anal, até quando voltaram para casa no horário anteriormente previsto e ainda seguindo a previsão inicial, Silvano despiu Márcia, a conduziu até o centro da cama onde ela se posicionou de quatro esperando que ele untasse o pau e o cú dela com óleo pra bebês e após isso ele deu seqüência ao ritual dizendo a única frase com que contribuiria:
Agora relaxe pra entrar bem gosto!
Apesar da dor no inicio ser mais forte do que Márcia esperava, não demorou muito pra ela se acostumar e passar a dizer as frases românticas e carinhosas planejadas, mas mesmo saindo como ele queria, tudo passou a ter um jeito tão de coisa combinada que mais uma vez foi só Silvano quem gozou e o medo de novos fracassos foi fazendo ela ir achando desculpas na hora do sexo anal, que não demorou muito para que Silvano não mais a procurasse para aquilo. E já que tinha chegado ao vilarejo de Cachoeira das Emas, Juca rompeu o silêncio perguntando:
Pra que horas a consulta está agendada?
Pra hora que eu chegar!
Sendo assim, por que não aproveitamos que está quase na hora do almoço para almoçarmos aqui mesmo?
A personalidade meticulosa de Márcia começou a esboçar uma série possíveis condições desejáveis e conseqüências possíveis, mas as lembranças que acabara de ter a levou responder quase rapidamente demais:
Faz tanto tempo que não almoço aqui que seria maravilhoso poder matar mais essa saudade!
Pararam defronte a um dos mais antigos restaurantes, ambos já tinham almoçado varias vezes em separado e como a fome ainda não era tanta assim atravessam a antiga ponte, agora só usada por pedestre e ciclistas, de mãos dadas a até um aquário e atravessaram ele observando e comentando sobre as espécies capturadas ali no rio e contornando os sanitários, desceram pela passarela até o pequeno bosque de arvores nativas, remanescentes da mata ciliar, onde pararam junto a algumas mesas em concreto e Márcia esperou Juca abraçá-la e beijá-la varias vezes para dar vazão ao que não podia mais conter:
Desde que me casei que venho vivendo uma constante e duradoura crise conjugal, que tem me levado de psicólogos em psicólogas buscando uma solução e era para o consultório da que chegou mais próximo da origem do problema que estávamos indo, mas como ela me disse na última vez, eu teria que me reencontrar onde eu tinha me perdido no passado, pois só assim eu conseguiria voltar a sonhar, em tese ela falou tudo àquilo que minha prima Ivana e Márcio vem me dizendo ano após ano, mas foi preciso nós nos reencontrarmos para que isso servisse como essa ponte que acabamos de atravessar e assim acabasse visitando meu passado mais temido, tal e qual nossa visita ao aquário, e com isso, finalmente a menina sonhadora e assustada foi exorcizada, deixando apenas uma mulher sólida e resistente como essas arvores que nos cobrem e pronta pra se entregar ao único homem de quem nunca deveria ter fugido e diante de tudo isso nossa viagem não precisará mais passar daqui!
Ao final da frase procurou Juca para mais beijos e como aquele tipo de declaração sempre o deixou sem ter o que dizer, ele passou a ajeitar o decote da blusa de Márcia como achava ficar melhor e como não se satisfez com nenhuma das tentativas ergueu a blusa dela até expô-los por completo e após tirar o sutiã que ela usava e guardá-lo num dos bolsos, beijou cada um dos mamilos rosados e grandes como moranguinhos os deixando ainda mais eretos e após isso baixou a blusa, ajeitou o decote e disse:
Agora sim eles ficaram lindos como merecem ficar sempre!
Já que sempre achar os seios grandes demais, Márcia perguntou:
São grandes demais, né?
Eles têm a exata proporção para o quadril e as coxas que você tem e mais ainda para uma deliciosa espanhola.
Apesar de nunca ter feito aquilo, Márcia sabia do que se tratava e por isso concordou:
Se você diz isso que sou eu pra discordar?
O que é bonito, foi feito pra ser mostrado!
E tomando a distância necessária tirou a calça jeans que ela usava o deu a ela a quase certeza de ele a comeria ali mesmo, mas no lugar disso Juca tirou uma faca da bainha da bota de pára-quedista que sempre usava para andar de moto e rapidamente cortou as penas da calça fazendo dela um short bem curto e após ajudar Márcia a vesti-lo a fez dar uma volta completa e concluiu:
Agora sim está se parecendo com a mulher que sempre esteve oculta pela menina!
Márcia andou um pouco para lá e para cá como se estivesse experimentado uma nova roupa e por fim se aproximou de Juca dizendo:
Gostei de verdade mesmo, mas tem só um probleminha!
Qual?
Sempre poderá ter alguém por aqui que me conheça e como não pretendo voltar tão cedo pra casa é grande o risco de que Silvano fique sabendo antes mesmo de chegarmos à cidade.
Isso fez Juca fazer uma careta de quem se acha um gênio e dizer:
Sendo assim, já pensei numa solução!
E olhando mais detalhadamente concluiu:
Ainda dá pra melhorar um pouco mais!
E tirando a blusa dela novamente a dobrou e a cortou na altura que acha ideal e de forma que ao vesti-la novamente ela cobriu pouco abaixo dos seios o que o levou a dizer:
Agora sim ficou perfeito!
E passando um braço pela cintura de Márcia a levou até umas das lojas, onde comprou um óculo de sol e um chapéu e quando Márcia se viu espelho mal consegui se reconhecer e por isso deu um beijo estalado em Juca dizendo:
Até que fiquei bem melhor mesmo!
E pegando uma sunga para Juca, duas toalhas de praia e uma bolsa grande o bastante pra caber tudo aquilo e um pouco mais e disse para Juca:
Agora sim estamos parecendo um casal curtindo uma tarde na beira da água!
Juca pagou pelas coisas e saíram e atravessando a avenida entraram na farmácia, quase defronte a loja, onde assim que ela pegou o batom mais vermelho que achou e outro de manteiga de cacau e foi se encontrar com Juca no caixa e ao vê-lo com um pacote de camisinhas e uma lata de vaselina nas mãos pegou as camisinhas dizendo:
Disso não precisaremos, mas disso aí, talvez seja melhor levar uma lata um pouco maior, pois já que não faço sexo anal há muito tempo pode ser precisaremos de muita mesmo!
E ele entrando na brincadeira dela trocou a latinha por um pote com meio quilo de vaselina e para se divertir com a cara de espanto das duas balconistas falou:
Um desses dá ou será melhor levarmos dois?
Márcia entrou na dele sopesando o pote e dizendo:
Pra hoje dará sim!
Mais uma vez Juca pagou e saíram da farmácia, dessa vez começaram a voltar até o restaurante onde tinham deixado o carro, e quando chegaram na ponte Juca deslizou a mão pela bunda dela e perguntou:
Faz tempo mesmo ou só disse pra fazer pressão nas garotas?
Além de fazer muito tempo foram tão poucas vezes que é bem capaz que um acabe reclamando e chorando bem mais que Ivana chorou!
Isso fez Juca parar para perguntar:
E como sabe disso tudo?
Em nossos planos eu seria a próxima, por isso demos um jeito para que eu assistisse a tudo, mas fiquei tão assustada com o que vi e ouvi que até passei a te evitar.
Juca se lembrava dela ter passado a evitá-lo, mas na ocasião atribuiu isso a quaisquer uns dos repentes temperamentais femininos e como não mais valia a pena explicar o que tinha achado beijou Márcia avidamente e a segurando a bunda dela com ambas as mãos falou:
Não me conformo como tem homens que não sabem tirar proveito daquilo que tem melhor ao seu alcance!
Melhor assim, pois sobra mais pra você!
E o encarando bem nos olhos perguntou:
Posso te pedir uma coisa?
Pode sim!
Já que você meu primeiro homem, depois dele, e por isso o segundo de minha vida, quero que primeiro de tudo meta na minha boceta e goze dentro dela pelo menos uma vez, pode ser assim?
Juca já tinha ouvido pedido mais absurdo e por isso respondeu:
Não só umas, mas tantas vezes quiser!
Voltaram a caminhar e quando se aproximaram do final da ponte deu um aperto sutil na cintura de Juca para chamar atenção dele para uma família que entrava no mesmo restaurante que eles e como distância permitia, Márcia alertou a ele:
Ali vai meu teste de fogo, pois eles freqüentam o mesmo grupo de casal que Silvano e eu!
Também conheço Didi e Célia. Acha que te reconheceram?
Não! E nem ao menos acharam uma pequena semelhança, mas para maior segurança nos sentaremos, onde eles não possam me ouvir falando.
Assim sendo, ao entrarem no restaurante, passaram pela mesa onde apenas a mulher e os filhos estavam sentados, e se dirigiram até uma das mesas do fundo onde Juca deixou Márcia e foi ao sanitário e assim que entrou o homem o cumprimentou e em seguida perguntou todo cheio de entusiasmo varonil:
Caracas meus! Onde acha essas potrancas maravilhosas?
Essa eu trouxe de Piracicaba!
E tem muitas como ela por lá?
Um bocado sim, mas cá pra nós tua mulher também não é assim de se jogar fora, por isso, poderíamos armar uma troca de casais uma hora dessas?
Tá querendo me ver morto, é?
Não vejo motivos pra isso?
Mas eu sim, pois Célia quase me esfolou só achando que eu tinha olhado demais pra ela e diante disso ele me matará se eu propuser uma coisa assim pra ela.
Então uma hora dessas marcaremos uma escapada até lá. Certo?
Ele enfiou a mão no bolso e entregou um cartão dizendo:
Me ligue assim que puder que iremos sim!
Ligarei sim!
Didi saiu e Juca foi urinar, em seguida lavou as mãos e foi ter com Márcia que só esperou ele sentar pra dizer:
Não resisti à tentação e fui pegar cigarros só para passar bem perto dela e a prova de que sequer desconfia de quem sou, é que disse em voz alta, que um restaurante desse estilo não poderia permitir que pessoas de meu tipo entrassem, ou seja, ela está achando que sou uma puta de verdade mesmo!
Ele também nem sequer suspeita quem você é, pois me perguntou onde acho potrancas como você.
E o que você disse?
Que te trouxe de Piracicaba!
Ela tomou mais cerveja, acendeu um cigarro e falou:
Estou gostando tanto disso que não vejo a hora de você me fazer virar uma adúltera de fato e de ato mesmo!
Foi a vez de Juca tomar cerveja, acender um cigarro e como ele estava de frente para com Célia os olhares dela o obrigou a dizer para Márcia:
Se te servir de consolo ela não assim tão santa como ele e quase todos pensam que é!
Sério?
Sim. Ela faz parte de um grupo de mulheres da alta sociedade que vão para Ribeirão Preto trepar com garotões de programa!
Que massa! Você já a pegou?
Estou velho demais para as preferências dela, mas conheço o garotão que ela banca.
O garçom trouxe o almoço e eles passaram comer em silêncio e depois de terminada a refeição Márcia sugeriu:
Vamos caminhar um pouco?
Junca chamou pelo garçom pedindo conta e assim que pagou saíram caminhando pela margem do rio até na ponte nova e como ela tinha formado um remanso de águas calmas Márcia se lamentou:
Que me dera ter comprado um biquíni pra mim também!
Isso fez Juca tira o sutiã do bolso e dizer:
Isso e tua calcinha pouco diferem de um biquíni e como aqui não vem ninguém, não vejo porque não usá-los?
Márcia pegou a manteiga de cacau, ergueu a blusa e passou ela em ambos os bicos dos seios se justificando:
Acho que inconscientemente eu contava com isso, pois peguei a manteiga de cacau pra água não rachar o bico dos seios!
E colocando o sutiã sobre os seios virou de costas para que Juca o abotoasse e ele se valeu disso pra tirar o short dela e em seguida se despiu pra colocar a sunga e quando Márcia viu pau dele mesmo ainda mole se conscientizou que quando aquilo estivesse dentro de si ela teria dado um passo sem volta e a forma concentrada que ela olhava seu pau fez Juca perguntar:
Que foi?
Ao vê-lo dei por mim que daqui a um quase nada ele me fará mudar radicalmente de mulher honesta para uma mulher adultera e que depois disso nada que eu fizer reverterá o acontecido.
Isso te assusta ou te preocupa?
Ela se aproximou um pouco mais e tocou o pau de Juca dizendo:
Nem um e nem outro e sim pela primeira vez na vida tenho total certeza do que quero, sem incertezas ou remorsos!
O contato da mão dela fez o pau de Juca começar a endurecer e ela o segurou até estar totalmente duro e quando isso aconteceu ela exclamou:
Ual! Que tora.
E ajeitando o melhor que pode a sunga de Juca, sem com isso conseguir ocultar o pau dele por completo, entrou na água e por maior que fosse a vontade de Juca possuí-la naquele momento, ele se conteve esperando que ela tomasse a decisão final quando achasse melhor e a seguindo passou a brincar com ela como se fossem crianças e isso os levou a trocar beijos e caricias e então Márcia saiu da água no que foi seguida de perto por Juca e quando ela pegou a bolsa e as toalhas, ele pegou as roupas e os calçados e a conduziu até atrás duma moita de bambus que os ocultariam dos olhares de quem passassem pela ponte ou de barco pelo rio e lá chegando ela estendeu as toalhas e ficou esperando que Juca lhe tirasse o sutiã para então agachar aos pés dele para tirar a suga e passar a chupar o pau dele ainda mole até o deixar duro novamente, mas não sem antes de relembrá-lo:
Não se esqueça de quero que sua primeira gozada seja dentro da minha boceta!
Juca afagou os cabelos dizendo:
Pode deixar que não irei esquecer disso!
Márcia chupou o pau de Juca até a grossura excessiva fazer sua mandíbula doer e então se deitou de costas sobre a toalha e Juca pegando a manteiga de cacau espalhou um bom tanto entre os seios dela e em seu pau para em seguida se dedicar a fazer uma espanhola em Márcia e por estar usando a manteiga de cacau pela primeira vez para aquilo se viu obrigado a dizer:
Menina! Descobri uma coisa que deixa isso ainda mais gostoso.
E como não queria quebrar o prometido, foi deslizando pelo corpo dela até chegar à boceta e assim que tirou a calcinha passou a beijar lamber e sugar a boceta dela, até fazê-la se contorcer de gozo em gozo, e em tão a fez ficar em fraga-assada e foi fazendo sua pica deslizar centímetro por centímetro de forma que quando ela atingiu aquela parte da boceta, onde somente outras poucas picas chegariam, Márcia passou a fazer algumas caretas de dor e disse:
Até parece que tenho segundo cabaço bem aí!
Não chega ser assim um segundo cabaço, mas é primeira que uma pica te passará por aí sim.
Será que vai sangrar de novo?
Juca bombeou mais um pouco e por fim respondeu:
Mesmo você sendo tão apertada assim não sangrará!!
No lugar daquilo assustar Márcia a excitou ainda mais ao fazê-la se sentir novamente como se fosse à primeira vez e por isso quando a pica de Juca entrou toda e a dor sumiu ela pediu:
Mete gostoso em mim, mete?
Juca aumentou um pouco mais o ritmo das estocada fazendo assim suas bolas baterem no cú de Márcia que não demorou pra avisar e pedir:
Estou gozando! Goza comigo! Isso goza bem lá no fundo.
Juca gozou no exato momento em que o orgasmo explodiu dentro de Márcia, que não se contendo cravou as unhas nas costas de Juca exclamando:
Que delicia!
Juca ficou dentro e sobre ela até seu pau amolecer e quando se levantou ela mais depressa encarou o pau dele e exclamou:
Não é que não sangrou mesmo!
Isso fez Juca olhar para o pau e dizer:
Viu como não havia motivos pra se assustar?
Ela continuou deitada e isso levou a acender um cigarro pra cada um e mesmo achando aquilo um termo machista demais perguntou nos termos usados por ela:
O que está achando agora que se tornou uma adúltera de fato e de a to:
Na verdade ainda estou me sentindo só meio adúltera, pois ainda me falta tomar no cú pra passar a ser adúltera de cabo a rabo e isso me faz não ver hora de levar toda essa picona no cú, isso é, se eu realmente conseguir agüentar tudo.
Tenho certeza que como Ivana, você também agüentará tudo mesmo!
Se vestiram e quando começara o caminho de volta ao restaurante Márcia perguntou:
Você não fica com dó das mulheres chorando na tua pica?
São tão poucas as que choram de verdade mesmo, pois a maioria só reclama e geme e como tanto umas como outras gozam no final não vejo motivo pra ficar com dó!
Fizeram o caminho de volta em passos mais lentos que os da ida para desfrutarem ainda mais aquele momento especial e quando chegaram ao restaurante Márcia se lembrou de Didi e Célia e isso a fez perguntar:
Você tem filhos?
Uma filha de um relacionamento e dois filhos de um casamento desastrado e você?
Ainda não me achava preparada para isso como estou me achando agora e por isso quero ter um o mais rápido que puder!
Caminharam mais um pouco em silêncio até perto da barragem e na volta entraram novamente na ponte para pedestres e Márcia voltou a falar dizendo:
Vou te segurar um pouco mais, pois quero chegar em casa depois que Silvano for para a reunião do Rotary e assim evitar ter que explicar pra ele porque estou vestida assim, certo?
Juca consultou o relógio e respondeu:
Sim. O bom disso é que poderemos ficar junto muito mais tempo.
Também estou adorando isso!
Voltaram a caminhar em silêncio só parando de pouco em pouco para se beijarem e para comprarem sorvete de um garoto que ficou encarando os seios de Márcia com olhos tão esbugalhados que assim que se distanciaram ela brincou:
Esse ai vais até fazer calos na mão e pau imaginando meus seios!
E como vai sim!
Por onde passavam, Márcia despertava olhares gulosos nos homens e maldosos nas mulheres e como ela estava adorando isso comentou:
Estou virando muito puta, não acha?
O que te faz pensar assim?
Estou adorando ser comida com os olhos pelos homens!
Então, para felicidade de todos, sim.
Agora foi vez de ela sorrir e se apertar contra Juca e novamente voltaram a caminha em silêncio então o celular dela tocou, era Márcio perguntando:
Como estão às coisas por aí?
Muito melhor que eu imaginava poder ficar, e por isso a viagem será mais curta, mas mais demorada.
Fico muito feliz que as coisas entre você e Juca estejam dando assim tão certo, por isso pode demorar o tempo que achar necessário que Anita eu diremos que esteve em nossa casa.
Márcio antipatizara com Silvano desde o início, mas mesmo assim Márcia não esperava por aquilo e por isso ela se viu obrigada a dizer:
Nem sei como te agradecer por isso.
Nem precisa, pois o que mais me importa é tua felicidade e acho uma pena Juca se um errante, pois ele seria o marido ideal para você!
Também lamento, mas não vejo motivos que nos impeçam de sermos amantes e você?
Só tenho que te desejar boa sorte e que tem meu total apoio e o de Anita também! Agora vou te deixar sossegada para curtir melhor esse seu momento especial mais que merecido. Beijos!
Ela se despediu e foi se juntar a Juca que a aguardava e assim que voltaram a caminhar ela perguntou:
Você já pegou a Anita?
Já sim.
E Carol?
Ela não!
Se quiser posso dar um jeito para que seja o primeiro homem dela em quase tudo?
Como assim em quase tudo?
Até hoje ela só trocou um beijos ou outros com alguns colegas e no demais nada mesmo.
Quantos anos ela já tem?
Fez 18 no mês passado.
E mesmo assim ainda virgem?
Isso mesmo!
Fazia tanto tempo que Juca não pegava uma virgem assim tão virgem na idade ideal que ele acabou por admitir:
Uma garota assim ainda tão rara que acabaria sendo uma idéia mais que ótima, sim!
Então já pode ir dando ela como sua. Mas, só que terão que ser nós duas juntas!
Isso fez Juca pensar numa possibilidade meio absurda, mas mesmo assim sugeriu:
Pode até achar um exagero de minha parte, mas já pensou numa primeira vez dela comigo e com Anita?
Tai uma coisa que eu gostaria muito de assistir!
Já que a safra de idéias loucas estava em aberto Juca saiu com essa:
E eu de assistir uma entre você e Márcio!
Isso a fez confessar:
Quando éramos adolescentes isso esteve muito bem perto de acontecer e por isso não seria uma coisa tão difícil de acabar acontecendo mesmo. Mas, voltando à Anita e Carol com o jeito certo e na hora certa até que acontece sim.
As duas eram tão parecidas que a filha mais parecia uma versão mais nova da mãe, mas só na idade e isso acabou fazendo Juca deixar escapar:
Se ela for de gostar de trabalho pra levar na bunda como a mãe gosta de dar, será um verdadeiro pega pra capar mesmo, com muitas reclamações, gemidos e choros.
Será mesmo de arrepiar. Se eu quiser escapar como Ivana tentou você também vai me segurar ou me deixará escapar?
Tenho cá comigo que você irá não irá reclamar, nem chorar e muito menos tentar escapar.
Por que acha isso?
Você é do tipo que quando quer uma coisa, quer mesmo com vontade e coragem.
Aquilo dava tão certo com ela que Márcia saiu pela tangente voltando a falar de Anita e Carol:
As duas são liberais demais entre si e por isso uma conversa certa, na hora certa, mas quero que me prometa que me meterá na Carol e depois na Anita?
OK! E já que você me viu inaugurar a bunda da Ivana, deixarei pra tirar o cabaço dela junto com você!
E se Anita quiser estar junto nessa vez também?
Juca aproveitou o tempo de acender um cigarro pra analisar uma nova possibilidade e por fim falou:
E se enquanto eu estiver cuidado de Carol vocês duas ficarem assistindo?
Agora sim vou me empenhar com toda vontade pra fazer acontecer!
Eles já tinham contornado o aquário pelo lado de fora e começavam a descer a passarela, mas dessa vez não pararam nas primeiras mesas, e sim foram parar nas últimas delas e totalmente fora da visão dos transeuntes e assim que chegaram Márcia, abriu a sacola, tirou e forrou a mesa com uma das toalhas e dobrou a outra formando um pequeno travesseiro e após colocar o pote de vaselina do lado se apoiou de costas na mesa e disse pra Juca:
Como você mesmo está prevendo não irei te dar trabalho algum mesmo, mas se da primeira vez te pedi pra só meter na minha boceta até gozar e agora quero que só faça o mesmo na minha bunda, certo?
Pode deixar que não meterei na tua boceta e sim apenas ficaremos no sexo oral e numa espanhola bem caprichada pra esquentarmos adequadamente!
Márcia ergueu os braços pra Juca lhe tirar a blusa e após isso ela o despiu e passou a chupar se pau até deixá-lo totalmente duro e após isso, Juca pegou a manteiga de cacau e espalhou i resto dela entre seios de Márcia para em seguida encaixar o pau entre eles e pedir:
Aperte eles o mais que puder!
Ela o fez e a sensação foi tão deliciosa que ela acabou dizendo:
Um dia vou querer que você faça assim até gozar junto comigo!
Juca fez por mais algum tempo e depois fez Márcia se debruçar sobre a mesa e foi tirando o short e calcinha cobrindo a bunda dela de beijos e abrindo o pote de vaselina pegou uma boa quantidade e pediu para Márcia:
Abra essa delicia de bunda, amor!
Márcia abriu a bunda o mais que podia com as duas mãos e Juca após espalhar uma quantidade de vaselina cú dela e no seu pau encostou a cabeça nas pregas pedindo:
Relaxa que tua hora de terminar de virar adúltera chegou!
Márcia relaxou até o que não sabia poder relaxar, mas quando a cabeça começou a entrar ela forçou o corpo um pouco para frente o que levou Juca a segurá-la pelo ombro com umas das mãos enquanto com a outra mantinha o caralho no lugar certo e foi enfiando devagar e na medida em que isso acontecia dor foi aumentado até Márcia não pode mais conter as lagrimas que rolaram pelo seu rosto e não mais podendo segurar e exclamou:
Está me rasgando!
No lugar de se condoer, parar ou tirar, Juca pegou ela pelo outro ombro com a outra mão e foi forçando caminho lentamente até nada restar pra ser enfiado e após isso pediu a ela:
Pode soltar as mãos e começar a rebolar!
Ao que ela pediu:
Deixe ele um pouco parado só até eu me acostumar!
Isso fez Juca aliviar a pressão com que a puxava para trás, mas deixando seu pau imóvel dentro do cú dela, que logo mais passou a rebolar timidamente, mas assim que foi se acostumando e gostando foi aumentando o ritmo do rebolado e dos gemidos até que mais uma vez ela anunciou:
Que delicia! Estou quase gozando!
Isso fez Juca puxá-la contra seu corpo e pedir:
Goza pra mim, vai goza?
Márcia liberou o gozo no exato momento que Juca despelou sua porra dentro dela desencadeando uma sucessão de orgasmos que a fizeram derrear sobre mesa por vários minutos e quando se recuperou, ela exclamou:
Agora me sinto uma adúltera de verdade!
Juca apertou o mais que podia a bunda de Márcia com ambas as mãos e foi fazendo seu pau deslizar lentamente para fora e seguido a isso caminhou até o rio onde lavou cuidadosamente o pau e quando se juntou a Márcia ela falou:
Nossa! Isso me deixou quase morta de fome.
Também estou com muita fome sim!
Se vestiram, juntaram as coisas e como ainda era cedo para o jantar foram até umas das lanchonetes e depois disso atravessaram novamente a ponte para o lado onde o carro e estava e dessa vez Márcia ficou de calcinha e sutiã pra entrar na água sem o menor constrangimento e ela e Juca brincaram até perto do entardecer quando, após um banho rápido, foram jantar num outro restaurante, onde a possibilidade de encontrarem pessoas conhecidas não existia, dessa vez comeram mais calmamente saboreando um bom vinho e quando terminaram e saíram do restaurante foram caminhar a luz da lua trocando beijos e caricias e foi quando se beijavam quase no centro da ponte de pedestre que Juca perguntou o Márcia mais queria ouvir:
Que ser minha amante?
Claro que sim!
E isso fez os próximos beijos serem mais doces e quentes para Márcia e como havia esfriado um pouco para as roupas que ela usava, pediu:
Está ficando um pouco frio pra mim, por isso acho que ta na hora de voltarmos!
Apesar de também estar gostando muito daquilo, Juca concordou:
Está meio frio sim!
Como todas as voltas, aquela pareceu ainda muito mais curta que a ida, e quando chegaram na empresa de Márcio, Juca entregou o carro para Márcia e após trocarem números dos celulares se beijarem apaixonadamente e Márcia aproveitou para dizer um coisa a muito queria, mas ainda tinha conseguido:
Obrigada por ter me permitido reaprender a sonhar novamente!
Não por isso, pois apenas fiz aquilo que acha certo e gostoso!
Após isso cada qual seguiu seu rumo já sentindo saudades um do outro.
FIM
enviada por Katia Ramos
13/05/2008 15:22
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enviada por Katia Ramos
07/03/2008 04:40
Uma questão de cabeça!
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Antes mesmo de darem inicio á viajem até o pesqueiro, aonde iriam preparar o lugar e as coisas para o pessoal que iria mais tarde para passar o final de semana, Ivone foi categórica ao dizer:
Apesar de muitos pensarem o contrário eu não faço sexo anal e por isso se essa for sua intenção pode ir tirando essa da cabeça agora mesmo, certo?
O que levou Juca a responder:
Pode deixar que tentarei me lembrar disso!
Durante os quase quarenta minutos que durou o trajeto eles falaram de tudo e até de quase todos e assim que chegara Ivone passou o lugar por uma breve, mas minuciosa vistoria na companhia de Juca que ia explicando as coisas e assim até chegarem ao ultimo quarto e assim quem entraram Juca a abraçou pelas costas dizendo:
E esse daqui é meu preferido!
Ivone se deixou ser abraçada, acariciada e despida por Juca até ficar toda nua para então se virar de frente pra ele e passar a despi-lo, mas ao tirar a cueca não pode deixar de segurar a pica de Juca e dizer:
Só não esperava que fosse assim tão grossa!
Por que não?
É que os mais compridos sempre são os mais finos!
Ao dizer ela se ajoelhou e passou a dar beijos e lambidas na cabeça arrancando arrepios de Juca que acariciando os cabelos dela disse:
Sendo assim posso acreditar que sou uma exceção a essa regra!
Ivone apenas meneou a cabeça afirmativamente aconselhando a sim mesma a ser enfática e firme na decisão de não dar o cú e isso tornou ainda mais necessário quando ela passou a chupar a cabeça daquela tora que de tão grossa lhe causava dores nas mandíbulas o que a fez se levantar e se abraçar a Juca que a conduziu até a cama onde assim que ela se deitou de costas passou a acariciar beijar e chupar os seios tão grandes que lhe deu vontade de fazer o que mais gostava com peitões como aqueles e por isso se acavalou sobre Ivone e encaixou a pica entre eles o que fez ela de imediato apertá-los com as mãos para assim Juca poder se deliciar ainda mais e ela também com aquilo, mas por mais que estivesse gostoso Juca foi deslizando para baixo até encontrar a boceta dela, que de tão apetitosamente depilada, o fez cair de boca o mais rápido que pode e após fazê-la gozar incontáveis vezes voltou a subir pelo corpo dela até seu pau encostar-se à boceta dela que de tão molhada o deixou deslizar até o fundo oferecendo apenas aquele delicioso e quente aperto o que fez Ivone abrir as pernas o mais que podia e dizer:
Que delicia! Até pensei que não pararia mais de entrar!
Isso fez Juca pegá-las pelas pernas de forma a fazê-la ficar de franga-assada o que obrigou Ivone a exclamar:
Nossa! Agora chegou até doer lá no mais fundo.
Isso fez Juca sorrir e passar a meter lenta e calmamente se deliciando com o balanço dos peitos de Ivone e novamente, após tê-la feito gozar varias vezes ficou de joelhos pedindo:
Ta na hora de virar!
Ivone virou toda receosa, mas no lugar de tentar qualquer outra coisa Juca deitou sobre ela e fez sua pica desaparecer rapidamente pela boceta dela à dentro passando a meter naquele mesmo ritmo que alucina as mulheres e após fazer Ivone abrir as penas a foi fazendo ficar de quatro, o que casou nova onde de apreensão que ficou ainda maior quando ele tirando a pica para fora passou a esfregá-la no cuzinho dela que não demorou muito a passar a piscar involuntariamente levando Ivone a beira de um ataque de pânico e por isso quando Juca deixou cair um bom bocado de saliva no ponto exato onde a cabeça se encostava nas pregas ela quase gritou:
Isso não!
O que levou Juca a justificar:
Pode ficar calma ainda não me esqueci!
E seguido a isso fez a pica desaparecer pela boceta de Ivone à dentro para voltar a meter no mesmo estilo o que fez Ivone se prevenir contra outra tentativa anal aumentando o mais que podia o rebolado para assim fazê-lo gozar o mais rápido possível e não havia como alguém tão experiente não perceber a intenção dela e por isso ela a pegou pelos ombros pedindo:
Isso! Capricha no rebolado que vou te encher de porra já, já mesmo!
Ivone caprichou tanto que o orgasmo alcançado por ambos foi tão forte que ambos tombaram derreados por ele só saindo daquele delicioso estado de lassidão total mais de uma hora depois. Assim que Juca se levantou, Ivone se virou dizendo:
Esse será meu ultimo aviso! Nunca, mas nunca mais mesmo tente o que tentou, pois se fizer isso nunca mais olharei pra tua cara, certo?
E mal terminou a frase ela se levantou e caminhou resoluta para ducha externa e Juca se valeu disso pra pegar uma lata de cerveja no freezer e foi se deitar na rede que tinha armada sob duas enormes mangueiras e Ivone assim que saiu da ducha se deitou nua ao sol se deliciando com toda a paz do lugar, mas não por muito tempo, pois por fim ela pediu a Juca:
Você tem algum creme hidratante por aí?
Em vez de responder ele saiu da rede, entrou na casa e pouco depois voltou trazendo um frasco e o entregou a ela perguntando:
Espero que sirva?
Ivone abriu o frasco, cheirou, testou a consistência e por fim respondeu:
Gostei, e por sinal você usa o mesmo perfume, né?
Uso como loção após barba!
Sério! E do que é feito?
Óleo de amêndoas com alguma essência aromática ou coisa assim!
Ivone começou a espalhar o óleo, mas Juca a interrompeu pra pegar o frasco e passar a espalhá-lo lenta e carinhosamente pela frente do corpo dela e quando se deu por satisfeito pediu:
Agora vire de bruços!
Ivone atendeu e assim Juca pode passar a espalhar o óleo com o mesmo carinho só que com um pouco mais de força para assim ir massageando as costas dela e ao chegar na bunda primeiro distribuiu vários beijos e após massageá-la o mais carinhosamente possível de forma a deixá-la reluzente em óleo para só então deslizar um dos dedos pelo rego até atingir o cuzinho de Ivone que de imediato protestou:
Aí não!
Mas, por que não?
Porque não quero, porque não gosto!
Já que ela se limitou apenas a protestar, Juca continuou deslizando o dedo pelo rego dela arrancando arrepios e fazendo Ivone arrebitar a bunda involuntariamente e já que ele não era de ferro apontou uma das cadeiras de piscina pedindo a ela:
Seria melhor se fosse até ali!
Ao que parece o ultimato sobre o sexo anal tinha surtido o efeito esperado, pois a primeira transa já tinha acontecido e mesmo fazendo todas as posições possíveis e imagináveis, inclusive de quatro e de bruços, Juca nem sequer tinha falado ou tentado ao menos enfiar um dedo sequer no cú dela e por isso ela não viu nada de errado ou de ameaçador em se posicionar ajoelhada no chão e debruçada na cadeira, mas bastou ele pegar o frasco de óleo e deixar escorrer um pouco pelo rego de sua bunda pra que ela começasse a protestar perguntando:
O que está pensando em fazer com isso?
Calmamente, Juca se posicionou atrás dela pra cortar a rota de fuga mais fácil. e após fazer a pica deslizar pela boceta dela adentro. passou a massagear o cuzinho de Ivone com um dos polegares e só então respondeu:
Não estou só pensando e sim preparando esse cuzinho delicioso pra levar ferro!
Mas, já te falei que não quero fazer isso!
Ivone tentou erguer o corpo, mas contida por Juca que apoiou uma das mãos na nuca dela dizendo com ternura e carinho na voz:
Claro que me disse sim! Mas, mesmo assim abra esse delicia de bunda, amor?
E já que não via como poderia escapar ela atendeu ao que ele pedia e seguido a isso Juca fez sua pica sair da boceta dela e como isso aumentava a possibilidade de fuga, ele enfiou um joelho entre as coxas dela, e a fez abrir as pernas o mais que podia e se dando satisfeito, passou a espalhar uma boa camada de óleo no pau hiper duro com a excitação causada pelos choramingos dela. Isso levou Ivone a olhar pra trás e já que o pau de Juca reluzente a óleo parecia ainda maior ergueu a voz pedindo:
Por favor! Não faça isso! Vai doer demais e até machucar de sair sangue!
Isso levou Juca a encostar o pau nas pregas dela e dizer:
Pra quem afirma nunca ter dado o cú você até que está bem informada demais mesmo!
Juca pressionou mais um pouco o que levou Ivone a exclamar quase em pânico:
Dei sim, mas foi só uma vez e doeu tanto que não quis nunca mais!
Então o que tinha de pior pra te acontecer já aconteceu e por isso é só você deixar o medo de lado, relaxar e deixar entrar!
Como Juca não aliviava a pressão, Ivone se viu obrigada a ser mais incisiva:
Se o outro nem tinha a metade do tamanho do teu e quase que me mata de tanta dor o teu me arrebentará toda mesmo!
Vai não, pois já te arrebentaram tudo o que tinha pra ser arrebentado!
E mudando de tática segurou Ivone pela cintura com as duas mãos para assim poder passar a mover lentamente o corpo pra frente para trás e enquanto incentivava também pedindo:
Isso minha gostosa! Relaxe só um pouco, vai?
E por seu lado Ivone reclamava:
Tem jeito de fazer isso não!
Tem sim! É só uma questão de cabeça.
Como assim?
A tua deixando teu cú relaxar pra que a de meu pau possa entrar na boa!
Isso fez Ivone pedir novamente e dessa vez com voz chorosa:
Por favor! Pare com isso por que não vai entrar mesmo!
Juca continuou movendo o pau pra frente e pra trás mais um pouco e por fim disse:
Já que você insiste, parei!
Isso fez Ivone botar atenção no que lhe acontecia e o sentir o corpo de Juca colado ao seu levou a mão rapidamente entre as pernas para poder ter certeza absoluta e aos constatar a realidade dos fatos exclamou:
Não acredito!
Mesmo assim rebole essa bunda gostosa, vai?
Ivone passou a menear lentamente o quadril e Juca passou a mover a pica pra dentro e pra fora lentamente se deliciando com a visão de sua pica branca aparecendo e desaparecendo da bunda cor de chocolate de Ivone que tão arrebitada e carnuda não permitia que a pica dele desaparecesse por completo de forma que mesmo ela estando toda enterrada ainda ficava um bom pedaço de fora o que o levou a segurar Ivone delicadamente pela cintura com ambas as mãos para então pedir:
Rebole bem gostoso pra que eu possa ter encher de porra bem lá no fundo!
Já que Ivone tinha vencido o medo e trauma ela pode passar a desfrutar do prazer que aquilo lhe dava e por isso passou a rebolar de forma bem cadenciada até que Juca anunciou:
Que delicia! Estou quase gozando.
Ao que ela secundou aumentando ligeiramente o rebolado:
Eu também!
E não muito depois Juca segurou a cintura com mais firmeza e enterrando a pica o mais que podia gozou exclamando:
Que loucura!
E seguido a isso tombou sobre Ivone que se deixando levar pelo poder do orgasmo alcançado mergulhou na doce névoa trazida pelo prazer saciado e assim ficaram até que Juca se achando mais recuperado se ergueu e como a tirar o pau do cú de Ivone essa reclamou ele se desculpo:
Só espero não ter pegado pesado demais contigo e te machucado ou te magoado por ter ido contra tua vontade?
Ivone tinha tido tempo de sobra pra pensar e repensar no ocorrido e por isso expressou a conclusão a que chegara:
A Lúcia tinha me avisado que de nada adiantaria te dizer não e nem mesmo tentar escapar, mas mesmo assim achei que minha irredutibilidade seria o suficiente pra controlar tua vontade como sempre controlou a dos demais, então já que eu sabia de antemão não vejo motivos pra me ofender contigo, mas mesmo assim vejo que tendo que ser justa admitindo que em momento algum foi rude ou violento e por isso tudo seria muita injustiça de minha parte ficar mal contigo!
Isso levou Juca sentar ao lado dela sorrindo e após acender um cigarro dizer:
Menos mal, pois assim poderei desfrutar dessa bunda deliciosa mais vezes, né?
Mesmo tendo concluído que aquilo fora gostoso demais ela não quis se dar por rogada e por isso respondeu:
Desde já te asseguro que essa vez foi o limite mesmo e por isso nunca mais farei isso!
Isso fez Juca tocar de leve a bunda dela dizendo:
Mesmo não sendo meu forte fazer isso eu te pego na marra de verdade mesmo!
Apesar de isso ter feito um arrepio visível percorrer todo o corpo de Ivone ela respondeu:
Mas, nem morta, viu?
Isso fez a Juca sorrir, dar uma tapinha carinhosa na bunda dela e se afastar na direção da cozinha dizendo:
Sei não morena! Mas, se continuar assim, isso acabará em casamento.
Isso deixou Ivone incerta do que ele quisera dizer com aquilo, mas sabia muito bem o que aquilo significava, mas como a chegada dos outros se aproximava ela foi tomar uma ducha e se vestir.
FIM
enviada por Katia Ramos
29/12/2007 08:35
Até que enfim, foto nova!

enviada por Katia Ramos
08/12/2007 18:54
De cunhados a amantes, apenas um detalhe!
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Emília estava demais indignada com o acontecido, mas mesmo assim decidiu esperar até segunda-feira para ir até a casa de insumos e equipamentos agropecuários de Zé e de tão mal humorada que estava que subiu diretamente ao mezanino onde ficava o escritório dele cuidando apenas de acenar ligeiramente aos poucos que estava na loja e ao entrar nem ao menos cumprimentou Zé e sim foi exclamando:
— Mesmo sabendo dessa odiosa mania que tua família tem de se aproveitar das sobrinhas eu nunca esperava que você fizesse o que fez com a pobre da Irene (De caso pensado)!
A forma intempestiva que Emília entrou deixou Zé um bocado confuso e por isso ele se levantou da cadeira onde se encontrava sentado por detrás de sua mesa, fechou a porta e se aproximou de Emilia perguntando:
— Mas, que fiz assim de tão exagerado com ela?
— Não venha como todo esse cinismo numa hora dessas, pois você sabe muito bem demais a barbaridade que fez como a pobre coitada, ta?
Zé aproximou um pouco mais encarou os olhos esverdeados dela e disse:
— Ainda não entendo o motivo de tamanha indignação, pois só fiz aquilo que qualquer outro teria feito!
Isso obrigou Emilia a forçar uma risada quase de escárnio e dizer:
— Acho bom excluir teu irmão desse todos, pois ele nunca fez e nunca fará comigo ou com mulher alguma a absurdo que fez com a pobrezinha da Irene!
Desde a adolescência os irmãos se desentendiam em relação ao sexo anal, pois se para Zé aquilo era apenas uma fonte de prazer, para Iraldo era o absurdo dos absurdos e por Zé aproximou um pouquinho mais e tocou o rosto de Emília dizendo:
— Ainda bem que para felicidade das mulheres meu irmão faz parte dura rara e quase extinta minoria!
Aquele toque por mais leve e sutil que tivesse sido fez Emilia suspirar e se arrepiar toda e isso a levou a protestar:
— Já te disse que não sou esse tipo de mulher que você está pesando, viu?
Nas ocasiões anteriores isso bastaria pra fazer Zé soltar alguma piadinha e se afastar, mas dessa vez a segurou gentilmente pelos ombros e fixou bem nos olhos dela pra dizer:
— Você é uma mulher tal e qual qualquer outra, mas apenas ainda não descobriu isso!
O contato das mãos sobre os ombros expostos pelo vestido de alcinhas fez o coração de Emília disparar quase enlouquecido e Zé se apercebendo disso procurou boca dela para um longo e caloroso beijo devidamente correspondido, mas no final ela protestou:
— Por favor! Sou casada com teu irmão e só não me casei virgem por que ele insistia tanto que cheguei a temer perder ele pra alguma outra. E nunca tive nada com nenhum outro que na fosse ele!
Isso apenas fez Zé começar a baixar as alcinhas do vestido dela simultânea e lentamente e quando teve os seios dela exposto beijou delicadamente cada um dos mamilos grande e eretos dela pra só depois dizer:
— Como você sabe não é de hoje que sou louco de tesão por você e você por mim e por isso não vejo nenhum motivo pra continuarmos nessa agonia!
Isso levou Emilia a argumentar:
— Mas, seu teu irmão descobrir ele nos matará!
Como querendo ficar em igualdade, Zé tirou a camisa e dessa ao abraçar Emilia para mais um beijo ela sentiu os pêlos quase fartos do peito dele acariciar seus seios quase grandes demais pra uma mulher do tamanho dela o que elevou o tesão dela as alturas, mas mesmo assim ao final do beijo ela murmurou:
— Não acredito que estou me deixando levar por essa loucura!
E deixando o vestido deslizar pelo corpo até só ficar de calcinha se ajoelhou passando tirar as calças e finalmente o caralho de Zé pra fora da cueca e após dar vários beijos, lambidas e sugadas pediu:
— Goze na minha boca?
Zé afagou a cabeça dela dizendo:
— Tudo bem, mas antes quero fazer contigo algo que a muito venho sonhando!
Isso fez Emília se sentar nos calcanhares e encarar Zé com os olhos mais arregalados que podia o que o levou a se antecipar a ela:
— Calma que ainda não é o que o que você está pensando, mas se quer tanto assim poderemos mudar um pouco a ordem das coisas começando por onde a lógica seria terminar!
Isso deixou mais claro ainda pra Emilia de que além de não escapar sem tomar no cú isso seria a segunda coisa extraconjugal que ela faria e a prova disso começou com Zé ajudando ela a se levantar e a conduzindo até a mesa onde pediu:
— Agora é só debruçar na mesa, empinar essa delicia de bunda e relaxar!
Emilia parou apoiada de costa para a mesa reclamando:
— Mas, de jeito nenhum farei uma maluquice dessas!
Calmamente Zé pegou a latinha de vaselina numa das gavetas da mesa e passou a espalhá-la no pau e quando se deu por satisfeito falou:
— Sei que está doida pra que isso te aconteça desde antes mesmo de conhecer meu irmão, por isso, pode ir parando com toda essa frescura desnecessária!
Após ter dito isso Zé a pegou gentilmente pelos ombros e a fez virar de frente para a mesa e untando um dos dedos com vaselina passou a acariciar o cuzinho de Emilia até conseguir fazer o dedo desaparecer e depois de ficar movendo ele pra dentro e pra fora e em círculos até ver os efeitos do tesão estampado no rosto de Emilia perguntou:
— Viu como não tão ruim como pensava?
Emilia suspirou fundo e respondeu:
— É justamente por temer gostar mais do que devo que não quero fazer isso!
— Tai um ótimo motivo pra você fazer.
— Mas, e se isso acontecer o que farei tendo o marido que sabe que tenho?
— Quando a vontade for grande demais é só se lembrar de que o cunhado aqui estará sempre a sua disposição!
Finalmente Emilia fez aquilo que Zé tinha pedido restando a ele apenas encostar a cabeça do pau no cuzinho dela pedindo:
— Agora relaxe e deixe entrar!
Assim como Emilia temia a dor causada no lugar de assustá-la aumentou ainda mais o tesão que ela já sentia e por isso não conseguiu se conter e exclamou:
— Como eu temia isso é bom demais!
Isso fez Zé colar as mãos por baixo do corpo de Emilia para passar a acariciar os seios dela o que fez dizer:
— Desse jeito vai me enlouquecer de tanto tesão!
Zé aumentou o ritmo das estocadas e a força no aperto dos seios e disse:
— Que nada! Só vou te fazer gozar gostoso como nunca gozou na vida.
Agora foi a vez de Emilia reagir passando a rebolar quase freneticamente gemendo sem parar só interrompendo os gemidos só pra dizer:
— Vou gozar... estou gozando... gozei!
E Zé entrando no embalo dela exclamou:
— Também gozei!
E imediatamente após isso se deitou apoiando o peito nas costas de Emilia assim ficando até recobrar as forças e então se levantou, apertou a bunda dela com ambas as mãos e fez seu pau meio amolecido desliza lentamente pra fora da bunda dela e foi direto para o banheiro. Assim que Zé se foi, Emilia ainda ficou mais um pouco derreada sobre a mesa tão feliz e satisfeita que mal conseguia acreditar ter que finalmente tinha feito aquilo que sonhava desde que conhecera Zé e ao chegar a essa conclusão ela se viu levada a outra dúvida que se tive sido com outro homem ela teria sido tão bom como fora e se até mesmo teria tido coragem de fazer, mas antes que ela chegasse a uma conclusão Zé voltou do banheiro e ao vê-la já vestida perguntou:
— Nossa! Pra que tanta pressa?
Emilia esperou ele se aproximar, pegá-la pela cintura e dar-lhe vários beijos pra então responder:
— Apesar de querer tanto ficar mais a vida lá fora não parou e por isso tenho muitas coisas pra fazer!
— Então já que a vida nunca pára e por isso que devemos aproveitar cada momento que ela nos permite ter!
Enquanto dizia isso Zé despiu os seios dela e ao final da frase passou a beijar, lamber e sugar os mamilos até deixá-los eretos novamente e já que Emilia estava gostando daquela resistência infrutífera ela insistiu:
— Olhe! Preciso mesmo ir por que faz muito tempo que estou fora de casa.
Zé continuou a ataque e com isso deixou Emilia apenas de calcinha e dando especial atenção aos seios dela falou:
— Calma que ainda não fiz contigo o que mais queria fazer!
O que a levou a exclamar:
— Como não se ainda estou com o cú em brasas?
— Bem! É que essa sempre foi a segunda coisa que sempre mais quis fazer com você.
— Sério? Então qual seria a primeira?
Zé dedicou mais um bom tempo aos seios dela e por fim respondeu:
— Fazer uma deliciosa “espanhola” com essas maravilhas aqui!
Isso fez Emilia quase explodir:
— Está brincando, né?
— Não mesmo!
— Mas, então acabei tomando no cú de graça mesmo?
Zé beijou a beijou até ela se acalmar e então esclareceu:
— Como disse lá atrás apenas houve uma pequena inversão na ordem das coisas, pois começaríamos pela “espanhola”, passaríamos pela boceta e terminaríamos no cuzinho, entendeu?
Emilia fez cara de quem não via nenhuma melhora na sua situação e respondeu ironicamente:
— Grande consolo me é saber que não escaparia sem tomar no cú!
Ze sorriu e respondeu:
— No que depender de mim nossas transas sempre acabarão contigo tomando no cú sim!
— Até a de agora?
— Sim!
Apesar de não achar aquilo de todo ruim o cú de Emilia ainda estava tão dolorido que ela pediu:
— Meu cú ta tão esfolado que na certa sentirei só dor e nenhum prazer e por isso não poderia deixar pra outro dia?
Claro que ele não via nada de errado naquilo, mas mesmo assim insistiu:
— E como terei certeza de que haverá outro dia?
Isso fez Emilia corar ao dizer:
— É como eu temia acabei gostando demais e por isso não me será fácil ficar sem isso por muito, então creio que terei que me valer daquela tua oferta de ser o cunhado enrabador de plantão!
Aquilo soava tão bem aos ouvidos de Zé que ele se viu exclamando?
— Sério?
— Tão sério que depois de amanhã estarei cá novamente!
Isso acarretou uma série de beijos acalorados e apaixonados e então Zé a pegou pela mão e a conduziu até o pequeno sofá daqueles bem típicos de qualquer escritório onde mal Emilia se posicionou adequadamente já apoiou as mãos do lado de cada um dos seios preparando para apertá-los assim que Zé encaixasse o pau entre eles o que levou a dizer:
— Nem preciso dizer que você dever gostar demais disso, né?
— Umas em solteiras dão a bunda e outras, assim como eu, uma “espanhola” atrás da outra!
Isso fez Zé deslizar o mais rápido que pode seu pau por entre os seios grandes e duros de Emilia e ao sentir o pau apertado por tanta carne quente e macia exclamou:
— Que delicia! Isso é bem melhor do que eu imaginava!
Isso deixou claro pra Emilia que ele nunca fizera aquilo antes e por isso ela passou a incentivar pedindo:
— Mete gostoso neles, mete?
E nem precisaria ela ter pedido, pois ele passou a mover seu pau quase frenéticamente ao mesmo tempo em que murmurava palavras de carinho e elogios e com isso acabou gozando exclamando:
— Que delicia! Nem me lembro de quando gozei assim tão gostoso.
E sem querer dar tempo a seu pau pra amolecer fez Emilia ficar rapidamente de franga-assada para com isso fazer sua pica deslizar pela boceta dela adentro passando imediatamente a meter com o mesmo vigor com que fazia a “espanhola” o levou Emilia a beira do delírio total e a um orgasmo tão profundo que ela apagou por mais de meia hora. Dessa vez assim que Zé saiu de cima e de dentro dela, Emilia cambaleou até o banheiro pequeno, mas bem equipado de onde só saiu depois de um revigorante banho frio
O dia referido chegou e como o previsto começou com uma deliciosa “espanhola” e terminou com Emilia gemendo e choramingado mais de prazer do que de dor com a pica de Zé toda enterrada no cú dando assim inicio a um dos mais longos romances entre cunhada e cunhado que já se viu!
FIM
enviada por Katia Ramos
28/08/2007 12:45
De caso pensado!
© Kátia Ramos — MSN = contosdakatiaramos@hotmail.com — E-mail = ramos_katia@hotmail.com — Blog = http://contosdakatia.blig.ig.com.br
Era a época do milho verde e como nos anos anteriores isso reuniu nos sito dos pais de Juca as irmãs de Zé: Célia, Lair, Dinah, a cunhada Emília e as irmãs de Linda: Nadir e Zelda para fazerem pamonhas, cural, bolos e até sorvete de milho verde. Como nos anos anteriores todos dormiriam lá, é claro que isso excluía a família de Iraldo, mas como não há regra que não acabe tendo sua exceção na hora deles irem Irene conseguiu quase por milagre demover seus pais de levá-la consigo.
E já que Irene não tinha levado nem sequer uma troca de roupas vestiu a camisola que Linda lhe emprestara, retirou a pouca maquiagem, penteou e prendeu os cabelos para só então se deitar na cama para como sempre passar a fazer um balanço daquele dia e por isso antes que a apagasse a luz a porta se abriu lentamente e então Zé apareceu na fresta aberta se justificando:
— Ia passando e vi a luz acesa, então vim ver se você precisa de alguma coisa?
A cara de preocupado de Zé obrigou Irene a dizer sorrindo:
— Só estava pensando um pouco na vida enquanto o sono não vem!
Zé entrou, fechou a porta, se sentou na cama ao lado dela e segurando uma das mãos dela perguntou:
— O que assim de tão preocupante tem com que se preocupar essa cabecinha linda?
Irene se ajeitou melhor e respondeu não o que pensava quando ele apareceu e sim o que realmente lhe atribulava nos últimos tempos:
— Estou com quase 20 anos e que se meu continuar a controlar demais meus namoros morrerei solteira e virgem!
Zé deslizou os olhos maliciosamente pelo corpo dela começando pelas pernas o que fez o coração de Irene começar a disparar e por fim ele disse:
— Realmente seria um desperdício enorme se isso acontecesse!
Isso a fez sorrir entre envergonhada e encabulada e dizer com toda sinceridade que tinha:
— Até que não seria assim um desperdício tão grande!
Isso fez Zé puxar a camisola dela até a calcinha começar a aparecer o que deixou Irene extremamente encabulada e como ela estava com as pernas fechadas ele deslizou um dedo pelo rego formado por elas até a altura da boceta de Irene passando a esfrega o dedo e perguntou:
— Não acredito que não tenha nenhum candidato querendo se deliciar com isso daqui?
Irene afastou as pernas de forma que Zé pode passar a esfregar três dedos sobre sua boceta e respondeu:
— Tinha o Nico, mas meu pai fez a gentileza de botá-lo pra correr!
— Nesse ponto meu irmão é tão antiquado que nem parece termos os mesmos pais, mas e durante esse namoro vocês nunca pensaram em formas alternativas?
— Como assim?
Zé forçou um pouco a mão pra baixo no que foi prontamente atendido por Irene de forma que ele pode alcançar o cuzinho dela também e então falou:
— Nunca pensaram e sexo oral e anal?
Irene corou até a raiz dos cabelos e achando coragem que não sabia ter respondeu:
— Oral nós fizemos umas vezes, mas ela era conservador demais pra encarar o sexo anal numa boa!
Zé enfiou a mão por dentro da calcinha de Irene passando assim a acariciar a bocetitnha dela dando especial atenção ao clitóris dela o que a fez abrir o mais que podia as pernas e passar a gemer e a contorcer de puro tesão e após fazê-la gozar varias vezes perguntou:
— Mas, e você tem algo contra o sexo anal?
— Só medo de que doa demais!
Mesmo achando a maior das hipocrisias Zé respeitava os motivos daquele tipo de pensamento e por isso falou com voz mansa e carinhosa:
— Sendo assim pode ficar tranqüila, pois farei com bastante carinho e muito cuidado mesmo!
E seguida a isso tirou a camisola que ela usava passando a se deliciar com os seios médios para grandes herdados de Emilia, uma típica de descendentes de espanhóis e assim foi até Zé tirou o pau para fora pedindo:
— Me mostre o que aprendeu a fazer que essa boquinha gostosa que depois vou te ensinar uma coisa muito bem interessante!
Aquilo deixou Irene um tanto intimidade por nunca tinha visto um cacete assim as claras, pois nas raras vezes que manuseara e chupara o pau de Nico isso tinha acontecido quase na escuridão total, mas mesmo bastou ela pegar o pau de Zé com a mão pra ela perceber que ele mais grosso, comprido e cabeçudo que o de Nico, mas no lugar de isso intimidá-la acabou incentivando Irene a deslizar pela cama de forma a ficar na posição certa para poder passar a beijar, lamber e sugar o pau de Zé com tal vigor que esse não tardou a anunciar:
— Que delicia! Estou gozando.
Isso levou Irene a intensificar as chupadas de forma que quando Zé gozou, ela não perdeu uma gotícula sequer de toda a porra dele o que o levou a afagar os cabelos dela dizendo:
— Menina! Você chupa bem demais mesmo.
Isso deixou Irene entre envergonhada e envaidecida o que levou a deitar sobre ele ora beijá-lo seguidamente e então Zé a fez se deitar de costas e se posicionou de forma a poder tirar a calcinha de Irene para então se posicionar entre as coxas dela dizendo:
— Nada melhor que um caldo de boceta quentinho e colhido na fonte pra reanimar qualquer um!
E fazendo as coxas ir contra o peito dela passou a beijar, lamber e chupar a boceta sumarenta de Irene que dessa feita se contorceu, gemeu e gozou mais ainda e logo mais Zé ajoelhou em frente a ela acariciando sugestivamente o pau o que deu a Irene a real certeza de que finalmente sua vez de perder o cabaço tinha chegado e isso fez o coração dela disparar, mas quando Zé pegou uma camisinha do bolso do short que usava ela falou:
— Vai precisar não, porque me preparei pra isso!
Isso fez Zé pegar a latinha de vaselina do mesmo bolso e passar a untar seu pau com ela o que levou Irene a protestar:
— Mas, pensei que seria primeiro na frente e não atrás?
— E assim será e isso daqui é só pra fazer entrar mais fácil e gostoso. Irene se aproveitou daquilo para colocar a toalha trazida por Zé debaixo de si e atendeu toda ressabiada com aquilo e então Zé a fez ficar tal e qual uma franga-assada e após untar fartamente um de seus dedos e passou a introduzi-lo na bocentinha apertada e molhada de Irene dizendo:
— Pode ficar tranqüila que será uma coisa de cada vez, primeiro aqui e depois aqui.
Esse segundo “aqui” foi seguindo pelo dedo que passou a ser pressionado contra o cuzinho dela e como estava difícil fazê-lo entrar Zé sugeriu:
— O deixe relaxado e bem frouxo!
Irene atendeu e com isso o dedo passou a deslizar lentamente e a sensação que isso casou a levou a dizer:
— Não é que isso é bem melhor do que pensava ser!
Isso levou Zé a juntar um segundo dedo ao primeiro e dizer:
— Que bom que pense assim, pois isso facilitará tudo!
Seguido a isso Zé se posicionou sobre ela e passou a procurar a entrada da bocetinha dela com a cabeça do pau e quando consegui pediu a Irene:
— Feche os olhos, relaxe e pense só em coisas gostosas!
Ela fez o que ele pediu, mas mal Zé começou com as estocadas curtas e precisas ela protestou:
— Está doendo!
— Sim, eu sei. Mas, logo passará!
Ela mordeu os lábios inferiores e algumas lágrimas escaparam pelas pálpebras cerradas, mas mesmo assim Zé continuou e assim de estocada em estocada e de “aí em ui” que finalmente Irene soltou o logo e profundo gemido e arregalou os olhos o que levou Zé a dizer:
— Pronto! Seja bem vida ao mundo das mulheres.
Irene estava tão concentrada em mitigar a dor que demorou um pouco pra perceber que o pau de Zé entrava e saía sem lhe causar dor ou qualquer outro desconforto e isso a fez passar a rebolar timidamente no início, mas não demorou muito pra que o fizesse com mais vigor o que levou Zé a dizer com voz embargada de tesão:
— Desse jeito não vou agüentar muito tempo!
E aumentando aumentou o ritmo do entra e sai de forma que ela passou a sentir as bolas de baterem contra seu cuzinho e com isso não tardou muito pra ele exclamar:
— Gozei!
Irene quis dizer a mesma coisa, mas antes que pudesse uma onde poderosa de energia explodiu dentro dela deixando-a aturdida e a fazendo praticamente apagar ainda naquela deliciosa letargia que só um orgasmo de primeira consegue dar.
Zé rolou para o lado deitando de costas e assim ficou por um bom tempo e então se levantou em silencio e saiu voltando logo depois com uma jarra de suco de abacaxi estupidamente gelado e algumas frutas o fez Irene se sentar encostada na cabeceira da cama dizendo:
— Tio! Não que isso me deu uma fome danada.
Zé sentou do mesmo jeito ao lado dela concordando:
— Dá muita fome sim.
Comeram e tomaram suco conversando sobre um pouco de tudo e com isso Irene foi se acostumando com sua nova condição de mulher e por isso passou a acariciar o pau de Zé ainda mole pra então dizer:
— Quem o vê assim desse jeito não consegue acreditar que quando duro El faça doer pra entrar e até sangre ao fazer isso!
Isso fez Zé ficar meio constrangido o que levou Irene a beijá-lo ternamente e dizer:
— Precisa ficar assim não, tio! Pois, o resultado final fez valer demais a pena.
Após isso ela se deitou parcialmente sobre Zé que passou a ter uma visão toda especial da bunda arrebitada de Irene e isso aliado as caricias que ela fazia com uma das mãos fez o pau dele voltar rapidamente ao ponto ideal o que o fez deslizar mais para o lado a fazendo ficar de bruços e então ele pegou novamente a latinha de vaselina e se sentando ao lado dela untou um dos dedos e se pôs a acariciar o cuzinho dela e como dessa vez ela não ofereceu resistência á entrada do dedo Zé o que o levou a dizer:
— Que bom! Você aprende bem depressa mesmo.
Isso fez Irene arrebitar ainda mais a bunda e mesmo gostando mais do que achava certo gostar ela acabou por dizer:
— Mas, mesmo assim estou morrendo de medo!
Zé lhe beijou ternamente cada parte da bunda dela pra então dizer:
— Como já disse serei muito carinhoso e cuidadoso e por isso irá adorar mesmo!
Aquilo deixava claro pra Irene que ela não escaparia mesmo sem tomar no cú, ma mesmo assim continuou:
— Só não entendo por que terei que fazer isso também?
Zé acariciou demoradamente a bunda dela pra então responder:
— Com uma bunda assim tão gostosa eu acabarei apenas sendo o primeiro de muitos que irão querer devorá-la e até você mesma admitiu que só não tomou no cú antes devido as preferências de Nico, certo?
— Sim, mas sempre pensei que se perdesse a virgindade antes eu acabaria no tendo que tomar no cú, mas pelo jeito não vou mesmo escapar, né?
A resposta de Zé foi passar a untar generosamente seu pau com vaselina e se posicionando com ela entre suas pernas pediu:
— Abra essa delícia de bunda, amorzinho?
E mesmo que a seu ver quase inexperiente ela sabia estar numa das posições mais fatais, pois gostando ou não ela não teria como escapar, mas mesmo assim atendeu ao pedido de Zé que sem demora passou a untar o cuzinho dela com uma dose extra de vaselina e por fim encostou a cabeça do pau sugerindo:
— Agora é só relaxar como na hora dos dedos!
Irene relaxou o que podia e o que nem sabia conseguir, mas mesmo assim a dor foi tão forte que ela não pode deixar de cravar os dentes no travesseiro e arregalar os olhos que verteram umas poucas e quentes lágrimas e por isso só quando nada mais restava por entrar que ela conseguiu dizer com voz chorosa:
— Que horror! Isso dói demais!
— Se quiser eu tiro, ta?
— Precisa não porque quase já passou!
— Ótimo! Então rebole gostoso na minha pica, vai?
Irene passou a rebolar e Zé a tirar e por seu caralho cada vez mais rápido até por fim ele não conseguindo conter o gozo por mais tempo exclamou:
— Que cuzinho delicioso! Estou gozando.
Zé gozou e isso desencadeou de imediato um orgasmo tão profundo em Irene que essa apagou só acordando no dia seguinte sozinha na cama, mas feliz demais com sua nova condição sexual!
FIM
enviada por Katia Ramos
21/05/2007 07:09
A necessidade faz a puta!
© Kátia Ramos MSN = contosdakatiaramos@hotmail.com E-mail = ramos_katia@hotmail.com ICQ 162 167 967 Blog = http://contosdakatia.blig.ig.com.br Orkut = http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=9242145791011846390
Já fazia alguns meses que Daniela tinha estado com Juca e então mais uma ela surge como que do nada, mas dessa vez foi na forma de uma ligação para celular de Juca e após os cumprimentos e gracejos tradicionais ela foi ao motivo da ligação:
A Ângela está precisando de um daqueles seus favores especiais, sabe?
Mesmo sem ainda ter localizado Ângela em suas memórias Juca sabia de que tratava de ajuda financeira e por isso foi sincero:
Em quanto me custará esse favor?
Só $ 200,00!
Novamente Juca não titubeou:
Se ele gostar das mesmas coisas que você gosta tido bem!
Quanto a isso você pode ficar tranqüilo, pois antes de ligar pra ti eu a avisei de que você não se importaria de arrumar o que ela precisa desde que ela não se importasse de tomar no cú, certo?
E o que ela achou disso?
Como era de esperar, no princípio ela ficou toda cheia de dedos dizendo que nunca tinha feito isso e que por isso tentaria se arrumar de outra forma, mas hoje veio me procurar toda apavorada dizendo não ter alternativa, pois tem que saldar a tal divida segunda-feira sem falta, OK?
Pra mim tudo bem, mas ainda não consegui identificá-la?
Daniela fez uma pausa causando a impressão que conversava com alguém e depois justificou e respondeu:
Estava tranqüilizando ela! Você se lembra daquela vez que nos encontramos em frente da papelaria?
A imagem dela se ascendeu na mente de Juca tal e qual uma TV que acaba de ser ligada e por isso falou sorrindo:
A acanhada com vontade de ficar assanhada!
Daniela riu com muito gosto e concluiu:
Exatamente ela mesma!
Juca deixou o filme mental correr mais uns momentos e por fim falou:
Só espero que ela esteja como daquela vez?
Daniela riu de novo, fez outra pequena pausa e por fim falou:
Quanto a isso pode ficar tranqüilo, pois ela está ainda mais ao teu gosto!
Realmente os últimos vinte dias tinham sido tão atribulados e com tantas caminhadas na busca vã de quem pudesse ajudá-la que tinha perdido alguns quilos exatamente nos lugares certos o que a deixara com o corpo ainda mais no típico formato de violão e como Juca se perdeu momentaneamente naquele devaneio, Daniela retomou o assunto perguntado:
Apesar de já ter atropelado um pouco as coisas você está por onde hoje?
Isso trouxe Juca de volta á realidade e então ele respondeu:
Aqui perto do centro da cidade e vocês?
Na minha casa. Então poderia sem ainda pra hoje?
Juca fez uma pausa enquanto revisava os compromissos e como todos poderiam ser adiados, ele respondeu:
Pra mim tudo bem!
Já que você sabe muito bem como é a vida de mulher casada, nos espere daqui, há no máximo, uma hora naquela lanchonete perto e da papelaria, certo?
A que fica na mesma calçada ou na esquina?
Na mesma calçada!
Ótimo! Vou terminar duas coisinhas e já sigo pra lá!
Então até lá!
Daniela desligou e Juca voltou ao assunto que deixara pendente com o dano da revendas de carro onde estava e como ainda não conseguiram chegar a um acordo sobre a data mais adequada para a pescaria planejada de despediram deixando outra reunião marcada para a semana seguinte. Após isso Juca se dirigiu até a tal lanchonete onde pediu uma cerveja em lata e foi se sentar estrategicamente numa das mesas da calçada e ali se pôs a esperar pelas duas.
Assim que desligou o telefone, Daniela se dirigiu à Ângela dizendo:
Pronto! Agora ta na hora de tomar aquela ducha, botar aquele lingerie sexy e aquela roupinha que revela a puta escondida na mulher séria e comportada e sair pra caçada, certo?
A resposta de Ângela foi um lacônico e quase inaudível sim seguido duma retirada rápida até sua casa onde tomou um banho rápido e mesmo assim caprichado, escolheu uma lingerie compradas para ocasiões especiais, vestiu de suas melhores e inseparáveis calças de moletom e por cima uma dessas blusas tão compridas que até podiam servir de mini-vestido e por fim a maquiagem discreta de sempre e com isso ainda pegou Daniela só de calcinha e sutiã toda atarefada e confusa sobre o que usaria ou não, mas ao ver como Ângela se vestia estacou dizendo:
Pode ir tirando essa camisola agora mesmo!
Mas, por quê?
Porque eu te disse pra botar a puta que tem dentro de si pra fora, mas você fez exatamente o contrário!
Mas, o que há de tão errado assim com ela?
Quantas vezes preciso dizer que ela esconde tudo o que você tem de mais bonito e mais desejável aos olhos dos homens?
E antes que Ângela pudesse argumentar em contrário escolheu uma de suas blusas e atirou para Ângela e como se aquilo tudo lhe tivesse servido de inspiração se vestiu no mesmo estilo e após uma maquiagem caprichada, mas tipicamente de puta, sentenciou:
Vamos!
E foram. E já que de outra forma chamariam ainda mais a tenção, Daniela se valeu do celular para chamar um taxi e com isso levou poucos minutos para chegar até onde Juca as esperava onde a esperteza de Daniela permitiu a ela conduzir tudo como se fosse mais um encontro ocasional de primos de segundo grau de forma que Juca não precisou demorar muito para se levantar e ir pagar a conta e tão logo se afastou Daniela se dirigiu para Ângela:
Daqui em diante você está por si e pela sou sorte e não se esqueça de que estarei te esperando na praça ali de trás, certo?
Ângela se sentia insegura demais para achar aquilo muito certo, mas como ainda nem eram 13 horas ela se viu no direto de perguntar:
Mas, o que fará até chegar a hora combinada?
Vou aproveitar pra faturar uns trocados também!
Apesar de estar prestes a ingressar no mesmo estilo de vida de Daniela a menção ao que faria dali até a hora marcada deixou Ângela um pouco constrangida e por isso se calou, mas mal Daniela se afastou ela se levantou pedindo:
Só mais uma coisinha?
Daniela parou e Ângela caminhou até se aproximar o suficiente, baixou a voz e perguntou:
É que nunca saí com um cara assim só por sair e por isso não sei o que faço?
Já que é assim aproveite pra fazer tudo aquilo que tem vontade, mas que nunca teve coragem de fazer!
Mas, ele quiser me enrabar?
A premência na voz de Ângela tornava evidente ser aquele seu maior medo e por isso Daniela foi direta e concisa:
Basta fazer o quê e como ele mandar que acabará achando uma delicia.
O que te dá tanta certeza assim?
Ele quem inaugurou minha bunda!
E como Juca já tinha saído da lanchonete Daniela concluiu:
Ele já está te esperando. Tchau!
Ângela se virou e caminhou até perto de Juca e esse a conduziu até o carro se pondo a caminho da chácara, mas como Ângela se mostrava pouco a vontade ele tentou descobrir o motivo brincado:
Pode ficar tranqüila por que não mordo e sim apenas chupo e por isso se não gostar é bom me avisar, viu?
Isso deixou Ângela levemente ruborizada, mas mesmo assim ela respondeu:
Gosto sim!
E já que isso deu claro indício a Juca dela ser mais acanhada do que parecia ele prosseguiu:
E de chupar também?
Sim!
Juca deslizou uma das mãos por entre as coxas dela até atingir a boceta de Ângela que mostrou total concordância abrindo as penas para que assim tivesse a boceta totalmente acariciada e após alguns segundo apenas acariciando Juca falou novamente:
Sendo assim faremos um delicioso 69. Do que mais você gosta?
Já que o tesão tinha começado a aquecer-lhe o sangue, Ângela foi um pouco mais expansiva.
Apesar de ter a pouco mais de um ano acho que já aprendi a gostar de tudo sim!
Que ótimo, pois assim nos daremos bem demais mesmo!
Como a distancia até o cafofo de Juca era pequena eles já estavam entrando pelo portão e por isso ele parou o carro dizendo:
Seja bem vinda ao cafofo do Juca!
Ângela desceu, deu uma volta em torno de si mesma e exclamou:
Nossa! Que lugar mais lindo!
Juca já estava ao lado dela e por isso tocou de leve o rosto dela dizendo:
É só apenas bem cuidado!
Você mora aqui?
Ele passou um braço pela cintura dela de forma a passarem a caminharem para dentro da casa e só então respondeu:
Apenas venho aqui pra me divertir.
Caminharam até a piscina e após olhar atentamente tudo Ângela perguntou:
Mas, por que não mora aqui?
Se fizesse isso perderia o único lugar pra onde posso fugir quando estou de saco cheio.
Como estavam parados frente a frente Juca procurou pelo primeiro beijo no que foi prontamente e ao terminar ele ofereceu:
Aceita uma bebida?
Bem que gostaria, mas se chegar cheirando álcool estarei ferrada!
Novamente Juca passou um braço pela cintura dela e dessa vez a conduziu até o barzinho onde pegou e entregou a ela uma vodka ice dizendo:
Além de não deixar bafo é tão gostosa como limonada!
Ângela pegou, provou e aprovou dizendo:
Que delicia! Nem parece que tem álcool.
Mas, tem sim.
Juca já estava novamente frente a frente com ela e dessa vez foi Ângela quem procurou pelo beijo e então Juca s e aproveitou para deslizar a mãos pelas costas ta a bunda dela para pode acaricia e apalpar e como ao término do beijo Ângela ainda não se sentia totalmente a vontade ela pediu:
Posso conhecer o resto da casa?
Sim! Claro que sim.
Como a bebida de Ângela já estava quase no fim, Juca pegou outra pra ela e mais uma cerveja para si e passando a mão pela cintura dela a conduziu pelo cômodo por cômodo explicando o uso que planejara para cada um e conforme o previsto deixou por ultimo o quarto principal e dessa feita no lugar de explicar apenas disse:
Acho que esse aqui dispensa qualquer explicação adicional.
Apesar de nunca ter entrando em qualquer motel Ângela tinha visto muitos quartos em fotos, mas nem mesmo os mais luxuosos e requintados que vira se assemelhava ao que estava, pois tudo ali combinava de forma que até os itens mais luxuosos se encaixava perfeitamente aos mais simples e até aos singulares e como a bebida já tinha deixado ela bem mais a vontade ela se virou de frente para Juca dizendo:
Claro que dispensa qualquer explicação!
Dessa vez o beijo foi mais rápido e então Juca passou a tirar lentamente a blusa que ela usava e após beijar cada um dos seios dela ainda protegidos pelo sutiã passou o dedo por entre eles dizendo:
São ideais pra se fazer uma espanhola!
A cara de quem não sabia do que ele estava falando feita por Ângela levou Juca a dizer:
Se preocupe não que logo mais saberá o que é e como é!
E seguido a isso passou a tirar as calças dela ainda mais letamente ainda e quando terminou fez Ângela dar uma virar até ficar de costa e passando a acariciar a bunda dela falou:
Você tem uma das bundas mais lindas e desejáveis que encontrei!
Isso fez Ângela virar lentamente para ele e dizer:
Bondade sua! Pois, a da Daniela é até mais bonita.
Em parte sim, mas cada uma tem uma beleza diferente o que faz cada uma especial ao seu modo!
E já que não estavam ali para discutir beleza de bundas, Juca livrou aqueles seios grandes e duros do sutiã e imediatamente se pôs a beijar cada um deles e a sugar os mamilos deixando eles ainda mais eretos e duros; mas ela dando asas ao que Daniela tinha sugerido se afastou o suficiente pra poder passar a despir Juca começando pela camiseta, mas na hora das calças se sentou sobre os calcanhares e após baixá-la livrou o pau dele da cueca, mas mesmo sendo casada com um negro e, por isso, acostumada a um pau quase do mesmo comprimento não pode deixar se surpreender com o fato de ser praticamente duas vezes mais grosso e apesar disso dificultar um pouco ela abocanhou o que pode passando a chupar tão havidamente que Juca não resistiu e gozou exclamando:
Que delicia de boca maravilhosa!
Juca ajudou Ângela a se levantar para conduzi-la até a cama e após deitá-la de costas tirou a calcinha para assim poder passar a beijar, lamber e chupar aquela boceta tão caprichosamente depilada e só parou depois de ter feito Ângela varias vezes e então se deitou de costas dizendo:
Vem cá fazer aquele 69 combinado!
Ângela se posicionou da forma adequada passando imediatamente a chupar a pica de Juca que de meio dura passou rapidamente pra completamente dura e Juca se valendo da posição privilegiada passou a procurar o cuzinho dela com um dos dedos, mas se a principio Ângela ofereceu alguma resistência á entrada do dedo não demorou muito a descontrair e deixar ele entrar e sair gostosamente, mas isso durou pouco, pois ela querendo realizar um sonho antigo deslizou o corpo até poder encaixar a boceta no pau de Juca e ir fazendo ela deslizar lentamente até nada mais resta para fora e tão logo conseguiu isso passou a erguer e abaixar o corpo suspirando, gemendo e gozando sem parar e com isso não tardou a perder as forças e então, Ângela se deitou de costas, mas Juca sabendo que não demoraria muito mais pra gozar pediu:
Vire de bruços amor!
Ela o atendeu prontamente, mas mal ela se virou ele a puxou pelas pernas até fazê-la ficar de joelhos no chão e com o peito apoiado na cama, então Juca se posicionou atrás dela pedindo:
Abra essa delicia de bunda, amor!
Novamente Ângela atendeu ao pedido dele e com isso Juca pode passar a massagear o cuzinho dela com vaselina e em seguida fez o mesmo com seu pau e encostou a cabeça bem no centro pedindo:
Agora é só dar aquela relaxada gostosa e deixar entrar!
Ângela fez o que lhe fora pedido e com isso a pica de Juca passou a deslizar para dentro lentamente e de forma tão gostosa que mesmo tendo doído um pouco e ardido um bocado Ângela não conseguiu deixar de exclamar:
Que delicia!
O que levou a Juca a pedir:
Então rebole bem gostoso pra que eu te encha de porra!
Ângela passou a rebolar e a gemer baixinho enquanto Juca tirava e punha suma pica bem devagar se deliciando em vê-la entrar e sair e foi assim até que segurando Ângela pela cintura de forma enterrar o mais fundo que podia pediu a ela:
Goze junto comigo, vai?
Isso fez Ângela aumentar o rebolado e os gemidos e aí foi a vez de Juca exclamar:
Que delicia!
Ao que ela secundou:
Então goze gostoso!
Juca a segurou com toda firmeza e enterrou a pica o mais fundo que podia e exclamou:
Gozei!
A resposta de Ângela foi um longo e profundo gemido seguido daquele típico amolecimento que atinge quem alcança o mais potente dos orgasmos. Juca ainda ficou um bom tempo deitado sobre as costas dela e quando se ergueu a fez cobrindo as costas de Ângela de beijos para então apertar a bunda dela pelos lados com ambas as mãos e ir fazendo seu pau ainda bastante duro deslizar lentamente para fora de forma que ao sair ela exclamou:
Gozei de novo!
Então Juca se levantou, pegou uma cerveja gelada pra si e outra vodka ice para Ângela, acendeu um cigarro e seguiu pra o banheiro e quando voltou ao quarto, Ângela já tinha se vestido e mesmo que não fosse preciso se justificou:
Apesar de Daniela ter me dado às 18 horas como limite, não posso ficar tanto assim, pois tenho algumas coisas para acertar antes de voltar pra casa!
Sem problemas, pois quem manda é você!
E de pronto passou a se vestir e quanto terminou tirou a carteira, contou o dinheiro e entregou a ela dizendo:
Aqui está o combinado, mas quando quiser ganhar mais é só me ligar, ta?
A princípio Ângela ficou meia sem jeito, mas contornou isso rapidamente dizendo:
Posso mesmo te ligar?
Claro que sim!
Trocaram mais um beijo e Juca passando o braço pela cintura dela conduziu-a até o carro para assim segurem até o centro e como ela pediu, ele a deixou na esquina de um dos bancos o que levou ele a deduzir acertadamente qual seria o destino imediato de seu dinheiro!
FIM
enviada por Katia Ramos
29/01/2007 12:54
Claudia, um pênis por um tênis!
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Mesmo sabendo qual seria resposta que receberia Cláudia entrou no banco que sua trabalha e se dirigiu até ele pra perguntar:
Mãe! Aqui na loja em frente tem o tênis que te falei?
E quanto custa?
Só 150,00!
Aline arregalou o mais que podia os olhos e contendo a vontade de gritar exclamou:
E você acha isso só?
Se comparado com os outros que tem lá é sim!
Para quem, assim como você que não trabalha tudo parece uma mixaria, mas pra mim e pra teu pai que damos um duro danado é uma fortuna, e por isso acho bom esquecer essa maluquice, viu?
Cláudia saiu cabisbaixa pensando em quando seria o dia que a mãe reconheceria tudo o que ela fazia em casa para a mãe poder trabalhar sem ter que pagar uma empregada e sua abstração era tanta que por pouco não trombou com Juca que entrava no banco o que a levou a erguer a cabeça e se desculpar:
Nossa cara! Estava mesmo muito distraída, me desculpe?
E Juca vendo toda aquela tristeza pediu:
Só se você me der um sorriso?
Cláudia se esforçou o mais que pode pra dar o melhor sorriso que conseguia e já não se saiu assim tão bom Juca brincou:
Não saiu assim um sorriso por inteiro, mas aceito e te desculpo sim!
E como fazia um bom tempo que estava esperando uma oportunidade com Cláudia ele atacou:
Se for alguma coisa em que posso te ajudar é só dizer?
É claro que Cláudia conhecia bem demais a fama de Juca e para com isso saber quais as intenções e conseqüências contidas naquela oferta, mas como raiva que ainda sentia pela recusa da mãe decidiu se abrir:
Como sabe dou um duro danado cuidando da casa e de minha irmãzinha e nem assim minha mãe quer me deixar um comprar um tênis de apenas $ 150,00!
Sem dúvida ali estava uma oportunidade excepcional, daquela que nunca poderia deixar escapar, mas como ir direto ao ataque poderia causar má impressão ele contemporizou:
Nem sempre o que parece ser barato pra uns acaba sendo pra outros!
Isso levou Cláudia a fazer um trejeito de desagrado e dizer:
Não acredito que seja pra você?
Claro que não!
Sendo assim, você me dá?
Seria mais fácil dizer apenas um sim, mas como aquele jogo se mostrava a melhor parte de tudo Juca falou:
Só que às vezes as coisas acabam tendo seus preços e às vezes nem todas estão dispostas a pagar?
Cláudia passou o olhar pelo saguão do banco buscado sua mãe e como essa estava fora de vista aproximou para falar em voz mais baixa:
Sei como as coisas são com você porque já ouvi muitas conversas de minha mãe com Luciana e Roseli!
Ao citar Aline, Luciana e Roseli ela fez com Juca presumisse o quanto ela poderia estar informada sobre ele e como isso dispensaria qualquer complemento ele pegou o celular, digitou um numero e quando atendeu ele pediu pra falar com certo Mauro e quando esse o atendeu disse:
Parceiro! Uma de minhas sobrinhas vai até aí e depois passo pra acertar contigo, certo?
Juca ouviu por alguns segundos, desligou e se dirigiu para Cláudia:
Assim fica mais fácil de você decidir o que quer de verdade!
Faltou pouco para Cláudia abarcar Juca e dar-lhe um beijo, mas se conteve e apenas disse:
Poder ficar tranqüilo, pois o tênis que escolhi já me bastará!
Apesar de não ser bem aquilo que Juca se referia ela concordou:
Tudo bem! Que seja como você achar melhor.
Claudia se foi, e então Juca pode finalmente fazer o que tinha ido ali fazer e por isso tão efetuo o saque e conferiu o saldo ali mesmo no caixa eletrônico saiu indo se postar encostado no carro que estacionado na esquina ao lado do banco e por isso pouco abaixo da loja e assim sendo quando Claudia saiu caminhou até ele aonde chegou dizendo:
Bem! Já que deu liberdade de escolha eu aproveitei um pouco, mas espero que não ache que tenha sido demais?
Como era uma rua de pouco movimento, Juca deslizou as mãos pelas laterais dos quadris dela dizendo:
Sem problemas mesmo, pois você tem muito com que fazer valer cada centavo gastos!
E se mostrando saber bem das preferências de Juca e de como a coisas funcionavam disse:
Foi exatamente contando com isso que dobrei a fatura!
Juca deu um de seus sorrisos marotos e tocando de leve o rosto dela disse:
Sem dúvida você aprendeu bem demais as lições dadas por Luciana e Roseli.
E seguido a isso abriu a porta e assim que Claudia entrou, ele fechou a porta e dando a volta entrou no carro e se pôs a rodar lentamente em sentido da avenida mais próxima. E assim que se achou em melhores condições perguntou:
O elas dizem de mim?
Nem foi preciso ele dizer os nomes pra ela saber a que se referia e por isso falou:
Quando minha se põe a reclamar de dificuldades financeiras tanto Luciana como Roseli sugerem a minha mãe que ela te peça ajuda novamente.
E o que tua mãe diz?
Diz que cada caso é um caso e que apesar dela já ter saído contigo o lance dela é ter amante fixo e não ficar pegando um aqui outro ali. E então diz a meu pai que vai até Santa Rosa visitar a minha avó, mas na verdade ela vai mesmo é encontrar o Airton com quem ela mantém um caso desde a adolescência.
E o que você acha disso?
No inicio eu até chorava de vergonha, mas depois que vim a descobrir que naquele pedaço onde moramos minha mãe é apenas mais uma puta entre putas acabei aceitando tanto numa boa que até estou aqui contigo!
Juca optou por ficar um pouco em silencio pensando em como às vezes os exemplos saiam da própria casa e nesse caso de famílias de classe média e tidas como ótimas famílias e como ela tinha citado suas escapadas com Aline ele achou por bem tirar algumas duvidas dizendo:
Só que a contrario das duas sua mãe saiu comigo apenas por querer isso é nunca me pediu ou recebeu de mim um centavo sequer!
Claudia tocou carinhosamente a coxa direita dele com a mão esquerda e respondeu:
Eu si que não, pois como disse não é do feitio dela aceitar ou pedir algo a quem não seja o amante oficial da época, mas o que ela e nem você imaginam é acabei assistindo a primeira e a ultima vez que vocês transaram!
Apesar de essas vezes terem ocorrido na casa delas, sendo uma no quarto e a outra na garagem ele se viu no direto de perguntar:
Como assim?
Na primeira vez eu fiquei espiando pela fresta da janela do quarto e da ultima eu estava chegando em casa por isso me escondi e fiquei assisto tudo mesmo!
Isso Juca silenciar para pensar quando tinha corrido uma e outra transa e se a primeira tinha sido cerca de seis anos atrás e a ultima há pouco mais de um ano era provável e certo que ela poderia ter assisto sim, mas a certeza só poderia mesmo vir com mais detalhes e antes mesmo que ele os pedisse Claudia se antecipou:
Agora só me resta saber se ela chorou daquele jeito todas as vezes e o quanto irei chorar?
Aquele assunto estava beirando coisa difícil e complicada de ser explicada e justificada apenas como palavras, mas mesmo assim Juca tentou começando pela primeira parte da resposta:
Até agora foram cinco vezes e ela chorou em todas elas sim!
Claudia fez um trejeito imitando susto e pavor indo contra a porta do carro dizendo:
Pobrezinha de mim!
Claro que Juca entendeu que ela tinha exagerado um pouco, mas mesmo assim concluiu:
Em compensação, Luciana e Roseli nem sequer reclamaram!
Claudia voltou à posição normal perguntando:
Mas, nenhum pouquinho?
E já que uma coisa puxava outra coisa, Juca trocou uma pergunta pela outra:
E você o que fez?
Ela mordiscou uma das unhas e então falou:
Na primeira vez reclamei e chorei, na segunda só reclamei e daí em diante sem reclamações!
Como assim?
Achei que ele iria apenas botar na minha xana, mas quando ele quis botar na minha bunda eu reclamei um montão, mas como isso não me adiantou chorei um bocado sim!
Chorou de medo ou de dor?
Claudia parou pensativa e então prossegui:
Na verdade, hoje vejo que foi mais de medo, pois doeu quase nada mesmo!
E como o cara te pegou?
Ele me queria de quatro, mas acabou mesmo sendo de bruços!
Por que assim?
Na hora de entrar a dor me fez ir indo pra frente até ficar deitada de bruços com ele sobre mim e aí não tive mais como escapar!
Já que aquela conversa estava excitante demais, mesmo tendo chegado a lugar onde pretendia, Juca parou o carro e deslizando a mão direita por entre as coxas de Claudia e continuou interrogando:
E aqui como foi?
Claudia afastou um pouco mais as pernas e respondeu:
Foi tão fácil e gostoso que só dei conta do acontecido quando já estava tudo acabado!
E já que isso sempre foi um motivo de grande polemica entre as mulheres ele se viu quase na obrigação de perguntar:
Nossa! E que foi esse herói?
Isso fez rir com certa vontade e dizer:
Não que seja assim tão heróico, mas foi Marcos, o sócio de meu pai!
Por conhecer Marcos de longa data Juca deduziu que pela experiência que tinha tido na vida ele poderia ter realmente feito bem de verdade mesmo e já que a excitação do momento pedia algo mais ele deu o primeiro beijo em Claudia pra dizer sem seguida:
Que tal sairmos carro pra termos mais espaço e liberdade?
A resposta de Claudia foi abri a porta e sair no que foi seguida por Juca de forma que foram se encontra na frente do carro onde se abraçaram e se beijaram com sofreguidão e ao fim dos beijos Juca passou a despir Claudia lentamente e ao final contemporizou:
Vocês são tão diferentes que nem parecem mãe e filha!
Apesar de querer tem menos seios e menos quadris, Claudia nunca pensou em ser magra com a mãe e por isso repetiu o que sempre dizia:
Puxei pela família de meu pai!
Nisso Juca a fez ficar de costas para ele após acariciar demoradamente a bunda quase grande dela a fez debruçar na frente do carro dizendo:
Cá pra nós você se saiu bem mais ao meu gosto do que ela!
E se despindo rapidamente passou a esfregar a pica na bunda de Claudia e então encoxou ela fazendo o pau passar por baixo para então dizer:
Você nem imagina como eu gostaria de ter te inaugurado ela!
Sem dúvida que isso acabou dando a ela a real certeza de que assim como sua mãe ela iria tomar no cú antes de tudo, mas mesmo assim ela respondeu:
Só fez por que não quis!
Isso fez Juca voltar a esfregar o pau do jeito anterior e perguntar:
Como assim?
Sempre morri de tesão por você, mas você nunca me deu moral!
Isso eu já tinha percebido, mas às vezes morar perto demais complica as coisas muito mais do que facilita.
Dessa vez ele encostou a cabeça da pica exatamente sobre o cuzinho de Claudia e deixou cair uma grande quantidade de saliva passando a forçar a entrada dando a ela certeza absoluta que a hora de tomar no cú tinha chegado, mas como Juca sabia que em qualquer situação a pressa era a maior inimiga assim que a cabeça começou a entrar ele surpreendeu Claudia fazendo o caralho deslizar com certa pressão até a bocetinha dela pra depois se encostando ao lado dela de costas para o carro pedir:
Mas, mesmo não tendo tido esse privilégio vou fazer do jeito que sempre sonhei e por isso vem cá me mostrar que essa tua boquinha sabe fazer?
Então Claudia se ajoelhou frente a ele para assim poder passar a por em prática o que mais tinha ensaiado desde que descobrira o sexo e mesmo que abocanhar um tora daquelas dimensões não era tarefa da mais fácies ela passou a chupar e ao mesmo tempo masturbar a pica de Juca que diante dessa combinação de coisas somadas ao tesão acumulado durante a conversa não tardou em anunciar:
Isso! Chupa gostoso que estou quase gozando.
A reação dela foi a de aumentar a velocidade da mão que masturbava e pressão com que sugava e com isso Juca deixou o gozo fluir exclamando:
Que delicia de chupada!
E o feito foi tal que Claudia gozou tão intensamente que acabou sentando nos calcanhares e então Juca a ajudou a se levantar e ela se aproveitando disso se abraçou a ele ainda ofegante o que levou ele a dizer:
Meus parabéns! Essa foi a melhor chupada que me lembro de terem me dado.
Claudia buscou mais um beijo e após ele Juca perguntou:
Você gosta que te chupem?
Isso deixou Claudia um pouco envergonhada e por isso baixou a cabeça pra responder:
Sim! Claro que sim!
Ótimo! Então se deite de costas que vou me deliciar com essa tua frutinha deliciosa.
Claudia o atendeu de forma que Juca pode se posicionar entre as coxas grossas dela para assim poder beijar, lamber e chupar a boceta dela com tal avidez que Claudia quase foi a loucura e por pouco não desfaleceu de tanto gozar. E então Juca a fez erguer e arreganhar as pernas o mais que podia e dessa vez Claudia deu por certo que iria tomar na boceta, mas ao invés disso Juca passou a espalhar vaselina no pau e em seguida no cuzinho dela o que a levou a perguntar:
Mas, por que assim pela frente?
Porque minha maior tara sempre foi botar no teu cuzinho olhando bem no fundo desses teus olhos azuis!
Isso deixou Claudia sem saber se ficava envaidecida ou amedrontada, mas antes que ela se decidisse Juca encostou a cabeça do pau e passou a forçar a entrada sem perder de vista os olhos de Claudia e então ela começou a fazer beicinho, depois mordeu o lábio inferior e então começou o que Juca mais queria, ou seja, os olhos dela se arregalaram, em seguida avermelharam e um pouco depois ficaram rasos de lagrimas e tão logo as duas primeiras rolaram e outras foram seguindo o mesmo caminho de forma que Claudia teve que morder o lábio com mais força pra conter o choro, mas Juca interveio pedindo:
Chore gostoso na minha pica, chore?
Mas, no lugar disso Claudia deixou que mais algumas lágrimas corressem para então respirar fundo e se pôr a reclamar:
Caracas! Que sufoco! Isso sim dói pra valer! Pobre do meu cú!
E isso levou Juca a mover lentamente seu pau pra fora e pra dentro conseguindo assim o fazer entrar com maior facilidade e sendo assim o cú de Claudia foi dilatando e a dor passando ela deixou de reclamar e abriu um largo sorriso pra dizer:
Pode meter com gosto porque a dor quase sumiu!
Junca se deixo levar pelo que ela dissera e com isso foi aumentando a força das estocadas até que o choque dos corpos passou a dar estalos e então Juca enterrou com mais força que podia e deixou o gozo fluir novamente e dessa o orgasmo que alcançou Claudia foi tal que ela acabou por desfalecer sobre o capô do carro de forma que Juca levou algum tempo pra se refazer e por isso tirou lentamente sua tora meio amolecida e a foi lavar com o galão de água providencialmente grudado no porta-malas do carro e já que quando voltou Claudia tinha se refeito um pouco mais ela perguntou:
Só espero não ter exagerado demais, viu?
Que nada! Você maravilhosa exatamente como sempre sonhei! E o que achou?
O que a levou a dizer:
Sinceramente dessa vez chorei da mais pura dor mesmo!
Que pena! Queria tanto que você tivesse gostado?
Gostado foi pouco e sim adorei de verdade e por isso vá se preparando que vou querer mais ainda, viu?
Juca se deitou sobre ela para um longo e delicioso beijo e ao fim do qual falou:
Terá mais sim, pois ainda não terminei tudo que sonhei fazer contigo e por isso vá preparando essa bocetinha deliciosa que a próxima será ela!
Claudia se sentou e puxou Juca pra entre suas pernas, mas de costas pra ela e perguntou:
Desde quando começou a sonhar com isso?
Desde uma vez que subi ao telhado da casa pra arrumar antena parabólica que o vento a madrugada anterior tinha virado e acabei vendo você, Angélica e Beatriz tomando sol nuas e deitadas de bruços lembra?
Já que não era raro elas tomarem banho de sol nuas Claudia teve que se guiar pela tempestade citada por Juca e depois e um tempo falou:
Foi a que destelhou o supermercado da esquina?
Sim!
Caracas! Isso foi mais ou menos há cinco anos!
Pra você ver que com o passar do tempo o tesão só foi aumentando!
Isso levou Claudia a beijar-lhe as costas ruidosamente e depois perguntar:
E sentiu tesão por algumas das outras?
Na ocasião só mesmo por você.
E depois?
Continuou sendo só por você mesmo, pois sempre pensei que a Elizabete ficaria tipo assim você, mas o temo mostrou que ela sempre será muito peito e pouca bunda e a Angélica era e sempre será magra demais pro meu gosto.
Isso causou uma serie de beijos e mordicadas nas costas de Juca e ao final Claudia passou a brincar com pau dele ainda todo mole usando ambas as mãos pra logo em seguida dizer:
Mesmo assim eu faria qualquer coisa para vê-las rebolando nisso daqui, faria sim!
Os carinhos aliados aos pensamentos fizeram a pica de Juca ficar dura novamente e isso o fez dizer em tom de aviso:
Se continuar brincando assim que acabará tendo que rolar nele antes do que imagina será você, viu?
Claudia ronronou tal e qual uma gata manhosa e continuou brincando e perguntando:
Porque sempre sonhou fazer comigo sexo oral e anal antes do vaginal?
Isso fez Juca vira de frente pra ela de forma que pode encaixar o pau entre as coxas e sobre a barriga de Claudia pra então responder:
Fui criado numa época que tirar virgindade era coisa pra romance e amor de verdade mesmo e por isso acabe tipo assim viciando numa bunda e quando se trata duma tal e qual a tua não dá pra resistir e por isso sempre sonhei te iniciar no sexo oral e anal pra depois que algum namorado tirasse teu cabaço poder passar a desfrutar dessa delicia também!
Apesar de ter sonhado sempre perder o cabaço da boceta primeiro gostei de tua sinceridade!
E pondo a mão na altura do umbigo que era exatamente aonde a cabeça da tora de Juca chegava perguntou:
Vai entrar até aqui em mim?
Isso obrigou Juca a dizer:
Sendo assim é só conferir!
E se afastado o suficiente fez sua pica ir deslizando o mais lentamente que podia novamente se deliciando com as caretinhas e arregaladas de olhos que Claudia dava e quando nada mais restava por entrar perguntou:
O que me diz?
Isso a fez apalpar a barriga com a mão e dizer:
Que maluquice! Dá pra sentir ele aqui, olhe?
Se não estiver gostando é só avisar, viu?
Claudia degustou aquilo por mais alguns poucos minutos e então pediu:
Minhas pernas estão cansando de tanto ficar assim pra cima, por isso poderíamos mudar?
Claro que sim!
Dito Juca se afastou e Claudia ficou de bruços sobre o carro só que quando ele estava quase entrando de novo na bocetinha de Claudia o celular dele tocou e foi entregue por ela dizendo:
Se assuste não que é minha mãe!
E já que foi ela mesma que entregou ele atendeu, mas o que ambos não sabiam era que Aline tinha visto eles no banco e por isso ela foi dizendo de cara:
Que bonito, hein! Me traindo com minha própria filha?
Nem tanto assim, mas como sabe nunca consegui deixar de ser generoso com as garotas que sabem retribuir adequadamente e por isso estamos apenas fazendo uma pequena troca de generosidades, mas se tiver algo contra é só falar viu?
Está dizendo que ela sabe que sou eu?
Juca fez sinal de indagação pra Claudia que respondeu com outro negativo e por isso ele respondeu:
Claro que não!
Ainda bem por que já vai me pegar bem mal ter que ignorar o que ela receberá de ti e apesar de ser contra isso nada mais posso fazer, ou posso?
Sinceramente eu gostaria muito de tê-las lado a lado por isso se topar a idéia é só avisar que marcaremos uma próxima, certo?
Isso fez Aline dar uma sonora gargalhada e dizer:
Cada dia que passa você fica mais pervertido, viu?
Mesmo assim pense nisso e depois me diga. Ta?
E sem esperar pela resposta de Aline colocou o celular ao lado de Claudia e fez sua tora deslizar até o fim o que levou ela a gemer alto e dizer:
Que delicia de pica! Agora me te gostoso na minha bocetinha mete?
E já que Claudia tinha percebido o celular ligado falou:
Se meu cú não tivesse tão dolorido da metida que você deu iria eu te pediria pra fazer de novo?
Calma que terá mais vezes, sim!
Depois disso o que se ouviu de cada um deles foram gemidos e sussurros desconexos até que finalmente Juca anunciou:
Estou quase gozando!
Então mete com força e goze bem no fundo de novo?
E novamente o vigor foi tamanho que os corpos voltaram a se chocar com estalos e dessa vez Juca puxou Claudia com força pra trás exclamando:
Gozei!
E ela o secundou:
Eu também!
E em seguida ambos desfaleceram ficam assim por vários minutos. Dessa vez demoraram um pouco mais pra se recobrar e quando se vestiam Claudia perguntou:
O que ela achou de sua proposta?
Riu com vontade e me chamou de pervertido!
Caracas! Minha mãe sempre acaba me surpreendendo.
Com isso devo presumir que ela poderá aceitar?
Não! Mas, que ela achou engraçado achou sim.
Daí em diante ambos passaram a dar asas á imaginação em como poderia vir a ser uma transa como aquelas e com isso o restante do curto trajeto de volta foi feito e silêncio só quebrado quando Juca parou o carro defronte a casa de seus pais dizendo:
Quando precisar de mais alguma coisa será só me avisar!
Só se precisar de alguma coisa?
Aquele oferecimento quase explícito fez Juca dar um beijo rápido em Claudia e dizer:
Mas, claro que não!
Isso gerou mais um beijo e saindo do carro, cada qual foi para sua casa.
FIM
enviada por Katia Ramos
03/01/2007 00:00
CUIDADO! BEBER DEMAIS PODE CAUSAR CHIFRES.
© Kátia Ramos MSN = contosdakatiaramos@hotmail.com E-mail = ramos_katia@hotmail.com ICQ 162 167 967 Blog = http://contosdakatia.blig.ig.com.br Orkut = http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=9242145791011846390
Fazia muito tempo que Juca não via suma prima segunda Daniela, mas já mesmo a distancia ela estava mais gostosa que nunca ele decidiu por mudar o rumo que seguia para pode parar a moro ao lado dela dizendo:
Madrecita! Se me dissessem que você estava assim tão gostosa eu não acreditaria?
Isso fez Daniela virar rápida e pronta pra xingar, mas ao ver de quem se tratava exclamou:
Só podia ser a praga do Juca, né?
Juca parou a moto, desceu se aproximou de Daniela pra poder abraçá-la e beijá-la e como sempre deixou suas mãos deslizarem até a bunda dela que protestou:
Se esqueceu de que estamos na rua?
Me esqueci não! Mas, você ta tão gostosa que não consegui resistir.
Até parece que se esqueceu de que sou casada?
Claro que não! Mas, me diga como consegue ficar cada dia mais gostosa?
Mesmo se sentindo lisonjeada pelo que ouvia Daniela decidiu retrucar:
Só se primeiro me disser o que te faz cada dia mais sem vergonha?
Isso é muito fácil de se explicar, ou seja, cada dia que passa me surge uma mulher mais gostosa que a outra e até as velhas conhecidas ficam cada dia melhores e o exemplo disso é você!
Isso fez Daniela sorrir de forma que seus olhos verdes se acendessem passando a ter aquele brilho fascinante de sempre o que a levou a dizer:
Só você pra me fazer sorrir mesmo as coisas andando tão ruim como me tem andado!
Se quiser se abri sinta-se à vontade?
Daniela se aproximou um pouco mais pra dizer:
É a velha historia de sempre, ou seja, o Gerson bebe todas e eu brigo com ele e aí vem a mãe dele e briga comigo e assim vai o meu dia a dia.
Juca conhecia bem demais Gerson pra saber o quanto ele bebia e por isso concluiu:
Sei como ele é desde antes de vocês se casarem e por isso acho que ele não tem mais concerto.
Isso fez Daniela se lembrar do dia em que tinha dito a Juca sobre seu plano de largar Célio e passar a morar com Gerson e já que ele não usou o típico chavão eu te avisei ela foi mais longe:
O pior mesmo é que há quase três meses não rola uma fodinha nem que seja daquelas bem vagabundas mesmo.
Já que olhos dela tinham voltado a brilharem com menos intensidade Juca falou:
Então nem precisa dizer que ele ta levando um chifre atrás do outro?
Sei que não vai acreditar, mas nem mesmo assim eu fiz isso!
Juca não sabia por que, mas tinha algo naquilo que o fazia acreditar na sinceridade de Daniela e mesmo assim arriscou:
Que tal me deixar tirar todo esse seu atraso?
Daniela parou pensando mais uma vez que se começasse a trair Gerson na certa não conseguiria mais parar e por isso perguntou:
E se depois da primeira vez eu não conseguir mais parar?
Isso levou Juca a responder:
Tenha certeza de que ele tem feito muito mesmo pra merecer isso!
Ao que aprece Daniela só estava precisando do cara certa na hora certa, pois ela se decidindo chifrar Gerson optou por fazê-lo em grande estilo, pois tocando o braço de Juca falou:
Passe lá em casa as 14h00m!
Estarei lá no exato horário combinado!
Daniela seguiu em direção a sua casa e Juca ao centro da cidade. Tão logo chegou em casa ela passou a cuidar do almoço e após Gerson ter almoçado ela pediu a ele:
Poderia levar as crianças até a casa de sua mãe por que preciso sair?
Como era costume de Daniela pedir isso Gerson tão logo terminou o almoço segui ora casa de sua mãe e de lá ao trabalho e tão logo se livrou dos arranjos pós-almoço Daniela foi se preparar pra o encontro marcado e após um longo e caprichado banho foi vestir o conjunto de lingerie e o baby doll comprados para comemorar mais uma das promessas furadas que Gerson tinha feito para parar de beber e ao ajustar a tanga fio dental dentro do rego de sua bunda farta e arrebitada ela se lembrou de que desde sua separação de Célio ela não mais tinha feito sexo anal e como isso já se aproximava de cinco anos ela bateu de leve na bunda dizendo:
Tenha certeza de que isso vai doer mais em mim que em você e que por isso vou chorar tanto ou até mais que chorei na primeira vez Juca te fodeu!
Daí em diante ela passou a esperar por Juca que conforme o dito e combinado Juca chegou a casa dela exatamente no horário e deparar com Daniela vestida como estava exclamou:
Tudo isso só por minha causa?
Já que estou re-estreando na vida de puta é melhor que seja com estilo!
A resposta de Juca a isso foi cair de beijos e caricias em Daniela que em breve já tinha sido livrada das parcas roupas que usava e posicionada de lado pra Juca lhe metendo um dedo na boceta e outro no cú e a exemplo daquela distante primeira vez perguntando:
Qual será o primeiro?
E como que seguindo o acontecido Daniela respondeu:
Nem um e nem outro!
E se acocorando baixou as calças de Juca para assim poder passar a saborear a tora de Juca com beijos, lambidas e chupadas e como a fazer isso ela mantinha aqueles olhos azuis fixos nos de Juca ele acabou na resistindo e seu gozo farto e viscoso explodiu quase sufocando Daniela que após lamber o pau de Juca até deixá-lo limpinho se sentou nos calcanhares dizendo:
Quase me afoguei em tanta porra!
Juca afagou os cabelos dela e enquanto a ajudava a se levantar brincou:
Ninguém te mandou chupar assim tão gostoso.
E se ajeitando na cama ela arreganhou as pernas pedindo:
Venha se afogar aqui!
Mais que depressa Juca se posicionou entre as coxas torneadas de Daniela para devorar aquela fruta cheirosa e sumarenta e como nunca houve e nem haverá melhor levanta pau que suco de boceta tomado na fonte o de Juca não tardou a se recuperar e com isso Juca foi subindo pelo corpo dela até que sua pica estar no ponto exato e então Daniela deu de facilitar a tarefa ficando feito uma franga assada e tão logo aquela imensa tora começou a deslizar pela boceta hiper-molhada Daniela exclamou:
Que Saudade!
Então mate ela!
Daniela passou a rebolar e Juca a tirar e pôr cada vez mais rápido e então após ela gozar varias vezes Juca pediu:
Quero matar a saudade da tua bunda deliciosa, posso?
Pode sim!
Então Daniela ficou de quatro e empinou o mais que pode a bunda carnuda de forma que essa se abriu franqueando aquele cuzinho rosado a Juca pedindo:
Vá devagar pra não me machucar!
Precisa temer não, por que serei cuidadoso como sempre fui,
Então assim que lubrificou seu pau e o cuzinho de Daniela, Juca encostou sua tora no lugar exato e foi forçando a entrada, mas mal isso começou e Daniela protestou:
Ta doendo demais!
Se preocupe não que logo passará!
Mesmo assim ela tentou escapar, mas Juca a segurou pelos ombros com firmeza dizendo:
Calma que já entrou quase tudo!
E já que não tinha ninguém pra melhor que Daniela pra saber aquilo ela protestou com voz chorosa:
Mas, vou agüentar não!
E numa nova tentativa de escapar ela foi se deitando, mas Juca a acompanhou e quando ela já estava totalmente deitada ele deixou o peso do corpo fazer o resto de sua tora entrar para então dizer:
Agora sim entrou tudinho mesmo!
A seqüência se deu com Daniela passando a chorar copiosamente, mas não que a dor fosse assim tão grande e sim ela estava lavando a alma de todas aquelas acusações e humilhações lançadas pela sogra e pelo marido de que ela não passava duma vagabunda e enquanto isso Juca tentava acalmá-la dizendo:
Isso! Chora gostoso na minha pica, chora!
Daniela chorou mais um pouco e então, já tendo afogado todas as mágoas, passou a se dedicar á foda pedindo:
Mete gostoso, mete?
Isso levou Juca a fazer Daniela ficar de quatro e pedir:
Rebole na minha vara, rebole?
Daniela passou a rebolar e a mover o corpo pra frente e pra trás e como isso deixou aquela foda gostosa demais ela acabou dizendo:
Minha nossa! Faz tanto que nem lembrava mais como isso era assim tão gostoso.
Ficou tanto tempo assim sem apenas por que quis?
Daniela deixou a foda rolar mais um pouco para então responder:
Às vezes as coisas precisam acontecer na hora certa, senão não tem o mesmo sabor e o mesmo efeito!
Já que da outra vez Daniela relutara demais pra entrar na prostituição, mas quando entrou acabou sendo uma das melhores ele deus tapas carinhosos na bunda farta dela dizendo:
Então devore minha pica com essa delicia que estou quase gozando!
Ela passou a caprichar no rebolado e Juca nas estocadas e então o orgasmo se fez forte e tão arrasador que o casal tombou sobre a cama como que desmaiados.
Como cabia a Juca a maior parte da preocupação com a possível chegada de alguém ele se levantou lentamente e após dar vários beijos carinhosos na bunda de Daniela se vestiu e querendo incentivá-la a voltar aos velhos e bons tempos de putaria colocou $ 100,00 sobre o criado mudo junto com um de seus cartões de visitas e em seguida seguiu seu caminho cotidiano.
Com a saída de Juca, Daniela continuou se deixando embalar pela deliciosa preguiça que uma gozada tão deliciosa como aquela dava e, além disso, ainda tinha aquele delicioso gostinho de coisa bem vingada, pois dali em diante não seria mais chamada de puta pela sogra injustamente e com isso acabou voltando ao ritmo do dia a dia só quando seus filhos chegaram.
FIM
enviada por Katia Ramos
23/09/2006 04:33
Fazendo a Festa: Duas visitas inexperadas!
© Kátia Ramos MSN = contosdakatiaramos@hotmail.com E-mail = ramos_katia@hotmail.com ICQ 162 167 967 Blog = http://contosdakatia.blig.ig.com.br Orkut = http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=9242145791011846390
A feira agroindustrial de Santa Cruz ainda ia pela sua metade e como isso coincidia com um feriado nacional e como os portões foram liberados ao acesso a movimentação que começou pela manhã daquele dia ficou ainda maior e melhor pela tarde com isso Juca acabou tendo que almoçar no restaurante do recinto e quando voltava de lá para o estúdio o volume de uma bunda por baixo de uma saia tendo ao seu lado uma bunda um tanto menor, mas mesmo assim não menos desejável dentro duma calça jeans apertada o fez passar a seguir lentamente tal dupla dando asas à imaginação de como realmente seria o objeto responsável por tal arquitetura e então para seu total espanto elas param diante do passando a bater na porta o que o fez aproximar perguntado:
Em que posso ser-lhes útil?
Apesar da descrição feita por Ivonete e por Ivana ter sido tão acurada a ponto de não deixar dúvidas a pouca idade de Juca obrigou Hilda a perguntar:
Você é Juca?
Apesar de não aparentar idade para tanto a semelhança entre ela e Ivana era tamanha que Juca não pode deixar de identificá-la como tal e por isso respondeu:
Sim senhora, sou eu mesmo!
Muito Prazer! Sou mãe de Ivonete e desde que você deu a ela certo ursinho de pelúcia que essa daqui não me dá mais sossego e por isso aproveitei nossa vinda até aqui pra ver consegue que o gerente do parque me venda um?
Apesar dos favores devidos pelo gerente lhe permitir ter muita liberdade, Juca procurou valorizar a coisa dizendo:
Apesar de não ser costumeiro venderem os prêmios dos jogos vou até ele ver o que consigo e, portanto voltem daqui a no máximo meia hora, certo?
A cara amuada que Márcia fez deu indícios claros e precisos do quanto ela não tinha gostado de esperar, mas como nada podia fazer perguntou:
Nós voltaremos né mãe?
Claro que sim!
Mal elas se forma e Juca foi cuidar de conseguir o ursinho e como tinha seus planos também conseguiu vários ingressos para os aparelhos do parque e ao que parece Hilda tinha planos semelhantes, pois assim que Juca entregou a Márcia o ursinho e os bilhetes ela falou pra filha:
Agora vá desfrutar dos ingressos senão não dará tempo de usar todos!
Márcia saiu e Hilda se aproximou da mesa onde Juca estava encostado de costas e ao estar ao alcance ela tocou o rosto dele dizendo:
Pelo que andaram me dizendo achava que você bem mais velho!
E Juca não se dando por achado correu maliciosamente o olho pela silhueta de Hilda e disse:
E na certa você é bem mais gostosa do que essa saia rodada deixa se ver!
E como querendo confirmar a afirmativa, Juca correu as mãos pelos flancos e bunda de Hilda para então dizer com a maior cara de safado:
Mesmo assim acho que só mesmo uma boa olhada pra confirmar o que temos escondido aí, certo?
E antes dela dizer qualquer coisa passou a tirar-lhe a saia e ao terminar fez Hilda dar uma volta completa e então assobiou e disse:
Tal mãe, tal filhas!
Nem mesmo a forte vergonha que sentia fez Hilda deixar de se encher de orgulho e dizer:
Assim como elas saíram a mim eu sai a minha mãe!
Juca a fez ficar de lado para si e após enfiar uma mão por frente e outra por trás na calcinha de Hilda passou a acariciar simultaneamente a boceta e o cuzinho dela e ao ver a reação favorável obtida deu maior ênfase ao dedo no cú e perguntou:
Tua mãe também gostava disso?
Hilda se contorceu de prazer e com a voz embargada pelo gozo respondeu:
Se hoje ainda não é nada fácil uma mulher se casar sem cabaço antigamente era ainda pior e por isso, assim acabou sendo minha mãe, e a mãe dela e tantas outras anteriores acaram tendo que aprender a gostar e com isso acabou chegando minha vez.
Juca fez Hilda se debruçar na escrivaninha logo a frente e após tirar a calcinha dela se livrou das calças e da cueca para poder passar a esfregar a cabeça do pau num trajeto que ia do cú até a entrada da boceta de Hilda deixando ela quase louca de tanto tesão e ansiosa por saber qual seria o objetivo inicial e então e passou a fazer a pica deslizar lentamente pela boceta dela a dentro sem deixar de comentar:
Sem dúvida aqui temos outra qualidade típica da família!
E já não conseguiu entender a que ele se referia Hilda perguntou:
O que mais acha que temos em comum?
Juca moveu o caralho para dentro e para fora algumas vezes pra então responder:
Essa delicia de bocetinha super apertada!
Se aquele era o tipo de elogio que envaidecia qualquer mulher ao se dirigido a uma mulher mãe de quatro era o ápice de gloria, mas mesmo assim Hilda justificou:
Com uma pica desse tamanho não há mulher que lhe deixe de ser apertada!
Engano seu, pois têm aquelas que mesmo sendo virgens, não oferecem quase nenhum aperto, mas você até parece ter uma mãozinha mágica apertando.
Isso fez Hilda caprichar ainda mais na forma como comprimia os músculos ao redor da boceta o que obrigou Juca a brincar:
Acho bom eu ir mudar de tática antes que acabe estragando um pouco as coisas!
E pegando o frasco de vaselina do bolso da calça passou a untar habilmente o cuzinho de Hilda que mal sentiu o toque do dedo de Juca passou a piscar freneticamente o levou Juca a dizer:
Já que esse cuzinho faminto está pedindo um boa pica, vamos dar-lhe o que quer!
E tirando o caralho para fora da boceta de Hilda passou a untá-lo com bastante vaselina para em seguida posicionar a cabeça bem no centro das pregas e ir fazendo pressão, mas por mais que Hilda tentasse relaxar a única coisa que conseguia era apertar mais e mais o cú o que obrigou Juca a dizer:
Se continuar fazendo assim não entrará nunca mesmo!
Sei que não, mas não consigo relaxar!
E dizendo isso Hilda se endireitou o que levou Juca a abraçá-la pelas costas dizendo:
Está até parecendo que você nunca fez isso?
Se não tivesse feito aí seria muito mais fácil mesmo, pois não saberia o quanto uma tora dessas pode ser dolorosa!
Sem dúvida que aqueles argumentos tinham fundamentos e por isso em vez de insistir ou força a barra como fizera com Ivana ele procurou acalmá-la dizendo:
Apesar de lamentar muito pode estar certa de que respeitarei sua vontade!
Vai mesmo ou me fará o mesmo que fez com Ivana?
Vou mesmo, mesmo! E além do mais você e ela fazem estilos bem diferentes mesmo.
Como assim?
Você não quer porque tem medo de verdade e ela não quer apenas pra dizer o quanto e como quer!
Hilda parou pra pensar nas tantas vezes que ouvira as transas da filha tanto com o marido como com outros nos tempos de namoro e por fim concordou:
Sendo assim vou acreditar em você, viu?
E com isso dito ela voltou a se debruçar na escrivaninha o deu a Juca a real e total certeza da crueldade que era ter uma bunda fenomenal como aquela ao seu alcance sem poder desfrutar adequadamente dela, e já que não poderia fazer o que queria o melhor era fazer podia e então fiz sua pica deslizar lentamente pela boceta de Hilda e quando nada restava pra fora passou a mover lentamente pra trás e pra frente num ritmo lento e ao mesmo tempo alucinante o que obrigou ela a exclamar:
Minha nossa! Que delicia!
Juca continuou naquele vai e vem, mas como a visão daquele cuzinho bem ali na sua frente era convidativa demais ele não contendo apoiou o polegar da mão esquerda sobre ele e foi pressionando até fazê-lo entrar totalmente o fez Hilda exclamar com a voz embargada e entrecortada pelo tesão:
Você este mesmo querendo acabar comigo?
Claro que sim! Por isso rebole o mais gostoso que puder?
Hilda passou a atender ao que Juca pedira e com isso não demorou quase nada pra ele exclamar:
Estou gozando!
E quase imediatamente Hilda sentiu a porra fluir quente e abundante bem lá fundo de sua boceta e o que a levou a murmurar:
Você acabou mesmo comigo!
Ao que Juca redargüiu:
Que nada! Foi você que acabou comigo.
E seguido a isso debruçou sobre as costas de Hilda só se levantando minutos depois quando ela falou:
Mesmo não querendo eu preciso ir!
E enquanto se vestia falou:
Sei que nem tudo saiu como você esperava, mas no devido tempo verá que não foi tão mal assim!
E já que não tinha entendido nada de nada Juca perguntou:
Como assim?
Ela passou carinhosamente a mão pelo rosto, caminhou até a porta e finalmente falou:
Agora sei que posso confiar em você!
E antes que Juca pudesse pedir, mas esclarecimentos ela fechou a porta atrás de sim deixando nele a real sensação de que ir atrás dela acabaria estragando as coisas e por isso passou a cuidar de seus afazeres cotidianos.
FIM
enviada por Katia Ramos
02/09/2006 18:43
Meu Orkut novo!
http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=9242145791011846390
enviada por Katia Ramos
02/08/2006 14:53
Fazendo a festa: A festa contínua: a noite!
© Kátia Ramos MSN = contosdakatiaramos@hotmail.com E-mail = ramos_katia@hotmail.com ICQ 162 167 967 Blog = http://contosdakatia.blig.ig.com.br Orkut = http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=9242145791011846390
O desenrolar do restante daquele dia foi tão normal como qualquer outro poderia ser e então pouco depois das 20h00m bateram na porta do estúdio e tal fato tão incomum, pois iam chegando e entrando levou Juca a pedir:
Entre!
A porta se abriu e por ela passou uma garota de estatura mediana, loura, cabelos cacheados, olhos azuis, seios médio e quadris largos e por isso antes mesmo dela dizer Juca já antecipou quem seria, mas mesmo assim esperou pela garota que se aproximou com aquele andar ondulante de mulher que sabe que atrai os olhares masculinos e gosta disso e após parar bem rente a Juca perguntou:
Você é Juca?
Sim e você deve ser Ivana, a irmã de Ivonete!
Ela sorriu aquele sorriso matreiro que a fazia ainda mais linda do que era e confirmou:
Sim, sou Ivana, a irmã de Ivonete!
Juca correu o olho por toda aquela magnífica escultura feminina trajada numa blusa azul fechada na frente por botões, mas tendo dos dois logo acima dos seios estrategicamente desabotoados e uma calça branca, tão colada ao corpo que Juca até podia ver nitidamente aquele delicioso sulco formado pela boceta dela comprimida pelo tecido e tudo isso levou Juca a desabafar:
Nossa! Você é tudo de bom mesmo.
Mesmo alguém tão acostumada a elogios como Ivana acabou ficando mio que encabulada diante de tamanha sinceridade contida na voz que disse aquilo e por isso ela controlou o resquício de timidez que surgiu e disse:
Mesmo sabendo que é apenas muita lisonja sua, obrigada!
Então Juca se levantou e se apoiando na bancada puxou gentilmente Ivana para os tradicionais três beijinhos que novamente se transformaram em quatro e mesmo que esse não foi assim tão sôfrego como aquele de Ivonete acabou sendo o suficiente pra começar deixar Juca de pau duro e Ivonete com a boceta molhada e ao fim ela exclamou:
Realmente você não é mesmo de perder tempo, né?
Fazer o que se essa vida é curta demais?
Já que estava com as mãos na cintura dela ela a deslizou até os quadris para sem seguida puxar Ivana pela bunda para um beijo mais demorado e agora sim com a sofreguidão e a volúpia adequadas, mas quando desabou os botões restantes da blusa ela apontou a porta dizendo:
Não tem perigo de entrar alguém?
Claro que tinha perigo e muito mesmo e por isso que Juca se afastou e foi após colocar a plaqueta de volto logo voltou para junto de Ivana e a pegando pelas mãos a conduziu até o arranjo de caixas e assim que ali chegou, ele a livrou da blusa para assim poder passar a beijar, lamber e chupar aquele par de seios que mesmo sendo bem menores que os de Ivonete estavam acima da média nacional e todo aquele carinho e dedicação com que Juca os tratava levou Ivana a contemporizar:
Pena não serem grandões como os de Ivonete!
Por que diz isso?
É que ela achou tão gostoso aquilo que você fez que até me deu vontade de poder fazer.
Isso fez Juca forçar ligeiramente eles de forma a fazê-los se encontrarem e por fim concluiu:
De onde tirou que não dá?
Sei lá? Nunca me fizeram isso!
Juca se afastou e enquanto se despia, Ivana se deitou de costas, mas quando ele se livrou da cueca e Ivana viu seu pau de perfil e em toda sua plenitude ela se sentou exclamado:
Que horror! É monstruoso.
Como sempre essa atitude deixou Juca naquele meio caminho entre encabulado e envaidecido, mas assim que controlou esse estado de coisas meias contraditórias se aproximou de Ivana dizendo:
No decorrer verá que ele tem o tamanho exato do prazer que você terá!
Ivana tocou assim como quem toca algo irreal, mas ao sentir que era real ela o circundou com uma das mãos e o ver que seus dedos não se tocavam encarou Juca dizendo:
Que loucura! Dessa vez Ivonete não exagerou um nada sequer.
Por que ela é dada a exageros?
Não, mas dessa vez achei que sim.
Mal se calou, ela começou a beijar e a lamber a tora de Juca, mas já que ao tentar enfiá-la na boca não conseguiu se contentou e chupar o mais avidamente que podia a cabeça e o efeito daquilo em Juca foi tal que ele não conseguido se conter avisou:
Estou quase gozando!
Isso fez com que Ivana sugasse com maior vigor e com a porra fluiu tão farta e viscosa que mesmo com toda prática que tinha Ivana deixou um pouco lhe escorrer pelo queixo e enquanto limpava com as costas da mão esquerda com cara de safada falou:
Só espero não ter estragado as coisas, né?
Juca afagou ternamente os cabelos dizendo:
Que nada! Ainda tem muita coisa gostosa pela frente.
Seguido a isso a fez se deitar sobre o arranjo de caixas para então tirar a calça e em seguida a calcinha toda em renda vermelha quase transparente e ao deparar com a bocetinha de Ivana, habilmente depilada na forma do minúsculo biquíni que ela sempre usava, brincou:
Adorei esse lindo cavanhaque e por isso gostaria de saber que é o barbeiro?
Sou eu mesma que raspo usando um espelho e seguindo o contorno deixando pelo biquíni!
Realmente a prova estava ali, pois a depilação seguia exatamente a marca branca que o biquíni não deixava bronzear, mas então Juca deixou aquele pequeno detalhe de lado para então passar a beijar, lamber e sugar a boceta sumarenta e saborosa de Ivana de tal forma que isso a obrigou a dizer:
Minha nossa! Como você é bom nisso.
E isso levou Juca a procurar pelo cuzinho dela para assim poder fazer um de seus dedos ir deslizando lentamente e tão logo enfiou ele todo passou a movê-lo para dentro e para fora ao mesmo tempo em que fazia girar pra um lado e para outro o que acabou fazendo Ivana exclamar com voz entrecortada:
Que delicia!
Novamente isso fez Juca reagir juntando um segundo dedo ao primeiro o que a fez aumentar o rebolado e os gemidos e dizer:
Agora enlouqueço de vez mesmo!
Juca ficou naquilo até um orgasmo quase arrasador atingir Ivana e já que com isso conseguiu descobrir tudo o que queria ele foi se levantando lentamente levando consigo as pernas de Ivana de forma a deixá-la tal e qual uma franga assada e assim que consegui isso, Juca encostou a cabeçorra de sua pica na bocetinha dela e foi pressionando lentamente, mas apesar de todo aquele aperto oferecido pela boceta de Ivana a lubrificação abundante permitiu que aquela tora de carne deslizasse lentamente se problemas até um determinado onde a dificuldade aumentou e fez Ivana dizer:
Nossa! É tão comprido que chega doer.
Isso levou Juca a se guiar pelas caretinhas de Ivana dando estocadas curtas e lentas para assim que elas terminassem passar a dar estocadas mais lentas e um pouco mais fundas e o aperto encontrado era tal que ele não pode deixar de exclamar:
Nossa! Você é tão apertada que quase me enlouquece!
E Ivana tomando aquilo como um elogio se arreganhou mais ainda e pediu:
Então mete gostoso, mete?
Isso fez Juca passar a tirar seu pau quase por completo da boceta de Ivana pra em seguida ir o fazendo deslizar lentamente até entrar tudo vez após vez, de forma que, Ivana passou a demonstrar o quanto gostava daquilo gemendo e se contorcendo em gozos um mais profundo e forte que o outro e assim foi até que ele pediu batendo de leva nas caixas.
Debruce aqui e abra essa delicia de bunda, amor!
Antes mesmo de iniciar a manobra pedida, Ivana pressentiu no que aquilo resultaria e por isso foi se posicionando e reclamando:
Se estiver pensando em meter no meu cú pode ir esquecendo!
Juca se lembrava do que Ivonete tinha lhe dito e por isso decidiu por perguntar:
Mas, por que não?
Por que teu pau é grosso demais!
E o que há de errado nisso?
Isso vai me arrombar todinha mesmo!
Vai te fazer isso não mesmo e, além disso, você vai adorar de verdade.
Ta brincando, né?
Claro que não!
E como prova disso encostou a cabeçorra de sua tora no cuzinho e como ela tentou impedir a entrada apertando o mais que podia ele passou a pedir:
Vai amor! Relaxe e de entrar.
Não mesmo!
Deixa, vai? Se não você gostar eu tiro!
Após isso Juca aumentou ligeiramente a pressão levando Ivana a crer que ele acabaria enfiando na marra e o medo disso a fez ir relaxando de forma que a tora de Juca começou a abrir caminho o que levou a ele a dizer cheio de entusiasmo:
Isso amor! Deixe entrar bem gostoso nesse cuzinho super apertado!
Ivana relaxou por completo e com isso a cabeçorra desapareceu dentro da bunda dela e já que aquela tarefa se apresentava nada fácil ela protestou:
Não dá! Ta me rasgando.
Então mexe que vai melhorar!
Ivana passou a menear o quadril timidamente o que levou Juca a pedir:
Rebole gostoso que quase entrou tudo!
Ta doendo demais!
Ivana disse isso e se pôs a chorar baixinho e pouco segundo depois Juca falou:
Já pode parar de chorar que entrou tudo!
Ninguém melhor que Ivana pra saber disso e por isso ela pediu:
Então goze logo!
Então me ajude mexendo essa bunda gostosa!
Já que a lógica de Juca era incontestável, ela não só passou a rebolar como também a mover o corpo pra frente e pra trás e já que na medida que ia fazendo isso a dor foi amainando até desaparecer não demorou muito pra que Ivana passasse a gostar e a gozar o que por fim a fez pedir:
Mete mais forte, mete?
Juca passou a atender aos pedidos de Ivana o que acabou levando ele a pega-la pela cintura e puxa-la com firmeza para trás dizendo:
Vai, goze comigo!
E como que atendendo a um comando único o casal deixou o orgasmo fluir de forma tão profunda que Ivana derreou sobre as caixas e Juca fez o mesmo sobre ela.
O casal foi voltando daquele estado catatônico bem lentamente e enquanto fazia sua pica deslizar lenta e cuidadosamente de dentro da bunda de Ivana ele exclamou:
Viu só como não foi de todo como você temia?
O que levou ela a dizer:
Olhe! Sempre fiz manha pra valorizar a coisa, mas hoje descobri que dar o cú dói de verdade mesmo!
Como já tinham ficado em pé ela abraçou Juca bem apertado passando a dar-lhe vários beijos rápidos o que permitiu a ele pega-la pela bunda com a duas mãos dizendo:
Só espero que queira mais, pois adorei essa delicia de bunda?
Tudo bem! Mas, por hora chega porque meu cú não é de ferro!
Seguido a isso se vestiram e saíram e como sempre Juca foi vistoriar cada um dos detalhes sob sua responsabilidade.
FIM
enviada por Katia Ramos
14/05/2006 11:36
Olhem eu aqui de novo!
enviada por Katia Ramos
11/01/2006 02:50
A festa continua: o dia!
© Kátia Ramos E-mail = ramos_katia@hotmail.com MSN = contosdakatiaramos@hotmail.com ICQ 162 167 967 Blog = http://contosdakatia.blig.ig.com.br
O dia seguinte chegou, e com o passar dele as 14h00 finalmente chegou e com isso lá veio Ivonete ainda mais gostosa e tesuda, pois ao invés do vestido longo e do casaquinho da noite anterior agora ela usava uma saia jeans que mal lhe chegava ao meio daquelas coxas fenomenais e uma blusa branca justa e decotada que acentuava ainda mais a grandeza e a firmeza daqueles seios grandes e duros e a ausência de sutiã se tornava evidente nas protuberâncias criadas pelos bicos grandes e sempre meio eretos e mesmo que estivesse esperando por ela aquele conjunto esplendido deixou Juca tão maravilhado que ele esfregou os olhos perguntando:
Estarei sonhando?
Ivonete colocou todo o ondular que conseguia no andar e se aproximou de onde Juca estava sentado dizendo:
Não! Você apenas morreu e agora está no inferno.
Já que ela tinha chegado e parado ao alcance de suas mãos ele as fez correr pela lateral dos quadris dela dizendo:
Sendo assim acho bom me deixarem por aqui mesmo senão brigarei até perder as calças!
Ela se curvou para o primeiro beijo e após esse Juca se aproveitando de que suas mãos estavam pousadas nas ancas de Ivonete as fez deslizar até a barra da saia e a foi fazendo subir até que ela ficasse na altura da cintura e já que esse novo posicionamento da saia facilitava os movimentos, Ivonete se valeu dele para se acavalar no colo de Juca de frente para ele o que permitiu a ele poder erguer a blusa e assim expor os seios e com isso passar a beijar, lamber a sugar cada um dos bicos que ficaram tão rígidos e eretos que chegavam a se assemelharem a pequenos moranguinhos, semelhança ainda mais acentuada por serem na cor rosa, mas como nunca fora assim tão contente com seus seios toda aquela atenção excessiva levou Ivonete a protestar:
São uns exageros de grandes, né?
Que nada! Eles têm o tamanho exato em relação a resto de teu corpo e fora isso servem maravilhosamente para uma espanhola ou já se esqueceu disso?
Ivonete afagou carinhosamente o rosto de Juca para então responder:
Claro que lembro sim! E quanto contei pra Ivana ela quase morreu de tanta inveja.
Mesmo sem nem sequer imaginar quem fosse essa tal Ivana Juca indagou:
Sério? Mas, porque ela ficou assim toda invejosa?
Por que os peitos dela são pequenos, oras!
Já que ser curioso acabava fazendo parte das regras de um bom safado, Juca prosseguiu:
E, além disso, como mais ela é?
Apesar de sermos irmãs a maior semelhança fica mesmo no fato dela também ser loura, pois como disse ela tem peitos mais pra pequenos, ela é mais baixa, tem quadril mais largo, mas com menos bunda, olhos azuis e cabelos cacheados.
Nossa! Mesmo assim por cima ela deve ser bem gostosa mesmo.
Isso fez Ivonete dar um beijo meio com força e dizer:
Mas, que safado! Nem a viu e já está querendo me trair com ela?
Isso fez Juca se desculpar:
Coisa da força de habito, apenas isso!
Mais beijos e caricias e Ivonete concluiu:
Dela tenho ciúmes não e por isso se quiser e ela topar pra mim tudo bem!
Dessa vez foi Juca que procurou pelos beijos e como aquele tipo de assunto era meio como caminhar em terreno perigoso ele quis ir mais a fundo perguntando:
E o que mais contou a ela?
Ivonete fez cara de inocente e disse:
Contei tudinho mesmo!
Isso fez Juca exclamar:
Caralho! E ela?
Precisa se assustar não por que ela trai o marido dela desde antes mesmo deles se casarem!
Isso fez Juca dizer em tom aliviado:
Sendo assim, melhor assim!
Já cansada de ficar só nos beijos Ivonete saiu do colo de Juca para se ajoelhar entre as penas dele e assim poder liberar a tora para novamente se por a beijar, lamber e a chupar e quando a teve em sua plenitude máxima Ivonete falou:
Quando falei a ela o tamanho disso daqui ela só faltou rir na minha cara, sabia?
Juca afagou os cabelos dela pra dizer:
Pra minha sorte a maioria não acredita quando dizem do tamanho que é.
Por que acha isso uma sorte?
Por que aguça a curiosidade e com isso sempre acaba me sobrando mais outra!
O que elevou Ivonete a exclamar:
Mas, que safado, hein?
E como Juca se calou ela voltou a se deliciar com a pica dele e como ele nem dava sinal de gozar se dando por satisfeita se levantou e com isso Juca conduziu até a bancada mais próxima e após fazê-la debruçar sobre ela se abaixou por trás para assim poder passar lamber, beijar e chupar a boceta e de Ivonete que, por fim, quase enlouquecida implorou:
Mete em mim, mete?
Isso fez Juca se levantar e fazer sua tora deslizar numa só vez pra dentro da boceta de Ivonete que ao sentir o impacto daquilo tudo exclamou:
Como isso é bom demais!
Então mostre quanto está gostando rebolando no meu pau!
Mais que depressa Ivonete passou a rebolar e a mover o corpo pra frente e pra trás gozando quase sem parar e então quando ela estava quase perto da satisfação total Juca tirou sua pica e bastou apenas ele pegar a latinha de vaselina pra que Ivonete abrisse a bunda e ao ver isso Juca não pôde deixar de dizer:
Nossa! Você gostou mesmo de tomar no cú, né?
Tanto que hoje pela de manhã quase obriguei meu marido a fazer isso comigo!
E por que ficou apenas no quase?
Porque Márcia chegou!
E quem é Márcia?
Minha irmã mais nova.
Era só ter convidado ela pra festinha.
Manoel me mataria, além disso, ela ainda é nova demais pra essas coisas.
Juca parou de brincar esfregando a cabeça do pau na entrada do cú de Ivonete para passar a deixar deslizar lentamente até nada mais restar por fora e ao sentir o contato dos corpos ela exclamou:
Vá por mim que quando ele experimentar essa delicia passara a querer todos os dias!
Isso sim é a delícia das delicias!
E ao ver que mesmo forçando o que podia um bom pedaço ainda ficava de fora Juca não pôde deixar de dizer:
Delicia de verdade mesmo é essa tua bunda que de tão carnuda nem deixa que entre tudo por inteiro!
Como assim?
Juca pegou uma das mãos de Ivonete e a conduziu até seu pau de forma que ela mesma pôde constatar o dito por ele e isso a levou a contemporizar e ao fazer isso trouxe novamente Ivana ao contexto:
Pena que Ivana não goste disso, pois na certa entraria todinho na bunda dela!
Já que nada melhor saber dos detalhes pra se montar o quadro total e por isso que Juca perguntou:
Por que assim, ela não gosta?
Diz que dói demais e por isso Luiz só consegue pegando ela meio que na marra!
Tomando por base sua própria mãe, Juca falou:
Talvez seja assim apenas porque ela goste que seja desse jeito!
Como assim?
Tem mulher que assim como você que gostam de dar e tem aquelas, que pode ser assim do tipo de sua irmã, que goste que tomem o que ela tem pra dar!
E por ter gostado de Juca ter dito que ela dava por gosto que Ivonete pediu:
Então coma com vontade aquilo que te dou com prazer!
Após isso Juca passou a meter com prazer e satisfação redobrados e com isso a cada estocada mais profunda Ivonete gozava mais forte e por fim ele a segurou com firmeza pelos ombros pedindo:
Rebole que quero gozar bem lá no fundo!
Ivonete se pôs a rebolar para finalmente avisar:
Estou gozando!
Então goze comigo!
Gozaram e derrearam sobre a bancada de onde só se ergueram muitos minutos depois e como a tarde já ia alta Juca saiu na companhia de Ivonete pra conferir como as coisas estavam. Entre conferir as coisas e papear com um conhecido aqui, outro ali a tarde foi chegando ao fim e como Ivonete que retornar pra casa ela pediu:
Queria aproveitar um pouco mais o tempo que me resta porque não poderei vir hoje de noite!
Como assim não poderá vir?
Ontem acabei chegando mais tarde que devia e hoje sai assim sem ter u motivo adequado pra dar e com isso Manoel ta meio emburrado.
Pôxa! É mesmo uma pena, mas fazer o que se a vida tem disso, né?
O que pode e deve mesmo fazer é me dar uma despedida daquelas de deixar saudade tão grande que me obrigue a voltar!
Muito boa pedida mesmo!
De onde estavam foram direto e reto para o estúdio e assim que entraram e a porta foi trancada Juca passou a despir Ivonete por completo e essa ao se r ver como veio ao mundo sem com isso sentir o mínimo sequer de vergonha perguntou:
Você me acha mesmo gostosa?
Não apenas acho como tenho certeza absoluta de que você é uma das mulheres mais gostosas que já encontrei!
Sério?
Tão sério que vou te devorar todinha de novo!
Só te peço que dê uma folguinha pro meu pobre cuzinho porque ele ainda está em brasas!
Dito isso Juca passou a beijar e sugar os seios de Ivonete e deles foi descendo até a boceta dela para novamente passar a saborear a boceta dela como se fosse uma fruta muito saborosa e suculenta e novamente quando não agüentou a aquela deliciosa tortura, ela pediu:
Vem meter nela, vem?
Mais uma vez Juca a fez ficar como uma franga assada para então ir fazendo sua pica deslizar até fim e que dessa feita Ivonete estava mais consciente do que ocorria ela falou:
Entrou tão fundo que posso sentir a cabeça forçar o fundo e as bolas o meu cú!
Isso deu uma idéia até que boa demais a Juca:
Sendo assim da próxima vez botarei no teu cuzinho assim nessa posição, pois com certeza somente as bolas irão ficar de fora!
Sim com certeza que sim!
Dito isso Ivonete puxou Juca para um beijo e esse se valendo disso passou a meter com a mesma meticulosidade e calma de costume e mais uma vez Ivonete pode se deliciar com o prazer total que o entrar e sair da tora de Juca lhe causava, mas como tudo acaba tendo seu fim o dessa fode teve o seu com Juca pedindo:
Vai! Goze comigo.
Mais uma vez foi preciso apenas três ou quatro estocadas fortes e fundas para destrancar a torrente de gozo que se abateu sobre o casal e mais uma vez foram preciso vários minutos para eles recobrar as forças e assim que tal aconteceu, ela se vestiu e como o movimento não permitiu a Juca acompanhá-la ela se despediu e pediu:
Será que minha irmã poderá usar a credencial que meu deu?
Já que tal não tinha foto ele concordou pedindo:
Sim! Mas, peça ela pra passar por aqui pra que ao menos eu saiba quem estará se passando por você caso alguém note a diferença.
Tudo bem! Pedirei.
Mais uma vez Ivonete seguiu seu caminho e dessa vez a menção a provável vinda da irmã deixou em Juca aquela ligeira impressão que a festa ainda estava por melhorar.
FIM
enviada por Katia Ramos
17/10/2005 21:52
Fazendo a festa!
© Kátia Ramos contosdakatiaramos@hotmail.com ramos_katia@hotmail.com ICQ 162 167 967
Eram aqueles anos em que a febre das festas e feiras agrícolas, comerciais ou industriais estava em pleno auge e por isso nem mesmo a pequena Santa Cruz, poderia deixar de ter a sua e mesmo que até hoje tal município tem sua identidade econômica baseada na cana de açúcar decidiu-se por se fazer uma festa envolvendo todos os ramos de atividades econômicas ali existentes.
Mas, foi o grande sucesso obtido pela feira de Rio das conchas que acabou levando á contratação da mesma empresa realizadora e com isso Juca que tinha conseguido vaga como técnico de som na referida empresa, vinda de outra cidade bem maior pra fazer a sonorização e como era de se esperar a inteligência, a simpatia e o magnetismo pessoal de Juca conquistou Perez de forma que ele veio a se tornar o braço direito de tal forma que Perez, a se ver obrigado, retornou a Jundiaí deixando a Juca a responsabilidade de cuidar de tudo.
Com isso Juca passou a ter livre acesso e grande prestigio junto á diretoria de tal evento a ponto de ter sido convidado a compor os presentes no palanque inaugural, mas como sempre ele optou pelo anonimato ficando ao pé da escada em meio aos que assistiam a cerimônia de abertura e já desde o início, uma loura alta com peitos e bunda bem grande e por isso do jeito que Juca sempre gostou parou ao seu lado e como a balburdia vindo dos discursos inflamados o impedia de abordar tal loura ele se limitou apenas a manter ela ao alcance de seus olhos e então a cerimônia terminou e todos foram se dirigindo para dentro do recinto e nada da loura fazer o mesmo o que levou ele a partir pra abordagem direta perguntado:
Não acredito que você não vai entrar?
A intenção dela era seguir os conselhos da mãe sobre que certas coisas não cabiam a uma mulher casada e com isso fingir que não era com ela, mas a revolta com o fato de sempre ser deixada em segundo plano pelo marido a fez deixar de lado a reserva e ser sincera ao dizer:
Que me dera poder fazer isso!
O que te impede?
A intenção dela era dar alguma desculpa mesmo que esfarrapada, mas a revolta por mais uma vez estar de fora de algo que a fascinava ela deixou escapar:
A religião de meu marido não permite que ele me permita fazer isso!
Pôxa! Mas, mesmo assim se quiser entrar é só me acompanhar!
Juca saiu no que foi seguido por ela e como era de se esperar ninguém se atreveu a perguntar quem ou o que ela fazia na companhia dele e como já tinha dito o que não poderia ter dito a um estranho ela o seguiu para dentro do recinto, mas após entrarem a surpresa de Juca foi ainda maior, pois em vez de separar ela o seguiu até os estúdios e como também entrou Juca se viu no direito de se apresentar:
Meu nome é Juca!
Muito prazer! O meu é Ivonete.
Juca deu aquela tradicional corrida de olhos que cobria dos pés á cabeça e então concluiu:
Sem dúvida que terei o maior prazer em te dar o maior prazer.
Ao dar os tradicionais três beijinhos Juca procurou testar a resistência de Ivonete procurando a boca dela para um beijo que se teve aquele início tímido foi esquentado até aquele excitante entrelaçar de línguas e durante o qual Juca pôde passear ambas as mãos pela bunda farta de Ivonete, mas como até mesmo essas coisas super boas tem que seu final Juca terminou o beijo para dizer:
Infelizmente preciso por tudo em funcionamento e depois fazer a ronda pra ver se tudo ta em ordem.
Assim que ativou todo o sistema ele se dirigiu para a porta, mas antes que ele saísse, ela o interpelou:
Posso te acompanhar?
Claro que sim!
Sendo assim saíram para andar por todo o recinto e a cada momento passado mais a vontade na presença de Juca ela foi ficando e com isso quando lá pela metade da ronda esse passou a mão por sua cintura em lugar de se esquivar como era de se esperar duma mulher casada ela não apenas aceitou como retribuiu o ato fazendo o mesmo com ele e com isso o mais um longo beijo entre eles se deu quando pararam na barraca de tiro ao alvo e por isso após o beijo Juca se dirigiu ao cara mais carrancudo dentro da barraca pedindo:
Hei tio! Dê-me aquele urso branco com laçinho cor-de-rosa?
Para espanto de Ivonete tal sujeito abriu um sorriso mais parecido com um esgar e atirou o tal ursinho dizendo:
É todo seu!
Imediatamente ele o repassou a Ivonete que agradecida deu-lhe um beijo super longo e demorado durante o qual ela pode sentir o cacete de Juca crescer e se avolumar contra sua coxa direita que ela inconscientemente tinha encaixado entre as dele e sem dúvida que aquilo fez o sangue dela ferver a ponto daqueles deliciosos arrepios e calafrios começarem, mas novamente o que era bom durou pouco, o beijo acabou e a ronda recomeçou e mal se distanciaram Ivonete perguntou:
É mesmo seu tio?
Não! É apenas o dono do parque.
Isso fez a admiração que ela sentia por Juca crescer ainda mais e dessa vez a ronda foi parar no palco onde aconteceriam os shows e tão logo conferiu tudo e preparou as coisas para o show de mais tarde Juca passou um braço pelo ombro de Ivonete e a foi conduzindo de volta ao estúdio onde tão logo entraram Juca trancou a porta e após se recostas de costas numa das mesas puxou Ivonete para si passando a beijá-la avidamente no que foi prontamente correspondido o que franqueou caminho para a seqüência que se deu com ele tirando lentamente o casaquinho leve que ela usava sobre o vestido longo e com alças finas, mas na hora que Juca as baixou e assim começou a expor os seios farto de Ivonete essa fechou os olhos firmemente o que levou Juca a perguntar:
O que foi?
Nunca fiz isso com outro que não fosse meu marido!
Juca pôs aquele tom especial de carinho na voz pra dizer:
Já que pra tudo tem que ter uma primeira vez relaxe e aproveite essa a sua outra!
Assim que expôs os seios de Ivonete ele passou a beijá-los e a mordiscar os bicos rosados marrons claros, grandes e duros e na medida em que o tesão ia aumentando a vergonha foi desaparecendo e por fim Ivonete exclamou:
Nunca imaginei que isso pudesse ser assim tão mais gotoso!
Já que aquilo soava quase inacreditável Juca perguntou:
Não acredito que nunca te fizeram isso?
Sim, mas se preferir eu posso até jurar que você está sendo o primeiro a me fazer isso assim tão gostoso!
Inconformado com aquilo Juca insistiu:
Por quê?
Meu marido é tão religioso que por isso faz tudo de forma tão superficial que mal consigo acreditar que ele me tirou o cabaço!
Claro que isso excitou Juca quase ao extremo e por isso ele ainda segurando Ivonete pela cintura com ambas as mãos beijou cada um dos bicos dos seios dela para em seguida voltar a perguntar:
Em que mais serei o teu primeiro?
Fora os beijos, o sexo oral e a transa normal o resto terá a primeira vez com você.
A menção ao sexo oral fez Juca tocar de leve entre as coxas de Ivonete dizendo:
Pelo menos ele gosta de chupar uma fruta peluda, né?
Isso fez Ivonete dar vários beijos rápidos em Juca pra então responder:
Muito pelo contrário, pois ele quase morre de nojo.
E você gosta de chupar?
A resposta de Ivonete foi se ajoelhar diante de Juca, mas ao libertar a pica dele das calças ela não pode deixar de exclamar:
Ual! Nunca pensei que pudesse existir assim desse tamanho!
Mas, em lugar de se intimidar ela passou a beijar, lamber e sugar aquela picona ao mesmo tempo em que massageava as bolas e o mastro com as mãos, mas a visão daqueles seios grandões ali bem abaixo levou Juca a perguntar:
Já fez espanhola?
Ivonete desocupou a boca pra perguntar:
Como assim?
A tomando pela mão, Juca a conduziu até um arranjo de caixas de equipamentos dispostas, arrumadas e forradas de forma a dar conforto a quem se valesse delas e após deixar que Ivonete se acomodasse adequadamente encaixou sua tora entre os seios dela passando a imitar os movimentos de quem fode o que levou ela a dizer:
Que delicia! È tão diferente e tão gostoso que não paro de gozar.
Então Juca perguntou:
Gosta que te gozem na boca!
Claro que sim!
Ivonete se sentou e mais que depressa passou a sugar a pica de Juca que em breve anunciou:
Beba tudo, beba!
Foi tanta a porra que fluiu da tora de Juca que Ivonete quase não deu conta de engolir tudo, mas mesmo assim ela lambeu os beiços dizendo:
É delícia pura de verdade!
Que bom que tenha gostado, pois chegou minha vez de te retribuir a gentileza!
E antes mesmo que de poder perguntar o que ele queira dizer o posicionamento de Juca deixou claro que era chegada a hora dela ter a boceta chupada, mas ela não esperava era que antes de começar ele fosse perguntar:
Já fez isso antes ou será a primeira vez?
Por incrível que pareça nem mesmo a vergonha que sentia impediu Ivonete de responder:
Homem será a primeira vez sim!
Juca afastou o mais que podia a pernas dela para voltar a perguntar:
Então quem foi?
Foi uma prima assim meio amalucada!
Você a chupou também?
Aí sim a vergonha bateu recorde absoluto, mas mesmo assim ela não se furtou de responder:
Também a chupei, mas foram somente duas vezes.
Bom! Muito bom mesmo.
Seguido a isso Juca mergulhou a cabeça entre as fartas coxas de Ivonete passando a beijar, lamber e sugar a boceta dela e então quando enfiou um, depois dois e finalmente três dedos no cuzinho apertado dela os gemidos chegaram a tanto que Juca se interrompeu pra dizer:
Você gosta?
Sim e está ficando cada vez melhor.
Já quase seguido a isso Juca se levantou ela perguntou:
Vai meter nele agora?
Ainda não!
E após elevar as pernas de Ivonete deixando ela tal e qual uma franga assada passou a procurar pela entrada da boceta dela que mesmo estando hiper molhada como estava se mostrou tão apertada que ele se viu no direito de brincar:
Tem mesmo certeza de que não é mais virgem?
Bem! Pelo menos meu marido já meteu várias vezes nela sim. Só que o pau dele mal tem a metade do teu.
Ah bom!
Seguido a isso Juca passou a abrir caminho em curtas e precisas estocadas e como cada uma tirava caretinhas de dor ele perguntou a Ivonete:
Ta doendo muito?
Só um pouquinho.
Se quiser parar é só avisar?
Apesar de a dor estar um pouco maior do que esperava Ivonete ela concluiu:
Já que na primeira vez não doeu nem um pouco ao menos saberei dizer como é gostoso quando dói um pouco mais!
Como nada mais restava pra entrar Juca passou a meter calmamente de forma que não demorou quase nada pra que Ivonete passasse a gozar e pedir:
Mete mais forte, mete?
Ao invés de fazer o que Ivonete pedia, Juca passou a tirar e pôr bem devagar de forma que ela podia sentir toda a extensão daquele imenso pau deslizando dentro de sim e o efeito disso era tão devastador nas emoções dela que ela quase em transe se pôs a dizer:
É muito bom... É bom demais... Que delícia...
E assim foi repetindo até que Juca pediu:
Então goze gostoso que quero gozar juntinho com você!
Ao que ela respondeu quase gritando:
Então vai... Vai... Vai...!
Juca deu duas estocadas tão fortes e fundas que suas bolas se esmagaram contra o cuzinho de Ivonete e então deixou o gozo fluir para quase que imediatamente se deixar cair sobre Ivonete para lhe dar um longo e demorado beijo.
Assim ficaram por vários minutos e então como que atendendo a um relógio interno Juca saiu de sobre e de dentro dela dizendo:
Por mim ficaria assim pelo resto da vida, mas infelizmente o show está quase por começar!
Isso fez o casal se levantar, se vestir e se dirigirem ao palco onde a principio tudo esteve no mais normal possível, mas Ivonete ao se ver diante do grande ídolo dos fins da década de 70, o qual ela só tinha visto pela velha TV em preto e branco de sua avó paterna, a fez apertar com firmeza a mão de Juca perguntando:
Me belisque que estou sonhando!
De imediato Juca lhe tascou um bom beliscão na bunda o que a fez gemer de dor e dizer:
Sem dúvida alguma eu estou acordada mesmo!
Isso fez Juca rir e cochichar ao ouvido dela:
Só espero que não tenha se apaixonado por que ele parece não gostar tanto assim de mulher.
Isso fez Ivonete prestar atenção aos trejeitos afeminados e mal disfarçados para então murmurar:
Assim não dá! Assim não pode!
Mas, mesmo assim contrariada com a verdade dos fatos ela não pôde deixar de assistir ao show e tão logo esse terminou Juca desativou toda parafernália usada e abraçou Ivonete pelas costas perguntando:
Prefere que eu te coma antes ou depois de comermos alguma coisa?
Mesmo estando um bocado faminta ela deixou o resto de razão que ainda lhe restava falar mais alto:
Prefiro que me coma, senão acabarei perdendo o ultimo ônibus!
Mais uma vez eles foram direto do palco para o estúdio e dessa vez mal trancou a porta, Juca se aproximou de Ivonete pelas costas e após novamente tirar o casaquinho e finalmente o vestido, antes mesmo de tirar a calcinha, apalpou a esplendida bunda dela dizendo:
Ainda bem que você gosta de sexo anal, pois seria um desperdício enorme não poder saborear uma maravilha dessas!
A menção ao fato dela gostar daquilo levou Ivonete a questionar:
De onde tirou essa de que gosto disso?
Se não gosta, me enganou direitinho, pois enquanto te chupava lhe enfiei os dedos e você disse gostar muito mesmo?
Isso a fez virar de frente pra Juca dizendo:
Gostei muito daquilo, mas em termos de sexo anal aquilo foi a primeira e única coisa que fiz de verdade mesmo!
Juca a fez ficar novamente de costa para si e enquanto tirava a calcinha beijando o que ia sendo exposto sentenciou:
Então se prepare, pois sua hora e vez de tomar no cú chegaram!
Após te dito isso ele a conduziu até o arranjo de caixas e fazendo-a ficar de lado e de costas para assim ir encaixando sua tora entre as partes da bunda de Ivonete e como ao atingir o cuzinho dela ela o apertou ao máximo ele se obrigado a perguntar:
Está com medo?
Um pouco sim!
De que assim?
De que doa demais também!
Assim como na bocetinha depois que entrar ficará bom demais mesmo!
Tem certeza?
Ajoelhe no chão e debruce na caixa!
Ivonete começou a fazer o sugerido meia assustada e por isso perguntou:
O que pretende fazer?
Apenas te provar que não precisa ter tanto medo assim!
Ela o atendeu e então Juca se ajoelhando por trás passou a acariciar a bunda fenomenal de Ivonete com uma das mãos e após untar um dos dedos em vaselina procurou enfiá-lo no cuzinho dela e ao não conseguir pediu:
Agora o deixe bem frouxo!
Ivonete atendeu e com isso o dedo deslizou fácil o que permitiu Juca, após algum tempo, enfiar dois e finalmente três dedos o que a levou a dizer:
Você estava certo novamente!
Está gostando?
Nunca ao menos imaginei que isso pudesse ser assim tão gostoso!
Então que acha de me deixar trocar os dedos por isso daqui?
Ivonete olhou demoradamente para a tora de carne oferecida por Juca e por maior que fosse o medo que ela causava acabou cedendo, mas não sem antes dizer:
Ainda estou com muito medo!
Se ficar calma e relaxada não vai doer nada mesmo!
Seguido a isso Juca untou abundantemente sua tora e o cuzinho de Ivonete com bastante vaselina, encostou a cabeça e pediu:
Abra a bunda, relaxe e deixe-o bem frouxo!
Mas, e se mesmo assim doer muito?
Basta me dizer que pararei e tirarei!
Ivonete atendeu ao solicitado e com isso a pica de Juca passou a deslizar lentamente pelo cú dela adentro com tamanha facilidade e quase sem dor, mas mesmo assim ele querendo testar a confiabilidade de Juca falou:
Aí, Ta doendo!
Juca parou de imediato e procurou acalmar Ivonete dizendo:
Mantenha a calma que vou tirar bem devagarzinho!
Vendo que realmente ele cumpriria o prometido Ivonete apressou em dizer:
Precisa tirar não! Apenas pare um pouco pra ver se me acostumo.
Tudo bem! Experimente rebolar e mover pra frente e pra trás que fará ficar ainda melhor.
Ivonete passou a fazer o recomendado e com isso acabou por si mesma fazendo a maior parte da pica de Juca desaparecer dentro de si e ao ver isso Juca perguntou:
Viu como não precisava ter medo?
Sim! Estou vendo sim.
Está gostando?
Gostando é pouco estou sim é adorando!
Então mexe essa bunda gostosa que vai ficar melhor ainda!
E se curvando sobre as costas de Ivonete passou uma das mãos por baixo dela na altura dos seios e outra na altura da cintura podendo assim passar a acariciar aos seios e a boceta de Ivonete que de imediato reagiu dizendo:
Que delicia! Agora sim está bom demais.
Então rebole gostoso que vou gozar!
A sensação que aquilo lhe causava era ao mesmo tempo estranha e agradável e por isso Ivonete aumento o rebolado e Juca a firmeza com mantinha seu pau enterrado nela e assim sendo não demorou muito pra que ela exclamasse:
Vou gozar!
E ele:
Então goze! Goze comigo, Goze?
E como que atendendo a um comando único o casal deixou o gozo fluir de forma eu Ivonete derreou sobre o sofá e Juca sobre ela e assim ficaram por vários minutos e então Juca se ergueu, apertou ambas as partes da bunda de Ivonete com as mãos e foi fazendo sua tora sair bem lentamente e mal tinha saído tudo ela olhou para trás perguntando:
Sujou muito!
Apesar do quase inédito da pergunta Juca foi rápido e direto:
Veja por si mesma que não suja não!
Ivonete olhou detalhadamente e por fim concluiu:
Mais uma mentira esclarecida, pois me disseram que lambuzava tudo mesmo!
Pelo menos até hoje isso nunca me aconteceu, mas seja na frente ou atrás sempre é bom lavar direitinho mesmo.
Dito isso Juca se dirigiu ao sanitário e ao voltar Ivonete já tinha quase terminado de se vestir e por isso se desculpou:
Se eu não me apressar perderei o ônibus!
Tudo bem! Só esperar me vestir que te acompanho até a rodoviária.
Rapidamente Juca se vestiu, trancou tudo e passando um braço pela cintura de Ivonete falou:
Vamos?
Ela retribuiu passando um braço pela cintura dele e respondeu:
Sim, vamos!
Já que estação rodoviária ficava quase bem perto, eles não levaram nem cinco minutos e como o ônibus já se encontrava na plataforma e por ter visto que o destino do mesmo era Rio das Conchas, Juca puxou Ivonete para si e após vários beijos se despediu pedindo:
Amanhã venha com o que saí de lá as 14h10m!
OK! Virei nele sim!
Assim que o ônibus saiu, Juca retornou ao recinto onde se dava a festa meditando que para uma festa tão pequena aquela estava sendo boa até demais.
FIM
enviada por Katia Ramos
01/05/2005 11:46
O botão da Rosa!
© Kátia Ramos ramos_kaatia@hotmail.com ICQ 162167967
Mesmo depois de casada Vanda (Dando conta do recado!) manteve o costume de infância de andar pelo centro comercial de Rio das Conchas com Rosa, sua irmã imediatamente mais nova, naquele prazeroso gosto feminino por olhar vitrines e foi por isso que ao passarem por uma loja de artigos masculinos que depararam com Juca que sai de lá e que imediatamente cumprimentou Vanda:
Nossa! Quando tempo, hein?
Sem se deixar intimidar pela presença de Rosa, Vanda se deixou beijar no rosto por Juca pra então dizer:
Faz quase dois anos desde aquela vez!
Caramba! Tanto tempo assim? Perguntar se você está boa seria covardia e por isso me limito perguntar como vai à vida?
Como deve ter ficado sabendo me casei no inicio do ano.
A Regina me disse sim. E como está vida de casada?
Muito boa sim e o que anda fazendo?
Continuo naquela vida sem rumo e sem parada de militar!
E mudando de assunto rapidamente de:
E quem é essa deusa?
É minha irmã Rosa!
Meus parabéns! Você tem uma irmã muito bonita.
Esses elogios fizeram Rosa corar da cabeça aos pés o que levou Vanda a arreliar a imã:
Esquente não que ela inda ta mais pra caipira de roça do que pra garota da cidade!
Antes que Rosa retrucasse Juca se apresentou:
Sou Juca!
Muito prazer! E mesmo que Vanda já tenha dito eu sou Rosa.
O prazer maior é todo meu!
A isso se seguiu os três beijinhos de praxe e ao fim Vanda perguntou:
Essa é uma de minhas irmãs das quais te falei naquele dia?
Juca nem precisou puxar pela memória, pois desde o inicio já tinha deduzido aquilo e por isso piscou disfarçadamente pra Vanda e disse:
Só espero que não tenha dito a ela sobre aquele seu plano?
Dizer, até que disse sim, mas ela ao que parece quase morre de medo de homem, né Ró?
Rosa respondeu com um daqueles típico tapas que irmãs costuma se dar nos ombros e mais vermelha que pimentão disse:
Vai me pagar por isso, oh se vai!
E se afastou alguns metros com cara de poucos amigos e com isso Vanda pode se abrir mais com Juca dizendo:
Você nem imagina quanta saudade tenho sentido?
Sendo assim podemos matá-la agora mesmo, isso é, se você puder, é claro?
Vanda fingiu parar pra pensar e então respondeu:
Ainda tenho umas 3 horas de sobra.
Sendo assim vamos nessa. E a Rosa vai conosco?
Veremos!
Vanda foi até Rosa e ao chegar foi direta e reta:
Quer ir com a gente?
Não acredito que vai mesmo trair o Antonio?
Lá me vem você de novo com esses conceitos antiquados!
O casamento é teu, então se sirva à vontade!
Vem ou não vem conosco?
Mas, claro que não!
Sabendo que de anda adiantava argumentar com Rosa Vanda voltou a Juca dizendo:
Dessa vez ainda seremos apenas nós dois mesmo!
Já que o carro de Juca estava apenas a poucos metros de onde estavam logo eles estavam rodando pelas ruas da cidade e então Vanda passou a se justificar:
Rosa não era assim tão arredia e fechada, mas de pouco mais de dois anos atrás ela se fechou em sim como se algo muito ruim tivesse lhe acontecido.
Mesmo não sendo chamado a opinar Juca o fez:
Isso ta me cheirando coração partido, ou seja, na certa algum cara machucou fundo demais o delicado coração dela.
Mesmo não sabendo de nada que assemelhasse a aquilo Vanda concordou:
Pode ser que sim, sim!
Como já tinha chegado até a chácara recém adquirida pelo pai de Juca o assunto ficou por aquilo mesmo e tão logo saíram do carro e se encontraram frente a frente Juca puxou Vanda para si para um prolongado beijo de língua com caricias mutuas e ao fim coube a Vanda falar:
Nossa! Desse jeito ainda virarei um puta das bem depravadas, viu?
Se isso realmente vier a acontecer, não se esqueça de me avisar?
E pegando Vanda nos braços a carregou pra dentro da casa e direto para o quarto onde mal a depositou sobre a cama ela mostrando o quanto havia progredido em termos sexuais tirou a pica de Juca fora das calças e como ela ainda estava mole Vanda se deliciou chupando-a até deixá-la pronta pra combate e então se dando por satisfeita falou:
Sou toda sua!
Sem demora Juca passou a despi-la entre beijos e mordiscadas e ao se preparar para chupar a bocetinha dela Juca perguntou:
Conseguiu mantê-la virgem até o casamento?
Sim! Mas, isso me custou ter que tomar no cú todos os dias de namoro, ou seja, nas terças-feiras, quintas-feiras, sábados e domingos!
Então já que é assim vamos fazer essa delicia aqui trabalhar um pouquinho!
Daí em diante passou a chupar avidamente a boceta de Vanda que entre gozos e gemidos acabou por pedir:
Me fôda!
Já que estava esperando apenas por aquilo Juca ergueu as penas de Vanda até elas tocarem o peito dela para em seguida ir fazendo sua tora desaparecer lentamente pela boceta apertada de Vanda a dentro e na medida que ela ia avançando Vanda ia se deliciando e dizendo:
Que delicia! Que pica maravilhosa! Que loucura!
E foi assim até que Juca percebendo o gozo fina que se avizinhava de Vanda acelerou os movimentos para com isso poderem gozar no exato momento que ela gozou e sem duvida a combinação de gozos fez o casal apagar por vários minutos.
Já quase recuperados do embate sexual inicial o casal se valendo do conforto que uma cama de casal proporcionava passou a dialogar com Vanda perguntando:
Por que naquele dia você se limitou apenas a comer meu cú?
Porque se tivesse agido diferente hoje não estaria desfrutando dessa bocetinha deliciosa que certamente irei desfrutar por um bom tempo.
Ah sei! Diante disso posso confiar que se te ajeitar minhas irmãs você só vai meter no cú delas?
Se elas tiverem as bocetas virgens farei apenas isso sim, e é claro que irá rolar sexo oral também. E por falar nisso além de Rosa quantas imãs você tem?
Mais duas! Pela ordem de idade começa comigo, Rosa, Lena e Bel.
Se forem gostosas como você e Rosa mal conseguirei esperar pela oportunidade de tê-las ao meu dispor.
Já que conhece a mim e a Rosa posso dizer que Lena está algo assim entre nós duas, ou seja, tem mais corpo que eu e menos que Rosa.
Como assim?
Os seios delas são maiores que os meus e menores que os de Rosa, a bunda dela é maior que a minha, mas com quadril mais estreito que os de Rosa, as coxas dela são mais grossas que a minha e mais finas que as de Rosa e se ta me entendo ela fica assim como num meio termo entre Rosa e eu.
Juca tinha entendido sim e por isso perguntou:
E Bel?
Ela tem só 12 anos e por isso ainda não pra definir ao certo se sairá mais pra mim, pra Rosa ou pra Lena, mas mesmo sendo loura como Rosa e Lena, Bel tem olhos castanhos escuros como eu.
Realmente vocês formam um quarteto muito tesudo mesmo e será que algum dia poderei ter as quatro ao mesmo tempo?
Vanda parou um pouco ponderando os prós e os contras daquilo e ao fim concluiu:
Se eu conseguir convencer Rosa a te dar as outras virão por conseqüência disso, mas como viu Rosa para não ser assim tão afim de homens.
Já que Vanda tinha se virado de bruços Juca passou a brincar com a bundinha arrebitada dela e consequentemente com o cuzinho também e enquanto ela gemia e se contorcia de prazer Juca explicou:
Pelo que percebi Rosa tem uma questão amorosa mal resolvida e por isso ta assim tão fechada.
Ao que Vanda retrucou:
Que nada! Ela é acanhada demais mesmo.
Já que Vanda se encontra no ponto exato pra tomar no cú, Juca deixou a conversa pra depois e se deitando sobre ela foi fazendo sua tora deslizar lentamente para dentro do cuzinho de Vanda que novamente começou o seu:
Que delicia! Que pica maravilhosa! Que loucura!
E mais uma vez só parou quando o orgasmo final fez o casal apagar por outros longos minutos ao fim dos quais o casal tomou um banho rápido e se dirigiram ao encontro de Rosa e já que Juca procurando preservar Vanda a deixou numa rua lateral assim que essa se juntou a irmã na sorveteria central Rosa foi perguntando:
Como foi ter um pau diferente na boceta?
Foi tão gostoso que não pretendo ficar só nisso não!
O espanto causado por aquilo em Rosa foi tal que ela quase pulou da cadeira perguntando:
Como assim não irá ficar só nisso?
A reação de Rosa obrigou Vanda a mudar o que iria dizer dizendo:
Calma! Apenas quis dizer que irei sair com Juca tantas e quantas vezes puder e vá se preparando que na próxima você irá comigo, viu?
Dessa vez Rosa se levantou e antes de começar a caminhar em direção à porta falou:
Tenha certeza que não mesmo!
E como insistir seria bobeira demais Vanda tagarelou sobre tudo e sobre todos até chegarem à casa de seus pais.
Alguns dias separaram aquele encontro da próxima vinda de Juca até Rios das Conchas e dessa feita ele decidiu dar umas passadas de carro na frente da casa dos pais de Vanda pra ver se ao menos conseguia ver Rosa ou uma das outras irmãs, mas o que viu foi apenas a mãe delas e mesmo assim achou Madalena uma coroa danada de gostosa com especial destaque para os peitões e para a bundona dela o que o levou a apalpar o pau murmurando pra si:
Se bobear além de pegar tuas filhas acabarei te pegando também!
Já que insistir em passar demais por ali complicaria as coisas Juca decidiu se dirigir ao centro e ao que parece a sorte estava ao seu lado, pois já na primeira passada em frente a aquela sorveteria lá estava Rosa e uma garota que pela descrição dada por Vanda só poderia se Bel e como todo bom malandro ele completou a volta, parou, entrou e como quem não queria nada mais nada menos que um sorvete apenas disse uma cordial oi e foi pegar o que supostamente queria, mas ao voltar parou e perguntou:
Como vai a Rosa mais linda do mundo?
Isso fez Rosa corar das solas dos pés ao topo da cabeça e como essa ficou em silencio ele se dirigiu a Bel:
Sem dúvida as rosas vermelhas são as mais dentre todas!
Isso fez Bel rir e dizer:
Mesmo que essa cor vermelha seja causada por pura vergonha?
Claro que mesmo assim, pois uma Rosa sem vergonha é igual a uma rosa sem perfume.
Dessa foi Rosa quem riu e perguntou:
Por que não senta um pouco com agente?
Mais que depressa Juca atendeu ao solicitado e com isso passaram a ter uma conversa bem animada e cheia de frases de duplo sentido sendo que a maioria não teve o sentido real compreendido por Bel e assim sendo Juca acabou perguntado:
Que tal me deixar ver a cor, sentir o perfume e quem sabe até o sabor do teu botão, Rosa?
Se Bel ficou boiando na conversa, Rosa entendeu bem demais a indireta mais direta que já tinha recebido e mesmo que uma parte sua disse para aceitar a outra dizia que não e por isso ele resolveu continuar em tom de brincadeira:
E sem em lugar de querer provar apenas o botão você quiser a Rosa por inteira?
Pode confiar em mim que assim como apenas provei o botão da roda de Vanda apenas provarei o botão da rosa de Rosa também!
Nisso Rosa se viu num beco quase sem saída e por isso se valeu de Bel pra tentar fugir e sinalizando em direção dela falou:
Como vê hoje não tem jeito mesmo!
Ao que Juca atacou se dirigindo para Bel:
Você acharia ruim de ficar aqui tomando todo o sorvete que quiser enquanto vou com Rosa colher o botão dela?
Mesmo sendo tão jovem Bel tinha entendido que havia outras coisas envolvidas naquela forma cifrada de dizer as coisas e foi por isso que perguntou:
Por que não posso ir com vocês?
Ao que parece Rosa tinha se decidido a ir, pois respondeu:
Você ainda é nova demais pra poder participar desse tipo de colheita de botões, mas quando tiver idade suficiente eu mesma cuidarei para que Juca colha seu botãozinho, certo?
Mesmo não tendo entendido completamente o que Rosa dissera Bel concordou:
Tudo bem! Mas, ale de sorvete vou querer chocolate e refrigerante também!
Ao que Juca afagou os cabelos louros dela dizendo:
Pode pedir o que quiser mesmo!
E para Rosa:
Vamos!
Rosa se levantou se sentindo envolta num clima meio que de irrealidade, pois ela se sentia como se estivesse olhando a distancia para sim mesma e foi se sentindo assim que chegou à mesma chácara onde Juca tinha levado Vanda e dessa feita em lugar de carregar Rosa no colo Juca passou um braço pelo ombro dela e a conduziu para dentro da casa e mais uma vez direto para o quarto e tão logo cruzou aquela porta Rosa se conscientizou que estava ali pra dar e já era assim, assim seria e por isso ficando de frente pra Juca passou os braços pelo pescoço de Juca dizendo:
Só espero não te decepcionar demais!
Claro que Juca não entendeu aquilo, mas como no momento compreender o que ela tinha dito era o que menos importava Juca se entregou aos beijos de Rosa e Juca se valendo disso abriu o vestido que ela usava e fez deslizar pelo corpo de Rosa até deixá-la apenas de calcinha e sutiã de forma que a vergonha de Rosa a fez fechar os olhos e ir se deitando na cama e então Juca a livrou do sutiã e ao ver aqueles lindos seios grandes, duros e bicudos não pode deixar de exclamar:
Se teu botão não for rosa ao menos esses bicos são!
E depois disso se pôs a lamber, beijar e sugar os seios de Rosa que foi ao delírio até que Juca se deitando ao seu lado procurou enfiar uma das mãos dentro de sua calcinha o que a levou a dizer:
Preferia que não fizesse isso?
Se quer assim, tudo bem, mas pelo menos poderia me explicar o motivo?
Rosa virou a cabeça pra o lado oposto e em lugar de responder afastou lentamente as pernas franqueando assim a acesso ao dedo de Juca que devido à extrema lubrificação que encontrou deslizou até o fim sem encontrar nenhuma dificuldade ou bloqueio e ao que parece Vanda sabia muito bem o que aquilo significava, pois antes mesmo de Juca perguntar qualquer coisa ela se explicou:
Eu era ingênua demais pra entender direito o que meu tio estava me fazendo, mas agora sei que é tarde demais pra me lamentar.
Então é isso que te causa medo a ponto de não querer namorar?
Sim, pois como sabe sou evangélica e por isso na certa ele irá me chutar pra bem longe pra depois sair metendo a língua pra todo mundo!
Realmente eram fatores a serem ponderados, mas como isso em nada implicava em responsabilidade da parte de Juca ela piscou maliciosamente e disse:
Quanto a isso poder ficar tranqüila que será segredo nosso!
Já que sabia poder confiar em Juca ela deixou que ele lhe tirasse a calcinha para em seguida entregar a boceta pra a mais deliciosa das chupadas de sua vida, mas mesmo estando quase fora de combate como estava na hora que Juca se posicionou pra começar a introduzir seu pau na bocetinha de Rosa essa fez um cara de assustada o que levou Juca a dizer:
Não precisar ter medo que farei bem devagar e com muito cuidado!
Mesmo sabendo ser desnecessário, Rosa falou:
É daquela vez doeu demais mesmo e até sangrou!
Vendo que continuar seria ruim demais pra ambos Juca decidiu mudar de tática e de posição e então fez Rosa se deitar de lado pra poder ficar atrás dela e após encaixar sua tora entre aquelas coxas grossas e torneadas pediu:
Então precisa se preocupar porque não pretendo te fazer sofrer e sim só sentir muito prazer!
Mas, e se doer demais?
É só relaxar e deixar entrar que não doerá nada de nada!
A voz calma e segura de Juca foi tranqüilizando Rosa de forma que mesmo sendo de dimensões tão avantajadas a pica de Juca passou a deslizar lentamente só se sustendo quando nada mais restava por entrar e então Juca quase sussurrou ao ouvido de Rosa:
Vá virando junto comigo!
Rosa passou a atender Juca e com isso em breve estava de bruços e com a tora de Juca toda enterrada dentro de si e como a ausência de dor significava não ter mais nada a temer Rosa foi se soltado de forma que a garota medrosa e assustada foi dando lugar à mulher sedenta por sexo e foi indo de gozo em gozo que lá perto da exaustão total sentiu que a pica de Juca tomava um rumo bem diferente e por isso ela alertou:
Você está pondo no meu cú!
Isso mesmo!
Já que as forças de Rosas estavam enfraquecidas demais pelos gozos sucessivos ela se limitou a cravar unhas e dentes no lençol procurando assim mitigar a forte dor e foi assim que ela deixou tora de Juca seguir caminho só voltando a reagir quando ele pediu:
Mexe essa bunda gulosa, mexe!
Mesmo sem saber ao certo o que e como fazer, Rosa passou a menear lentamente o quadril, mas na medida em que isso foi aumentando o tesão Rosa foi se soltando passando a rebolar e a gemer quase alucinadamente quase indo a loucura quando Juca se deitando dobre ela murmurou em seu ouvido:
Vai! Devora minha pica que vou gozar.
Isso fez Rosa acelerar o rebolado e as contrações da bunda de forma que Juca gozou como nunca tinha gozado antes o que acabou por fazendo Rosa ter também um dos maiores orgasmos de sua vida e com isso ambos ficaram derreados por vários minutos ao fim dos quais Juca rolou para o lado e perguntou:
Posso fazer uma pergunta sem te magoar ou te ofender?
Pode sim!
Foi seu tio que ensinou essa delicia de bunda ser assim tão gulosa?
E para espanto de Juca ela respondeu:
Ele apenas me fodeu a boceta e mal amanheceu o dia ele foi embora como que fugindo e por isso coube a você me ensinar a ser gulosa com a bunda!
Sério?
Sim! Claro que sim!
Juca queria mais conversa, mas Rosa caiu num daqueles sonos reparadores e com isso ele se viu só e para matar o tempo foi tomar um banho e mesmo tendo consumido mais de meia hora ao voltar Rosa ainda estava como ele a deixara e por isso ele passou a beijar-lhe as costas e foi descendo até a bunda de Rosa que ao sentir a língua dele percorrer o rego em toda sua extensão se arrepiou toda que se virando de costas pediu:
Me deixe chupar teu pau?
Claro que sim!
E se deitando de costas se entregou a um delicioso boquete e ao fim dele Rosa se deitou de costa e após arreganhar as pernas pediu:
Vem que aqui tem uma rosa ainda mais faminta que o botão!
Juca se deitou sobre Rosa que ao sentir a cabeça na entrada da boceta pediu:
Meta devagar que ainda estou assustada demais!
Tudo bem!
Juca foi deslizando lentamente seu pau pra dentro de Rosa que a sentir que nada mais restava pra entrar pediu:
Agora meta gostoso e me mate de tanto gozar!
Juca a fez ficar em franga assada para então passar a dar estocadas fundas e vigorosas de forma que Rosa podia sentir as bolas dele baterem em seu cú para então soltar o gozo final que reforçou e redobrou o orgasmo alcançado que Rosa chegou a pensar que estava morrendo num mar de delicias e gostosuras.
Assim como tudo na vida tem sua hora a do casal partir chegou e se a vinda foi feita de forma mais rápida possível a volta estava sendo bem mais lenta e por isso Rosa pôde comentar:
Agora entendo por que mesmo estando casada a Vanda faz questão de transar com você!
Depois de casada irá sair comigo assim como Vanda fez?
Rosa fitou Juca com ar de total desolação no rosto e os olhos rasos de água dizer:
Não se iluda com isso que homem algum irá querer se casar com uma mulher assim como eu!
Dessa vez Juca parou o carro para um o beijo pra depois dizer:
Isso é coisa que ta na tua cabeça, pois você não é a primeira e nem a ultima a perder o cabaço antes do casamento e mesmo assim se casar com outro cara.
Até parece que você não conhece a doutrina que sigo?
Conheço sim e por isso te garanto que se for sincera e honesta não terá nenhum problema em conseguir casamento e além do mais mesmo os homens evangélicos já não são mais o ignorantes de tempos atrás e se quiser posso te citar um monte de exemplos de garotas que se casaram nessa situação.
Mais uma vez o magnetismo pessoal de Juca falou mais alto de forma que além de se conforma com sua situação Rosa acabou por dizer:
Só você mesmo pra me devolver a confiança em mim mesma!
Rodaram mais um pouco em silencio e de mãos dadas e então achegarem de volta á sorveteria Juca deu beijo leve em Rosa e perguntou:
Se quiser sair contigo novamente?
Já sabe onde moro e por isso é só passar por lá!
Outro beijo rápido e cada qual seguiu seu rumo e destino.
FIM
enviada por Katia Ramos
20/03/2005 12:30

enviada por Katia Ramos
19/03/2005 14:30
Dando conta do recado!
© Kátia Ramos ramos_katia@hotmail.com ICQ 162167967
Às vezes um simples recado pode acabar desencadeando uma série de fatos e de acontecimentos inéditos e foi exatamente isso que aconteceu com Vanda quando mesmo depois de casada Regina (Vingança maligna) continuou se envolvendo com Juca e ela chegou à casa de sua prima e amiga intima pedindo:
Vanda! Você poderia levar um recado pra mim?
É só me dizer qual, pra quem e onde?
Sabe aquele cara do carro vermelho com que tenho saído?
Sei sim!
Ele estará ali na praça me esperando e preciso que o avise de que não poderei ir encontrá-lo hoje, mas que amanhã estarei esperando por ele lá mesmo e no mesmo horário.
Como era uma tarde de sábado Vanda não viu nada assim de tão errado em ir levar o recado para a prima e por partiu sem demora para o local indicado onde ao chegar não teve a menor dificuldade em encontrar o carro referido por Regina e como Juca dentro ouvindo musicas ela se aproximou pelo lado do motorista pra poder dizer:
Boa tarde!
E já Juca acompanhou a aproximação de Vanda pelo retrovisor ele usando de sua velha malicia respondeu:
Muito boa sim!
Mesmo não entendo direito Vanda procurou se desincumbir do recado:
Sou prima da Regina e ela me pediu pra vir te avisar que ela não pôde vir hoje, mas que virá amanhã na mesma hora.
Juca fez um daquelas caras típicas de cachorrinho abandonado pra poder dizer:
Poxa! É mesmo uma pena, né?
Já que não sabia o que responder Vanda se limitou apenas a comentar:
Se você diz que é então concordo que seja sim!
Mesmo sendo pouco pra dar alguma referência Juca arriscou:
Já que é assim porque não entra pra darmos uma voltinha?
Tudo na educação severa de Vanda dizia que ela em hipótese alguma deveria aceitar tal convite, mas movida pela curiosidade por saber o quanto Dirce tinha falado de verdade ela aceitou o convite, mas mal se sentou ela foi dizendo:
Antes de mais nada quero deixar claro de que tenho namorado e de que pretendo me manter virgem para poder me casar com ele no ano que vem!
Antes de se intimidar com o discurso de Vanda Juca apresentou sua justificativa:
Não precisa se preocupar porque casos como os de Regina são raras exceções á minha regra de só fazer sexo anal com moças virgens!
A forma direta e reta da resposta de Juca desconcertou um pouco Vanda, mas isso levou apenas poucos segundos, pois ela voltou á carga:
Ah ta! E o que me garante que você fará comigo apenas o que fez com Dirce?
A principio nada mesmo a não ser que essa é a maneira mais fácil de enrabar uma mulher é quando ela ainda é virgem, a não ser que teu namorado já lhe tenha te feito esse favor?
Isso fez Vanda relembrar as tantas e quantas investidas de Antonio visando faturar sua bundinha arrebitada e como cada dia estava sendo mais difícil resistir a ele e por isso ela foi sincera com Juca:
Por mais que ele queira tenho medo de que ele me faça o Luiz fez com Marta.
Devido a similaridade de nomes Juca quis conferir se era as mesmas pessoas e fatos:
O que assim de tão mal esse Luiz fez?
Assim como eu Marta queria se manter virgem até o casamento e então com medo de perder o Luiz ela acabou sugerindo o sexo anal, na hora o safado concordou plenamente, mas quando ela estava de bruços ele se valeu disso pra tirar a virgindade dela sem dó nem piedade mesmo!
Realmente era algo deveras complicado pra se envolver, mas como Juca sabia que eles tinham se casado procuro tranqüilizar Vanda:
Concordo que ele tenha agido errado, mas antes de mais nada você tem que levar em conta de que eles pretendiam se casar o que nem de longe é o nosso objetivo, certo?
Sem dúvida que está certo sim!
Como já tinha chegado a um local um tanto isolado Juca saiu do carro sendo de pronto imitado por Vanda que se abraçou a ele perguntando:
Tem certeza de que aqui é realmente seguro?
Claro que sim!
Se dando por satisfeita com isso Vanda se entregou ao primeiro beijo e se valendo disso Juca passou a percorrer o corpo dela com as mãos e com isso não tardou em constatar que havia muito mais mulher dentro daquelas roupas típicas de mulheres evangélicas e foi por isso que ao final do beijo ele falou:
Deveria haver uma lei que proibisse mulher gostosa de usar esse tipo de roupas!
Em lugar de se mostrar acanhada com tal elogio Vanda arreliou:
De onde tirou essa de que sou gostosa se nunca me viu nua ou com outro tipo de roupas?
Mesmo que minhas mãos já tenham me dito isso ter ver nua será apenas uma questão de mero detalhe!
E fazendo Vanda se virar de costas para ele Juca abriu o zíper que fechava o vestido pelas costas e após isso o empurrou lentamente de forma que assim que os ombros ficaram livres o vestido foi por si só até o chão e o que via era tão agradável e apetitoso que Juca dando umas palmadainhas de leve na bunda arrebitada de Vanda concluiu:
Agora entendo claramente o porquê de seu namorado ser tarado por essa bundinha deliciosa!
Isso encheu tanto Vanda de vaidade e orgulho que ela se virando de frente perguntou em tom de zombaria:
Então devo deduzir que apenas minha bunda é bonita e desejável?
Já que o sutiã deveras antiquado que Vanda usava cobria totalmente seus seios, Juca teve que primeiro remove-lo para sem seguida tocar de leve cada um daqueles seios pequenos, bicudos e duros para então responder:
Até agora ta tudo na mais perfeita ordem sim!
Então se pôs a beijar, lamber e sugar os seios de Vanda que se deliciando com aquela caricia se deixou recostar na frente do carro e som isso Juca pode passar a acariciar a boceta dela ainda por sobre a calcinha, mas isso foi por muito pouco tempo, pois em questão de minutos os dedos ágeis de Juca já se insinuavam pela cacinha a dentro, mas na hora de se insinuarem para dentro da bocetinha dela a dentro Vanda fechou as pernas o que levou Juca a deixar de sugar aqueles seios deliciosos pra pedir:
Calma! Vou colocar apenas esse dedo aqui.
Mesmo parecendo pouco foi o bastante pra convencer Vanda a abrir as penas de forma que o dedo de Juca pode deslizar por aquele túnel quente, úmido e latejante até ser barrado pelo cabaço intacto de Vanda que entre gemidos e suspiros acabou pedindo:
Por favor! Deixe de me maltratar e meta em mim antes que eu morra.
Qualquer outro se aproveitaria disso para desvirginar Vanda, mas Juca fiel as seus princípios a fez se virar de costas e se debruçar sobre a frente do carro para então passar a massagear a boceta e o cú de Vanda com uma das mãos enquanto se livrava das roupas e preparava sua tora com a outra e então quando tudo estava como devia de estar ele se posicionou atrás de Vanda pedindo:
Fique calma e relaxe!
Mais calma que estava era impossível Vanda ficar e por isso ela se valendo do que Dirce e Regina alardeavam ela deixou o cú o mais frouxo e relaxado que pôde e então a tora de Juca começou a abrir caminho e mesmo com olhos rasos d´água ela se viu abrigada a exclamar:
Aí que gostoso!
Incentivado por aquilo Juca continuou a fazer seu pau deslizar por aquele orifício apertado só parando quando nada mais restava para entrar e então por fim não se conteve e perguntou:
Tem certeza que nunca fez isso antes?
Certeza absoluta de que nunca fiz!
Mesmo ainda meio em dúvida, Juca passou a meter lenta e metodicamente sua pica em Vanda que de gemido em gemido e de suspiro em suspiro acabou soltando o mais alto gemido e profundo suspiro anunciando assim o orgasmo que chegava e Juca usando isso como um gatilho deixou seu gozo fluir levando Vanda a gemer ainda mais alto e a suspirar ainda mais profundamente pra se deixar mergulhar na doce bruma do prazer total.
Juca ficou deitado sobre as costas de Vanda até que essa desse sinal de recuperação e então tirou lentamente sua pica de dentro dela e essa após se erguer e se posiciona recostada de costa na frente do carro falou:
Sei que dificilmente irá acreditar que essa foi realmente minha primeira vez, mas mesmo assim devo esclarecer que tinha tanta, mas tanta vontade de que isso me acontece que nem mesmo a forte dor inicial conseguiu me intimidar e sim me excitou ainda mais!
Mesmo ainda não sendo muito experiente nos meandros sexuais Juca se deixou levar pelo pouco significado que tinha Vanda ter ou não ter feito aquilo e por isso que após beijar ela ternamente falou:
Se você gostou o tanto que acredito que gostou nada mais mesmo me importa!
Mesmo estando diante duma afirmativa Vanda se viu no direito de fazer a sua:
Gostar foi pouco! Eu adorei tanto que até incentivarei minhas irmãs a fazerem o mesmo, isso é, se você aceitar iniciar ela também?
Se elas se agradarem de mim e quiserem que seja eu o primeiro delas não vejo nada de errado não!
Dessa vez foi Vanda quem puxou um beijo deveras apaixonado e como o tempo não perdoa logo em seguida eles se vestiram e voltaram e como era de se esperar Juca deixou Vanda o mais perto da casa de Regina que a prudência permitia e mal Vanda entrou Regina a interpelou:
E aí? Conseguiu dar o recado?
Só que acabei não dando apenas o recado, viu?
E o que mais deu?
Dei o cú também!
Isso fez Regina quase pular da cama pra perguntar:
E como foi?
A coisa mais maravilhosa que poderia me acontecer!
Bem! Sendo assim bem vinda ao mundo das bundas gulosas!
Claro que sim! Claro que sim!
Fim
enviada por Katia Ramos
27/02/2005 16:11
Sem motivos pra se arreepender!
© Kátia Ramos ramos_katia@hotmail.com ICQ 162167967
Tem quem consegue viver sem nunca se arrepender, mas também tem pessoas que assim como Márcia deixam de fazer alguma coisa e depois passam os dias se arrependendo disso e já que seu maior arrependimento era de ter resistido aos ataques de Juca ela se valeu da oportunidade proporcionada pela ida dele ao local onde ela trabalhava para deixar todo o acanhamento de lado e perguntar:
Ainda está chateado comigo?
Juca parou pra procurar algum motivo para aquilo e como não achou nenhum perguntou:
E que motivo eu teria pra isso?
Márcia se aproximou um pouco mais pra poder baixar o tom da voz e dizer:
É que achei que você ainda estava chateado por causa daquele dia lá em casa?
Juca ainda se lembrava muito bem daquela tarde quando tinha ido fazer um pequeno reparo elétrico na casa de Márcia e que se valendo da amizade existente entre eles e do fato dela ter se separado recentemente para arriscar a sorte com ela e por isso que respondeu:
Naquele dia fiquei sim, mas já no dia seguinte eu entendi que acabei me precipitando demais e com isso cheguei até a ficar mal comigo mesmo por ter feito o que fiz e por isso espero que já tenha me perdoado.
Márcia se aproximou um pouco mais e tocando de leve o rosto de Juca falou:
Sabe! Naquela ocasião eu ainda achava que minha separação era apenas uma coisa temporária e que por isso eu estaria traindo o Luiz, mas que ledo engano, pois como sabe ainda continuo sozinha e arrependida demais mesmo por ter repudiado seus carinhos.
Agora foi Juca quem tocou o rosto dela pra dizer:
Então é só me convidar que farei o impossível que não tenha mais do que se arrepender!
Então se sinta intimado a comparecer lá em casa amanhã às 19h00min. certo?
Antes de responder Juca se valendo de que a sala de espera onde estavam estava vazia puxou Márcia pra junto de si pra poder beijá-la e acariciar-lhe a farta bunda que tanto o excitava e só após sentir o estremecimento causado por três gozos consecutivos ele cessou a caricia pra sugerir:
Por que não aqui e agora?
E já que a ida de Juca até lá tinha sido motivada pela viagem repentina do medico para quem Márcia trabalha, ela caminhou até a porta e após fechá-la voltou até onde Juca tinha ficado recostado na mesa e então assim que se achou ao alcance enlaçou o pescoço dele se oferecendo para um prolongado beijo e novamente enquanto beijava Márcia Juca se pôs a acariciar a bunda redonda e carnuda dela por sobre as caça justa que ela usava o que levou ela a comentar:
Pelo jeito você muito mesmo de uma bunda, né?
Ao que Juca respondeu:
Principalmente das grandes igual sua!
Já que Márcia não se sentia nada feliz com sua bunda por achá-la grande demais ela mudou o objetivo da conversa perguntando:
E de peitos grandes?
Primeiro Juca apalpou demoradamente os seios de Márcia por sobre a blusa e como que achando aquilo pouco pra tomar uma decisão passou a abrir lentamente a blusa dela e então quando Márcia estava apenas de sutiã ele a livrou dele para voltar a apalpar os seios grande, duros e bicudos dela pra somente então concluir:
Realmente são magníficos mesmo!
E seguido a isso passou a beijar sugar e mordiscar os mamilos salientes dos seis de Márcia que passou a gemer baixinho e a gozar sem parar até que Juca lhe perguntou:
Você já fez espanhola?
O que é isso?
Não acredito que tendo uns peitos assim tão lindos nunca ninguém lhe tenha metido o pau entre eles como que se masturbando?
Agora que sabia e entendia o que Juca queria saber ela se viu na obrigação de se explicar:
Até hoje só transei com meu ex-marido que nunca foi nada criativo em termos de sexo.
Então se sente aqui!
Dizendo isso Juca a fez se sentar numa cadeira e após posicioná-la adequadamente tirou seu imenso pau pra fora o que fez Márcia exclamar toda cheia de espanto:
Minha nossa! É descomunal.
O que mais uma vez levou Juca a dizer meio constrangido:
Mas, não precisa ter medo porque ele não te morderá!
Macia tocou de leve com uma das mãos como que para se certificar de que Juca dizia a verdade pra só então passar a manipulá-lo adequadamente e ao sentir aquilo crescer e tremer em suas mãos ela exclamou:
É realmente magnífico!
E após beijar, lamber e sugar o que conseguiu por na boca conclui:
Me morder ele não vai, mas me arrebentar todinha ele vai sim!
Juca sorriu e passando a acariciar a cabeça de Márcia disse em tom paternal:
Pode ficar tranqüila que ele é muito mansinho mesmo!
Ao que parece Márcia não estava mesmo nada interessada a se preocupar, pois passou a beijar, lamber e sugar o que podia daquela tora, como Juca não dava sinal de gozar ela sugeriu:
Que tal me mostrar a tal espanhola?
Juca passou a tentar encaixar seu pau entre os seios de Márcia, mas como não consegui faze-lo da forma adequada ele pediu a ela:
Melhor se deitar no chão!
Mais que depressa Márcia se deitou no chão acarpetado permitindo assim que Juca se posicionasse de forma a finalmente encaixar sua tora entre os seios fartos de Márcia pra assim passar a se mover como que se estivesse dando um foda e já que aquilo estava realmente muito gosto Márcia exclamou:
Essa coisa é boa demais mesmo!
Se apertar eles com as mãos ficará ainda melhor!
Márcia atendeu ao sugerido e com o aumento da fricção Juca não demorou a dizer:
Estou quase gozando!
Ao que Márcia concluiu:
Então goze comigo!
Juca gozou e bastou apenas sua porra quente na pele de Márcia pra fazer com ela gozasse gostoso como não se lembrava de já ter gozado, mas apesar de estar assim tão gostoso Márcia se moveu fazendo cara de desconforto que levou Juca a perguntar:
O que foi?
Nada não! Apenas o carpete que é meio áspero.
Mil desculpas mesmo!
E dizendo isso passou a ajudá-la a se levantar de forma que a porra de Juca ainda retida entre os seios passou a escorrer pela barriga de Márcia o que a levou a pedir:
Espere que já voltarei!
Assim que chegou ao sanitário, Márcia precisou despir a calça para poder limpar toda aquela porra e como naquele momento ela era totalmente dispensável ela simplesmente atirou a calça num canto e trajando apenas calcinha fio dental e sandálias de salto alto que ela se apresentou a Juca que ao vê-la se aproximando assobiou e disse:
Nossa! Você está o maior tesão que já vi.
Mesmo encabulada com aquilo Márcia conseguiu perguntar:
Acha isso mesmo ou está dizendo apenas pra me agradar?
Pra mim tudo em você combina perfeitamente, os seios grandes com a cintura fina e as coxas grossas com a bunda grande...
Nisso Márcia o interrompeu pra dizer:
O que dizer que gostando ou não ela terá que engolir tudo isso daqui.
Ao que Juca se viu no direito de perguntar:
E você gosta?
Nas poucas vezes que fiz até que não achei muito ruim não!
Então o pelo menos o maridão teve criatividade pra isso, né?
Márcia ficou brincando um pouco com o cacete de Juca pra só depois dizer:
Não sei de foi bem criatividade ou vingança, mas foi ele sim.
Como assim vingança?
Então Márcia se recostou na mesa pra contar:
Depois que nós largamos, ele voltou pra cidade de origem e mesmo assim eu continuei insistindo em reconciliar e então ele acabou me convidando pra passar um final de semana lá com ele e mal ficamos a sós ele foi me avisando que mesmo sabendo o quanto eu abominava o sexo anal ele iria me enrabar nem que fosse na marra e então foi assim que estreei no sexo anal.
E ele precisou te pegar na marra?
Eu estava tão iludida que aquilo poderia reatar nosso casamento que já de cara fui ficando de quatro e deixando-o mandar ver.
E você gostou?
Tanto que até hoje me arrependo de não ter deixado ele me enrabar já na lua de mel como ele tanto queria.
E por falar em lua de mel, você se casou virgem?
Totalmente virgem mesmo, pois nem boquete tinha rolado antes!
E além dele você já teve outros homens?
Não!
Nem mesmo depois de separada?
Como já disse sempre me iludi com a possibilidade de voltarmos, mas agora que não vejo mais essa possibilidade decidi aproveitar a vida também..
Enquanto o diálogo rolava Juca pegou duas cadeiras e as posicionou ao lado da mesa de forma a que Márcia pudesse se ajoelhar com um joelho sobre cada uma e se debruçasse sobre a mesa pra assim se franquear os ataques de Juca que começou por esfregar seu caralho no rego da bunda e na boceta de Márcia dizendo:
Realmente acho muito que goste de sexo anal, pois seria uma judiação desperdiçar uma bunda assim tão gostosa!
Então como que se decidindo em qual buraco entraria primeiro Juca passou a fazer sua tora deslizar pela boceta apertada e molhada de Márcia à dentro e enquanto ela se deliciava e gozava sem parar ele pegando o pequeno e inseparável frasco de gel lubrificante passou a preparar Márcia para a seqüência de tudo que veio com ele pedindo:
Abra a bunda, querida!
Enquanto Márcia atendia ao pedido de Juca esse espalhou uma boa quantidade de gel em seu pau e então contraste do gel frio com o calor de seu interior fez Márcia exclamar:
Minha nossa! Que delicia!
Então mostre quanto gosta rebolando no meu pau?
Mesmo que aquela invasão estivesse lhe arrancando algumas lagrimas dos olhos Márcia passou a menear o quadril para os lados e para frente e para trás de forma que num piscar de olhos a tora de Juca estava toda alojada no cuzinho dela o que levou ele a exclamar:
Caramba! Que delicia de bunda gulosa.
E pegando Márcia pelos ombros passou a puxá-la para sim fazendo assim seu pau entrar tão fundo que ela passou sentir as bolas se chocarem contra sua boceta o que a fez pedir:
Ponha na boceta pra eu ver a diferença?
Mais que depressa Juca fez seu desaparecer pela boceta de Márcia a dentro ao que essa exclamou:
Isso também é bom demais!
Já que o efeito de tudo aquilo era forte até mesmo pra Juca ele fez seu pau desaparecer dentro do cú de Márcia novamente para logo em seguida deixar o gozo fluir dizendo:
Que gozada gostosa!
Bem que Márcia queria dizer o mesmo, mas a força do orgasmo foi tão grande que ela simplesmente se deixou tombar sobre a mesa mergulhando naquele doce e deliciosa bruma da satisfação total.
Minutos depois Juca se dando por satisfeito tirou bem lentamente seu caralho de dentro de Márcia e foi ao sanitário E quando de lá voltou essa estava sentada sobre a mesa sorrindo e ao chegar perto o suficiente para ficar entre as pernas dela ela envolveu com braços e pernas dizendo:
Agora sim sei como é bom fazer algo e não ter que me arrepender disso!
Um longo beijo se deu entre eles e então cada qual passou a pegar suas roupas e se vestir e quando Juca, após pegar o computador que tinha ido buscar, estava quase saindo pela porta Márcia o reteve pra dizer:
Sempre que quiser saberá onde me encontrar!
Sim eu sei, e você também sabe como e onde me encontrar!
Outro beijo longo e demorado e cada qual foi seguir o curso de sua vida sem precisar se arrepender de nada mesmo.
Fim
enviada por Katia Ramos
05/02/2005 18:51
Vingança Maligna!
© Kátia Ramos ramos_katia@hotmail.com ICQ 162167967
Mais uma vez Regina estava com o cacete de Paulo na mão e o velho dilema de sempre que era de atender aos apelos do namorado que queira lhe tirar a virgindade ou seguir sua consciência que dizia que não o fizesse antes do casamento e como a consciência falou mais alta ela novamente insistiu:
Só mesmo se for sexo anal!
Ao que Paulo retrucou bruscamente:
Se quisesse comer cú eu estaria namorando um viado e não uma mulher!
Tudo bem que ele não fosse adepto ao sexo anal, mas daí até chegar a dar uma bofetada daquelas já era demais mesmo e nem mesmo o fato dela ter argumentado que muitos casais, que por serem evangélicos assim com eles, se valiam disso para preservarem a virgindade da garota até o casamento conseguiram amenizar as coisas e sim provocou outra reação quase tão brutal em Paulo:
Escute aqui sua vagabunda! Se estiver pensando em ficar dado o cú pra mim apenas pra preservar o cabaço pra outro como a Dirce fez pode ir procurar outro trouxa, porque não sou assim tão idiota não, entendeu?
Claro que ela tinha entendido sim, mas o que ela não tinha era compreendido o motivo de Paulo estar assim tão revoltado com fato de sua irmã se valer do sexo anal como vinha se valendo e como argumentar acabaria sendo em vão ou até poderia resultar em outro bofetão ela se resignou:
Se é assim que pensa e é isso que quer tudo bem, saberei o que fazer de minha vida sem você ao meu lado!
A reação de Regina pegou Paulo tão desprevenido que antes que ele pudesse reagir ou argumentar ela já tinha entrado em casa deixando ele ali na calçada sem entender direito o que lhe havia acontecido, mas como essa não era a primeira vez que isso acontecia, ele meneou os ombros e passou a caminha em direção de sua casa jurando pra si mesmo que dessa vez só aceitaria Regina de volta depois de ela abrir as pernas com fé, amor e vontade.
Se das outras vezes Regina chorou pela aparente perda de seu amor dessa vez ela chorou em dobro, uma pelo mesmo motivo e outra pela dor espiritual muito maior que a dor física que aquela bofetada tinha lhe causado, mas enquanto se preparava dormir o vergão ainda visível em seu rosto a fez jurar:
Esteja certo, senhor Paulo, ainda me terá de volta sim, mas só depois que outro me tirar o cabaço tão desejado por ti!
E foi assim imbuída dessa decisão que Regina dormiu naquela noite de sábado, mas como sua índole nunca foi a de guardar rancor ou mágoa ao acorda na manhã seguinte já tinha praticamente se esquecido de tudo e o teria sido se como de costume ela não tivesse até a feira matinal de artesanato religioso que dava todos os domingos na praça pouco acima da casa dela e se nessa feira ela não tivesse encontrado Nair que por ser uma das irmãs mais novas de Paulo foi dizendo de cara:
Você e o Paulo brigaram de novo, né?
O que fez Regina retrucar:
Foi ele quem te falou isso?
Não! Quando chegou em casa estava tão nervoso que foi se desabafar com Luiz.
Uma parte já estava esclarecida, a de como Nair tinha descoberto sobre a briga e agora o que faltava mesmo era saber o que tinha sido dito e por isso Regina foi direto ao assunto perguntando:
O que você conseguiu ouvir?
Nair dando vazão ao seu orgulho de adolescente que se acha mais informada que uma quase adulta não mediu palavras:
Tudo, mas tudo mesmo e por isso eu sei que a condição pra que reatem o namoro será você deixar ele te tirar o cabaço...
Isso fez Regina quase explodir:
Não acredito que ele teve coragem de falar isso pra teu irmão?
Isso veio como que confirmar a verdade contida no desabafo de Paulo o deixou Nair ainda mais orgulhosa e com isso acabou indo mais longe dizendo:
Não vejo porque ele não deveria ter tido coragem de contar ao Luiz se foi o próprio quem aconselhou Paulo a fazer com você o que ele fez com a namorada dele!
E o que Luiz fez?
Ele fingiu aceitar fazer sexo anal com ela pra na hora H mandar ver na xoxota mesmo.
O fato de Paulo estar tendo um professor de canalhice tornou a raiva e o desejo de vingança ainda maior em Regina e isso a levou dizer quase num murmúrio:
Deixe estar que minha vingança será maligna mesmo!
Apesar do tom baixo de voz usado por Regina ele foi bastante alto pra Nair ouvir e poder perguntar:
O que está tramando?
Perder o cabaço com outro e depois reatar namoro com teu irmão!
Até mesmo para uma adolescente como Nair aquilo se apresentava tão fantasioso que ela se deixando levar pela ocasião perguntou:
E por acaso poderia me dizer quem será esse felizardo?
Ainda não sei, mas tenho certeza de que não me faltarão pretendentes!
Modéstias à parte Regina sabia muito bem que era bonita e gostosa e que por isso o que não lhe faltava eram paquera de todos os níveis culturais, sociais e financeiros e ao que parece Nair também comungava dessa opinião, pois perguntou:
E se depois disso meu irmão não te quiser mais?
Pelos mesmos motivos que já disse não me faltarão pretendes que me queiram com ou sem cabaço!
O fato de não ser e nem se achar nada bela obrigou Nair a se calar e com isso elas caminharam um bom tempo cada qual com seus dilemas; o de Nair era saber até onde poderia acreditar nas ameaças de Regina e o dessa era encontrar alguém com pudesse transar sem que isso viesse a significar um futuro compromisso e de tão distraída que Regina estava que Nair precisou dar-lhe varias cotoveladas para assim que obteve a atenção da outra dizer:
Nossa! Hoje você esta mesmo muito chata, viu?
E como acha que eu deveria estar diante disso tudo?
A total inexperiência sentimental de Nair a fez se calar e como tal silencio estava monótono demais em breve Nair se desculpou, se despediu e se foi e com isso Regina pode ficar só com seus pensamentos e foi nesse andar quase sem rumo que ela acabou indo para os lados onde Zélia tem uma banca de artesanatos onde às vezes Juca ficava ajudando sua tia e já nesse dia ele lá estava ela na falta de assunto melhor apenas o cumprimentou e perguntou:
Por acaso tem visto a Dirce por aqui?
Não, mas vi aquela irmã dela mais gordinha!
Sem dúvida ele se referia á Nair e isso fez com que Regina se explicasse:
Estávamos juntas até a pouco.
E ela te soube dar noticia de Dirce?
Também não e por isso acho que ela não deve ter saído de casa hoje.
Mais uma vez a solicitude malandra de Juca se fez presente levando ele a se oferecer:
Se quiser ir até a casa dela eu te levo até lá!
A idéia até que não era de todo má e foi por isso que ela aceitou a oferta:
Se não for te atrapalhar eu aceito sim!
Ao que Juca retrucou:
Ajudar uma mulher bonita nunca me foi incômodo algum, não é tia?
E Zélia que tinha se aproximado do casal a ser colocada na conversa não pôde mais ficar calada:
E bote bonita nisso, viu?
Mesmo sendo consciente de sua beleza, Regina ainda não se adaptara completamente a isso, mas mesmo assim tentou agradecer quase balbuciando:
É apenas gentileza sua!
E como Juca já tinha saído da barraca ele se aproximou pedindo:
Vamos!
E assim sendo eles caminharam até o carro recém adquirido por ele onde mal entraram Regina tentando vencer o pequeno nervosismo que se apossara dela quando Nair dissera o que dissera ela exclamou:
Acho mesmo uma pena que não tenha dado certo entre você e Dirce.
Na verdade Juca não se importava nada mesmo com aquilo, mas se falasse assim francamente poderia ser tomado como grosseiro e indelicado ele se justificou:
Ao contrário de Paulo e você, ela e eu tínhamos tão pouco em comum que ficou quase impossível continuarmos juntos.
A menção ao nome de Paulo acabou fazendo com que Regina tivesse que se abrir um pouco mais dizendo:
Às vezes eu acabo achando que Paulo e eu também não temos assim tantas coisas e comum.
Como assim?
Estamos brigados de novo.
Isso deixou Juca sem saber ao certo se dizia lamentar o fato ou se aproveitava a brecha para se insinuar com ela e por isso acabou partindo para um meio termo que lhe trouxesse mais informações:
E mesmo assim você vai até a casa dele?
Regina não entendeu direito o objetivo da pergunta e por isso perguntou:
O que acha que pode haver de errado eu ir ter com Dirce?
Se ele não fosse tão grosseiro como é não haveria mal algum, mas creio que isso lhe trará alguns dissabores.
A referência à grosseria de Paulo fez Regina exclamar:
É mesmo! Sendo assim o melhor me será mudar de idéia enquanto há tempo.
Como já estavam no quarteirão onde fica a casa de Dirce Juca não teve alternativa que não fosse seguir em frente e mesmo Luiz estando ao portão nem ele seguiu em frente não sem deixar de dizer:
Só espero que o fato de ter sido vista comigo não venha a agravar ainda mais o combalido relacionamento de vocês?
Pode ficar tranqüilo porque nada poderá piorar o que já está como está.
Já que o plano inicial tinha sido radicalmente alterado Juca em vez de voltar para a feira tomou o rumo do centro da cidade e quase que imediatamente passou a apelar pra beleza de Regina dizendo:
Tem cara que mesmo tendo um avião como você nas mãos não sabem dar o devido valor que merece.
Um pouco mais adaptada à presença de Juca e aos olhares de soslaio que ele dirigia ao generoso pedaço de coxas torneadas exposta pelo vestido que tinha subido um pouco alem do que devia e foi a combinação desses detalhes aliados á raiva trazida pela lembrança do que Nair tinha contado levou Regina a perguntar cheia de ousadia:
E você saberia dar o devido valor?
Ao que Juca respondeu sem pestanejar:
Pelo menos faria o possível e até o impossível pra não te decepcionar.
Já que Regina nunca foi de se iludir facilmente ela se viu no direito de indagar:
Mesmo sabendo que termos tão pouca coisa em comum?
Se você estiver pensando em casamento aí sim vai complicar um pouco, mas senão, até que nos divertiremos muito mesmo.
Regina se calou para assim poder pensar melhor e como seu maior objetivo ainda era se vingar do machismo chauvinista de Paulo ela resumiu tudo dizendo:
Sendo assim concordo em termos apenas uma aventura pelo tempo que ela durar, certo?
Claro que Juca não entedia quais os objetivos implícitos naquela oferta, mas já que querer objetividade de uma mulher ofendida era querer demais ele apenas procurou a mão de Regina para apertá-la e dizer:
Combinado!
Acordo proposto e aceito Juca passou a buscar um pouco mais de intimidade com Regina para com isso ir testando até onde poderia chegar e foi por isso que ele tocou de leve a coxa esquerda de Regina com as pontas dos dedos dizendo:
Você tem umas pernas lindas de verdade!
Isso fez um delicioso arrepio percorrer o corpo de Regina o que fez ela enrubescer dos pés à cabeça o que levou Juca a se desculpar:
Peço que me desculpe se estou sendo afoito demais?
Diante de suas pretensões Regina se viu na obrigação de se justificar:
Você não está sendo afoito e sim eu que sou muito envergonhada.
Mesmo não vendo motivos pra que se sinta assim eu prometo ir mais devagar.
A resposta de Regina foi apenas um discreto menear afirmativo de cabeça e um nada discreto abrir de coxas que propiciou a Juca poder tocar de leve a bocetinha dela na próxima vez que passou a mão pelas coxas dela e isso deu a Juca claramente o indicio que estava na hora de partir pra algum lugar mais discreto e foi assim que ele se dirigiu a um lugar desabitado da periferia da cidade e uma vez lá chegando reclinou os bancos do carro e partiu para os beijos e abraços, mas na hora em que abriu a blusa de Regina e tentou livra os seios delas do sutiã de renda preta ela voltou a retesar o corpo o que levou Juca a suster o que fazia pra dizer:
Novamente não vejo motivos pra se envergonhar!
E já que seus seios era seu maior motivo de orgulho Regina redargüiu:
Agora não é uma simples questão de vergonha e sim que assim à luz do dia me sinto um bocado insegura mesmo.
Sem dúvida sempre existia a possibilidade de serem flagrados por alguém e por isso Juca sugeriu:
Sendo assim porque não vamos pra minha casa?
Mas, e os seus familiares?
Eles viajaram e por isso estou sozinho em casa!
Nossa que legal! Isso nunca me aconteceu mesmo.
Se quiser saber como é bastará me acompanhar até lá?
As intenções ocultas naquele convite eram muito claras pra que Regina viesse a alegar ignorância das mesmas e por isso ela apenas perguntou:
Promete que terá paciência comigo e que trará de volta antes de anoitecer?
Sim! Claro que sim.
Já que não havia como e nem porque agir em contrário até a pequena chácara que ficava do outro lado da cidade em apenas uns meros minutos e assim que chegaram Juca teve que juntar muita garra para driblar a vontade comer Regina para com isso primeiro comer alguma coisa para assim matar a fome insana que sentia e para surpresa total de Regina ela preparou uma das mais rápidas e deliciosas macarronadas que ela já tinha comido e foi justamente isso que levou ela a brincar:
Por acaso não estaria pensando em se casar?
O que ela não esperava era a resposta que recebeu:
Sim! Claro que sim! Mas, não precisa que se assustar tanto assim que isso ainda levará no mínimo uns 10 anos pra acontecer.
Regina sorriu e em seguida achando que esse sorriso seria por demais denunciador de suas intenções ela procurou amenizar as coisas:
Por que só daqui a 10 anos?
Juca juntou os talheres e pratos, caminhou até a pia e só depois de começar a lavar tudo que respondeu:
De todos mesmo você é a primeira, a saber, que fui aprovado nos exames de admissão pra na Aeronáutica e isso me fará deixar esse assunto pra daqui a 10 anos no mínimo que será o tempo que levarei pra conseguir algo quê preste por lá ou acabe descobrindo quê nada valeu a pena de verdade.
Bem mais tranqüila com a motivação apresentado pro Juca Regina se aproximou e o abraçou pelas costas ficando assim por alguns minutos quando ele finalmente se deu por vencido e se virando deu o primeiro de muitos beijos em Regina ao fim do qual ela perguntou:
Posso realmente confiar que você cuidará de mim muito carinho?
Mesmo sem entender patavina dos motivos que levou Regina a perguntar aquilo respondeu:
Sim! Claro que sim..
Isso sucedeu outro beijo e ao fim deste ele caminharam abraçados até o quarto de Juca onde para surpresa de Regina havia uma cama de casal o que a fez perguntar:
Pra que uma cama de casal?
Não é bem pra que e sim porque, pois quando minha mãe trocou os móveis do quarto dela eu fiz questão de ficar com a cama onde certamente eu fui feito.
Regina teve muita vontade de perguntar com quantas garotas ele tinha transado ali, mas como não se achava preparada pra acreditar na resposta ela se limitou a procurar por mais um beijo que ao final foi complementado por Juca a fazendo ficar de costas de forma que ela pudesse faz o zíper do vestido de Regina ira descendo lentamente e o tremor apresentado por ela quando ele começou a tirar o vestido o fez aconselhar:
Basta imaginar que está usando um biquíni que tudo ficará normal mesmo!
Já que nunca tinha usado um algo nem ao menos parecido com um biquíni ela optou por fechar os olhos e foi assim que ela sentiu o vestido que usava deslizar pelo corpo e antes mesmo que esse chegasse ao chão Juca assobiou e disse:
Minha nossa! Você é realmente a mulher mais linda que já vi em toda vida.
Sim! Realmente Regina já era essa escultura em forma de mulher com tudo o que todo homem quer, mas que só os homens de verdade sabem aproveitar e como tal Juca a fez dar uma volta completa para após isso começar desfrutar daquele monumento a sua disposição se abraçando a ela pelas costas para se por acariciá-la nos seios e na boceta ainda protegidos pela tênue calcinha e sutiã em rendas pretas e enquanto Juca se deliciava acariciando o que podia Regina foi se acostumando à situação de forma que em breve já sentia á vontade ao ponto de se virar de frente Juca pra passar a despi-lo e então quando ele estava apenas de cueca ela se ajoelhou no chão e ao tirar o caralho de pra fora não pode deixar de soltar um significativo assovio e dizer:
Realmente a Dirce me descreveu isso daqui com exatidão milimetrica!
Seguido a isso ela passou a mostrar para Juca que aqueles quase dois anos de namoro tinham sido mais que suficientes pra que ela aprendesse de forma soberba a chupar um cacete e a prova maior disso foi o pouco tempo que levou pra fazer Juca gozar em sua boca e ao final disso ela se levantou e acabou recebendo um logo beijo e um elogio:
Poxa! Realmente você chupa bem pra danar mesmo.
Após isso Juca a livrou do sutiã para poder passar a beijar lamber e sugar os seios grandes, duros e com grandes bicos rosados dos quais ela muito se orgulhava e já que tantos gozos sucessivos acabaram por cobrar seu preço Regina se sentou na cama ao que Juca sugeriu:
Chegue um pouco mais para o centro!
Tão logo ela o fez, Juca se deitou ao lado passando a cariciar a bocetinha dela ainda por cima da calcinha e na medida em que foi quebrando a timidez inicial ele primeiro enfiou uma mão dentro dela pra em seguida fazer seus dedos deslizarem até que um deles pode passar a entrar naquele canal tão apertado e abundantemente molhado e como Regina abriu as pernas o quanto pode o dedo de Juca foi ter com algo que ele não esperava encontrar e foi por isso que ele mantendo o dedo o mais enfiado que podia exclamou:
Agora sim eu entendo o porquê de me pedir pra se carinhoso!
Mas, e se sangrar?
Como realmente existia essa possibilidade ele pegou uma espessa toalha de banho e após Regina levantar a bunda o suficiente e a colocou de forma a evitar maiores problemas. Como isso aquietou um pouco o tesão de Regina ele passou a beijá-la sofregamente e isso aliado a dedo que movia em todos os sentidos dentro de si fez Regina se descontrair novamente e com isso passou a gozar ainda mais profundamente e então Juca se deixando guiar pelos seus instintos apenas se deitou sobre Regina fazendo com isso que ela passasse a sentir aquele pau enorme contra sua bocetinha e ainda se guiando pelo que sentia Juca falou:
Não precisa se preocupar por que não farei nada que venha a te machucar ou que você não queria fazer!
Ao que aprece Regina estava esperando por isso, pois sua resposta foi afastar as pernas para os alados e para trás de forma que Juca apenas precisou deixar seu caralho deslizar até a entrada da boceta de Regina e ir o fazendo deslizar lentamente até que a barreira natural representada pelo cabaço de Regina susteve o constante e quase fácil deslizar; Juca fez uma ligeira pressão e com isso viu claramente Regina fechar os olhos, mordiscar os lábios e finalmente quando um par de lagrimais escapou pelos contos dos olhos dela o caminho se desobstruiu dando passagem livre ao implacável invasor ao que Regina arregalou os olhos exclamando:
Ufa! Não é que dou mesmo?
Aqueles olhos marejados por lagrimas aliados à aquele sorriso radiante levou Juca a dar vazão ao seu lado romântico:
Talvez seja a isso que dizem que o caminho do paraíso é cheio de espinhos!
Então que tal me fazer ir de verdade até ele?
Ato contínuo a isso foi Juca passar os braços pela altura dos joelhos de Regina de forma a levar as coxas dela até o peito para então passar se mover pra fora e pra dentro dela até que ela não se contendo mais passou a implorar em alta voz:
Goza! Vai, goza gostoso!
E quando Juca não mais resistiu e gozou e Regina mergulho num estupendo orgasmo exclamando:
Estou no paraíso!
E como ninguém é louco de sair logo do paraíso o casal se deixou embalar pelas delicias do gozo profundo fincando como tinham tombado por vários minutos e como nem mesmo numa situação assim tão agradável a natureza deixa cobrar seu preço a necessidade premente de urinar levou Juca a sair de cima e de dentro de Regina dizendo:
Infelizmente preciso fazer algo que ninguém pode fazer por mim!
E após dar um sonoro beijo em cada bico pontudo dos seios de Regina se dirigiu em passos lentos e trôpegos ao banheiro.
Mal Juca se foi e Regina já passou a fazer um balanço de usa primeira foda comparando o que lhe tinham assegurado que aconteceria e o que realmente aconteceu e nem mesmo a pouca quantidade de sangue escorrida de sua boceta para a toalha representou algo que desabonasse a grandiosidade do orgasmo alcançado e por isso ela tocou de leve a boceta com um dos dedos dizendo:
Sofrer sofri, gozar gozei, então realmente valeu a pena mesmo.
Após isso Regina se deixou levar pelo doce marasmo pós orgasmo e assim ficou até que alguns minutos depois Juca voltou sugerindo:
Se quiser aproveitar pra espantar o calor no banheiro tem toalhas!
Já que aquela sugestão veio muito bem a calhar Regina se dirigiu ao banheiro para um banho rápido e assim sendo voltou minutos depois para se deitar de bruços ao lado de Juca perguntando sobre sua mais premente preocupação:
Será que também vou gostar tanto assim de dar o cú?
Já gostou o tanto que gostou de dar a boceta já na primeira vez tenho certeza de que irá gostar de dar o cuzinho!
E mesmo diante do toda confiança que Juca tentava lhe passar ainda restava muito do velho temor de que seria por demais doloroso e por isso insistiu:
E se doer demais da conta como dizem que dói?
Será só relaxar e chorar de novo que logo a dor passará!
A menção a dor e choro não se apresentavam nada de agradável, mas antes que Regina pudesse protestar Juca se levantou da cama e após se munir do frasco de vaselina sempre guardado na gavetinha do crido mudo e mal ele colocou a vaselina ao lado de Regina ela pegou perguntando:
Pra que serve isso?
Pra fazer com que entre mais macio e gostoso!
Seguido a isso Juca se posicionou de forma a poder passar a beijar o pescoço e a nunca de Regina para em seguida ir descendo pelas costas dela até atingir a bunda farta e bem feita dela e como não conseguiu alcançar o objetivo esperado ele pegou um travesseiro e pediu:
Erga um pouco a bunda!
Regina o atendeu e com isso ele pôde colocar o travesseiro sob Regina de forma a tornar a bunda dela ainda mais arrebitada e já que mesmo assim ainda não deu Juca voltou a pedir:
Abra ela com as mãos!
Regina abriu e assim finalmente Juca consegui poder passar a beijar e lamber o cuzinho de Regina que todo afoito com a caria inusitada e inédita passou a piscar alucinadamente o que levou Juca a untar dois de seus dedos para em seguida enfiar lentamente um de cada vez e quando um se juntou ao outro dentro de Regina ela reagiu:
Até que isso não tem nada de ruim, não!
Incentivado por isso Juca uniu um terceiro dedo aos demais ao que Regina exclamou:
Minha nossa! Desse jeito eu me acabo antes da hora.
Então antes que isso ocorra vamos a melhor da coisa!
Juca se ajoelhou entre as pernas de Regina e após untar abundantemente sua tora se posicionou sobre ela pedindo:
Abre a bunda e relaxe!
Embalada pelo bem bom de antes Regina abriu a bunda com as mãos e procurou deixar o cuzinho o mais frouxo e relaxado que conseguiu, mas assim que aquela cabeçorra começou a romper caminho Regina protestou com voz embargada:
Ta doendo!
Ao que Juca retrucou!
Então é só relaxar!
Regina bem que tentou, mas ao fim se viu obrigada a se render:
Dá não! Ta doendo demais da conta.
Calma que já entrou quase tudo!
Como nada mais lhe restava fazer Regina deixou o choro fluir e mesmo que isso fizesse sentir muita pena dela e acabou por pedir:
Mexa essa bunda gostosa!
Regina passou a rebolar timidamente e com isso Juca passou a tirar e por lentamente seu caralho do cuzinho muito apertado de Regina que ao perceber que os movimentos faziam dor diminuir passou a rebolar tanto para os lados como para cima também e com isso a dor deu lugar ao tesão e o choro aos gemidos o que levou Juca a aumentar o ritmo das estocas pedindo:
Goza comigo, goza!
E assim sendo no exato momento em que Juca gozou Regina deixou fluir um dos mais poderosos orgasmos que poderia esperar vir a ter.
Mais uma foda terminada e eles voltaram ficar ali derreados sobre a cama gozando as delicias do prazer profundo por mais de meia hora e então Juca foi saindo lentamente de dentro e de sobre Regina pra em seguida beijar cada lado da bunda dela e dizer:
Sem dúvida você sofreu pra bedel, mas mesmo assim tenho certeza de que gozou pra valer mesmo!
Ao que Regina redargüiu:
No inicio cheguei até pensar que iria morrer, mas sem duvida valeu a pena tamanho sofrimento!
Isso levou Juca a procura a boca dela pra mais um beijo e após isso ele se dirigiu ao banheiro todo alegre e sorridente e quando voltava aproveitou pra passar pela cozinha de onde trouxe suco bem gelado e ao chegar ao quarto deitou-se ao lado de Regina passando a curtir com calma toda a beleza que tinha ali ao seu lado e assim ficaram em silêncio até que ela o rompeu pra dizer:
Apesar de estar adorando tudo isso preciso ir pra casa senão minha mãe não me deixará sair de noite.
O que levou Juca a perguntar:
Sendo assim que horas posso passar pra te pegar?
Lá pelas 20:00 está bom?
Sim! Está ótimo.
Depois disso ambos passaram a se vestir e o curto caminho até a casa de Regina eles ficaram apenas nos comentários de amenidades cotidianas e então lá estava Regina frete a frente com sua mãe que dizia:
O Paulo veio te procurar e não gostou nada de não tê-la encontrado em casa!
Não acredito que ele tenha tido essa ousadia e petulância.
Uái! Por que não haveria de ter se ele é seu namorado?
Isso fez Regina sorrir para a mãe dizendo:
Era mãe! Ou seja, não é mais.
Aquilo deixou Maria tão atônita que antes dela poder perguntar o que tinha motivado aquilo Regina já tinha se retirado pra seu quarto onde passou a rememorar cada instante do que aquele tinha lhe reservado, mas quando Maria foi avisá-la do avanço da hora ela finalmente pode perguntar:
O aconteceu, filha?
O de sempre, mãe, e dessa vez ele me bateu pra valer, mas precisa se assustar não que já dei o troco nele, ou seja, passei a tarde toda dando a outro aquilo que ele tanto queria.
Maria ficou tão perplexa diante da revelação da filha que só depois de um bom tempo que conseguiu perguntar:
E agora, filha?
Agora tem que eu estou quase namorando com o cara que me desvirginou por completo.
E se esse namoro não der certo?
Sempre sobrará o Paulo por consolo!
Sem esperar por mais indagações ou dissertações Regina se dirigiu ao banheiro de onde saiu quase uma hora depois para dar de cara com Paulo sentado no sofá da sala com a maior cara de boi fujão ao que ela perguntou:
O que você quer, hein?
Queria me desculpar e até te pedir perdão pela grosseria de ontem, mas é certas coisas me fazem perder completamente a cabeça!
A raiva que Regina sentia ainda era tal que ela não pestanejou pra dizer:
Acho sua atitude muito louvável, mas totalmente desnecessária porque estou me preparando pra sair com outro cara que virá daqui a pouco me pegar.
Paulo teve que lutar muito pra conter as lagrimas e poder conseguir dizer:
Tudo bem! Eu mereço isso e por isso que vou esperar toda essa raiva passar.
Regina apenas se virou e caminhou pra seu quarto onde de propósito deixou a porta entre aberta para que assim Paulo pudesse vê-la trocar de roupas pelo espelho do guarda-roupa. É claro que aquilo quase deixou Paulo alucinado, mas a impossibilidade de poder desfrutar daquilo tudo o fez se levantar e sair sem ao menos despedir de ninguém e então exatamente as 20:00 horas Juca chegou e a levou pra uma noite de muitas caricias e mais uma foda que começou com boquete, passou pela foda vaginal e finalmente Juca pediu a ela:
Fique de quatro, amor!
Regina atendeu e dessa vez a ausência total de dor a fez desfrutar aquela enrabada do começo ao fim e assim foi durante os exatos dois meses que durou o namoro dela com Juca e o fim se deu com Paulo procurado ela pra dizer:
Ainda não consegui te esquecer e já que isso significa que te amo demais estou disposto a aceitar o que for preciso pra ter você de volta.
Ao que Regina retrucou:
Até mesmo o fato de eu ter perdido a virgindade com outro?
Mesmo já tendo antecipando aquela hipótese o fato nu e cru fez ele perder a voz por alguns segundos pra enfim dizer:
Por mais doloroso que isso me seja eu estou disposto a aceitar isso sim!
Tudo bem! Vou por um fim no meu caso com Juca hoje mesmo pra então voltarmos na boa, certo?
Paulo queria muito dizer que não, mas o medo de perder Regina pra sempre o fez dizer:
Certo.
Regina foi ter seu ultimo encontro e foda com Juca e dessa vez quando chegaram em frente a casa dela ela falou:
Olha! Por mais que eu queria não vai dar mais pra ficarmos juntos, pois esse tempo todo só me fez perceber que gosto demais da conta do Paulo e por isso preciso por um fim nesse relacionamento pra reatar com ele, certo?
Ao que parece Juca já esperava por isso pois ele apenas disse:
Todo bem! Mas, se sentir saudades é só me procurar, viu?
Regina deu um beijo mais que longo nele pra depois dizer:
Procurarei sim!
Três meses depois Regina e Paulo se casaram com toda honra e pompa que tal ocasião pede.
Fim
enviada por Katia Ramos
03/11/2004 02:02
O Mestre Raul Seixas disse:
"TENTE OUTRA VEZ!"
Intro: E E7
A C G G4 G D
Veja, não diga que a canção está perdida.
A A4 A
Tenha fé em Deus, tenha fé na vida.
C G/B Am G Bm E
Tente outra vez.
A C G D
Beba (beba), pois a água viva ainda ta na fonte (tente outra vez)
A
Você tem dois pés para cruzar a ponte.
A G/B Am G G7
Nada acabou, não, não, não, oh, oh, oh, oh!
C Bm
Tente, levante sua mão sedenta e recomece a andar.
C G
Não pense que a cabeça agüenta se você parar.
D
Não, não, não, não, não, não
C D
Há uma voz que canta, há uma voz que dança,
F G D E7
uma voz que gira (gira) bailando no ar.
A C G G4 G D
Queira (queira), basta ser sincero e desejar profundo.
A
Você será capaz de sacudir o mundo.
C G/B Am G
Vai, tente outra vez.
A C G G4 G D
Tente, (tente) e não diga que a vitória está perdida
D A C G/B Am G
Se é de batalhas que se vive a vida, tente outra vez.
enviada por Katia Ramos
01/11/2004 02:41

enviada por Katia Ramos
05/08/2004 01:45
A doce Dirce!
© Kátia Ramos ramos_katia@hotmail.com ICQ 162167967
Se pedissem a quem conhece Dirce que a definissem numa única palavra essa palavra seria doce, sim! Não há uma pessoa sequer que se arriscaria a dizer o contrário sobre Dirce, mas pedir que alguém defina o porquê dela ser assim considerada é outra coisa, pois assim como acontece com as coisas muito deliciosas ninguém consegue explicar o porquê disso, mas sem dúvida foi isso que fez com Juca se apaixonasse por Dirce e mesmo que fosse mais uma daquelas paixões relâmpagos tão típicas dele isso não o impediu de dar e tirar prazer daquilo tudo.
Por aquela época Juca tinha Fernando por amigo inseparável e como a pena Rio das Conchas era tão escassa de diversão à chegada de uma parque de diversões mesmo que tão fuleiro era motivo para que a quase totalidade da juventude Rioconchense se fosse pra lá e com isso mais uma vez lá estavam eles embolados na multidão apenas por não terem nada melhor pra fazer e muito menos outro local pra irem e foi quando estavam encostados na cerca do Chapéu Mexicano que Fernando chamou a atenção de Juca:
Olha lá aquelas minas dando o maior mole!
Já Juca sempre estava atento a tudo ele apenas quis tirar qualquer duvida perguntando:
Se for aquela morena e a branca de cabelos compridos eu já percebi isso sim.
Já que os olhos azuis de Fernando aliado a um rosto bem que bonito lhe franqueava caminho para todo e qualquer tipo de mulher ele se aproveitava disso pra sacanear o amigo partindo pra cima daquela que seria a escolha óbvia de Juca e com isso ele foi direto para a morena Madalena w com isso Juca acabou mais uma vez tendo que ficar com a outra e novamente isso seria o tempo necessário para reverter à situação a seu favo se valendo de sua inteligência e facilidade com as palavras.
Por seu lado Dirce também não estava nada contente com o arranjo, mas como aquela era umas das raras oportunidades que tinha pra ficar com algum rapaz ela foi se deixando levar por Juca só que dessa vez em lugar da boa conversa de Juca cativar e conquistar acabou sendo a doçura de Dirce que prevaleceu conquistando e cativando de forma que quando o outro casal se deu pela coisa eles já estavam andando abraçados e trocando beijos um atrás do outro o que sem duvida acelerou as coisa para com eles também.
Assim a noite foi passando entre beijos quentes e carícias mornas até que o movimento no parque foi minguando e isso indicou aos casais que era hora de irem e como de praxe os amigos foram acompanhando as irmãs até em casa e ao se aproximar dela Fernando e Madalena entraram numa das varias casa em construção existentes nas proximidades o que levou Juca a se sentir seguro pra perguntar:
Iremos para a mesma ou escolheremos outra?
Mas, se fosse outro cara ele na certa teria desistido de imediato ao ouvir Dirce dizer:
Pra nenhuma mesmo!
Mas, por que não?
Porque sou virgem e pretendo permanecer assim até quando me casar!
Mais uma vez a resposta que soaria super desanimadora pra outro apenas serviu como um incentivo a mais para Juca ir em frente dizendo:
Sei quanto isso é importante para o sucesso de um casamento e por isso respeito sua opinião, mas mesmo assim não vejo por que de não aproveitar tantas outras coisas boas que o sexo permite sem que isso signifique a perda da virgindade propriamente dita.
Dirce não entendeu bulhufas daquilo e sua quase inocência e ingenuidade a levou a perguntar:
O que quer dizer com isso?
Juca deu vida às palavras tocando os lábios, os seios e a bunda dela enquanto dizia:
Você tem essa boquinha gostosa, esses peitos deliciosos e essa bunda maravilhosa para assim poder se aproveitar da melhor parte da vida sem correr o risco de perder um bom casamento no futuro.
Novamente a inocência e ingenuidade dela prevaleceram:
A boca e os seios eu sei pra que servem e como podem ser usados, mas a bunda nem sequer imagino como é que ela poderá ser usada?
Isso fez Juca a abraçá-la com um pouco mais de força e enquanto apalpava vigorosamente aquela bunda arrebitada e carnuda dizer:
Calma que na hora certa você descobrira quanta coisa boa e gostosa você pode fazer com algo assim tão gostoso.
Já que o contato corpo a corpo tinha aquecido o sangue de Dirce o suficiente ela passou a beijar Juca sofregamente que entendendo o que estava se sucedendo passou a acariciar os seios fartos e duros de Dirce por sobre a blusa e como ela não reclamou ele ergueu a blusa dela até o pescoço e após livrar os seios passou a acariciar, beijar e sugar caprichosamente cada um deles só parando após tê-la feito gozar três vezes e então tirando seu caralho pra fora das calças perguntou:
Que tal você me mostrar o que sabe fazer de bom com essa boquinha maravilhosa?
Mesmo esperando por algo semelhante a aquilo o fato de ser a primeira vez que tinha um cacete assim tão perto de si e a iminência da possibilidade de ter fazer algo que só tinha só tinha visto Madalena fazer a levou a abrir o jogo dizendo:
Preciso ser sincera com você e dizer que nunca fiz nada semelhante com a boca e nem com mais nada e por isso nem sei ao certo como agir.
Outro cara poderia até ter sarreado, mas não Juca que por saber que o melhor da falta de experiência duma garota é poder se valer dela para em nome de lhe ensinar a coisa certa tirar o máximo de proveito daquela situação e por isso afagou delicadamente a nuca de Dirce e disse:
Se preocupe não que nessa vida sempre haverá uma primeira vez pra tudo mesmo.
E seguido a isso pegou uma das mãos de Dirce e a conduziu até seu cacete e ela após apalpar como que para tomar tato exclamou:
Nossa! É muito diferente do que esperava que fosse.
O que tem assim de tão diferente?
É que além de ser duro como eu esperava que fosse ele é muito macio mesmo!
Essa expressão tão ingênua levou Juca a puxá-la para si e a beijar demoradamente e isso levou e como nem mesmo isso fez Dirce largar seu pau ele pegando a mão dela como uma das suas passou a movê-la para frente e para trás o que a levou a dizer:
Isso eu já vi meus irmãos fazerem em sim mesmos e por isso sei que chamam de bater uma punheta.
Mais uma vez a curiosidade de Juca foi despertada e o fez perguntar:
E o que mais já viu ser feito?
Meus irmãos só isso mesmo, mas já vi a Madalena fazer de tudo e mais um pouco com seu noivo.
Estava aí boa má informação, mas mesmo assim ele se fez de surpreso e perguntou:
Então se ela é noiva por que estará transando com o Fernando?
É que ela não gosta tanto assim do noivo e só vai se casar com ele porque ele tirou o cabaço dela e como sabe se ela não se casar com ele dificilmente outro irá querer ela.
Juca sabia disso e também que muito caras se valiam dessa imbecilidade moral pra seduzir a primeira incauta que lhe caísse nas mãos e com isso garantir um casamento que de outra maneira dificilmente conseguiria o que na certa resultaria em sucessivos chifres antes e durante o casamento e por isso se limitou a dizer:
Isso é foda mesmo! Mas, pode ficar tranqüila de que não farei o mesmo com você.
Assim como varias antes delas e muitas outras depois Dirce tinha certeza plena de que poderia confiar cegamente em Juca que ele não lhe faria nada que viesse prejudicar de verdade e por isso se aconchegou a ele dizendo:
Não sei por que, mas acredito que não me fará nenhum mal.
Outro beijo longo se sucedeu à frase e ao final dele Juca vendo que aquela mãozinha macia em seu caralho resultaria em gozo desperdiçado ele sugeriu:
Por que não troca essa mãozinha por essa boquinha?
Só se você me prometer não rir de mim se não conseguir fazer direito?
Se é apenas por isso já está prometido e jurado que não rirei de você faça o que fizer e como fizer!
Então Dirce se agachou e após vencer a timidez gerada pela incerteza passou a imitar o que já vira Madalena fazer inúmeras vezes, ou seja, primeiro beijou várias vezes a cabeça e o resto do cacete de Juca, depois passou a lamber a cabeça para em seguida a enfiar na boca e como só mesmo abrindo ao máximo ela conseguiu faze-lo isso a levou a parar o que fazia pra dizer:
Credo! É tão grosso que mal me cabe na boca.
Isso fez Juca lhe afagar os cabelos e dizer:
Tenha certeza de que dará um jeito de se deliciar com ele da melhor maneira possível.
Dirce voltou a colocar a aquela tora de carne pulsante na boca, mas isso lhe fazia doer a articulação do maxilar ela desistiu e passou a beijar, lamber e sugar o melhor que podia a cabeça o que levou Juca a lhe afagar novamente a cabeça dizendo:
Isso! Só mais um pouquinho que estou quase gozando.
Isso fez Dirce passar a chupar com mais vigor e rapidez e então Juca não conseguindo segurar o gozo esporrou tão abundantemente na boca dela que acabou até escorrendo pelo queixo e respingando nos seios fartos de Dirce que de tão abalada que ficou com gozo que também alcançou que se sentando nos calcanhares exclamou:
Nossa! Isso é bom demais mesmo.
Não te disse que tem muita coisa gostosa pra se fazer que isso implique necessariamente na perca do cabaço?
Ela se apoiou nele pra assim conseguir se levantar e após isso o abraçou dizendo:
Disse sim! E por isso estou louca pra saber que virá depois?
A vontade de Juca era ir direto ao assunto dizendo que em lugar de perder o cabaço ela iria tomar no cú, mas já que aquele ar de ingenuidade estava sendo pôr demais excitante ele se recostou de costas na pilha de tijolos que tinha atrás de si virou a Dirce de costas pra si e após erguer-lhe a saia dela a fez como se sentar em seu colo e enfiando a mão dentro da calcinha dela passou a lhe acariciar a boceta dizendo:
O que posso te adiantar é que te ensinarei uma coisa tão gostosa que nem mesmo depois de casada você não ira deixar de fazer.
E isso acontecerá ainda hoje?
Isso dependerá de quanto você ainda terá pra ficar comigo?
Dirce consultou o pequeno relógio que trazia no pulso e ao ver o avanço da hora respondeu:
O ruim de tudo é que não demorará pra meu pai sair para o trabalho e por isso temos que estar em casa dentro de no máximo 15 minutos e dará pra fazermos nesse espaço de tempo?
Não mesmo! Mas, se preocupe não que teremos outros dias pra isso, certo?
Quem dera pudesse ser assim, mas fora dias como hoje que conseguimos escapar de meus pais aos sair da igreja não há como sair nem mesmo quando o noivo da Madalena está aqui,
Isso complicava as coisas muito mesmo, mas como pra tudo tem que haver um jeito Juca perguntou:
E durante o dia?
Já que meu pai trabalha quase a noite toda ele dorme praticamente o dia todo e por isso até que daria sim.
E então Juca sugeriu:
Sendo assim nos encontraremos lá no parque mesmo.
Rapidamente Dirce ponderou os prós e os contras e não vendo risco algum respondeu:
Pra mim parece ótimo sim.
Então te espero lá!
Com o problema resolvido Dirce se entregou ao prazer gerado pelo dedo em sua boceta e pelo caralho entre suas coxas de forma que em breve gozou ainda mais intensamente e então como que se estivesse esperando por aquilo Madalena e Fernando saiu da construção o que obrigou Dirce a recompor a blusa rapidamente e então sua irmã se aproximou pra dizer:
Vamos pra casa senão o pai irá descobrir que ainda não chegamos!
Ok! Vá indo que já estou indo também.
Madalena se afastou alguns passos de forma que Dirce pode sair do colo de Juca sem maiores constrangimentos e após vários beijos de despedidas foi de juntar à irmã para assim irem para casa.
O domingo começou com Madalena bancando a irmã mais velha perguntando a Dirce:
Terei visto demais ou você estava com os peitos de fora?
Por saber que mentir só iria piorar as coisas ela respondeu:
Estava sim e daí?
Daí que tudo sempre começa mais ou menos assim e acaba na mesma merda, ou seja, sem cabaço e ainda tendo que casar meia que na marra.
Precisa se preocupar não porque ele me garantiu que me ensinará coisas muito deliciosas sem que com isso eu tenha que perder o cabaço.
Já que ao expressar seus temores a Fernando na noite anterior esse tinha lhe aconselhado a ficar tranqüila que no máximo Dirce acabaria tomando no cú essa não poupou a irmã:
Então pode ir botando essa budona arrebitada de molho por que irá tomar no cú sem dó nem piedade!
Isso levou Dirce a finalmente associar a forma como Juca tinha se referido à sua bunda com o dito pela irmã e então retrucou:
O que você vê de errado nisso?
Se ele realmente limitar a botar no teu cú tudo bem, mas e se ele aproveitar disso pra te foder a buça?
Sem dúvida ali estava uma boa incógnita, mas novamente aquele estranho sentimento de confiança prevaleceu e Dirce respondeu:
Não sei por que, mas tenho certeza absoluta de que ele não fará mais nada além do que disse que fará!
Ao que parece Madalena também não estava lá assim tão preocupada com o futuro da irmã e por isso no lugar de insistir nos perigos envolvidos deu vazão á curiosidade perguntando:
Mas, então me diga o que já rolou de bom ontem de noite?
Ele me fez muitas caricias e me ensinou a tocar punheta e chupar caralho só que o dele é tão grosso que nem consegui chupar direitinho como você faz.
O ar de incredulidade no rosto de Madalena foi suficiente pra que Dirce insistisse:
Sei que pode parece exagero, mas além de grosso é comprido pra cacete mesmo!
Novamente a incredulidade se fez presente fazendo Madalena perguntar:
E como pode ter certeza se esse é o primeiro cacete ao qual você põem a mão?
Assim como você quase me cansei de ver nossos irmão tocando punhetas , além disso, se esqueceu de que me autorizou ficar te espiando?
Realmente aquilo tudo era verdade sim e por isso Madalena poupou maiores comentários e pediu à irmã:
Vou te dar todo apoio que precisa, mas em troca disso vou querer que me conte tudo detalhe por detalhe, certo?
Ok! Mas, pra que isso ocorra precisarei que consegui arrumar um jeito de irmos ao parque novamente hoje de tarde?
Pode deixar que irei dar um jeito sim!
O dia foi correndo que por volta da uma hora da tarde Madalena pura e simplesmente chegou em sua mãe dizendo:
Mãe! A Dirce e eu vamos dar uma volta até o parque.
Tudo bem filha! Mas, tenham juízo por que se seu pai descobrir isso a coisa ficará muito preta mesmo.
Ok mãe! Seremos cuidadosas sim.
E assim sendo elas se banharam se vestiram e foram ao parque onde mal chegaram deram de cara com Juca dessa vez encostado na barraca de Tiro ao Alvo e como não viram Fernando por perto mal os cumprimentos terminaram Madalena perguntou:
Cadê o amigo?
O pai dele tem um bar e por isso ele precisou ficar ajudando!
Então aproveitarei pra dar umas voltas mais à vontade.
Madalena se foi e o casal pode finalmente se entregar aos beijos e caricias amenas típicas de casais enamorados e já era a primeira vez que Dirce tinha tanto tempo ao seu dispor pra estar com um rapaz ela procurou aproveitar cada momento daquilo tudo e com isso só se deu conta do tempo que tinha passado quando reencontraram Madalena e essa disse:
Acho bom voltarmos pra casa senão acabará ficando muito tarde mesmo!
Já que naquele tempo Juca ainda menor de idade e por isso não podia andar livremente de carro pelas ruas eles se puseram a caminhar lentamente e se a principio estavam abraçados apenas Juca e Dirce não demorou muito para que uma simples brincadeira fizesse com Madalena se juntasse a eles e assim foram até bem perto da casa delas onde Madalena se separou dizendo:
Daqui em diante é por conta de vocês, mas veja lá o que ira fazer com minha irmãzinha. Viu?
Pode confiar em mim que nunca farei nada que a prejudique.
E dessa foi Madalena que sem saber o porquê daquilo acabou tendo certeza de que ele realmente não faria nada realmente de mal a sua irmã e assim que se afastaram alguns passos Dirce se virou perguntado:
Que vir com a gente?
Hoje não!
Ao que Juca redargüiu:
E por que não?
Por que alguém terá que ficar de olho pra que ninguém os venha atrapalhar.
Realmente aquilo tinha muita fundamentação e por isso o casal de foi em direção a um barracão a muito tempo fechado em cujo quintal o pai delas cultivava uma pequena horta para assim evitar que vândalos e desocupados invadissem o lugar e assim que entraram pela porta lateral eles caminharam até onde teria sido o escritório daquilo e ao entrarem ali Dirce apontou um velho sofá dizendo:
Eis o motel particular de meus irmãos e de minha irmã também!
Ou que Juca concluiu:
E de agora em diante seu também.
Sim! Sem a menor sobra de dúvida que sim.
E terminou essa frase se abraçando a Juca para o beijo que daria inicio a tudo e novamente as mãos de Juca começaram a abrir caminho acariciando e apalpando até que ele pôs Dirce de costas para si para com isso poder abrir o zíper que fechava o vestido pelas costas e ao deixá-la apenas de calcinha e sutiã a fez girar uma volta e não se contento exclamou:
Ual! Sem duvida você é muito mais gostosa do que parece.
Sem dúvida os vestidos que seu pai a obrigava usar escondia toda aquela forma voluptuosa constituída de um par de seios quase grande, bicudos e duros que desciam para uma cintura bem delineada que desencadeava num quadril não muito largo, mas enfeitado por uma bunda arrebitada e carnuda e tudo isso sustentado por um belo par de coxas torneadas e grossas o suficiente pra forma um conjunto muito harmonioso e por que não dizer muito apetitoso também e foi por isso que Juca se sentou ao sofá para enquanto ia baixando a calcinha de Dirce dizer:
Menina! Você é toda deliciosa, mas essa sua bundinha é um show à parte.
E enquanto ele cobria sua bunda de beijos Dirce se lembrou do que Madalena tinha dito e por isso falou:
Se não engano Madalena estava certa ao afirmar que irei tomar no cú sem dó e nem piedade!
Ela acertou ao dizer que irá tomar no cú sim, mas será com tanto carinho e cuidado que irá adorar tanto que nunca mais irá deixar de fazer isso.
Já que toda e qualquer referência que Dirce sobre sexo continha aquela eterna mistura de dor e prazer ela não viu o que e nem por que se preocupar e com isso foi se entregando ás caricias de Juca que teve seu ponto culminante com ele a colocando sentada no sofá com as pernas arreganhadas para então poder lamber, beijar e chupar a boceta de Dirce que de gozo em gozo foi se contorcendo até chegar ao ponto de pedir:
Venha! Meta em mim que não agüento mais.
Já que o ponto esperado tinha sido alcançado Juca se despiu rapidamente e após untar generosamente sua tora e o cuzinho de Dirce com vaselina se posicionou de forma a poder ir enfiando seu caralho no cuzinho dela pela frente de forma que se o clima existente fosse quebrado já seria tarde demais pra isso causar algum trauma ou transtorno e o sucesso foi tal que em lugar de reclamações e lamentos ele apenas ouviu:
Minha nossa! Não é que isso é bom demais mesmo?
Está gostando?
Sim! Estou gostando sim.
Então vamos mudar para uma posição ainda melhor.
Mesmo duvidando que aquilo poderia melhorar ainda mais Dirce se ajoelhou no chão e se apoiou no assento do sofá como Juca tinha sugerido e então lá veio aquela tora deslizando para dentro do seu cú e já dessa vez ela pode sentir cada pedacinho daquilo que lhe estava sendo enfiado o tesão se apresentou ainda mais forte, mas o melh9or mesmo surgiu quando Juca passando uma das mãos por baixo passou a lhe acariciar a boceta e isso fez Dirce quase explodir:
Que loucura! Que coisa deliciosa!
Apesar de ainda não estar devidamente familiarizado com aquele tipo de reação Juca consegui segurar o gozo tempo suficiente para que Dirce começa a dar demonstração de cansaço e então deixando de acariciar a boceta dela a pegou pelos ombros e passou a dar estocadas vigorosas e profundas de forma que ela pode sentir nitidamente as bolas se chocarem contra a boceta e então o gozo se fez forte abundante e com isso Juca derreou por sobre Dirce que apagou como que fulminada por um raio.
É claro que mesmo depois daquela foda de arrasar o casal queria mais, mas a exigüidade do tempo os fez deixar para uma próxima ocasião e com isso eles se vestiram e após mais beijos e abraços saíram indo ao encontro de Madalena que num misto de alivio e aflição exclamou:
Já não era sem tempo, pois o pai já acordou faz um bom tempo e por isso não demora a vir regar a horta!
E como se tivesse ouvido o que filha acabara de dizer lá veio pai delas todo carrancudo e ranzinza como sempre fora, mas para a surpresa de ambas ao se aproximar se dirigiu a Juca:
Boa tarde meu rapaz! Como lhe vão as coisas?
Ao que Juca respondeu:
Boa tarde Seu Zito! Vou indo bem sim e o senhor?
Ainda um tanto mareado pela noite de trabalho, mas mesmo assim bem sim.
Então muito menos mal, por que nada que uma bela noite de sono que não dê conta.
Com certeza que sim, mas deixe-me ir que as verduras estão morrendo de sede.
Zito se foi deixando atrás de si suas duas filhas embasbacadas com tamanha cordialidade e foi por isso que Juca se viu na obrigação de se explicar:
Se assustem não por que trabalhamos na mesma empresa!
Ao que Madalena falou:
Mas, mesmo assim cordial demais para o feitio do meu pai.
É que apesar de ser considerado pelos mais velhos um quase moleque eu consegui conquistar o respeito de seu pai respeitando ele da maneira exata como ele gosta de ser respeitado.
E isso fez Dirce alfinetar a irmã:
Viu só como estou certa ao respeitá-lo?
Já que dar razão à irmã estava fora de cogitação Madalena foi incisiva:
Tudo bem! Mas, mesmo assim bom não exagerarmos ficando dando bobeira cá na rua.
E já que contra tal argumento não havia contestação Dirce ofereceu a boca a Juca para um ultimo beijos e após pediu a ele:
Já que meu pai simpatiza tanto assim com você porque não aparece por aqui durante a semana?
Durante a semana tenho escola, mas pode esperar que no sábado eu estarei aqui numa boa mesmo!
Mais um beijo rápido e lá se foi Juca com destino a sua casa, mas mal ele se afastou suficiente para não ser ouvida Madalena interpelou a irmã:
O que está esperando pra me contar como foi?
Sei que não irá acreditar, mas foi maravilhosamente maravilhoso!
Se está querendo me dizer que não doeu levar aquele monstro no cú pode ir parando por que não acredito mesmo.
Foi justamente por isso que iniciei a frase dizendo que você não iria acreditar.
Tudo bem, eu acredito, mas tem certeza de que não ficou toda arrombada?
Bem! Ta um pouco dolorido e ardendo como quando se fica com intestino ressecado, mas fora isso eu tenho certeza de que está tudo como deveria estar.
Madalena estava relutante em acreditar no que dizia, mas a desenvoltura com ela se movia e a aquela fisionomia de pura felicidade não lhe deixava dúvidas e por ela se viu na obrigação de se justificar:
É que sempre falam tantas coisas sobre dar o cú que me é difícil acreditar que não tenha doido ou machucado, só isso!í
Quanto a mim só tenho que lhe garantir que foi maravilhoso e que não doeu e nem me machucou.
É claro que aquilo redeu assunto para o resto da semana e então chegou o sábado tão esperado por Dirce e invejado por Madalena e então lá veio Juca alegre e sorridente para naquele sábado e em mais alguns outros se deliciar com a bunda carnuda e gulosa de Dirce, mas como não há remédio ou remendo para incompatibilidades físicas cada qual seguiu seu rumo e destino sem rancor ou ressentimentos.
FIM
enviada por Katia Ramos
08/07/2004 02:35
Um sócio da pesada!
© Kátia Ramos ramos_katia@hotmail.com ICQ 162167967
Lídio sempre teve um sonho e esse sonho era abrir uma confecção masculina por menor que ela fosse, mas com seus parcos recurso de alfaiate somados aos esforços de sua mulher Maria que como costureira não havia como realiza-lo e por isso quando Jonas seu patrão o convidou para com Pedro pra montarem a confecção ele chegou na sua casa transbordado de felicidade, mas o que ele não imaginava era que essa sociedade revolucionaria não apenas sua vida financeira e sim ela como um todo:
Maria! O impossível aconteceu e com isso o Jonas, o Pedro e eu estamos montando a confecção.
Sem divida Maria sabia bem demais que era o Jonas, mas não se lembrava de forma alguma de que era o Pedro e por isso perguntou:
Mas, que Pedro é esse?
Aquele Pedro que trabalhava comigo quando nos casamos!
Agora sim ela sabia muito bem quem era Pedro e por isso redargüiu:
Mas, ele não tinha se mudado pra Ribeirão Preto?
Tinha não! E sim ainda mora por lá, mas ao que parece a vida lhe tem sorrido muito, pois ele tem uma loja até que muito boa por lá e com isso está dando até para se associar a nós.
A principio Maria não tinha nada contra aquela sociedade e na certa mesmo que tivesse de nada adiantaria protestar, pois como se percebe Lídio se limitou a comunicar o fato e não em lhe pedir opinião e por isso ela se abraçou ao pescoço dele dizendo:
Se você acha que dará certo pra mim ta ótimo!
E num ato inédito para o casal aquilo como que foi selado por um beijo.
Após isso alguns dias se passaram quase na mesma rotina que consistia em Lídio trazer na tarde anterior quando voltava pra casa o que Maria ira costurar e assim também era ele quem levava a costura pronta na manhã seguinte, mas numa manhã que já ia ao meio Pedro chegou trazendo a costura de outra costureira pedindo:
Sei que está deveras ocupas, mas precisamos dessa peça com urgência porque a tenho que levar ainda hoje para Ribeirão.
Maria pegou a tal peça e após um rápido e acurado exame falou:
Isso é coisa bem fácil mesmo, por isso entre que não demorara quase nada.
E antes mesmo de esperar pela resposta de Pedro ela segui em direção a ateliê de costura que ficava como que aos fundos da casa onde entrou dizendo:
Não bote reparo na bagunça que tenho andado atarefada demais esses dias.
Isso fez Pedro passar um rápido olhar pelo local e como nada viu de bagunçado acabou por dizer em tom de brincadeira:
Nossa! Se não me cuidar acabarei perdido no meio de toda essa bagunça.
Isso levou Maria a erguer o olhos do que fazia e fita-lo com o mais lindo par de olhos azuis que Pedro jamais vira e assim como o pássaro atraído pela serpente ele se deixou ficar perdido naquele mar de águas cristalinas até que ela se dando por aquilo o interpelou:
Por que me olhas assim?
Qualquer outro poderia se dar por achado, mas não Pedro que deixando seu lado mais galanteador sobressair respondeu:
Sei que posso ser considerado por ti muito desaforado e atrevido, mas nunca em todas essas minhas vastas andanças eu deparei com olhos tão lidos e maravilhosos como os seus!
Claro que Maria não tinha gostado muito da justificativa, mas como retrucar apenas daria mais motivos para Pedro ir adiante ela rapidamente voltou ao trabalho e como a proximidade de Pedro parecia deixá-la pouco à vontade esse se afastou indo se recostar na mesa de trabalho posicionada de forma que Maria ficava de costas pra ela. Claro que isso melhorou em muito as coisas Maria pode passar a trabalhar com a mesma desenvoltura de sempre e se isso impedia Pedro de se embevecer nos olhos dela ao menos lhe propiciava acompanhar a silhueta do corpo de Maria constatando com isso que os ombros, a cintura e os quadris formavam um harmonioso e apetitoso conjunto em forma de violão e foi então que ela se levantou, se virou e veio até ele pra dizer:
Cá está tudo como deveria ter sido feito já na primeira vez.
E como ela estendeu a peça entre as mãos ao pega-la não como Pedro o faze-lo sem as retê-las entre as suas e novamente aqueles encantadores olhos azuis o magnetizaram e assim ele ficou perdido neles como se flutuasse em alto mar.
Se Pedro se encontrava devaneando em águas tranqüilas, Maria sentia o coração acelerar e o sangue ferver a partir de sua boceta para assim ir se irradiando até que o corpo todo estivesse superaquecido e a respiração quase ofegante e então ele livrou uma das mãos para com ela tocar levemente o roto de Maria dando assim indícios do que o iminente beijo se avizinhava, mas foi quase no auge de tudo que alguém chamou:
Oh de casa!
Aquilo foi tal e qual um balde de água fria no casa que mal teve tempo de afastar o suficiente pra evitar maus pensamentos e irmã de Lídio que morava na casa ao lado entrou perguntando:
Maria! Teria como você deixar a Cida cuidar da Claudia pra mim depois que ela vir da escola?
Por maior que fosse a vontade de Maria manda-la pra puta que a pariu ela se conteve pra dizer:
Sei não se ela irá poder por causa da educação física, mas quando chegar direi a ela que precisará dela.
Tomara que possa, pois tenho um compromisso muito importante e inadiável pra hoje.
E como Zélia nunca fora de dar pontos sem nós ela não esperou por ninguém e foi se apresentando:
Sou Zélia, irmã do Lídio e, portanto cunhada de Maria!
Finalmente Pedro estava diante irmã de seu sócio de quem João, o motorista da confecção, tanto alardeava as qualidades sexuais e por isso se desfez em cortesias beijando a mão dela no estilo mais galanteador que possuía falou:
Muito prazer! Sou Pedro um dos sócios de seu irmão, mas seu servo e escravo se assim o quiser e gostaria de ressaltar que há muito queria ter esse prazer que é te conhecer.
Isso fez Zélia quase estourar de tanta lisonja e se nem ao menos tentar sua mão da de Pedro falou:
Já que é assim a minha casa é essa aqui ao lado e por isso te espero para assim podermos decidir se é o meu prazer ou seu o maior.
Mesmo sendo como era aquilo constrangeu um pouco a Pedro que antes de responder olhou para Maria que estava recostada na maquina de costura pra onde Zélia estava de costas e por isso não pode ver o trejeito afirmativo e recomendativo que Maria fez passando um dedo nos lábios e o quase estalando em seguida a guisa de um chicote e isso fez Pedro sorrir e dizer:
Hoje vim meio apressado trazer um concerto urgente pra Maria fazer, mas te prometo que voltarei pra tomar esse cafezinho prazeroso sim!
Zélia fez um daqueles muxoxos que demonstravam tristeza e contrariedade e disse:
Muita pena mesmo, mas mesmo assim reafirmo meu convite advertindo que ficarei muito triste se não aparecer com mais tempo.
E após dar uma sugestiva passada de mão no rosto de Pedro saiu toda rebolando em direção apequeno portão que liga sua casa a de Maria pelo muro lateral. Zélia se foi e mesmo assim cada qual ficou onde estava sendo que coube a Pedro quebrar o silencio em tom de justificativa:
Já tinham me dito que ela era fogo, mas nunca imaginei que fosse tanto assim!
Maria sorriu de forma que seus olhos como que iluminaram o ateliê todo e por fim falou:
Realmente ela é de arrasar quarteirão e por isso chego a ter pena do marido dela que vive se matando nas estradas dentro dum caminhão enquanto ela passa os dias e as noites procurando mais um chifre pra botar no coitado.
Já que o jaleco de trabalho se Maria estava todo aberto Pedro pode vislumbrar muito melhor a silhueta dela e com isso constatar que além dum quadril bem farto ela também tinha uma par de cochas bem grossas que as calças compridas quase folgadas logravam êxito em disfarçar e como o estava deixando de pau duro ele procurou evitar maiores constrangimentos se movendo e dizendo:
Se fosse você não teria assim tanta pena dele, pois também já fui caminhoneiro e por isso que sei que elas não têm uma vida assim tão solitária nas estradas.
Isso levou Maria a dizer:
Sim! Sei disso, mas a meu ver uma coisa não justifica a outra e como você não pode aproveitar o cafezinho oferecido por ela espero que tenha tempo pra aceitar um meu, mas desde já avisando que será só cafezinho mesmo, viu?
Pedro fez um mocho de tristeza, mas em seguida abriu um daqueles seus sorrisos fascinante e cativante para dizer:
Mesmo assim tenho certeza de que será o mais delicioso cafezinho que já tomei!
Maria tirou o jaleco e se dirigiu até a cozinha sinalizando para que Pedro a seguisse e foi assim que a despeito das roupas folgadas que ela usava pode deduzir que ali se escondia um formidável corpo feminino composto de seios médios, cintura fina, quadris largos e coxas bem torneadas que na certa era todo realçado pela brancura radiante e pelos cabelos extremamente negros de Maria e jpa que estava sentado ele se deixou levar pela imaginação alcançando assim uma das mais rígidas ereções que se lembrava de ter tido.
Não havia como Maria ficar indiferente aos olhares de Pedro e ao que parece foi justamente como que querendo fazer frente ao oferecimento explicito de Zélia que ela tinha oferecido o café e tirado o jaleco pra fazê-lo e foi pelo mesmo motivo que ela se aproximou muito mais que a prudência determinava pra entregar o café e com isso mais uma vez Pedro pode reter sua mão ao pega-lo e dessa feita após provar um logo gole do café sem tirar seus olhos dos de Maria falou em tom meigo e sensual:
Nossa! Além de muito bonita e eficiente você também faz o melhor café que já tomei.
Dessa vez foi á vez de Maria sentir os efeitos da lisonja, pois além do calor que já sentia um leve rubor lhe subiu á face e com voz embargada por aquela enorme carga hormonal que quase balbuciou:
Sou tudo isso não!
Isso fez Pedro se levantar e aconchegar a cabeça de Maria em seu peito de forma que a perna dela ao ficar entre as suas fez ela toda a pujança do cacete de Pedro em toda sua dura plenitude e com isso ele pode deslizar uma das mãos pelas costas de Maria até lhe atingir a bunda e como a única reação que isso lhe causou foi um profundo e longo suspiro Pedro fez a outra mão seguir o mesmo destino e como ela reagiu a isso se ao aconchegando ainda mais junto a Pedro ele se viu no direito de dizer:
Sei que nada te semelhante à Zélia, mas mesmo gostaria de te mostrar que a vida de toda mulher vai muito alem de lavar, passar, cozinhar, cuidar da casa e costurar.
Maria ergueu a cabeça pra dizer que sim, mas antes que pudesse fazer isso Pedro passou a beijá-la mansamente e foi tal a surpresa e a embriaguez que se aposso dela que em lugar de se rebelar por estar finalmente sendo beijada pelo segundo homem de sua vida ela foi entreabrindo os lábios deixando assim as línguas se tocarem e se entrelaçarem no mais alucinante beijo que ela jamais trocara.
Enquanto Pedro explorava cada centímetro do corpo de Maria por sobre as roupas essa se maravilhava com o volume pulsante existente dentro das calças e tão fortemente premido conte sua coxa direita e então quando aquele longo beijo deu lugar a vários mais curtos e nada menos ardentes; risos e passos no corredor obrigaram o casal a se recompor a tempo de que as duas filhas mais nova Jane e Regina entrassem vindas da escola em explosiva alegria infantil o que levou ambos a deduzirem que as coisas estavam conspirando contra eles. Com isso nada se podia fazer e então nada restou que não fossem cada qual tomar seu destino o de Pedro a confecção e o de Maria os ultimatos para o almoço.
Fora o fato de Cida ter que perder a aula de educação física pra cuidar de Claudia que ainda era pouco mais bebê nada de anormal ocorreu a não ser que Maria não conseguia tirar aqueles momentos mais deliciosos de sua vida do pensamento o que levou Cida a interpelá-la com certa irritação:
Mãe! Será que daria pra senhora deixar pra visitar o mundo da lua outro dia?
Como assim?
Ta vendo? E ainda quer saber o porquê?
Foi então que Maria acabou pro definir realmente o que sentia e o que queria:
Sabe filha! Acabei de descobrir que a vida duma mulher poder tem coisas bem melhores que lavar passar, cuidar da casa, cozinhar e costurar sem que isso acabe prejudicando essas todas.
Cida ficou tão aturdida com aquilo que acabou dizendo:
Credo mãe! Até parece que a senhora está apaixonada?
Isso fez Maria novamente botar os pés no chão e finalmente entender que se continuasse agindo assim acabaria podo tudo a perder antes mesmo que começasse de verdade e isso a levou a dizer:
Sabe filha! Nem sempre uma paixão significa se estar apaixonado por outrem e sim por uma época da vida de pessoa e sinceramente estou vivendo um período mias que apaixonante mesmo.
Claro que em seus 16 anos Cida ainda não tinha entendimento pra saber a que a mãe se referia e por isso indagou:
Como assim, mãe?
Como assim que mesmo achando que seu pai tenha feito a maior das loucuras ao abrir a confecção isso acabará nos dando ótimos motivos para vivermos muito melhor tanto na parte financeira como na sentimental e familiar também.
Querer que Cida entendesse já era demais mesmo, mas a simples menção á melhora financeira foi o bastante pra ela se acerca da mãe dizendo:
Nossa mãe! É mesmo e com isso talvez papai acabe me deixando estudar como quero.
Ali estava algo de que Maria duvidava e muito e mesmo assim ela não querendo derrubar mais uma vez o sonho da filha por terra falou:
Talvez sim, filha! Talvez sim.
Aquilo foi muito mais que o bastante pra acalentar o sonho de Cida e ao mesmo tempo deu um rumo a ser seguido por Maria caso o que ao mesmo tempo temia e ansiava viesse a acontecer.
Daquele dia em diante um novo tomou conta da casa, pois se Maria passara a ser mais dedicada à costura para assim amenizar aquele misto de saudade e de medo que sentia a vã possibilidade de Cida finalmente conquistar o pai para esse deixa-la seguir os estudos a fazia cuidar praticamente de todos os afazeres domésticos e isso trouxe algo como que um progresso familiar extraordinário, mas não tardou muito para que ausência prolongada de Pedro se fizesse sentir trazendo assim uma certa irritabilidade em Maria e foi novamente Cida a primeira a detectar:
Caramba, mãe! Até parece que algum bicho anda te mordendo.
Isso fez Maria parar de passar as roupas que acabara de confeccionar para interpelar a filha:
O que quer dizer com isso?
Quero dizer que antes dessa maldita sociedade você era apenas dura conosco, mas depois daqueles poucos dias de perfeita sociabilidade você tem agido com se odiasse cada uma de nós e até o mundo inteiro.
Tem certeza disso?
Tanta que até papai anda resmungando sobre a razão dessas suas agressividade!
Mais uma vez o tino dócil e amável de Maria falou mais alto e por isso ela em lugar de respondeu passou a se policiar e com isso pouco depois se justificou com Cida:
Sabe, filha! Realmente ando me irritando muito fácil mesmo e por isso procurarei me controlar mais.
Já que o dito foi feito tudo voltou a aparente normalidade e então quando a ausência de Pedro quase não mais molestava Maria, Lídio chegou em casa dizendo:
O Pedro voltou de viajem cheio de idéias e de modelos e por isso vira aqui amanhã te passar como as amostras deverão ser feitas!
Por essa hora Maria estava lavando as louças do jantar e foi tão grande o sobressalto que ela teve que por muito pouco não deixou o prato que tinha nas mão cair e já que aquilo demandava alguma consideração adicional ela perguntou:
Por que essa agora dele vir me passar instruções se apenas os moldes sempre bastaram?
Sendo ele afeito a tanta frescura como é nada mais me é estranho, mas já que são modelos femininos sugeri a ele vir cá acertar esses detalhes com você.
Até aí tudo bem tanto no ponto de vista funcional como no técnico, mas no sentimental Maria sabia que aquilo nada mais era que uma forma de porder estar mais próximo dela sem despertar suspeitas e por isso apenas perguntou:
E quando ele virá?
Se estiver bom pra você, amanhã mesmo!
Já que Lídio sempre fora de dar a tudo uma forma de ordem indiscutível aquele quase direito de optar pelo dia deu a Maria o indicio de que algo não estava lá muito bem com aquilo ou até com o sócio, mas como perguntar alguma coisa naquela hora e lugar seria levaria a curtos escassos monossílabos ela deixou ficar como estava e com isso a noite foi avançando até que quando foram para o quarto se prepararem para dormir Maria finalmente perguntou:
Pela sua maneira de colocar as coisas fiquei achando que há algo errado, mas ainda não sei se é com as novas roupas ou com o Pedro?
Isso arrancou um dos raros sorrisos de Lídio que puxando Maria para si esclareceu:
Tem nada de errado com o Pedro não e sim com que essa história de fazer roupa de mulher não me cai muito bem não!
Dando vazão um lado ainda desconhecido por ela mesma, Maria se acavalou sobre Lídio bem encima de seu cacete e com voz meiga e cheia de trejeitos falou:
Deixa de preconceito bobo porque dinheiro não tem raça e nem sexo!
Sem dúvida que aquela atitude inusitada excitou rapidamente o casal de forma que Lídio deu seqüência passando a apalpar os seios ainda muito duros de Maria, mas quando ele quis tomar maiores liberdades ela se desvencilhou habilmente escorregando pelas pernas deles de forma a livra-lo da cueca ora em seguida passar a fazer o que eu mais gostava que era chupar ávida e ruidosamente o cacete de seu marido de forma que ele não demorou muito a pedir:
Pare senão irei gozar!
Nas outras ocasiões isso batava para fazer Maria parar, mas dessa vez ela fexou aquele par de olhos maviosos em Lídio e passou a sugar avidamente a cabeça daquele seu tão bem conhecido caralho até não sustendo mais a pressão Lídio gozou quase sufocando Maria com a enorme quantidade de porra que expeliu o que elvou ele a dizer:
Vi só que fez?
Vi sim e por isso vem cá e me pague na mesma moeda!
Isso foi dito acompanhado de Maria se deitando de gostas e arreganhando as pernas oferecendo sua boceta para se chupada e novamente o inusitado da oferta deixou Lídio quase perto da loucura de forma que ele imediatamente caiu de boca em beijos, lambidas e chupadas naquela bocetinha quente, cheirosa e sumarenta se deliciando e se deleitando, mas ao que parece aquele era definitivamente os dia das mudanças radicais, pois quando Lídio se afastou para enfiar sua pica em Maria essa se virou de bruços levando ele a desistir momentaneamente de fode-la para passar a beijar e mordiscar as costas de Maria partindo dos ombros e descendo pela espinha até chegar a farta bunda de Maria e dessa feita Lídio vendo que as novidades estavam ali pra serem tentadas ele em lugar de desviar os lábios e a língua pra um dos lados ele seguiu pelo rego a baixo causando tamanha sensação agradável em Maria que ela foi afastando as pernas e arrebitando a bunda dando a sim a Lídio a inédita oportunidade de lamber e também beijar o cuzinho rosado de Maria que de imediato passou a piscar enlouquecidamente; isso levou Lídio a deixar de lado toda a prudência de tantos anos e molhando o]um dos dedos na boceta de Maria o foi fazendo deslizar lentamente por aquele cuzinho assanhado a dentro fazendo Maria gemer fundo e dizer:
Até que isso é muito melhor do que pensava!
Por pouco Lídio não explodiu de alegria e só não o fez temendo que isso acarretasse uma mudança repentina em Maria que nunca se mostrara afeita a aquela forma de caricia sempre alegando não gostar daquilo nas poucas vezes que ele o pedia, mas o que Lídio nem imaginava que a relutância em aceitar aquela caria residia mais em tabus religiosos do que em gosto pessoal e como que ela tinha a plena certeza de que a vinda de Pedro resultaria na quebra do dogma máximo de qualquer religião que era a fidelidade matrimonial ela não estava nem um pouco afeita a evitar a quebra desse que ao seu ver era bem menos pecaminoso que o outro e por isso quando Lídio pegou um dos travesseiros e o colocou sob sua barriga Maria se posicionou o mais contável que podia em então lá veio Lídio espalhando bastante creme para cabelo em seu cusinho para em seguida se deitar lentamente sobre ela para ir lentamente dando cabo à ultima virgindade ainda mantida naqueles quase 18 anos de casamento.
Mal a introdução começou e Maria agarrou o outro travesseiro para lhe cravar firmemente os dentes diante da mais horrível das dores que jamais sentira e nem mesmo as lagrimas quentes e fartas que começaram descer pelo seu rosto a fez reclamar ou querer desistir, pois naquele momento ela tinha consigo que qualquer martírio por maior que fosse não se igualaria o que sentiria Lídio caso viesse a saber o que ela tencionava fazer-lhe e foi nesse estado de pagar pó um pecado ainda não cometido que Maria passou a gostar dos vai e vens que Lídio passou a executar e com isso lá pelo quinto ou sexto ela já dava razão ao fato de que suas cunhadas Zélia e Linda gostavam tanto daqui e então quando Lídio gozou ela já tinha gozado tanto e tão profundamente que só encontrou forças para dizer:
Querido! Foi tão bom que que faça isso tantas e quantas vezes mais quiser,
Pode deixar que farei sim, querida!
E tombando para um lado adormeceu profundamente agradecendo por Jonas, seu outro sócio ter razão ao afirmar que certas coisas não fora feitas pra serem pedidas e sim pra serem conquistadas.
A manhã seguinte chegou tão rápido como se a noite tivesse tido apenas alguns minutos e não varias horas e com isso ao sair Lídio perguntou a Maria:
Que devo dizer ao Pedro?
Por maior que fosse sua vontade de dizer que o mandasse vir naquela manhã Maria preferiu usar da cautela em responder:
Diga a ele que venha amanhã pela manhã!
Já que pra Lídio tanto fazia um dia como o outro ele se dirigiu super radiante ao trabalho aonde mal chegou chamou Jonas para um cara e disse:
Obrigado peal sugestão!
Claro Jonas não fazia a menor idéia sobre o que Lídio dizia e por isso perguntou:
Que sugestão?
A de que pedir pra enrabar uma mulher acaba dando em nada e sim que se deve partir pra coisa sem dizer um nada de nada!
Só mesmo depois de puxar muito pela memória que Jonas se lembrou de ter dito aquilo durante uma de homéricas embriagues e por pouco não decepcionou dizendo que ele nunca tinha posto aquela teoria em pratica, mas mesmo assim falou:
É bom saber que minha velha teoria funciona assim tão bem!
E todo agradecido Lídio bateu-lhe nas costas dizendo:
E bote bem nisso!
Daí em diante tudo voltou á normalidade só mesmo sendo ligeiramente quebrada quando Pedro chegou como sempre todo radiante e perguntou a Lídio:
O que tua Maria decidiu?
Decidiu que você pode ir só amanhã!
Por pouco a ansiedade de Pedro não traiu fazendo-o perguntar por que teria que ser no dia seguinte e por isso ele viu por bem arreliar João fazendo piadinhas sobre sua paixão por Zélia.
Já que por aqueles dias os serviços de Maria andavam meio que calmos ela optou por começar seu dia fazendo uma visita rápida para Zélia e como encontrou a porta da cozinha aberta ela foi entrando em busca da cunhada e até que ao chegar ao quarto deparou com Zé, o marido de Zélia, adormecido de costas completamente nu e ao ver que nem Zélia e nem Linda tinha mentido sobre a enormidade do cacete dele ela ficou por ali embevecida com o que aquele quase negro de porte muito atlético trazia entre as pernas e então o ressonar de quem tinha viajado a noite toda quebro aquele quase encantamento de forma que Maria se afastou silenciosamente e foi para sua casa dar finalmente um começo produtivo ao dia.
Daí em diante o dia de Maria passou a transcorrer dentro daquela normalidade esperada e como Zélia não apareceu nada ele pode dizer sobre que tinha ido até a casa dela e nem sobre outra coisa qualquer e então chegou a noite trazendo Lídio que de cara foi dizendo:
Apesar de parecer não ter gostado muito o Pedro confirmou sua vida amanhã cedo!
Ao que parece Maria já dava como certa sua decisão e por isso que falou:
Tudo bem! Pois, aproveitei pra adiantar o que podia hoje para assim não ter nada pra atrapalhar.
Fora foi tudo a mesma coisa de sempre e isso inclui também que não houve um replica da noite anterior e nem uma daquelas trepadinhas básicas de antes o que até que acabou sendo bom, pois assim Maria pode no silencio da noite e no aconchego da cama passar e repassar as conseqüências possíveis e prováveis do que estava por fazer e finamente deu seu debate metal por encerrado murmurando:
O pior que pode acontecer será eu gostar demais da idéia!
Ao que Lídio no limiar entre o sono e a realidade perguntou:
Nada não!
Daí até o amanhecer foi novamente um pequeno pulo e novamente pouco antes das 6 da manhã o casal deu a noite de sono reparador por encerrada e se Maria tinha se praticamente esquecido seu ultimo murmúrio Lídio o trouxe a baila perguntando:
O que quis dizer sobre acabar gostando da idéia?
Mais uma vez Maria mostrou estar se modificando demais mesmo, pois nem titubeou ao partir para uma mentira dizendo:
É que depois de tantos anos só fazendo roupas masculinas a idéia de fazer roupas femininas está me sendo bem mais aprazível que deveria ser e por isso temo gostar mais do que devo dessa idéia e você?
Por que aquilo o contrariasse Lídio acabou usando o que Maria lhe dissera:
A mim só cabe me apoiar naquilo que disse sobre que dinheiro não tem com e nem sexo, mas se ver que não dará dinheiro estarei fora mesmo!
Como não havia muito tempo para delongas Lídio se foi e Maria começou a botar as filhas em marcha com destino á escola pedindo tanto a Cida como a Jane:
Hoje o Pedro virá trazer alguns modelos novos pra testarmos e por isso quando saírem da escola precisarei quê fiquem na casa de minha mãe o resto do dia, certo?
Ao que Cida redargüiu:
Já que terei educação física no período da tarde pra mim estará ótimo!
E como Jane e Regina nada tinham contra ela deu o assunto por encerrado com as filhas, mas como ainda tinha Zélia por preocupação ela mais que depressa fechou o portão de ligação planejando fazer o mesmo com o da rua tão logo Pedro e com essas coisas prontas ela arrumou rapidamente a casa, seu cabo das louças do café e passou a esperar por Pedro.
Ao que parece Pedro não estava lá assim disposto a esperar, pois contrariando seus costumes chegou exatamente as 8 horas na confecção e pós as brincadeiras e traquinagens costumeiras ele chamou João para sacaneá-lo dizendo:
Agora estou indo comer Maria, e depois do almoço comeria a sua adora Zélia!
Isso fez João rir até quase estourar e dizer:
Não duvido nem um pouco que comerá a puta da Zélia porque ela dá mais que chuchu em cerca, mas a Maria nem depois dela morta você conseguirá isso.
Ao que Pedro retrucou:
Taí a maior das vantagens de se dar em cima de mulher tida por santinha é que nem mesmo se ela disser que deu para um cara em mesmo o marido acreditará. Que ver como é?
E pegando joão levemente pelo braço o levou até perto de Lídio onde chegou dizendo:
Bem! Já que somos sócios assim tão sociais vi por bem te avisar que aproveitarei pra comer tua querida Maria.
Isso fez Lídio rir até quase estourar e dizer:
Se tivesse dito que comeria minhas filhas ou até minha mãe eu teria que te enfiar essa tesoura no rabo, mas sendo a Maria tão religiosa como é eu até pagaria pra ver isso acontecer.
Não só João e sim todos os demais que estavam por perto riram até se fartar de Pedro que cínica mente ainda disse:
Taí o exemplo de que o corno sempre é o ultimo a creditar!
E como ir mais adiante seria abusar da sorte Pedro se foi, mas não sem antes entrar na farmácia do Artur pedindo em falso sigilo:
Me veja uma daquelas de vaselina bem escorregadia que tenho que comer o cuzinho da mulher do Lídio como café da manhã!
Agora foi a vez de Artur rir e dizer:
Se fosse a Maria do Jonas eu até que acreditaria, mas a Maria do Lídio me deixar lhe aplicar injeção na bunda ela deixa.
E com isso tão logo Artur lhe entregou o que pedia Pedro entrou em seu carro e se rindo da incredulidade ingênua de todos se dirigiu até a casa de Maria e ao chegar foi calorosamente recebido por ela dizendo:
Achei que não viria mais!
É que tive que dar um tempo pra assim não despertar maiores suspeitas.
A resposta de Maria foi a de se atirar ao pescoço dele dizendo:
O melhor de tudo é que realmente veio!
Mal isso foi dito e ela o conduziu para dentro da casa pela porta da sala justamente por esse ser o menor caminho até o quarto até então só ocupado por ela e pelo marido e então sem que uma palavra fosse dita um passou a despir o outro ente beijos e caricias e como era de se esperar foi Pedro que rompeu o silencio dizendo:
Nossa! Você é muito mais linda que eu imaginava.
E sem esperar por resposta fez ela se deitar de costa na cama e passou a beijar e mordiscar cada pedacinho do que tinha ao seu alcance só indo parar quando atingiu a formosa e deliciosa boceta de Maria que em entre suspiros e soluços foi de gozo em gozo até que finalmente Pedro veio vindo por cima dela e levantando sua perna até deixa-la na típica posição de franga assada para então finalmente ir introduzindo cada centímetro daquilo que ia paulatinamente transformando a sempre fiel Maria em mais uma esposa infiel. E se Pedro devaneava perdidamente mar azul dos olhos de Maria essa não conseguia acreditar que realmente estava fazendo aquilo que sempre fora ensinada a abominar e ainda por cima adorando aquilo tudo e foi então que Pedro sentido toda a força daquela situação falou em voz entrecortada:
Vou gozar, mas prometo que terei mais gozo pra te satisfazer por completo mesmo!
Tudo bem! Então pode gozar.
E com isso Pedro passou a estocar com tal força que seus corpos estalavam ao se chocarem e por fim Pedro gozou tão intensamente que pareceu que iria desencarnar provocando assim um orgasmo tão intenso em Maria que só o daquela primeira vez que dera o cú poderia servir de comparação ao que levou Maria dizer:
Se isso continuar sendo assim tão bom não terei como deixar de não viciar.
Deixe por minha conta que cuidarei de deixa-la perdidamente viciada em sexo do bom e do melhor também.
Como um orgasmo daquele pedia um tempo pra a recuperação Maria se levantou dizendo:
Já hoje estou em condições de lhe oferecer um café em pé de igualdade ao que Zélia lhe prometeu só me resta convida-lo que me acompanhe até a cozinha.
Na verdade Pedro preferia ficar na cama curtindo as delicias que Maria podia lhe proporcionar, mas como essa quase o enxotou de lá ele a seguiu e como ela vestiu seu inseparável jaleco de costura ele se viu na obrigação de vestir ao menos uma sunga e então lá foram eles ao prometido café onde Maria aproveitou pra perguntar:
Aquela coisa de roupas femininas é verdadeira ou foi um pretexto pra esta cá comigo?
Já que deixar de ser sincero diante duma mulher era quase impossível a Pedro ele se abriu:
Sei que irá me odiar por isso, mas tudo não passa se um pretexto para estar contigo!
O incrível para Maria era que aquela revelação em vez de a deixar decepcionada serviu como um grande elogio e por isso que ela querendo ver como Pedro reagiria falou:
Pena que tenha sido apenas uma desculpa, pois a meu ver a essa idéia até que daria um bom dinheiro sim!
Sério?
Muito sério mesmo!
Por que acha isso?
Pelo simples fato de que quantas roupas você compra por ano e quantas sua mulher compra no mesmo período?
Isso desencadeou uma seqüência de comparativos e de cálculos que se estendeu até a hora do almoço quando Maria impôs uma pausa para reporem as energias o que levou Pedro ao final do almoço dizer:
Sinceramente você não só é boa costureira e sim também é uma excelente costureira, uma fabulosa empresaria e sem dúvida a mais sensacional das amantes que um homem possa desejar!
Isso fez Maria sentar em seu colo dizendo:
Ainda não acha cedo demais pra me julgar como amante?
Pode até parecer que sim, mas sei que o que virá depois será muito melhor do que o que já me mostrou.
Sendo assim então por que não me deixa lhe mostrar mais um pouco?
E antes que Pedro pudesse dizer ou fazer qualquer coisa Maria se ajoelhou entre suas pernas e tão liberou o caralho dela da diáfana proteção da sunga passou a sugá-lo com tal perícia que Pedro quase foi á loucura, mas o choque fatal mesmo veio quando ela finalmente ergueu o rosto em sua direção passando a lamber e sugar o cacete de Pedro sem tirar seus olhos do dele o que levou a dizer:
Porra! Isso já é muita covardia, pois desse jeito não há herói que agüente.
A resposta de Maria a isso veio que se poderia dizer em um olhar risonho o que provocou tal reação em Pedro que quase instantaneamente despejou toda a porra que tinha na boca de Maria. Terminada mais esse embate a normalidade veio com Pedro não segurando a curiosidade e perguntando:
Onde aprendeu tudo isso assim tão bem?
A costurar com minha avó, a cozinhar com minha mãe, a negociar com minha sogra e a trepar só pode ter sido com meu marido porque depois dele você é primeiro com quem transo.
Aquilo foi tão surpreendente a Pedro que ele não pode deixar de perguntar:
Ta brincando, né?
Nem um pouquinho mesmo!
É lógico que Pedro queria perguntar por que ele fora o escolhido, mas toda aquela sua experiência lhe ensinara que há certas perguntas que nunca devem ser feitas e com isso ele se limitou a passar um braço pela cintura de Maria e mudar de assunto dizendo:
Voltando ao assunto das roupas femininas você tem alguma sugestão?
Novamente só falaram sobre aquilo e indo ao ateliê de Maria passaram a fazer desenhos e moldes e por fim quase 3 horas depois Pedro acabou por se dar por satisfeito dizendo:
Sem dúvida já temos por onde começar, certo?
Certo! Mas, a meu ver está mesmo é na hora de acabarmos, pois em breve minhas filhas terão que voltar pra casa.
E sem eperar por resposta caminhou de volta ao quarto seguida o mais próximo possível por Pedro que mal entram nom quarto passou a tirar gentilmente o jaleco que Maria só teve o trabalho de desabotoar e se valendo de que ela estava de costas ele passou a beijar-lhes os ombros para assim como Lídio ir descendo até sua formosa bunda e como ainda estava em pé Maria se viu tendo apoiar as mãos na penteadeira para assim fraquear o acesso de seu cuzinho aos beijos e lambidas de Pedro e assim ficou até que ele lhe pediu:
Venha! Se posicione de quatro na cama.
Já que o ponto indicado por ele ficava exatamente em frente a penteadeira tanto um como o outro podia ver os rostos ali refletidos o que desde o inicio se mostrou muito mais excitantes e então Pedro passou a enfiar deliciosamente seu caralho na boceta de Maria enquanto com um dos dedos se pôs a preparar o cuzinho dela para a invasão e então ele lubrificou sua pica e encostou a cabeça nas pregas dela pedindo:
Agora empurre a bunda bem devagarinho pra traz!
Maria passou a atender o recomendado e com isso na medida que suas pregas iam se alargando ela foi vendo seus olhos se abrirem, se avermelharem e finalmente verterem grossas lagrimas diante das quais Pedro sugeriu:
Se estiver doendo muito e quiser para pra mim tudo bem!
A resposta de Maria foi passar a mover lentamente a bunda como que em círculos como Linda e Zélia diziam ser o certo a ser feito e como que dando razão a elas a dor foi cessando e dando lugar ao tesão e com isso Maria foi vendo seu rosto marcado pela dor ir se transformando num rosto risonho e feliz e quando nada mais restava por entrar Maria exclamou:
Sinceramente dessa vez pensei que seria muito mais fácil mesmo!
Todo aquele espetáculo refletido pelo espelho tinha enternecido tanto a Pedro que ele com voz embargada pela emoção falou:
Realmente hoje sei de verdade o quanto uma mulher sofre tomando nu cú e por isso de agora em diante valorizarei ainda mais as que se dá a isso.
Já eu naquele momento o que menos Maria queira era conversar ela pôs fim ao assunto pedindo:
Então recompense todo esse meu esforço me fazendo gozar pra valer!
Já que deixar de atender a um pedido como aquele seria mais que um crime e um pecado juntos Pedro passou a meter lentamente na bunda de Maria sem deixar de acompanhar as reações dela no espelho; foi assim que ele viu os maravilhosos olhos delas passarem a brilhar como duas estrelas no céu profundo para em seguida a um gemido rouco, longo e profundo irem retornando ao brilho normal de sempre. E como tanto um como outro acabou completamente derreado por esse poderosíssimo orgasmo acabaram tombando lado a lado na cama onde ficara por quase uma hora pra então saírem direto pra debaixo do chuveiro.
De banho tomado e vestido novamente lá foram eles de volta ao ateliê e mal começaram a revisar o que tinham feito Cida chegou dizendo:
As meninas só virão depois do jantar.
E o ver que eles tinham diante de si perguntou cheia de espanto e desconfiança:
Tem certeza que foram mesmo vocês que fizeram isso?
Em qualquer outra ocasião tanto Maria como Pedro poderia ter percebido o toom de desconfiança contido naquela pergunta, mas como nada tinham porque suspeitar de Cida afirmaram quase em uníssono:
Claro que fomos nós sim!
Ah bom! Isso realmente mostra que você sabe muito bem ir além do tradicional lavar, passar, cozinhar, cuidar da casa e costurar.
E como insistir seria problemático ela foi ao seu quarto deixando assim ao casal a arriscada tarefa de se despedirem sem despertar maiores suspeitas. Feito isso e sem que nem e nem outro arriscasse marcar uma nova seção como aquela Pedro partiu levando consigo todos aqueles esboços, desenhos e moldes e como era de esperar tão logo entrou na confecção e se acercou daqueles que tinham ouvido o que dissera diante de Lídio foi atirou o pacote sobre a enorme bancada dizendo:
Como não sou de deixar de cumprir promessas aqui está o que sobrou de Maria depois que a comi e antes que protestem em contrario em 3 meses estaremos produzindo isso aqui também!
O alvoroço tomou conta de tudo e de todos o que não impediu João de se aproximar pra perguntar:
Comeu ou não comeu?
O que acha?
Não querendo acreditar no que seus instintos diziam ele respondeu:
Não sei por que, mas tenho certeza de que comeu até se fartar e de que aquilo ali sobre a bancada foi trazido por você de Ribeirão apenas como um disfarce.
Engano seu, pois foi ela mesma que desenho e modelou praticamente tudo me cabendo apenas sugerir uma coisa aqui e outra ali!
Aquilo como que deu um nó na cabeça de João que se afastou tristonho e murmurando:
O Lídio tinha razão. Oh se tinha sim.
Fim
enviada por Katia Ramos
07/07/2004 00:28
Levantando o astral!
© Kátia Ramos ramos_katia@hotmail.com ICQ 162 167 967
Realmente o astral de Cláudia estava mais baixo que barriga de cobra e nem mesmo a alegre companhia de sua prima Joyce conseguia no mínimo alegra-la um pouquinho sequer e foi por que ela se despediu da prima e com passos curtos e muito desanimados começou a voltar pra casa, mas pouco depois que saiu da casa de Joyce um carro parou ao seu lado e uma voz mais que conhecida perguntou:
Quer uma carona?
Na verdade o que Cláudia mais queria era ficar sozinha mesmo, mas como fazia um bom tempo que ela nem ao menos ouvia falar do paradeiro de Juca ela aceitou e como era impossível que o estado de espírito dela passasse desapercebido ele só esperou que ela se ajeitasse no banco do carro para perguntar:
Nossa! Que bicho te mordeu?
Apesar de não ser aquela a intenção imediata mesmo assim acabou fazendo Cláudia sorrir e após alguns segundos de reflexão responder:
Não sei ao certo se foi mordida ou picada, mas o efeito acabou sendo o mesmo, ou seja, me fodi pra valer!
Apesar de nem ao menos se assemelhar com uma resposta esclarecedora já era uma bom começo e por isso ele insistiu:
Sem maiores detalhes não poderei nem ao menos opinar se foi uma coisa ou outra?
Cláudia parou por um momento pesando os prós e os contras de se abrir com Juca e como os prós venceu ela começou:
Como sabe ando namorando um cara escondido de meus pais e a pouco mais de um mês eles descobriram e como era de se esperar me proibiram terminantemente de encontrá-lo.
Cláudia fez uma pequena pausa como que querendo saber se Juca estava ouvindo e acompanhando a narrativa o que o levou a dizer:
Que merda! E aí?
E aí que eu não só desobedeci às ordens deles como acabei pura e simplesmente me vingando dessa coisa tão antiquada e arbitrária e agora estou assim sem saber ao certo o que fazer e como agir daqui pra diante.
Realmente a coisa estava complicada demais com Cláudia falando tudo e não dizendo nada e por isso Juca se viu sem ter o que e ou como dizer alguma coisa e na falta de coisa melhor continuou rodando lentamente pela cidade em silencio e como aquilo estava ficando muito constrangedor ele foi direto e reto:
Me desculpe, mas até agora você se portou como a maior perita em desinformação que conheço e por isso não tenho um nada sequer pra te dizer.
De tão certo que ele estava que Cláudia lutando com todas as forças que tinha conseguiu driblar a vergonha o suficiente pra dizer:
Deixei que ele me tirasse a virgindade!
Nem mesmo Juca sabe dizer se foi de propósito ou se aquilo escapou numa boa, mas a verdade é que ele acabou dizendo:
Porra! Sem dúvida isso nada ter a ver com mordida e sim foi uma daquelas picadas de foder pra valer mesmo!
Mesmo sem saber se a intenção de Juca era aquela Cláudia acabou rindo com gosto e ao final disse:
Realmente foi mesmo uma picada e realmente doeu pra caralho.
Ao que parece a coisa continuaria na base da brincadeira e por isso Juca falou:
Mulher é um bicho danado de engraçado mesmo, né?
Por quê?
Porque se foi justamente um caralho que provocou a dor como o que você acha que deveria ter doído?
Foi só então que Cláudia percebeu o disparate que tinha dito e como Juca estava cheio de razão ela continuou:
Tudo bem! Mas, mesmo assim não doeu muito mesmo e já que estamos falando nisso você saberia me explicar por que dói tanto assim?
O tom de voz de Cláudia indicou muito bem a que tipo de dor ela se referia e sem dúvida nem mesmo alguém como Juca estava preparado pra responder adequadamente a aquilo e por isso ele procurou uma saída menos vexatória continuando a brincar:
Acontece que sempre estive do outro lado do caralho e por isso nada tenho a dizer e as suas amigas o que dizem sobre isso?
Ao colocar a questão em qual dos lados do caralho se esta tornou até que mais fácil para Cláudia falar sobre aquilo e por isso ela foi sincera:
Sempre tem as que gostaram e também as que não gostaram nem um pouco.
E você o que achou?
Até então Cláudia não tinha se dado ao trabalho de pensar detalhadamente no que realmente tinha lhe acontecido e como após pesar os prós e os contras ela concluiu:
Bem! Realmente doeu um pouco sim, mas foi uma dor diferente e até que gostosa de sentir e como ele foi muito carinhoso acabou até sendo muito mais gostoso do que eu esperava, mas mesmo assim continuo achando que faltou alguma coisa e o ruim de tudo é que quanto mais penso nunca consigo descobrir o que é.
Juca nunca tinha ouvido aquilo assim de forma tão direta, mas ja tinha ouvido tanto suas irmãs como as amigas delas falarem sobre seus dissabores sexuais que se achou em condições de arriscar:
Tudo o que eu disser poderá lhe parecer muito suspeito, mas mesmo assim me arrisco a dizer que acho que essa sensação de vazio se deve mais a toda expectativa que envolve esse acontecimento do que propriamente dito a alguma coisa que tenha saído errada ou faltado.
Novamente se fez silêncio entre o casal e dessa vez enquanto Cláudia analisava como alguém que parecia ser tão alheio a tudo conseguira ter ido tão profundamente no X da questão ela deixava correr em sua imaginação o belo filme de seu casamento seguido da festa e finalmente a noite de núpcias regada a champangne e sobre lençóis de cetim. Mas em lugar disso tudo rolou no banco traseiro do carro de Ari estacionado numa ruela sem saída próxima da escola onde ela estudava e isso a fez suspirar profundamente e dizer:
É! Você sabe muito bem mesmo como as coisas funcionam, pois é justamente assim que me sinto em relação a isso tudo, mas será que isso tudo irá passar?
Mais uma vez Juca estava diante duma pergunta para a qual ele não tinha nem idéia de qual resposta seria a mais adequada e por optou por algo mais ao seu gosto:
Vai sim!
Nisso Cláudia discordava plenamente e por ironizou:
E tem idéia de quando será?
É claro que Juca só tinha dito aquilo apenas por falta de coisa melhor, mas mesmo assim ele não se deixou apanhar:
Tenho certeza de que agora que todas as suas expectativas se foram você verá que uma transa será melhor que outra.
Cláudia encarou Juca com aquela expressão de quem duvida do que ouviu o que levou Juca a tocar carinhosamente o rosto dela e dizer:
Vá por mim e verá que o tempo é o melhor remédio até pra isso!
Cláudia estava realmente na pior e por isso em lugar de dar qualquer sinal de melhora apenas falou:
Sinto muito por discordar, mas no meu caso só está piorando mesmo!
Pela sua forma de dizer devo deduzir que não foi apenas uma vez, certo?
Exato! Foram varias vezes e pode acreditar que nenhuma foi melhor que a outra,
Realmente aquilo tornava as coisas ainda mais sérias e já que ela mergulhou num silêncio tão profundo que Juca não vendo alternativa passou a dirigir sem rumo ou destino certo, mas como não demorou muito para que aquilo ficasse chato demais ele quebrou o silêncio:
Sabia que é justamente por isso que não costumo de tirar cabaços?
A principio Cláudia pareceu não ter ouvido, mas finalmente ela ergueu a cabeça, expirou com força e disse:
Mas, em compensação não há bunda, de virgem ou não, que te escape!
E Você tem algo contra isso?
Já que pelo que sei nenhuma delas tiveram do que reclamar quem sou eu pra ter algo contra?
Sem dúvida aquilo soou surpreendente até mesmo para Juca e por isso ele acabou dizendo apenas:
Sério?
Claro que sim. Mas, tem um, porém: no caso das virgens eu entendo que o sexo anal acaba sendo uma alternativa muito boa, mas as não virgens essas eu não entendo mesmo.
Novamente ali estava outro aspecto sobre o qual Juca não tinha nem ao menos cogitado sobre quais os motivos ou razões e por isso aproveitou pra perguntar:
Sendo assim por qual motivo você faria sexo anal?
Cláudia se pôs a pensar e como não achou justificativa melhor se saiu assim:
Acho que pra ver se é tão bom como todas dizem que é.
Novamente Juca a surpreendeu:
Ótimo! E por que você tem feito sexo?
A surpresa de Cláudia foi tal que ela se voltando para Juca perguntou:
Como assim por que faço sexo?
É simples! Quais os motivos e as razões que te levaram e que te levarão a transar?
Para Juca até poderia parecer simples, mas para Cláudia não e por isso ela passou a analisar em voz alta:
Quando tomei a decisão de permitir ao Ari tirar meu cabaço a principal justificativa era de que eu o amava e já que meus pais não permitiriam de forma alguma a seqüência do nosso namoro eu apenas estava fazendo o que era certo fazer. Depois de tudo feito, quando aquele enorme vazio bateu fundo, a minha justificativa foi a de colocar toda a culpa na intransigência de meus pais e como isso só me fez sentir ainda mais mal acabei banindo esse sentimento mesquinho duma vez por todas. O ruim mesmo é que quanto mais penso pior fico.
Ela se calou e passou a fitar a distância como alguém que espera por algo sem saber o que é isso levou Juca a dizer:
Por mais que te pareça complicado a meu ver tudo se resume nas expectativas erradas e na falta de pelo menos um objetivo concreto veja você mesma que quando você disse que daria o cú pra poder descobrir se era tão bom como te dizem e quando disse sobre os motivos que te levou a dar a boceta você nem ao menos conseguiu apresentar uma justificava válida, ou seja, você tem um objetivo e uma expectativa para dar o cú enquanto nem ao menos tem uma desculpa esfarrapada para dar a boceta.
Novamente se fez silêncio total entre eles o qual foi quebrado com Cláudia tentando se justificar:
Tudo bem! Sou obrigada a admitir que de tanto ouvir sobre as delicias que é tomar no cú isso acabou de deixando deveras curiosa sim.
E que te falou sobre isso?
Basicamente a Joyce e a Clarice, mas quem começou tudo mesmo foi minha tia Shirley quando nos aconselhou há nos valermos disso pra mantermos o cabaço intacto até o casamento.
Aí estava uma coisa muito boa pra se saber e por isso Juca perguntou:
E além de você quem mais estava presente?
A Joyce e a Márcia!
E a Clarice?
Ela ainda não morava aqui, ah! Teve a Cleuzinha também.
Isso tudo fez Juca tirar um tempo pra ponderar em que aquilo poderia lhe ser útil, pois, no que dizia respeito á Clarice e á Cleuzinha ele apenas tinha dado sua contribuição que no caso de Clarice foi lhe inaugura a bunda já que ela começara a chupar caralho aos 10 anos de idade; Cleuzinha por seu lado já era uma quase profissional do sexo e por isso coube a Juca apenas convencê-la de que o importante não era o tamanho do caralho e sim como ele era usado, mas o fato de Shirley aconselha a filha e as sobrinhas a darem cú era um fato a ser explorado com muita habilidade mesmo e por isso dando ares de pouca importância a aquilo perguntou:
E sua tia já sabe que você ignorou o conselho dela?
Fui até a casa dela com esse objetivo, mas na hora H faltou coragem e isso me deixou ainda mais deprimida.
E já que a tristeza que aquilo causa transpareceu na voz ele mudou o rumo das coisas indo o mais direto possível ao que lhe interessava:
Sei quanto isso pode ser ruim sim. E além dela quem mais você sabe que se valeu do sexo anal pra se manter virgem?
Que eu saiba mesmo além da tia Shirley foram minhas tias Hilda e Inêz, minhas primas Ivana e Joyce e sem dúvida minha avó Amélia, pois é dela que partiu essa diretiva familiar.
Juca analisou por algum tempo a qualidade e a utilidade daquelas informações e como saber sempre foi muito bom ele insistiu:
E sua mãe e irmã?
Mesmo não entendendo onde Juca queira chegar Cláudia respondeu:
Minha mãe não fala um nada sequer sobre sexo e por isso nada sei e nem tenho como saber, mas pelo zunzum que já ouvi tanto vindo do quarto dela como do banheiro ela curte um pau no cú sim! A Rosa, pelo que ela diz, nunca deu e nunca dará o cú por achar isso coisa de veado.
Isso fez Juca mais uma vez analisar detalhadamente o que lhe fora revelado e ao final concluiu:
Porra! Sem dúvida você descende de uma linhagem que gosta de tomar no cú e com isso só me resta saber quando será a sua vez de dar continuidade a essa quase tradição familiar?
Cláudia ficou pensando por alguns segundos e finalmente fixou o olhar no horizonte e disse:
Sinceramente eu nunca fui lá muito sexualmente decidida, pois sempre oscilei entre apenas chupar e dar o cú como faz a Joyce ou liberar geral como a Márcia planeja fazer, mas pintou isso tudo e cá estou eu que mesmo já tendo perdido o cabaço ainda não sei ao certo se isso me foi bom ou ruim?
Sem dúvida a forma interrogativa com que Cláudia terminou a frase indicava a Juca que ela esperava por uma resposta, mas como ele ainda estava analisando o que ela tinha querido dizer sobre opção de Márcia ele querendo ir mais a fundo naquilo procurou dirigir o assunto de forma a não chamar a atenção demasiadamente ponderando:
Pra saber se você agiu certo ou errado será preciso, a meu ver, que se analisem bem os fatos que já temos:
Primeiro: dar o cú pra preservar o cabaço já esteve muito mais na moda quando toda mulher sem cabaço era banida da sociedade o que a exemplo da Joyce é muito praticado por garotas evangélicas com o mesmo intuito das mulheres de antigamente o que no seu caso já está fora de questão. Quanto ao liberar geral da Márcia eu conheço muito pouco pra saber o quanto ela está disposta a liberar e como fará isso...
Nisso Cláudia o interrompeu:
E tem quantidade e modalidade pra isso?
Pra muitas pessoas pode parecer que não, mas ao se analisar bem tem sim. É que pra algumas mulheres liberar geral é liberar geral mesmo, ou seja, dar pra quem der vontade sem se importar com as conseqüências.
Outra interrupção:
Assim como a Cleuzinha!
Isso mesmo! E por outro lado tem aquelas que só dão para seus namorados e na maioria das vezes nem sempre tudo o eles querem.
Novamente Cláudia interveio:
Exatamente como Rosa!
Isso mesmo! E já que pelo visto fatos pra analisar é o que não te falta informação e só te falta mesmo é botar elas em ordem e ver o que poderá tirar disso tudo.
Dessa vez o silencio de Cláudia veio acompanhado de um delicado anelar dos cabelos com uma das mãos e por fim ela buscou uma posição que permitisse olhar pra Juca e começou:
Não há a menor dúvida de que opção da Joyce está totalmente descartada pelo motivo óbvio de que não sou mais virgem. Agir como a Cleuzinha pode até parecer ser uma boa opção, mas a meu ver minha personalidade não se presta a isso. Com isso só me resta o exemplo da minha irmã que desde que perdeu o cabaço só deu e continua dando pro namorado o que sem dúvida acaba sendo a melhor opção, isso é se não fosse à ignorância de meus pais em não aceitar meu namoro com o Ari, complicado, né?
Até mesmo pra Juca que gostava de simplificar as coisas ao extremo a falta de iniciativa de Cláudia em optar por um rumo a seguir o estava deixando sem argumentos e por isso ele decidiu por perguntar:
E o que eles alegam contra seu namorado?
Aquilo de sempre, ou seja, que não pertencemos a mesmo "mundo", entende?
Claro que entendo, mas não compreendo!
O olhar interrogativo de Cláudia levou Juca a se estender:
O que não entendo é que o discriminado de hoje será o festejado de amanhã.
Como assim?
Como já estava cansado de ficar rodando a esmo pela cidade Juca estacionou sob algumas árvores defronte ao cemitério e após se ajeitar o mais confortável que pode falou:
O que quero dizer é que se um dia desses o seu namorado passar a integrar a doutrina que você segue tudo estará resolvido, certo?
Certíssimo!
Isso fez Juca menear a cabeça negativamente dizendo:
Santa hipocrisia! Concorda?
Cláudia aproveitou o intervalo que tirou pra pensar se e em que concordava pra reclinar o banco do carro e como ao repassar os fatos isso a fez se lembrar da alternativa sexual usada por quase todas as garotas associadas a aquela doutrina e por isso ela trouxe o assunto à baila:
E se levar em conta que a preservação da virgindade a qualquer preço tem custado muito pau no cú das garotas a hipocrisia fica ainda maior.
Devido ao que sabia sobre o sexo anal não ser prerrogativa das garotas que queriam se manter virgem ou pertencente a qualquer doutrina ele falou:
No meu ver a hipocrisia reside apenas no preconceito existente para com quem se pratica o sexo seja ele anal ou não e não apenas no objetivo buscado ou acha que estariam te pegando pelo pé se estivesse namorando a mim e não ao Ari?
Por já ter ouvido aquela sugestão de sua mãe e de seu pai ela concluiu:
Claro que não, pois ao que parece você atualmente é o preferido de todas as mães e pais com filhas solteiras. O que mais me intriga é por que condenam tanto o sexo tido como normal e quase que incentivam abertamente o sexo anal e você saberia me dizer o porquê disso?
O mais óbvio seria afirmar que é porque cú não tem cabaço!
E não é?
No meu ver não! E se fosse apenas visando preservar o cabaço por que suas tias e mãe continuam tomando no cú numa boa
Isso desarmou Cláudia de tal forma que ela não viu alternativa que não fosse perguntar:
E pra você o que levam elas a continuarem tomando no cú?
Juca sorriu, recostou no seu banco e respondeu:
Por que elas gostam!
Só isso?
Só isso sim. Ou você acha que a Joyce deixará de dar o cú depois que se casar?
Mesmo que não se tivesse dito de forma direta que Joyce ainda se mantinha tecnicamente virgem pura e simplesmente por gostar demais de tomar no cú Cláudia continuou como se isso tivesse sido dito claramente:
Mas, o que será dela se a exemplo do Ari o marido não gostar dum cuzinho?
Finalmente a verdade de tudo tinha vindo à tona, pois nem mesmo Juca tinha aceitado as justificativas de Cláudia para tal estado de espírito e já que o conteúdo daquela frase deixou tudo as claras ele foi incisivo ao perguntar:
Tem certeza de que em momento algum você se sentiu obrigada a transar com seu namorado?
Cláudia cobriu o rosto com as mãos se pondo a chorar baixinho o que fez Juca a fazê-la vir se aconchegar em seu peito de forma que ele pode finalmente acariciar o cabelo sedoso e cheiro de Cláudia que lentamente foi se acalmando e então começou o desabafo final:
Na verdade eu sempre sonhei me manter virgem até o casamento mesmo que para isso tivesse que tomar no cú até ele fazer bico, mas infelizmente a aversão total do Ari ao sexo anal aliada à resistência dos meus pais ao nosso namoro me levou a fazer essa burrada toda e agora cá estou eu sem saber o quê fazer daqui pra frente e por isso estou me reclamando com você que nada tem a ver com isso.
Realmente Juca nada tinha a ver com aquilo, mas já eram tão freqüentes as confissões e desabafos que ele ouvia que em lugar de protestar ele se justificou e incentivou:
Se preocupe com isso não, pois amigos são para essas coisas, mas ainda não consegui entender se você perdeu o cabaço porque o Ari não gosta de sexo anal ou foi pra se vingar de seus pais?
Dessa vez foi Cláudia que reclinou o banco em pensativo silêncio de forma que coube a Juca apenas passar a observar o generoso pedaço de coxas torneadas que a saia dela ao ter subido mais que devia expunha e por mais forte que a tentação que sentia por deslizar as mãos por aquelas magníficas coxas Juca se conteve e então ela voltou a falar:
Ainda nem eu mesma sei o porquê de ter feito e isso agora me faz pensar se mesmo assim ainda valerá a pena dar o cú.
Ta aí maior vantagem do cú, pois ao não ter cabaço o resultado de tudo fica apenas entre quem deu e quem comeu e ninguém mais!
Isso Cláudia como que pular no banco perguntando:
O que?
Esse movimento fez saia dela subir ainda mais de forma que Juca pode vislumbrar a calcinha em renda preta que ela usa o que o fez segurar com mais força que podia o volante e dizer:
Isso mesmo! Tudo fica por conta da garota, se ela gostar continuará dando e se não gostar acabou-se o que era doce o que não acontece com a boceta, pois gostando ou não ela acabará tendo que dá-la a não ser que fique pra titia ou vire sapatão, certo?
Juca estava tão certo que Cláudia se viu obrigada a voltar de novo ao ponto mais angustiante da coisa perguntando:
E se mesmo a mulher gostando o marido não gostar?
Já que a coisa estava mais pra amor do que para um mero namorico passageiro Juca sabia que a simples menção a traição poderia por tudo a perder, mas já que não havia como sair daquela encurralada sem entrar naquele assunto ele decidiu por mais uma colocar Cláudia em prova:
Aí dependerá de quanto ela achará que valerá pena trair o marido.
Cláudia parou, pensou se ajeitou no banco e finalmente falou:
Aí complica muito mesmo! E o que você faria se acontecesse de se casar com uma mulher que não goste de dar o cú?
Em se tratando de Juca um pergunta como aquelas soava mais ingênua que a própria ingenuidade em pessoa e mesmo assim ele procurou dentro de si o que tinha de mais verdadeiro e disse:
Até agora toda mulher que encontrei e que não gostava de dar o cú era apenas porque quem a enrabou pela primeira vez o fez tão mal feito que ela sofreu do inicio ao final e dessas todas as que consegui enrabar acabaram gostando ainda mais que as que gostaram desde a primeira vez e por isso acho que essa teoria não se aplicaria mim.
Isso fez Cláudia se lembrar do massacre sofrido por Cleuzinha na sua primeira foda anal e de que só voltara a gostar daquilo a partir da foda que tivera com Juca e isso sem duvida complicava muito as coisas, pois aliando a vontade enorme que tinha à perícia de Juca o sucesso seria certo e na sua situação dela isso não era nada bom e por isso ela disse:
Complicado! Muito complicado mesmo.
As poucas palavras que foram ditas tão profundamente que Juca vendo esvair toda possibilidade de levar tudo a bom cabo conclui:
Cada qual tem que pagar o preço da escolha que fez e isso torna tudo mais complicado ainda!
E como o astral de Cláudia que tinha melhorado em muito desabou por completo o que a levou a dizer:
Tai a maior das maldições que alguém pode suportar, pois se não fosse isso eu poderia estar toda feliz pelo que fiz e não teria que conviver com a dúvida de se o que fiz é certo ou não.
Finalmente ali estava uma nova abertura e se aproveitado dela Juca perguntou:
Já que dificilmente se consegue chegar a um acordo com isso por que não deixa isso de lado e aproveita o melhor de cada coisa enquanto ainda pode?
Mesmo percebendo o objetivo oculto naquela pergunta Cláudia se fez de desentendia e perguntou:
Como assim aproveitar o melhor de cada coisa?
Mais uma vez Juca se sentiu como que caminhando sobre areia movediça e mesmo sabendo que um pequeno deslize poria tudo a perder definitivamente ele falou:
Não sei o porquê, mas tenho incrível sensação de que vocês se casarão contra a vontade de tudo e de todos e como não vejo em você indícios de que você do tipo de garota adepta á traição sou da opinião de que você deve aproveitar esse período conturbado pra saber experimentar coisas que depois de casada não mais poderá experimentar depois que se casar.
Dessa vez Cláudia não precisou de tempo pra pensar e já que temia vir a se arrepender direto ao assunto:
Tudo bem! Vamos nessa.
Apesar de ambígua essa frase foi suficiente pra que Juca voltasse o banco na posição correta e passasse a dirigir habilmente sem perder de vista o bom pedaço de coxas exposto pela saia de Cláudia e então após algum minutos parou dizendo:
Se que merece um lugar bem melhor, mas infelizmente terá que se contentar com esse.
Isso fez Cláudia se levantar pra ver onde estavam e ao ver quão belo e agradável era aquela enorme moita de bambus não pode deixar de dizer:
Sinceramente será muito melhor lá fora do que dentro de um carro.
E sem mais nada saiu do carro fazendo com que Juca a seguisse, mas em lugar de se juntar a ela na frente do carro ele se dirigiu ao porta mala de onde tirou um e especo e confortável edredom e ao se aproximar de Cláudia com ele ela sorrido meigamente disse:
Ual! Agora só falta mesmo uma daquelas banheiras sofisticadas.
Isso fez Juca deixar de estender o edredom e abraça-la sorrindo e dizendo:
Bem! Ao que parece terá que se contentar com o pequeno lago atrás dos bambus.
Isso fez Cláudia perguntar:
Está brincando, né?
Não mesmo e se estiver duvidando é só ir até lá olhar!
Já que isso no momento era o que menos importava ela se aproveitou de Juca tinha terminado de estende o edredom e ainda estava ajoelhado pra se aproximar o mais que podia de forma que ele pode ir tirando a saia dela bem devagar para assim que deixasse apenas vestida de blusa e calcinha disse:
Minha nossa! Que gostosura!
Se Cláudia já estava mais que envergonhada aquilo a fez ficar ainda mais encabulada de forma que ela também se ajoelhou dando assim inicio ao primeiro beijo e indicio a Juca de ela ainda não se acostumara a ficar nua na frente dos homens e por isso em lugar de fazer como queria ele foi se aproveitando dos beijos e abraços pra ir despindo Cláudia que em completo devaneio foi se deixando levar.
E foi durante esse devaneio total que Cláudia passou a sentir suas pernas serem abertas pra que Juca assim que entrasse entre elas passasse a fazer algo extremamente grosso deslizar por sua boceta hiper molhada adentro e então quando finalmente tudo acabou de entrar a surpresa diante de tal comprimento foi tal que ela exclamou:
Caramba! Como é comprido e grosso também.
Ao que Juca redargüiu:
Já que é assim, já estou tirando!
E então passou a fazer sua tora deslizar para fora e então quando saiu Cláudia pediu:
Põem de novo pra que eu possa ter certeza do tamanho?
Imediatamente ele passou a atendê-la e então quando novamente nada restava por entra ela pediu:
Poderia tirá-lo novamente?
Claro que sim!
E mais uma vez fez sua tora toda sair bem devagar e ao fim ela novamente falou:
Nossa! Realmente é grande à beça, mas mesmo assim não deu pra decidir o quanto.
Nem precisaria dizer que aquilo era uma brincadeira por demais excitante ao que Juca pegando cada uma das pernas de Cláudia às fez encostar ao peito dela para então ir fazendo sua tora entrar dizendo:
Já que você parece ser do tipo que demora a decidir ir pondo e tirando até que você se decidir, certo?
Não houve e nem precisaria haver resposta, pois Cláudia tinha valido daquilo pra sufocar o imenso medo que tudo aquilo lhe estava causando e como desde o inicio não teve do que reclamar ela se deixou levar pela delicia que aquele cacetão lhe causava para de gozo em gozo finalmente pedir:
Goze comigo, goze?
Isso fez Juca aumenta a velocidade e a força das estocadas de forma que Cláudia passou a sentir a cabeça forçar o mais fundo de sua boceta e as bolas a baterem em seu cú e com essas novas e inebriantes sensações aumentaram ainda mais o tesão que sentia foi quase ao gritos que ela se deixou levar ao orgasmo absoluto pelo jato de porra de expelido pela tora de Juca. E enquanto ainda estavam unidos naquele delicioso abraço que Cláudia disse:
Tem certeza de que essa enormidade entrará no meu cú sem me machucar demais?
Se preocupe com isso não que ele entrará sem lhe machucar nem um pouquinho mesmo!
Sem saber ao certo se foi o que Cleuzinha e Clarice tinha lhe dito ou se era a vontade de tomar no cú a qualquer preço que Cláudia acrescentou:
Já que me garante que assim será eu tenho certeza de que será assim sim.
Juca então saiu de cima e de dentro de Cláudia dizendo:
Depois duma foda assim tão deliciosa nada melhor que um banho pra refrescar.
Após isso ele se levantou e ajudou Cláudia a fazer o mesmo para então caminharem até o pequeno lago que ficava do lado do bambuzal ainda banhado pelo sol e assim que chegaram passam a brincar em suas águas como duas crianças das muito barulhentas mesmo só parando quando Cláudia perguntou:
Por que não liga o som do carro?
A resposta de Juca foi ir até o carro pra colocar uma fita no tape do carro e como o lugar e a musica lhe trouxe boas idéias ao voltar ele levou consigo a pequena lata de vaselina e ao vê-la Cláudia não pode deixar de dar razão ao fato de aquele ser um dos melhores lugares para aquilo e foi por isso que ela se aproximou e pegando a latinha na mão disse:
Deixe que tomo conta disso!
Juca a entregou a ela que em seguida se ajoelhou passou a chupar a pica de Juca até deixá-la dura feito pedra para em seguida emplasta-la com bastante vaselina e após isso a entregou pra Juca dizendo:
Se não me engano agora é contigo!
E antes que Juca dissesse ou fizesse alguma coisa ela ficou se posicionou de quatro cabendo apenas a Juca o privilegio de lubrificar e se deliciar com a esplendida bunda de Cláudia, mas antes disso ele não pode deixar toda aquele solicitude passar em branco:
Pra quem nunca deu o cú você até entendem bem da coisa toda!
É que tenho esperado e me preparado tanto por esse dia que por pior que vier a ser ainda será bom demais mesmo.
Certamente que aquilo aumentava em muito a responsabilidade de Juca de forma que enquanto se ajoelhava atrás dela pra dar inicio á foda ele acabou exclamando:
Só espero não estragar tudo!
Mais uma vez sem saber por que Cláudia respondeu:
Tenho certeza de que não estragara!
E com isso e após untar abundantemente o cuzinho dela ele encostou aquela cabeçorra e foi forçando caminho e para surpresa de Cláudia aquilo foi entrando, entrando, entrando até que não tinha mais nada por entrar e foi por isso que ela exclamou toda maravilhada:
Não te disse que daria certo sim!
Realmente aquela uma das bundas mais gostosas e mais de se enrabada que Juca havia encontrado e por isso disse:
Já que é assim me mostre o quanto gosta de tomar no cú.
E foi aí que ela passou a rebolar e a mover o corpo pra frente e pra trás cada vez mais rápido deixando Juca tão inebriado com a visão que tinha de seu pau sumindo e ressurgindo daquela carne deliciosa que não demorou pra exclamar:
Não dá mais pra segurar! Vou gozar!
Então goze bem gostoso, vai goze!
Juca gozou e isso fez Cláudia ter seu derradeiro gozo que a fez mergulhar profundamente num dos mais deliciosos orgasmos que um dia alcançaria.
Novamente a recuperação total se deu dentro do pequeno lago e como a tarde já ia alta eles muito contrafeitos se prepararam para voltar e a mudança de humor de Cláudia era tão visível e notória que ao entrar em casa sua mãe não pode deixar de perguntar:
O que houve assim de tão bom?
É que descobri que as vezes cometemos erros muitos certos mesmo!
Claro que Hilda não entendeu bulhufas, mas como ao ver com quem ela chegara em casa dispensava perguntas adicionais elas apenas recomendou:
Mesmo assim cuidado pra não erras demais!
Cuidarei sim!
FIM
enviada por Katia Ramos
26/05/2004 00:36
APRECIEM COM MODERAÇÃO!

enviada por Katia Ramos
24/05/2004 00:53
Esse é coisa de amigo mesmo!
www.kocorico.com
enviada por Katia Ramos
18/03/2004 00:25
Cafezinho com bolacha e rosquinha!
©Kátia Ramos ramos_katia@hotmail.com ICQ 162167967
Mais uma mulher veio e outra se foi na vida de Mário dessa vez foi Adriana que deu lugar a Anita e já que Adriana voltou para Santa Cruz sua cidade de origem Juca passou um longo sem ao menos ter noticias dela até aquela tarde em que Mário ligou para seu celular:
Juca! Tu ta por onde?
Aqui pelo centro!
Então poderia me fazer o favor de pegar a Adriana na rodoviária e levá-la até a casa de minha mãe?
Já pode ir considerando feito!
Juca foi até lá pegar Adriana e como a verdade foi feita pra ser dita ele não pôde se conter:
Minha nossa! Como você está linda.
Mesmo sendo bonita e creditando nisso o teor emotivo contido na voz de Juca aliado a sua fama de mulherengo encheu Adriana de orgulho que ele a muito custo conteve se limitando a dizer:
São apenas seus olhos que estão vendo demais!
Juca sabia muito bem que quanto mais insistisse pior seria e por isso usou a força que tinha pra se conter e não passar a mão pelas coxas deliciosamente expostas pela bermuda jeans que ela usava e como o percurso era até que bem curto em breve eles estava defronte a casa da mãe de Mário onde se despediu de Adriana:
Como percebeu minha casa é aqui bem perto e por isso se precisar de alguma coisa é só descer até ali!
Se precisar descerei sim! E veja se aparece lá em casa pra tomar um cafezinho?
A eterna malicia de Juca não podia ficar calada por tanto tempo e por isso ele piscou maliciosamente e respondeu:
Só se for cafezinho com bolacha e rosquinha!
Agora foi Adriana quem piscou e respondeu:
Estou morando onde sempre morei e como não estou trabalhando pode passar lá a hora que der certo que estarei te esperando com cafezinho fresco, bolacha quente e a rosquinha nós veremos como isso fica quando for até lá!
Cada qual seguiu seu destino e com isso algum tempo se passou quase fazendo tudo cair no esquecimento e isso só não aconteceu porque Juca precisou ir até Santa Cruz resolver uns problemas junto a um advogado e como esse estava em audiência ele passou a procurar o que fazer e foi então que se lembrou de Adriana e do que fora dito naquela ocasião e por isso foi direto pra lá que o recebeu sorrindo e dizendo:
Poxa! Pensei que nunca viria saborear o cafezinho com bolacha que combinamos.
Claro que Juca não deixaria aquilo passar em branco e por isso falou:
E rosquinha também!
Apesar de não ter gostado muito dele não ter se esquecido da rosquinha ela acabou quase repetindo o que já dissera:
Se você se comportar como um bom menino terá sua rosquinha por recompensa!
E mesmo estando na calçada defronte a casa da mãe de Adriana ela se ofereceu para um beijo e a conseqüência disso foi adentrarem a casa abraçados pela cintura e já Adriana mora numa casa nos fundos da de sua mãe eles foram direto pra lá e já que o inicio de tudo se daria com um cafezinho fresco eles foram para a cozinha onde Adriana se pôs a preparar o café enquanto Juca não conseguia deixa de admirar a beleza que tinha diante dos os olhos e por acabou dizendo:
Não me conformo como certos caras mesmo tendo o que há de melhor na vida acabam jogando tudo pelo ralo sem mais nem menos e o melhor exemplo é o Mário que tendo uma mulher assim tão lida como você acabou te trocando por uma nem mesmo semelhante a você.
Grana meu querido, muita grana mesmo!
Está sugerindo que ele trocou você por ela apenas pela grana dela?
Não estou sugerindo nada e sim afirmando que ele me trocou pela conta bancária dela.
Em se tratando de coisas relativas a Mário Juca estava pronto a aceitar tudo mesmo e por isso ele concluiu:
Só espero que esse saldo seja grande o bastante pra fazer com tenha valido a pena perde alguém tão especial como você!
Por aquela não ter sido a primeira vez que Juca se referia a Adriana como tendo algo em especial enquanto vertia a água fervente sobre o pó de café ela perguntou:
O que tenho assim de tão especial pra você?
Juca a encarou t6al admiração no olhar tal qual nunca ninguém tinha a encarado e isso fez Adriana corar o que levou ele a começar dizendo:
Precisa ficar acanhada não porque a verdade tem que ser dita. Apesar de não ser e nem querer ser especialista nisso eu te acho linda, sensual, inteligente, carinhosa e muito, mas muito boazuda mesmo!
Realmente ali estava uma opinião digna de respeito e por isso Adriana aproveitou que o café já estava pronto serviu uma xícara e de dirigiu até onde Juca estava sentado e como tal comentário não exigia réplica ela se limitou a dar seqüência ao habilmente planejara enquanto preparava o café:
Aqui está o cafezinho fresco!
Juca pegou a xícara da mão dela e em apenas dois goles deu cabo do conteúdo e a entregou de volta a Adriana que após colocá-la na mesa próxima montou no colo de Juca de frente pra ele dizendo:
A bolacha você terá que se servir direto da bandeja mesmo!
A seqüência disso foi um beijo dos mais ávidos que um casal poderia trocar e como Adriana usava um vestido de corpo justo e saia rodada ele se valeu do beijo pra abrir o zíper que o fechava pelas costas e como seios médios de Adriana não pediam o uso de sutiã ele pode passar a se deliciar imediatamente com eles beijando, lambendo e sugando o que fez ela como que ronronar nos braços de Juca o que o levou a dizer:
Isso! Mostre o quanto essa gata gosta de carinho.
Adriana suspirou fundo liberando o primeiro gozo mais intenso o que levou Juca a dizer:
Cafezinho e leitinho tomado agora só faltam a bolachinha e a rosquinha, certo?
Dessa vez Adriana não protestou sobre a rosquinha e sim reclamou:
Ah! Mas, está tão gostoso aqui no seu colo.
Se é apenas por isso não tem do que reclamar!
E com facilidade espantosa se levantou da cadeira mantendo Adriana agarrada em si e com a mesma facilidade caminhou até o quarto onde não apenas a depositou sobre a cama como ao fazer isso começou lhe beijando a boca para ir descendo em direção aos seios e deles passando pela barriga finalmente chegou na boceta de Adriana e ao despi-la da calcinha e deparar com ela toda depilada Juca não pode deixar de exclamar:
Caramba! Que bolachinha mais apetitosa.
E seguido a isso posicionou as pernas de Adriana de forma a poder passar a beijar, lamber e sugar avidamente a aromática boceta de Adriana que próxima à loucura de tanta excitação que sentia acabou por pedir:
Venha! Me coma, me foda, me arrombe!
Isso levou Juca a se desvencilhar das roupas rapidamente e mesmo já tendo ouvido o cacete de Juca ser descrito até quase a exaustão por sua filha e suas irmãs ela arreganhou o mais que podia as pernas sem deixar de dizer:
E sem dúvida serei mais arrombada do que comida ou fodida!
Mas, tenha certeza de que achará isso maravilhoso.
E como sempre ele se deitou sobre ela pra enquanto beijava avidamente a boca fosse fazendo sua tora deslizar pela boceta de Adriana adentro que diante da expectativa por saber como seria ter aquilo tudo dentro de si não tinha se distraído um segundo sequer e por foi maravilhada que sentiu cada milímetro daquilo lhe preencher as entranhas e ao fim exclamou:
Caracas! Pensei que nunca acabaria de entrar.
Então já que achou ruim estou tirando!
E foi fazendo seu caralho deslizar em sentido oposto e quando tinha praticamente saído tudo Adriana entrou na brincadeira pedindo:
Ah não! Não tira não.
Isso levou Juca a fazer novamente seu cacete entrar até só as bolas ficarem de fora e como ao conseguir isso Juca parou ela se viu no direito de começar a rebolar o que levou ele a passar a tirar e por seu cacete num ritmo que permitia a Adriana sentir toda aquela enormidade deslizar dentro sim o que a levou a dizer:
Minha nossa! Isso é gostoso demais.
Então mostre o que está gostando gozando gostoso!
Só se você gozar comigo!
Então vamos nessa.
Com isso Juca acelerou o vai e vem apenas o suficiente pra aumentar a excitação que sentia e com isso fazer explodir o gozo até então só contido com muita força de vontade.
Primeiro embate terminado e o casal ali ficou se deliciando com o doce devaneio provocado pelo orgasmo absoluto e simultâneo alcançado em então Juca deu sinal de vida fazendo o casal virar sobre a cama de forma que Adriana ficou por cima que se aproveitado das dimensões e do fato do cacete de Juca não ter amolecido por completo o manteve dentro si não sem deixar de comentar:
Nossa! Isso não amolece nunca?
Amolece sim, mas não num lugar tão acolhedor e delicioso assim.
É! Tem certeza?
E como que querendo tirar a prova ela passou a se contorcer e a contrair os músculos de forma a fazer uma verdadeira massagem na tora de Juca conseguindo com isso mais um orgasmo que unido ao primeiro derreou Adriana por completo o que levou Juca a se deliciar com o aconchego dela sobre si por vários minutos.
Novamente foi Juca que deu sinal de vida dizendo:
Realmente não errei nem um pouquinho ao assegurar que você é fenomenal na cama.
Já que Adriana estava atenta a tudo ela redargüiu:
Você disse isso não e sim que eu era boazuda de verdade mesmo!
Isso fez Juca como que voltar ao dia em que dissera aquilo e por isso ele acaricio de leve a bunda de Adriana dizendo:
Sim, eu disse isso mesmo! E por falar nisso quando me será servido a rosquinha?
Tão logo eu me recupere o bastante pra desfrutar adequadamente disso também. E por falar em recuperação o que acha dum banho?
Muito bom mesmo!
Adriana rolou de sobre ele para a cama e com isso Juca se deitou sobre ela novamente pra mais beijos e caricias que mais uma vez deixou levar pelas delicias do momento para então dizer:
Agora entendo o porquê das mulheres não conseguirem te esquecer!
Já que aquilo entrara em questão Juca perguntou:
Já que é assim o que acha que faz isso acontecer?
e você ainda tem coragem de perguntar isso?
Juca encarou ela com cara de quem não tinha entendido nada de nada mesmo e em lugar de responder Adriana se moveu de forma de a fazer Juca sair de cima e de dentro dela para se levantar dizendo:
Já tive homens o suficiente pra distinguir claramente à qualidade de cada um e sem duvida você se supera em tudo mesmo.
Adriana caminhou em direção ao banheiro deixando mais confuso que cego em tiroteio e esse ao ver que ela não iria mesmo responder claramente acabou se dando por vencido e se dirigiu pra junto de Adriana passando a banhá-la delicadamente pra em segui ter o mesmo feito consigo.
Terminado o banho eles se dirigiram ainda nus à sala da casa onde dessa vez Adriana serviu um delicioso suco de laranjas e bolo de fubá e como isso estava fora da programação inicial Juca brincou:
O que mais teremos fora da programação inicial?
Dessa vez Adriana demorou um pouco pra se situar e por isso quase pergunto a que programação ele se referira e por isso quase perguntou o porquê daquilo, mas ao se lembra a tempo apenas se levantou do sofá onde estivera sentada ao lado de Juca e dando tapinhas de leve em sua própria bunda disse:
Por enquanto seguremos a programação inicial e por isso chegou a hora de você saborear uma das mais deliciosas rosquinhas que já provou!
E antes que Juca pudesse fazer ou dizer o que fosse ela se dirigiu rapidamente o banheiro de onde voltou quase imediatamente trazendo um frasco de gel genital só que antes de qualquer outra coisa ela se ajoelhou entre as pernas de Juca se pondo a fazer o que mais queria desde que vira o aquele caralho, ou seja, passou a dar uma das mais deliciosas chupadas que ele já tinha recebido e então quando aquilo estava em seu apogeu ela pegando o gel lubrificou generosamente a tora de Juca para sem seguida mover de forma a ficar debruçada no sofá e entregou o gel pedindo a ele:
Mesmo que essa não seja minha primeira vez vá com calma que isso daí não é brinquedo não!
É claro que Juca sabia muito bem que em se tratando de foda anal as experiências anteriores significavam quase nada e por isso procurou aclama-la dizendo:
Pode ficar calma que sei bem demais o que e como fazer nessas horas!
Apesar de não ser do feitio de Adriana acreditar em tudo o que lhe diziam o que sabia sobre como fora as passagens de sua filha e irmãs pelas mãos de Juca era mais que suficiente para acalma-la de forma a mais uma vez se dedicar apenas a sentir o que estava acontecendo.
Se por seu lado ela se concentrava em sentir, Juca se valia da esplendida visão proporcionada pelo conjunto maravilhoso e harmonioso formado pelos quadris largos e coxas grossas de Adriana para após lubrificar abundantemente o cuzinho dela encostar enorme cabeçorra de sua tora naquelas pregas e ir forçando caminho enquanto pedia:
Relaxa! Relaxa gostoso. Isso! Só mais um pouco.
Assim que Juca começou a falar Adriana passou a dividir sua atenção entre sentir o que ocorria em seu cú e o que ele dizia e diante da dificuldade oferecida pelas suas pregas ela começou a dizer baixinho:
Vai entrar! Vai entrar! Vai entrar!
E quando realmente começou a entrar ela mudou para:
Ta entrando! Ta entrando! Socorro! Ta entrando! Aí! Pare, pare que ta doendo muito.
Em vez de parar Juca pôs as mãos nos ombros de Adriana e passou a fazer movimentos curto de tirar e pôr conseguindo com isso o afrouxamento ideal para com isso fazer sua tora desaparecer por completa na bunda maravilhosa de Adriana que já refeita do susto causado pelas dores que tinham sumido se viu na obrigação de elogiar:
Sem dúvida alguma você realmente faz jus a fama de excelente enrabador!
O que levou Juca a dizer:
Se essa, pois o mérito é todo de sua coragem!
E como falar era o que eles mesmos queriam Adriana pediu:
Mete gostoso na minha bunda e me faz gozar ainda mais gostoso?
Pedido feito pedido atendido! E assim Juca passou novamente a foder Adriana num ritmo em que ela podia se deliciar com a sensação que aquele cacetão lhe dava e ele com a visão maravilhosa proporcionada pela posição habilmente escolhida por ela e então novamente Adriana pediu:
Goze comigo, goze!
Então rebole gostoso no meu pau, rebole!
Adriana uniu ao rebolado cadenciado que fazia movimentos de ir e vir sincronizados com os de Juca e o resultado disso foi um orgasmo tão potente que o casal acabou tombando para o lado ficando como que inconscientes sobre o tapete macio da sala.
Dessa vez coube a Adriana despertar primeiro ao perguntar:
Gostou do cafezinho com bolacha e rosquinha?
Gostei tanto que nem dá pra quantificar! E você?
Tanto que sempre que quiser repetir é só aparecer.
Esteja certa d que voltarei sim.
Sem duvida esse conversa em tom de despedida ditou o rumo dos minutos que ainda passaram juntos e então quando Adriana acompanhou Juca até o portão após o beijo final ela falou:
Estarei te esperando. Viu?
E tenha certeza de que não esperará muito não!
E assim cada qual seguiu contando os dias que teria que esperar até um novo encontro pra saborearem outro cafezinho com bolacha e rosquinha como aquele.
Fim
enviada por Katia Ramos
17/03/2004 03:15
http://www.ebooksbrasil.com/eroticos/eroticos.html
enviada por Katia Ramos
11/03/2004 03:44
SE ALGUÉM MAIS DUVIDAR QUE ESSAS FOTOS SÃO MINHAS RETIRAREI TODAS!
enviada por Katia Ramos
27/02/2004 04:17
 Novamente terá quem não gostará!
enviada por Katia Ramos
03/02/2004 01:30
No trenó de Papai Noel!
©Kátia Ramos katiaramos_kr@ig.com.br ICQ 162167967
Claro que se perguntarem pra Cidinha, ainda mesmo hoje quando já se passaram vários anos, ela assim mesmo garantirá que nunca foi uma Maria-vai-com-as-outras, mas no que se refere à sua iniciação e à fase inicial de sua vida sexual foi seguindo sua irmã Raimunda que tudo começou.
Era aquela época que antecede ao Natal em que as lojas abrem até as 22 horas e como sempre lá estavam Cidinha e Raimunda circulando pelo centro comercial para assim como todas garotas de 15 e 17 anos respectivamente, também sonharem estarem comprando tudo o que as vitrines mostravam e foi assim de loja em loja que mais uma vez elas foram parar na Galeria Central onde no ano anterior Raimunda tinha ganhado do proprietário um par de tênis para cada uma que ao vê-las se aproximou dizendo:
Pelo visto vocês só devem viajar de carona no trenó de Papai Noel, pois só aparecem aqui pelo Natal.
É que nossa mãe afrouxa um pouco a vigilância nessa época!
Bem que Raimunda tentou deter Cidinha com uma cotovelada, mas essa a ignorou e concluiu a frase o que deixou Raimunda tão furiosa que ela decidida a armar pra irmã desafeta se afastou um pouco e como João a seguiu ela perguntou:
Será que uma menina boazinha conseguiria ganhar outros dois pares de tênis?
João tocou significativamente a bunda de Raimunda dizendo:
Se essa menina souber ser boazinha da maneira adequada sim!
Ninguém melhor que Raimunda pra saber o quanto difícil lhe fora escapar sem tomar no cú ano passado e por isso ela girou lentamente o corpo evitando assim o contato da mão dele para em seguida dizer:
E se em lugar disso essa menina boazinha for virgem?
E como ela olhou para onde Cidinha conversava com Mauro um antigo colega de escola, João pôde analisá-lo tranqüilamente para por fim perguntar:
E por que não as duas?
Porque uma virgem vale muito mais mesmo.
Novamente ele ficou analisando Cidinha detalhadamente e como ela mesmo sendo mais nova também era mais baixa e com um corpinho bem mais definido ele concordou:
Tudo bem! Mas, tem certeza que ela irá aceitar?
Mas, é claro que sim!
E se afastando dele se aproximou de Cidinha e a puxando para fora da loja foi direto ao assunto:
Ta lembrada dos tênis que consegui no ano passado?
Claro que sim!
Pois, está na hora de você me retribuir o presente.
Como assim?
É que o Sr. João quer você esse ano!
Ta brincando, né?
Claro que não!
Mas, eu sou virgem!
E já que se não for ele acabará sendo outro não vejo porque você desprezar aquela maravilha de tênis.
Cindinha queria mesmo era cair fora e por isso tentou uma escapada:
Justamente por ser virgem que acho pouco demais um par de tênis.
Um par não e sim dois pares.
Sim, mas será um pra mim e outro pra você.
Só que no ano passado fiz o mesmo por você, ou já se esqueceu?
E como poderia esquecer se você vive falando nisso?
João acenou para Raimundo indicando que não demoraria pra fechar a loja e isso a levou a insistir:
Olha Cidinha! Quantas vezes terei que te dizer que se não for um acabará sendo outro qualquer e que na primeira vez pouco importa com quem será, pois a porcaria será a mesma?
Realmente ela vivia falando aquilo e por isso Cidinha acabou dizendo:
Tudo bem! Eu aceito.
Mais que depressa Raimunda puxou a fila até João estava e ao se aproximar indicou Cidinha dizendo:
Ela é todinha sua!
Ótimo!
E pegando Cidinha gentilmente por um dos braços a conduziu para parte interior da loja onde ele mantinha um pequeno escritório e após entrar e trancar a porta perguntou a ela:
Você é mesmo virgem?
Sou sim, por que?
Porque serie tão carinhoso que no final você não terá do que reclamar.
É claro que ela não entendeu porque ele dissera aquilo e então João se aproximou dela lhe deu um beijo na boca e passou lentamente a desabotoar a blusa que ela usava e como a vergonha se fez presente Cidinha fechou os olhos e João percebendo o que motivara aquilo falou:
Não precisa ter vergonha porque seus peitinhos são lindos demais.
E como que querendo provar o que dizia João passou a sugar os peitinhos de Cidinha que por ainda serem um pouco pequenos e terem aquela forma cônica muito comum nas adolescentes couberam por inteiro em sua boca e ao final ele não pode deixar de dizer:
E também são muitos gostosos!
E por falar em gostoso aquilo estava fazendo um delicioso comichão surgir na boceta de Cidinha que por isso se viu na obrigação de dizer:
Também estou achando muito gostoso mesmo!
Já que é assim vamos a outra coisa ainda muito mais gostosa.
E então ele abriu as calças de Cidinha e a tirou lentamente e após fazer o mesmo com a calcinha afez se deitar de costas sobre a mesa e passou a beijar e em seguida a chupar a bocetinha dela que em resposta a aquilo passou a gemer e a se contorcer de puro prazer e então quase no auge de tudo João parou e passou a se despir e assim que colocou uma camisinha se posicionou para o ataque o que levou Cidinha que observava tudo de olhos semi cerrados a perguntar:
Vai doer muito?
Serei tão cuidadoso que não sentirá outra coisa que não seja muito prazer!
Após isso João se curvou sobre ela e enquanto beijava a boca de Cidinha posicionou seu caralho com uma das mãos e o foi fazendo deslizar tão lentamente que nem mesmo a forte pontada de dor que sentiu foi capaz de assustar Cidinha e com isso nem o cacete de João tinha acabado entrar e ela já estava gostando e foi gozando até que João tirou seu cacete dizendo.
Ta na hora de mudar um pouco!
Em seguida ajudou Cidinha a se posicionar debruçada sobre a mesa e após afastar as pernas dela pra ajustar a altura tirou a camisinha e passou a espalhar algo ainda desconhecido por ela que estranhando aquilo perguntou:
O que é isso que está passado no pau?
É vaselina líquida!
E pra que serve isso?
Aquela pergunta não deixou mais duvida alguém de que Cidinha me sequer imaginava o que estava preste a lhe acontecer e como isso aumentou ainda mais a excitação que sentia ele se limitou a dizer:
Calma que logo verá!
Quase que seguido a isso ele posicionou a cabeção do cacete sobre o cuzinho de Cidinha que só então percebendo o que estava por lhe acontecer:
Ah não! Isso não.
E como ele tentou se erguer João a segurou com firmeza pelos ombros e num golpe rápido e certeiro fez sua pica desaparecer por aquele buraquinho desprevenido a dentro e é claro que aquilo fez Cidinha sentir vontade de gritar, mas a dor foi tão intensa que mesmo fazendo isso não saiu mais nada que um gemido rouco e forte, mas abundancia de suor que brotou nas contas de Cidinha indicou a João que nada estava assim tão bom e por isso ele falou:
Pode se aclamar que o pior já passou!
Mesmo duvidando muito do que ele dizia Cidinha, por falta de alternativa, se calou, mas bastou que João passasse a mover seu cacete pra dentro e pra fora pra que além de não doer mais ela passasse a sentir um tesão bem diferente e bem mais gostoso e por isso ela pediu:
Mete no meu cú até eu gozar de novo, mete!
Já que aquilo indicava que não havia mais o que temer João passou a meter com todo gosto naquela bundinha pouco maior do que a duma menininha que por isso tornava os 18x3,5cm de cacete dele em algo bem mais avantajado e como com a passar do tempo ela estava achando aquilo cada vez mais gostoso Cidinha pediu:
Estou quase gozando, vai mete com força!
João atendeu ao que ela pediu e quando já não agüentava mais pediu:
Agora vai! Goza comigo minha putinha gostosa!
Como se esperasse apenas por aquilo, Cidinha liberou o gozo no exato momento que a porra de João começou a fluir e se foi bom pra ela pra ele foi tão melhor que enquanto se vestiam João se viu obrigado a dizer:
Sem dúvida você foi a virgem mais gostosa com quem já transei e por isso sempre que precisar ou quiser alguma coisa é só me procurar.
Tudo bem! Se for preciso te procurarei.
Cidinha saiu e foi ter com Raimunda que de imediato quis saber:
Me diga aí como foi?
Foi tão bom e ele gostou tanto de mim que me disse para procurá-lo se precisar ou quando quiser!
Por achar que aquilo não expressava a verdade dos fatos Raimunda ia dizer que ela mentia, antes que pudesse fazê-lo João retornou trazendo além dos tênis uma calça e uma blusa para cada uma delas, mas o que fez Raimunda ficar ainda mais com ciúmes foi ele ter dito:
Como está vendo gostei tanto de você que aumentei com muito prazer o que me pediu.
Cidinha quis agradecer, mas Raimunda se antecipou:
Mas, não se esqueça de que fui quem ajeitou tudo, viu?
Sim! E é por isso que você está recebendo o mesmo que ela.
Raimunda queria ir mais além, mas Cidinha a puxando pelo braço a tirou da loja e uma vez lá fora disse:
O que você estava querendo conseguir agindo assim?
Só queria deixar bem claro a vocês que se não fosse por mim nada teria acontecido, só isso!
Credo, Rai! Se soubesse que você era tão mesquinha assim não teria aceitado entra nessa jogada de jeito nenhum e por isso de agora em diante não conte comigo pra mais nada mesmo.
Melhor assim, pois amiga de verdade é o que nunca me faltou.
Raimunda apressou o passo e já que Cidinha não fez o mesmo em pouco tempo elas se distanciaram a ponto de por muito tempo não mais andarem juntas.
Fim
enviada por Katia Ramos
31/01/2004 15:19
Bola na caçapa.
©Kátia Ramos katiaramos_kr@ig.com.br ICQ 162167967
Se quando ainda era apenas uma criança Raimunda já era quase incontrolável ao chegar à adolescência isso se tornou como que uma segunda natureza, pois bastava qualquer atitude ou palavra que visasse controlá-la para que ela se rebelasse contra e fizesse exatamente aquilo que a estavam tentando impedir que fizesse, mas mesmo assim ela nunca foi de todo má e sim até certo ponto apenas mais uma vitima das circunstâncias e porque não dizer do destino também.
Com toda certeza todos sempre acharam e até acharão que o filho mais velho de Raimundo com Marina é Reinaldo, mas na verdade mesmo esse filho nada mais é do que uma espécie de herança que ela trouxe dos tempos de solteira o que faz de Raimunda a primogênita do casal.
Essa explicação se faz jus aos fatos devido a que só assim se entenderá o porque da insistência de Raimundo em sempre levar Raimunda consigo para onde quer que fosse e isso incluía até mesmo os bares sempre repletos de homens nos mais variados estados de embriagues.
E foi num desses bares, quando Raimunda já estava com 16 anos, onde seu pai costumava exibir e se vangloriar a perícia dela numa mesa bilhar que acabou acontecendo, pois naquela noite como nas anteriores as rodadas de bilhar tinham tido como moeda de apostas cervejas e doses de bebidas e como ao que parece a sorte estava mesmo a favor de Raimunda ele bebeu até bem pra lá da conta e sem dúvida isso também aconteceu com Raimunda.
Claro que não era a primeira vez que isso acontecia e teria novamente acabado como sempre acabava se naquela noite eles não estivessem no bar do Luís e a conseqüência foi Raimunda acordar de madrugada com uma ressaca infernal e as constatações que seguiram foram muito aterradoras porque sem dúvida a dor que vinha do meio de suas pernas, a mancha de sangue no lençol aliados aos fatos de estar nua na mesma cama onde Luis dormia sonoramente e também completamente nu não deixou nenhuma dúvida a Raimunda de que ele tinha se aproveitado de sua total embriagues para arrancar-lhe o cabaço.
A reação inicial de Raimunda foi a de cometer algum ato de violência com Luiz, mas ao procurar algo que pudesse usar como arma ela deparou com a carteira de Luis e pelo montante ali contido não ficava dúvida alguma de ali estava toda a féria do dia e também da noite e como não poderia haver vingança pior que aquela Raimunda se apossou até do ultimo centavo e ao sair o fez dizendo:
Tenho certeza de que isso te doerá muito mais do que eu acho que o que me fez deva ter doído!
Raimunda saiu para o frescor silencioso da madrugada e enquanto caminhava em direção ao centro da cidade ela tentava em vão lembrar qualquer coisa que fosse daquilo que lhe acontecera e por isso ao atingir a estação rodoviária ela estava tão distraída que quase morreu de susto quando Oscar se dirigiu a ela:
Oi Rai!
Tal foi o sobressalto que ela teve que Oscar se viu obrigado a pedir:
Calma! Sou o Oscar, aquele que sempre leva você e seu pai de táxi pra casa.
Eu sei, mas estava tão distraída que você nem imagina o susto que levei.
Imagino, sim! Mas, o que está fazendo sozinha na rua numa hora dessas?
Bem mais refeita do susto Raimunda pode ao menos achar uma desculpa mais que válida mesmo:
Meu pai bebeu demais da conta ali no bar do Luis e por isso acabou dormindo lá mesmo e como isso não ta pra mim estou indo pra casa.
O que ela não contava era que aquele mesmo Oscar tinha levado Raimundo pra lá de bêbado até em casa a cerca de duas horas atrás e como a muito ele esperava por uma oportunidade como aquela ele tratou de se mostrar sensibilizado:
Nossa! Acho mesmo uma judiação uma menina tão bonita assim ter que andar tamanha distância e por vou te levar até.
E de onde você tirou a idéia de que tenho dinheiro pra te pagar?
E como a muito Oscar sonhava com aquilo ele atacou:
Desde a muito eu sou louco para dar uns beijinhos e acariciar esses peitos fenomenais e por isso se você quiser faremos uma troca.
Diante do que tinha lhe acontecido Raimunda achou o cumulo da gentileza e da honestidade ele ter proposto aquilo em lugar de simplesmente ter-lhe oferecido uma carona para levá-la a um lugar deserto e assim fazer tudo o que queria e foi por isso que em lugar de responder Raimunda colocou um dedo sob cada alça da camiseta regata que usava e foi baixando diante de Oscar extasiado com o que via e que o final exclamou:
Minha nossa! São os peitos mais maravilhosos que já vi.
E após isso passou acariciá-los para logo a seguir passar sugar aqueles seios que por si só já seriam considerados grandes para uma mulher de porte físico maior e no caso de alguém magra e alto como Raimunda eles pareciam ainda maiores e como a tenra idade dela os faziam serem duros Oscar passou a se deliciar com eles como quem devora a mais saborosa das guloseimas e como isso não satisfazia por completo ele arriscou:
Te dou $20,00 pra você deixar colocar meu pau entre eles?
Apesar daquela oferta não se apresentar nada desagradável ela procurar aliar a vontade à sua sugerindo:
Se chegar ao $30,00 eu te faço uma chupetinha!
Para alguém como Oscar que preferia pagar pra trepar em vez de se enrolar em promessas vazias ele contra-atacou:
E quanto quer pra trepar comigo?
Raimunda parou, pensou e falou:
Quero 50 pratas!
E como aquilo estava dentro dos padrões encontrados por Oscar ele falou:
Tudo bem!
E pegando Raimunda pela mão a conduziu para dentro do escritório do ponto de táxi onde confundindo a inexperiência dela com profissionalismo entregou o dinheiro a ela dizendo:
Me desculpe!
Raimunda guardou o dinheiro num dos bolsos do jeans que usava e como Oscar se aproveitou desse pequeno intervalo para se despir ela não teve como e nem porque não imitá-lo e após fazê-lo passou a realizar seu maior desejo, ou seja, se ajoelhou e passou a chupar tão avidamente o cacete de Oscar que ele precisou pedir:
Calma senão me fará gozar cedo demais!
E seguido a isso se sentou na hora da mesa para finalmente conseguir satisfazer seu maior desejo que era foder aquele par de seios fenomenais naquela mais que conhecida espanhola e novamente quando estava quase gozando Oscar parou dizendo:
Minha nossa! Você é tão gostosa que estou tendo que juntar todas minhas forças pra não estragar tudo gozando antes da hora.
E quase que imediatamente fez ela se deitar de costas sobre a mesa e assim que a excitou adequadamente chupando a bocetinha mal coberta por pentelhos negros e longos colocou uma camisinha e para delírio total de Raimunda passou a fodê-la com calma e perícia enlouquecedora fazendo assim com que Raimunda já de cara se tornasse mais uma viciada em sexo e ao final ele acabou dizendo algo que mudaria para sempre a vida dela:
Olha! Se eu soubesse que você jogava no time das profissionais já teria me tornado um dos seus clientes mais assíduos que você teve, tem e terá.
E como ali mesmo começou a germinar o embrião daquela Raimunda que muitos conhecem ela agradeceu:
Obrigada pelos elogios e desde agora você passará a ser o meu cliente número um mesmo.
E como era de se esperar de alguém como Oscar ele cumpriu sua promessa á risca deixando Raimunda na porta da casa sem cobrar mais um nada sequer.
Fim
enviada por Katia Ramos
23/01/2004 00:46
Curiosidade fatal!
©Kátia Ramos katiaramos_kr@ig.com.br ICQ 162167967
Sem dúvida não são poucas as mulheres que se consomem na curiosidade de saber o que e com é ser uma prostituta na essência da palavra e se antes a curiosidade de Valdirene já era grande depois que ela passou a trabalhar para uma certa empresa de limpeza e com isso passou a trabalhar nunca certa repartição pública essa curiosidade cresceu tanto que um dia ela não consegui conter e perguntou a sua colega de turno que ganhava mais se prostituindo do que trabalhando:
Claudia! Como é transar com os caras apenas por dinheiro?
Se partisse de outra pessoa a resposta seria imediata, mas como até então Valdirene tinha se mostrado a mais honesta e fie mulher que se podia esperar Cláudia quase sem querer perguntou:
Não acredito que você está querendo mudar de profissão?
A forma direta da pergunta de Claudia deixou a já acanhada Valdirene ainda mais e mesmo ela conseguiu ir adiante:
Não é bem isso, é que sempre fui muito curiosa por saber como ser paga pra fazer uma coisa que normalmente as mulheres fazem de graça.
Até aquele momento Claudia ainda não tinha se dado ao trabalho de formar uma opinião sobre o como era transar por dinheiro vivo ou com algum outro cara apenas por gostas do individuo e por isso ela demorou um pouco pra responde, mas ao final falou:
Acho que o fato de ser paga acaba me desobrigando da obrigação de agradar e por isso sem duvida acabo me sentindo mais solta e totalmente à vontade para dar o melhor de mim.
A principio Valdirene não entendeu direito e por isso insistiu:
Como assim se sentir à vontade ora dar o melhor de si?
Crei que assim como eu as demais mulheres quando trepam pelo que sentem pelo cara acabam deixando de lado muitas coisas que gostam de fazer com medo de que ele não goste daquilo e acaba nos deixando enquanto que com um freguês o máximo que pode acontecer é ele dizer se gosta ou não que tudo na mesma.
Já que falar em sentimentos era meio complicado pra Valdirene ela voltou ao objetivo principal daquele dialogo:
Essa coisa de prostituição dá mesmo dinheiro?
Se você souber escolher os clientes certos sim!
Como assim escolher os clientes certos?
É que nem sempre aqueles parecem ter dinheiro acabam sendo os mais generosos.
Não entendi?
Não é para menos, pois eu mesma demorei muito para entender que roupas boas, caros bons, e ostentação de riqueza nem sempre tornam os homens mais fáceis de soltarem dinheiro.
Está me dizendo que as aparências enganam?
E como enganam! Um dia desse saí com um cara com a maior pinta de milionário que me levou em seu carrão importado a um dos motéis mais caros da região e depois de me foder por mais de 2 horas queria me pagar apenas $ 10,00 alegando que aquela brincadeira já lhe tinha custado caro demais.
E Você aceitou?
Que nada! Armei o maior barraco ameaçando dedar ela pra mulher dele e mesmo assim filho duma puta acabou só dando $ 30,00.
E acha isso pouco?
Bem! Se tivesse sido uma foda básica sim. Mas, para uma foda média assim como a que tivemos teria que ser no mínimo $50,00.
Essa é boa! Foda básica e média. E no que uma difere da outra?
No que se faz durante ela, ou seja, o que se usa...
Como assim?
Me deixe explicar melhor! Na foda básica a coisa fica por conta das mãos e da boceta, na média soma se à boca e numa foda completa vale tudo desde beijos na boca até pau no cu.
Credo! Que loucura! E quanto você cobra por uma completa?
O de praxe são $ 100,00, mas a poucos dias atrás um cara me deu $200,00.
Caramba! Por uma grana dessas até eu toparia cair na gandaia, isso é! Se ele me quisesse é claro.
E por que ela haveria de não te querer?
Porque sou gorda demais e essa minha bunda enorme em lugar de atrair acaba é espantando os caras!
Que nada! Pois como eu disse o que manda é saber escolher o cara certo e como esse que eu te falei é louco por uma na certa ele não só lhe dará $200,00 como se você souber jogar ainda morderá mais algum.
Você só pode estar brincando?
Que nada! Pois se agirmos direito dará para se conseguir uns $300,00 da moleza, topa?
Sei não! É que eu nunca transei com um completo desconhecido e sendo assim tão acanhada com certeza será a maior furada.
Engano seu, pois ele não lhe é assim tão desconhecido, pois já vi você conversando varias vezes e pelo jeito você até que se dão bastante bem e por isso não terá mais o que temer.
Tenho sim! É que eu nunca dei a bunda.
Maravilha! Então será o dobro ou nada.
E se eu não der conta do recado?
Ele é muito bom no que faz e por isso esteja certa de que tudo sairá as mil maravilha e com isso além de você passar a desfrutar das maravilhas do sexo anal ainda sairá com $400,00.
Não acredito que ele pagará uma fortuna dessa por uma bunda tão horrorosa como a minha?
Quanto a isso deixe comigo que na hora certa saberei convencê-lo.
Certo! Mas, olha lá o vai dizer a ele?
Fique fria que sou muito boa nisso também!
Depois daquele dia e por mais alguns Valdirene passou a dividir suas preocupações com quem seria o tal cara, o que Claudia diria a ele, se ele aceitaria lhe dar toda aquela grana e a maior de todas: se ela teria coragem de dar o cú e já que ela pouco podia fazer até o dia fatal chegar ela passou a observar Claudia atentamente para ver se conseguia deduzir quem seria o tal cara, mas como ela conversava com todos e quantos homens que se aproximassem dela essa tarefa se tornou quase impossível e por isso Valdirene não percebeu que naquela manhã se destino estava sendo traçado por Claudia quando essa percebendo que Juca cobiçava disfarçadamente a bunda de Valdirene e perguntou a ele:
O que acha de tornar esse sonho em realidade?
A que sonho se refere?
Ao de enfiar sua pica enorme na bunda não menos enorme que você tão disfarçadamente está cobiçando?
Nada mal, mas ao que parece ela não é muito a fim de se aventurar, pois por varias vezes tentei me insinuar com ela, mas em todas, ela sempre se fecha mais cú virgem com medo de levar ferro.
Talvez seja justamente porque o cú dela nunca tenha levado ferro, pois minha experiência me ensinou que uma mulher que já tomou no cú se abre com maior facilidade a abordagem de um homem do que as que nunca o fizeram.
É! Até pode ser. Mas, o que garante que aquela bundona nunca levou ferro?
Se achar que pode confiar em mim pode ter certeza de que ela nunca deu a bunda.
Apesar de bundas virgens não serem tão raras como Claudia pensava Juca querendo ver onde Claudia queria chegar achou por bem demonstrar surpresa ao dizer:
Caramba! Isso aumenta em muito meu interesse por ela. E você acha que tenho alguma chance?
Muito mais do que você pensa, pois a poucos dias atrás ela me disse estar no maior sufoco e que por isso alguma grana que entrasse seria tão bem vinda que ela nem se importaria com a origem.
Bem! Finalmente a coisa estava para lá de explicada, pois ao ver de Juca uma estava agindo como intermediaria da outra e já que com isso certamente o lucro seria divido entre ambas ele deixou de rodeios e perguntou:
E ela te disse de quanto é?
Sim! E ao meu ver $400,00 não é muito se levando em conta o tamanho da bunda e o fato dela ser virgem.
Isso tornou a Juca mais claro que água cristalina que elas rachariam meio a meio os $400,00 e já que uma bunda daquele tamanho e aquelas coxas bastante grossas certamente teriam celulite e a barriga dela era um pouco grande para o gosto de Juca por isso ele impôs uma condição:
Eu aceito, mas só se for com as duas!
Foi aí que Claudia percebeu que ele tinha entendido de forma errada a abordagem dela e mesmo sabendo que de nada adiantaria se justificar ela tentou:
Mesmo estando enganado em pensar que dividiremos a grana eu aceito só para te provar que estou sendo honesta, mas desde já vou avisando que não transo com mulheres.
E nem será preciso, pois poderá ser uma de cada vez e em dias diferentes e ainda você poderá escolher qual será a primeira?
Certo! Verei com ela e se ela não estiver disponível para hoje eu irei. E onde posso te dar a resposta?
Estarei por aqui por mais alguns minutos e se isso não for suficiente é pedir pra telefonista que ela saberá me achar.
É claro que Claudia dissera aquilo devido à possibilidade de Valdirene desistir e por isso Claudia não viu por que perder tempo e deixando Juca foi ter com Valdirene para dizer lhe:
Conversei com o cara e ele topou e você?
Tem certeza de ele me dará os $400,00 que me disse?
Como te falei, ele ta tão fissurado na tua bunda que aceitaria pagar até mais!
Mesmo não gostando daquilo Valdirene seduzida pelo altíssimo valor disse:
Então diga a ele que topo!
Certo! E posso dizer a ele que te pegue aqui mesmo no final do seu turno?
E isso não me trará problemas?
Não! Pois, ninguém suspeitará que uma inocente carona esteja sendo usada para outros fins mais lucrativos.
Bem! Já que você que é mais experiente e diz isso eu concordo e já que será minha primeira vez tem algo para me sugerir?
Não muito! Apenas que aja com naturalidade e que se deixe levar.
E na hora da bunda?
Quanto a isso não se preocupe que ele saberá quando e como fazer.
Claudia começou a se afastar, mas antes que ele o fizesse o suficiente Valdirene perguntou:
E como saberei quem é ele?
Não se preocupe que estarei com você!
Claudia se foi e Valdirene ficou com sua maior preocupação que era de que se conseguiria dar o cú e se caso não conseguisse o que lhe aconteceria e isso fez tomar a decisão de na primeira oportunidade perguntar a Claudia e essa por sua vez foi até onde deixara Juca e já que ele ainda estava lá ela chegou lhe dizendo:
Está tudo combinado para hoje depois do expediente dela e quanto a mim me peque aqui amanhã depois do expediente!
Certo! Então me deixe fazer o que vim fazer senão me atrasarei.
Juca se foi e Claudia ficou pensando que mesmo sendo de graça valeria a pena trepar com ele novamente e isso lhe deu idéia de que já que Juca estava pensando que ela morderia o seu de fazer isso, ou seja, cobrar de Valdirene no mínimo os $100,00 que ela receberia por uma foda completa e então quando a amiga se juntou a ela meia hora antes do fim do expediente ela quis lhe dizer o que decidira e por isso se aproximou de Valdirene perguntando:
E aí? Pronta para o que der e vier?
O que acontecerá se eu não conseguir dar a bunda?
Nada de grave a não ser que ele com certeza lhe pagará no mínimo por uma foda média e no máximo a metade do combinado.
Já que é assim já de cara vou dizer a ele que fico só na média pois ao meu ver $50,00 não é de se jogar fora e com isso não me arrisco a sofrimentos imensuráveis e ao vexame de fracassar já na primeira vez.
Já que agora o maior objetivo de Claudia não era apenas tornar a amiga companheira de prostituição e sim pegar sua parte do lucro ela instigou a amiga:
Só você mesmo para deixar uma oportunidade de ouro como essas escapar, pois além de ganhar o equivalente a quatro fodas completas ou oito médias duma só vez você terá o privilegio de ser enrabada pela primeira vez pelo melhor enrabador que já conheci.
É! Você só diz isso porque não será o seu cú que estará na reta daqui a pouco.
Não só já esteve como estará, pois ele só aceitou pagar os $400,00 se eu aceitasse transar com ele também e por isso terá que me dar os usuais $100,00.
Nossa! Você nem sabe o quanto fico mais tranqüila sabendo que estará comigo.
Só que se enganou, pois como já tenho um encontro para hoje eu marquei com ele para amanhã.
Nem mesmo se eu dividir meio a meio com você?
Apesar da proposta ser tentadora a possibilidade de Juca usá-la para demonstrar a Valdirene como deveria agir ao ser enrabada e se a segunda foda anal com ele fosse tão ou até mais dolorosa que a primeira e como com certeza isso faria a outra desistir ela declinou:
Infelizmente o cliente de hoje é dos melhores e mais assíduos que tenho e por isso não posso deixá-lo na mão de jeito nenhum.
Bem! Então ao menos me deseje boa sorte senão quem ficará na mão será você.
Quanto a isso pode estar certa que estarei torcendo por você e agora me deixe ver se ele já chegou:
Claudia saiu e Valdirene ficou torcendo ardorosamente para que o tal cara ainda desconhecido não tivesse e nem viesse, mas pouco tempo depois Claudia voltou toda sorridente dizendo:
Venha! Ele já está te esperando.
Isso fez Valdirene olhar para o relógio e ao ver que ainda faltava 10 minutos para as 12 ela exclamou:
Mas, já?
É! Pelo visto o tesão dele por você é bem maior do que pensa.
E realmente era, pois desde o dia que Juca botara os olhos na enormidade de bunda morena quase negra de Valdirene ele vivia procurando uma maneira de se aproximar dela e passar lhe a vara e como isso estava preste a acontecer ele não quis se arriscar atrasando e por isso só tinha ido trocar a moto pelo carro e tinha se postado a espera dela e agora lá vinha ela lado a lado com Claudia e essa a se aproximar deu devida desculpa para quem que seja que estivesse vendo não desconfiasse de nada:
Juca! Que bom você estar por aqui pois a Valdirene precisa pegar uns documentos em casa e voltar até o banco antes que feche, isso é, se você puder fazer lhe esse favor?
Mas, com certeza que não me será o menor incomodo dar lhe essa carona.
Dizendo isso ele se aproximou para entrar no carro e assim que Valdirene foi sair em direção à outra porta Claudia lhe deu tapa de leve na bunda e disse em voz baixa:
De agora em diante é com você, menina!
Valdirene deu a volta no carro, abriu a porta, entrou e assim que fechou a porta e passou a colocar o cinto de segurança Juca lhe perguntou:
Onde você mora?
Não me diga que está pensando em ir lá?
Não! Não estou. Apenas quero ao sair daqui tomar o rumo de lá para dar maior credibilidade ao que a Claudia disse.
Valdirene disse o local e o que fez Juca dobrar a primeira esquina a esquerda e a próxima no mesmo sentido e vendo como ela estava nervosa e insegura ele perguntou:
Nossa! Para que tamanho nervosismo?
É que nunca fiz isso antes e por isso estou insegura demais!
Não vejo motivo para isso, pois com certeza não fará nada alem do que sempre faz.
Farei sim, pois se a Claudia não te disse eu nunca dei a bunda. Ela disse?
Não! Ela apenas me disse que você está passando por alguns apuros financeiros e se eu poderia ajudá la como já ajudei ela e quanto a nunca ter dado a bunda não há o que temer porque não será pior que quando deu a boceta pela primeira vez.
Ah! Não. Se for horrível daquele jeito pode ir parando, pois estou fora.
Credo! Até parece que te pegaram à força?
Não! Mas se tivesse sido certamente não teria feito muita diferença.
Por que?
Eu tinha 13 anos e mesmo assim era ingênua demais para saber o que estava fazendo e por isso só dei conta de tudo quando ele passou a enfiar em mim e como as primeiras dores me assustaram e passei a pedir que ele parasse e que tirasse e como ele continuo a enfiar e passei a gritar e espernear e mesmo assim ele só tirou depois que gozou.
Que canalha! E quantos anos ele tinha?
Não sei ao certo, mas com certeza uns 10 talvez até mais. Bem feito! Pois, que mandou uma pirralha cheirando a cueiro se meter com um cara tão mais velho?
Mesmo assim não deixo de achá-lo um canalha de marca maior e se isso servir para tranqüilizá-la se por acaso você não gostar ou achar que está doendo demais na se acanhe e me pedir, pois não que venha a sofrer enquanto eu tenho prazer. Mais calma?
Sim! Mas, mesmo assim ainda estou insegura e por isso seu não quiser deixar meter na minha bunda você achará ruim?
Não! Mas, infelizmente você receberá bem menos do que prometi.
É! Bem que a Claudia me avisou e quanto eu receberia?
Isso dependerá do que estiver disposta a fazer?
Já que a Claudia me explicou a diferença entre as fodas básicas, médias e completas eu ficaria com a média.
Bom! E em que consistiria a foda classificada por ela como média.
Eu usaria apenas as mãos, a boca e a boceta!
E no caso da básica
Apenas as mãos e a boceta.
Bem! Com isso eu mesmo posso deduzir que no caso da completa entraria a bunda também e em qual delas eu poderia chupar essa sua deliciosa boceta?
Já que a menção à deliciosa boceta de Valdirene tinha se seguido a Juca fazer uma mão deslizar pela coxa dela e ir parar sobre o alvo do elogio Valdirene se arrepiou toda e respondeu:
Apesar dela não ter dito eu acho que em todas. Hei! Para onde está me levando?
Essa pergunta foi feita porque Juca tomara uma rodovia e fazia o carro ir gradativamente ganhando velocidade e por isso ele respondeu:
Para um motel é claro! Por que? Tem algo contra isso?
Não! É que meus namorados sempre foram pobres demais para terem um carro e por isso nunca pude realizar minha fantasia de transar sobre a frente de um.
Já que quer assim, assim será!
E voltando ao assunto das classes de fodas perguntou:
Já que a Claudia te explicou sobre como ela divide as fodas ela também te disse os preço?
Disse! E são: $30,00, $50,00 e $100,00. E diante disso eu acabaria ficando apenas com $50,00, correto?
Se baseando na teoria dela sim!
E na sua?
A minha é a de esperar para ver o que acontece para depois decidir quanto devo pagar.
Ih! Isso me diz que acabarei tomando no cú querendo ou não?
Não! Mas, farei o possível para convencê-la a me deixar inaugurar seu cuzinho muito bem adornado por essa sua esplendida bunda.
Nisso Juca já tinha deixado a rodovia e dirigia devagar por uma estrada sem asfalto procurando um local adequado para parar e assim que encontrou uma arvore grande o bastante para dar sobra suficiente ele parou e se voltando para Valdirene perguntou:
Aqui está bom para você?
Nossa! Está melhor do que pensei.
Já que ela se mostrava bastante insegura Juca em lugar de ir direto para o ataque procurou deixá-la um pouco mais calma perguntando:
Me fale um pouco de você?
Como assim falar de mim?
Coisas assim como do que você gosta, quantos anos tem, se é casada ou não, suas preferências sexuais e assim por diante?
Bem! Tenho 22 anos, sou casada a 3 anos, tenho 2 filhos e gosto demais de ouvir musicas e quando posso de dançar e minhas preferências sexuais....bem! Acho que são as mesmas de qualquer outra mulher.
Certo! Mas, mesmo assim cada mulher tem alguma coisa que gosta mais fazer do que de outra, alguma posição em especial e assim por diante.
Como já disse a minha primeira vez foi horrível e por isso passei a evitar o sexo e com isso só voltei a transar depois que casei e assim mesmo dei ao maior trabalho ao meu marido que com isso acabou achando e ainda acha que me casei virgem, dá pra acreditar?
Por que não, já que o cabaço é apenas um mero detalhe físico e não uma prova de comportamento?
Como assim?
Há não muitos anos atrás a ignorância era tamanha que se uma garota perdesse o cabaço não lhe restava alternativa que não fosse se casar querendo ou não e por isso a maioria se valia da bunda para com isso preservar o cabaço...
Sério?
Tão sério que até meus 18 anos só fodi bocetas de putas mais que conhecidas ou em zonas.
Ah! Então é por isso que a Claudia disse que você é o melhor enrabador que ela conheceu.
Dizendo isso Valdirene que estivera o tempo todo encostada no banco do carro se ergueu e virou um pouco para o lado de Juca que se valeu disso para passar a acariciar o rosto dela enquanto dizia:
Que nada! Pois tenha a certeza de existem muitos melhores que eu.
Sei não! Pois ao que me consta ela adorou.
Juca se aproveitou da proximidade existente para se aproximar ainda mais e dar um longo e caprichado beijo enquanto acariciava as costas e o que podia da bunda de Valdirene e essa assim que pode falou:
Nossa! Você é bom mesmo. Pois, só com isso já me deixou toda molhada.
A resposta de Juca foi se aproveitar que ela tinha voltado a se recostar no banco para enquanto a beijava passar a lhe acariciar os seios e a boceta por sobre as roupas e dessa vez quando pode Valdirene exclamou:
Caramba! Estou quase pegando fogo.
O que levou Juca a dizer:
Estamos mesmo bancando os burros, pois com tanto espaço e ar fresco estamos aqui nos cozinhando dentro do carro.
Apesar de não ser apenas a aquele tipo de calor que ela tinha se referido Valdirene concordou:
É! Estamos mesmo.
E seguido a isso abriu a porta e saiu do carro o que levou Juca a fazer o mesmo e ir para junto dela que tinha se encostado à frente do carro e já que ninguém melhor que ele para saber que quanto mais á vontade e segura de si ela estivesse melhor seria em lugar de ir direto ao ataque como Valdirene esperava novamente passou a acariciar o rosto dela o acarretou um novo beijou e dessa vez Valdirene pode sentir claramente o volume que cacete de Juca foi formando a medida que ia endurecendo e como a medida que isso acontecia o tesão dela ia crescendo e para quem não estava acostumada a emoções tão fortes quando o beijo terminou Valdirene além de ofegante estava tão acalorada que não pode se conter e disse:
Nossa! Que sufoco.
E Juca entendendo o que aquele desabafo significava se distanciou o suficiente para ela se desencostar do carro e após e afastar um pouco dizer:
Mais um desses e eu derreterei toda.
Desculpe se estou indo depressa demais, pois é que não sou de ferro.
Não é você que indo muito depressa e sim eu que não estou acostumada a tantas sensações conflitantes como as que me faz sentir.
Como assim?
Sabe? Às vezes tenho vontade de ser assim como a Claudia é, ou seja, trepar a torto e a direito sem ter o que temer ou com que me preocupar.
Juca percebeu no tom de voz de Valdirene que o próximo passo seria o que determinaria o sucesso ou o fracasso daquela empreitada e como ninguém estava mais interessado que ele no sucesso dela decidiu em lugar de agir fazê-la falar para com isso descobrir uma brecha naquela couraça que aprisionava Valdirene e por isso calmamente tirou um cigarro do maço, o acendeu e só depois da segunda tragada rompeu o silencio perguntado:
De que tem medo?
Pode parecer absurdo, mas toda vez que estou preste a transar me vem à lembrança as dores horríveis que senti e mesmo que nunca mais tenha doido nem um pouco a falsa impressão inicial já é suficiente para estragar o resto, entende?
Sim! Entendo. E o que te preocupa?
O fato de que depois de vencido o medo eu venha a não conseguir me controlar mais, pois apesar de tudo amo demais meu marido e mais ainda minhas crianças. Complicado não?
Sim! É claro que Juca a situação deveras complicada para seu gosto porque fazê-la perder o medo seria o menor dos problemas, o maior mesmo era como ela reagiria quando voltasse para casa e deparasse com seus filhos e finalmente com o marido e por isso perguntou a Valdirene:
Quer desistir?
Até aquele momento era o que mais ela queria, mas assim que a pergunta foi formulada Valdirene passou a comparar tudo o que tinha sentido naqueles seus quase 10 anos de atividade sexual e como nunca tinha sentido um resquício sequer daquele tesão avassalador que sentira nos braços de Juca e que se deixasse escapar aquela oportunidade com certeza nunca mais voltaria a sentir se deixou levar pelo instinto e respondeu:
Não! É claro que não.
E antes que pudesse se arrepender do que dissera ela se atirou para Juca passando a beijá-lo e ele percebendo que se deixasse se envolver por àquela fúria Valdirene em lugar de desejá-lo passaria a odiá-lo por ter se aproveitado dum momento de fraqueza e total desproteção para levá-la a fazer o que não queria e por se limitou apenas a retribuir os beijos enquanto acariciavas as costas e a bunda dela por sobre as roupas e então Valdirene se agarrou com força a ele, se estremeceu dos pés à cabeça e por pouco não desfaleceu em seus braços no que para ela era o primeiro orgasmo autentico e profundo que alcançava.
Após isso Valdirene ficou se acalentando nos braços de Juca que não tinha parado de acariciar lhe carinhosamente as costas e os cabelos e então já sentindo forte o bastante para raciocinar com clareza ela afastou ligeiramente o peito do de Juca e após dar lhe um beijo rápido e carinhoso falou:
Obrigado!
Não vejo motivo algum para estar me agradecendo.
Mas, eu sim. Porque de agora em diante sei que façamos o que fizermos eu tenho certeza absoluta de que não me arrependerei de um nada sequer.
Mais uma vez outro beijo deu inicio a tudo e a seqüência veio com Juca erguendo a blusa dela o suficiente para ir passando a baixar lentamente as calças e quando essa já estava nos joelhos a reação de Valdirene foi tal que ele se deteve para perguntar:
O que foi?
Nada não! Só estou quase morrendo de vergonha.
E já que nunca houve melhor remédio para aquilo do que enfrentar a situação de frente e por isso Juca a fez se adiantar o suficiente para olhar detalhadamente o que já estava exposto e como não encontrou nada de errado conclui:
Não vejo nada do que possa se envergonhar, não!
Apesar da vergonha ser tanta que quase lhe roubava a voz Valdirene se esforçou para dizer:
Minhas coxas são muito grossas e minha bunda grande demais e por isso quase morro de vergonha quando preciso mostrá-las.
Já que camiseta longa demais ainda escondia a bunda dela Juca a fez virar de costas e foi fazendo a camiseta subir lentamente e assim que expôs a bunda de Valdirene deu uns tapinhas carinhosos dizendo:
Acho bom ir se preparando porque não vou deixar essa bunda deliciosa escapar de jeito algum!
Aquilo fez Valdirene engolir em seco e quase em pânico dizer:
Está dizendo que seu eu não quiser irá me enrabar na marrara?
Já que a intenção de Juca nunca fora a assustar ele a abraçou pelas costas dizendo com calma e gentileza:
Quanto a isso você pode ficar muito tranqüila, pois tudo o que é feito contra a vontade de um acaba sendo ruim para ambos e por isso pode ter a plena certeza de que serei tão carinhoso e cuidadoso que você irá adorar.
Apesar de tudo indicar a Valdirene que mais uma vez ela sofreria o horror dos horrores e que por isso seria melhor dar aquilo por encerrado, ela decidiu por ir adiante perguntando:
Você gosta que chupem seu pau?
Claro que sim!
Valdirene se virou de frente para Juca e enquanto lhe abria as calças não conseguiu deixar de se explicar:
É que sempre tive muita vontade de fazer isso, mas meu marido nunca deixou por achar nojento demais ter que me beijar depois e o que não entendo é por que mesmo assim ele adora chupar minha boceta.
Enquanto ela dizia isso Juca aproveitou pra livrá-la da camiseta e como o que ela dissera tinha deixando mais que claro de que se tratava de machismo ignorante do que de nojo ele acariciou de leve o roto dela e disse:
Nesse mundo tem bobo pra tudo e como não sou nem um pouco bobo pode chupar meu cacete à vontade que mesmo gozando nessa sua boquinha linda nunca deixarei de beijá-la.
Enquanto rolava esse dialogo Valdirena já tinha liberado o cacete de Juca e o acariciava lentamente e como ainda não tinha tido
coragem de olhar para ele ela não conseguia acreditar no que seu tato lhe dizia e por isso quando finalmente olhou não consegui se conter e exclamou:
Tadinha de mim! Vou me lascar todinha mesmo.
Vai não, minha querida!
Novamente Juca se valeu da demora dela pra lhe tirar o sutiã e então com se esperasse apenas por aquilo Valdirene se agachou e após dar vários beijos e lambidas ela colocou a tora de Juca na boca e tal foi a dificuldade que encontrou que acabou encarando Juca e dizendo:
Tem certeza que conseguirá enfiar isso em mim sem me arrebentar toda?
Isso levou Juca a acariciar gentilmente a cabeça de Valdirene dizendo:
Calma, minha morena! Na hora certa verá o quanto é gostoso ter algo assim dentro de você.
Nem mesmo sob juramento Valdirene conseguia acreditar no que Juca dizia, mas mesmo assim ele voltou a chupar o que conseguia daquela tora dando especial atenção à cabeçorra e como todo aquele tesão acumulado tinha que surtir algum efeito Juca gozou com tal intensidade que aliada a falta de experiência dela fez com boa parte da porra escorresse pelo queixo e até acabasse respingo nos seios quase fartos de Valdirene que por ter gozado como nunca se lembrava de ter gozando antes se sentou nos calcanhares e enquanto procura se limpar com as mãos para lamber os dedos ela acabou por falar:
Sinceramente essa é a coisa mais gostosa que já provei!
Ela tentou se levantar e como encontrou dificuldade nisso, Juca a auxiliou e como se lembrou do que ele tinha dito ela procurou por um beijo e como foi prontamente atendida ao final ela perguntou:
Não consigo entender o por que de meu marido não gostar disso?
Primeiro Juca acendeu um cigarro, tirou a camiseta e a calça e após posicionar Valdirene de lado para assim poder lhe acariciar a bunda e a boceta ao mesmo tempo respondeu:
É que nem todos homens sabem aproveitar as melhores coisas da vida tão bem como eu sei e por falar em coisas gostosas ele gosta de chupar essa bocetinha deliciosa?
Gostar ele até que gosta, mas minha mãe disse tantas vezes que isso é coisa de puta que não consigo ficar á vontade fazendo isso.
Juca fez a calcinha dela deslizar pelas coxas abaixo e enquanto procurava enfiar dedo pela frente e outro por trás na boceta de Valdirene concluiu:
Então já que é assim hoje você pode se soltar e aproveitar ao máximo a chupada que darei nessa delicia.
Valdirene afastou um pouco mais as pernas para assim permitir que os dedos de Juca entrassem mais fundo e com o fato de Juca a estar tratando por puta não lhe cair nada mal ela perguntou:
E o que você está achando dessa puta aqui?
Juca fez o dedo que estava por trás deslizar todo melado até o cuzinho de Valdirene e enquanto tentava abrir caminho com ele respondeu:
Estou te achando uma das melhores putas que já encontrei, e você o que esta achando de ser puta?
Valdirene para um pouco pra pensar e como estava mesmo achando aquilo muito bom ela respondeu:
Por enquanto estou gostando demais mesmo.
E como ainda não tinha conseguido o que queria ele sugeriu:
Então relaxe esse buraquinho apertado que ficará ainda melhor!
Já que era apenas um dedo Valdirene foi relaxando e com isso o dedo foi entrando r quando o que entrar já tinha entrado Juca perguntou:
É tão ruim como pensava que era?
Muito envergonhada por ter que responder sobre aquilo ela primeiro precisou juntar forças e coragem para finalmente dizer:
Já que um dedo nada tem a ver com isso que você quer enfiar aí eu até que estou gostando sim!
Pois então vou te provar que nada tem a ver com o tamanho e sim com o relaxamento!
E dizendo isso fez Valdirene se debruçar sobre a frente do carro o que sem duvida ela fez com as pernas tremendo, mas tão logo lubrificou os dedos ele como que entrelaçou o indicador com o médio e com anular de forma que ficassem mais ou menos cônicos e foi fazendo essa combinação de dedos deslizar lentamente pelo cuzinho de Valdirene adentro e com em breve ela passou a gemer baixo e a dar profundas fungadas e ele percebendo que era assim que ela manifestava seu gozo esperou pelos por cinco ou seis delas pra depois retirar os dedos e dizer:
Se me disser que não gostou e até gozou te darei uns tapas nessa bundona maravilhosa!
Já que pelo tom da voz Valdirene deduziu acertadamente de que ele estava brincando sobre os tapas ela respondeu:
Bem! Já fiz coisas bem piores, sim.
O resultado disso veio na forma de um daqueles tapar bem ardidos que além de não machucar acaba atiçando ainda mais o tesão e nas palavras de Juca:
Então já que é assim vamos melhorar isso ainda mais mesmo.
A princípio ela chegou a ficar preocupada, mas como Juca apenas se afastou e ficou esperando ela acabou por se levantar e se virar pra ele com cara de quem não sabia do que se tratava e por isso Juca se aproximou e enquanto a ajudava a se deitar de constas sobre o capô do carro acrescentou:
Agora chegou a hora de fazermos aquilo que segundo sua mão só as putas fazem e por isso como uma boa puta que é você irá se soltar e aproveitar ao máximo gozando quando puder.
Nem seria preciso o suspiro de prazer que Valdirene soltou, pois só o seu sorriso já bastou pra dizer a Juca o quanto ela gostava daquela forma de sexo e por isso mesmo não sendo a sua predileta ele passou a beijar, lamber e chupar avidamente aquela boceta que a natureza tinha feito quase sem pentelhos e apor isso uma das mais ideais pra serem chupadas. Na medida que Juca ia se deliciando com a boceta de Valdirene ela foi se soltando e tomando gosto pela coisa que finalmente pediu em voz entrecortada pelo prazer:
Venha! Me fode... logo.
Prontamente Juca se dispôs a atender ao apela dela e se levantando ergue as penas de Valdirene e após fazer as coxas grossas dela ir de encontro ao peito dela encostou a cabeçorra de sua tora e a foi fazendo deslizar por aquele canal tão molhado e justo que até parecia ter sido feito sobre medida para o seu pau e devido aquela posição a introdução foi tão funda que Valdirene exclamou toda cheia de surpresa:
Caracas! É tão comprido que dá pra sentir ele forçando bem lá no fundo.
E isso te está incomodando?
Que nada! Estou achando é uma delicia total.
Então relaxe e goze.
Dito isso Juca passou a tirar e por seu caralho naquele ritmo que permite à mulher sentir sua tora em toda sua plenitude e com isso ela foi gozando e gozando até que por fim ela quase implorou:
Por favor! Goze em mim que não agüento mais esperar.
Mesmo não sendo aquela a intenção inicial de Juca a certeza que tinha de que mulher satisfeita além de voltar acaba trazendo alguém consigo o fez apesar o vai e vem apenas pra fazer seu corpo se chocar contras as coxas de Valdirene de forma a soar feito tapas e com isso ela acabou exclamando:
Minha nossa! Suas bolas estão batendo meu cú e quase me enlouquecendo de tesão.
Então goze gostoso que o próximo a levar ferro será ele!
E após deu alguma rápidas e profundas estocadas para por fim soltar outra enxurrada de porra bem lá no mais fundo de Valdirene.
Nos primeiros momentos Valdirene tinha a nítida impressão de que aquela espécie de força que tinha nascido dentro de si e que tinha crescido lentamente até terminar em algo parecido com uma explosão de pura energia que resultou naquele estado de total lassidão e dormência pelo corpo todo que mais parecia que ela estava flutuando em nuvens e então depois de vários minutos apenas curtido aquela coisa maravilhosa e inédita ela abriu os olhos para dar de cara com Juca todo sorridente e lhe dizendo:
Bem vinda de volta ao mundo dos mortais!
Isso fez Valdirene sorrir de orelha a orelha e por fim perguntar:
Por que bem vinda ao mundo dos mortais?
Porque segundo sei quando alguém atinge um orgasmo assim tão intenso como o que alcançou essa pessoa vai para um lugar chamado Nirvana onde vivem um punhado de deuses que não sei o nome.
Bem! Se tem deuses por lá eu não sei não, mas que isso é danado de bom isso é sim.
Juca não precisou analisar muito pra deduzir acertadamente que aquela era a primeira vez Valdirene alcançava um orgasmo de verdade e por isso ele decidiu por falar:
É morena! De hoje em diante você pode dizer e afirma que definitivamente deixou de ser virgem, pois uma mulher só pode ser considerar desvirginada de verdade mesmo depois que souber o que é ter um orgasmo de verdade.
A resposta a isso foi Valdirene passar as penas pela cintura de Juca e puxá-lo para si de forma a se beijarem prolongadamente e ao final ela ainda toda feliz exclamou:
Tudo isso está tão gostoso que se pudesse não deixaria acabar nunca mesmo!
Eu também estou gostando demais disso e principalmente dessa sua bocetinha deliciosa, mas a certas coisas na natureza humana que sempre acabam sacaneando.
E logo em seguida Juca posicionou as penas de Valdirene esticadas para cima e fez seu caralho deslizar lentamente pra fora para em seguida se afastar e passar a dar uma que merecida e deliciosa urinada e segui a isso ele dirigiu à parte detrás do carro de onde retirou do porta-malas um garrafão térmico com água gelada e uma garrafa de café e voltado a se juntar a Valdirene lhe ofereceu dizendo:
Gostaria de ter algo mais adequado a lhe oferecer, mas na falta teremos que nos contentar com isso mesmo!
Já que ela também estava com muita cede a primeira coisa que foi matá-la para em seguida tomar um generoso gole da café e após isso se recostou em Juca que de imediato passou a lhe acariciar a bunda o que levou dizer:
Tem jeito não! Pois se não me engano querendo ou não acabarei tomando do cú, certo?
No lugar de responder Juca perguntou:
O que de tão errado assim você acha em dar o cú?
Não que ache errado, mas é que seu pau é tão grande que tenho certeza de irá me machucar toda, só isso!
Claro que aquilo não era nada pouco e por isso Juca procurou acalmá-la:
Calma morena! Até hoje nenhum das mulheres que levaram meu cacete no rabo se machucaram.
Enquanto lhe acariciava bunda e o cú Valdirene se aproveitou pra passar a lhe acariciar o cacete e como na certa dificilmente teria outra oportunidade pra chupar um ele se agachou e já o caeté de Juca ainda estava mole ela pode se deliciar pondo ele quase todo na boca, mas sua alegria durou pouco, pois na medida que ia endurecendo menos dele ela conseguia manter dentro boca e quando finalmente ele estava completamente duro ele tem um demorado beijo na cabeça e se levantou dizendo:
Já que minha avó parecia estar certa ao dizer que a pior dor é de nunca se ter nem ao menos tentado, vamos a ela então!
Seguido a isso Valdirene se debruçou sobre o capô do carro e sem que Juca nem ao menos sugerisse ela abriu a bunda com as mãos cabendo a ele apenas se servir do que lhe estava sendo tão calmamente oferecido e com isso ele pegando o frasco de gel lubrificante espalhou uma generosa camada sobre o cuzinho de Valdirene e uma outra sobre sua torra e quando encostou aquela cabeçorra na porta do cuzinho dela ele pediu:
Se doer muito é só avisar que paro!
Ele lugar de responder Valdirene meneou a cabeça afirmativamente e como até aquele tudo que tinham lhe dito sobre dores dolorosas tinham sido pouco perto da verdade das dores a pequena que passou a sentir quando a tora de Juca passou a abrir caminho a fez ficar esperando pelo pior passando a prestar atenção constante naquilo, mas como a dor em lugar de aumentar sumiu, ela passou a gostar daquela estranha sensação que aquilo lhe causava e então o corpo de Juca tocou o seu e a certeza de que tudo já tinha entrado veio com ele dizendo:
Beleza, morena! Agora que já entrou tudo é só rebolar no meu pau e gozar.
No inicio Valdirene não conseguia que dar o cú fosse tão bom e gostoso como aquilo estava sendo e por isso começou a menear os quadris timidamente e como isso foi fazendo o tesão aumentar ela não demorou muito a começar a gemer baixinho e a dar uma fungada mais profunda que a outra.
Como uma bunda tão gostosa e acolhedora como aquela não se encontrava assim ao facilmente Juca passou a capricha na foda pegando Valdirene pelos ombros e passando a tirar e pôr sua tora daquela gostosura e como aquilo merecia um elogio e um incentivo ele falou.
Isso! Dá essa bunda gostosa pra mim. Vai! Devore meu cacete com esse cuzinho gostoso.
Isso fez Valdirene aumentar os gemido, as fungadas e a cadencia do balanço da bunda e com isso Juca pode acompanhá-la aumentando a velocidade das estocadas até que novamente os estalos do choque de seu corpos voltou a soar e então Juca passou as mãos por sob o peito de Valdirene e a pegando pelos seios a puxou para si pedindo:
Vai, minha puta! Goze gostoso com meu pau cú, goze? Vai! Aproveita minha porra e goze com ela.
Valdirene gozou no exato momento em que o jato de porra de Juca começou a fluiu e foi com tal intensidade que se Juca não a tivesse segurado ela teria batido a cabeça no carro e como até ela tinha ficado bem baqueado com aquela ultima gozada ele se deixou deitar por sobre as costas de Valdirene passando a desfrutar assim como ela daquele delicioso enlevou que só uma boa foda consegue dar.
Novamente Juca esperou seu cacete amolecer pra o retirar e assim que o fez pegou o garrafão e água passou a lavar seu cacete e como Valdirene estava com rosto virado para aquele lado e acompanhava tudo ele lhe perguntou:
Que se lavar também?
Como ainda não tinha forças suficientes pra responder ela respondeu afirmativamente com um menear de cabeça e com isso se aproximou e passou a delicadamente lavar a bunda de Valdirene sem deixar, é claro, de dar aquele capricho no cuzinho e na bocetinha dela e como a água gelada ajudou muito na sua recuperação ela finalmente se ergue e se apoiando de costas no carro puxou Juca pra si e após um mais que prolongado perguntou:
Satisfeito?
Satisfeitíssimo! E você?
Não tenho vergonha nenhuma de confessar de que até eu nunca tinha gozando e nem gostado de muito de transar, mas de hoje em diante graças a você eu sei o que e como isso é gostoso.
Juca nunca se deu bem com elogios e ou agradecimentos e por isso a silenciou com beijo rápido pra dizer:
Nunca se esqueça de que numa boa foda 99% da qualidade dela acaba sendo devida à performance da mulher e pó isso sou eu que tenho o que e a quem agradecer.
Novamente mais um beijo aconteceu e ao fim dele Valdirene com cara meia triste disse:
Ondeio bancar a estraga prazeres, mas preciso voltar pra casa.
Hum, caramba! A coisa está tão boa que até me esqueci disso.
E dito isso anos passaram a juntar e vestir sua roupas e tão logo se vestiram tomaram o caminho ce volta pra cidade e quando Juca parou no local indicado por Valdirene e lhe entregou os $ 400,00 ela perguntou:
Como me saí no meu vestibular pra puta?
Sem a menor sobra de duvida você já nasceu uma puta danada de boa o que te faltava era apenas descobrir isso e por isso sempre que quiser ganhar uns trocos bastará me ligar.
Valdirene pegou o cartão que ele lhe estendia e após um beijo rápido desceu do carro e se foi levando consigo a certeza de que Juca estava mais do certo ao dizer que ela já nascera uma puta e já que ela tinha perdido um bom tempo daí em diante ela cuidaria de tirar o atraso sim.
FIM
enviada por Katia Ramos
03/01/2004 01:05
A pré-lua de mel de Flavia!
© Kátia Ramos ramos_katia@hotmail.com ICQ 162167967
Se disserem que foi por falta de conselhos e até de avisos estarão mentindo muito mesmo, mas assim como se não tivesse como evitar Flavia engravidou aos 17 anos do primeiro cara com quem transou e já que mesmo em tempos assim tão depravados ainda resta um pouco de caráter ela iria se casar e como um tio que se preze não falta ao ca-samento de uma sobrinha e mais ainda se ela for a caçula Juca se presente e já ao cumprimentar a sobrinha se aproveitou pra dizer:
Está vendo no que deu não ter me deixado te ensinar a coisa certa a se fazer?
E já que ele se referira a todas as tantas e quantas vezes que ele tinha tentado em vão seduzir Flavia ela se aproveitou de que apenas Paula estava junto deles pra dizer:
Se na boceta já doeu o tanto que doeu nem quero imaginar o quanto doeria se fosse no cú!
Se foi assim tão dolorido você pode ter certeza absoluta de que o seu foi o primeiro cabaço que ele estouro enquanto eu já inaugurei tantas bundas e por isso posso afirmar que sei fazer direitinho, né Paulinha?
Já que Paula sabia por experiência própria como era estar nas mãos do tio ela falou:
Assim como você eu ralei por merda nas mãos do Danilo quando ele tirou meu cabaço e só não acabei grávida porque aquilo me deixou traumatizada ao extremo, mas pra minha felicidade tio Juca me provou de que a culpa não era minha e sim do Danilo que não soube fazer nada direito, né Tio?
Isso fez Juca tocar de leve a bunda das duas e se dirigir a Flavia dizendo:
E olhe que a bundinha dela é quase insignificante se comparada com sua.
Mesmo sem quere Flavia acabou olhando para a bunda prima e em seguida para a sua e mesmo estando pronta pra dizer que uma coisa com a outra não pôde fazer porque sua irmã Fernanda e sua cunhada Elaine tinham se aproximado e com isso eles se viram obrigados a mudarem de assunto e daí em diante nada mais se falou sobre isso e então a manha virou tarde e tarde começou a virar noite e enfim lá estava Flavia se casando e como era de se esperar a festa decorreu numa boa e então lá estava Flavia andando como se procurasse alguém e isso levou Juca a se aproximar e antes que ele pu-desse abrir a boca ela pediu:
Me socorre, tio?
Mas, por que devo socorrê-la?
Por que as meninas estão querendo armar pra mim e como estou com medo que elas me estraguem o vestido e por isso queria sair sem que elas percebessem, será que tem jeito?
Tem sim! Vou colocar meu carro o mais próximo possível da porta dos fundos e daí você faz de conta que vai inspecionar os comes e bebes e se manda pra lá que estarei te esperando.
Dito e feito e com isso em breve eles estavam se dirigindo para chácara de Nelson onde Flavia passaria a morar quando voltasse da lua de mel e já que a distância a ser coberta não era nada grande em poucos minutos ele estavam lá e ao chegarem Flavia foi direto para o quarto e Juca foi pegar uma lata de cerveja e mal ele tinha tomado o primeiro gole ela apelou a ele de novo:
Tio! Me socorre de novo?
Ele lugar de responder Juca foi até o quarto em que ela estava e ao entrar ela se virou de costas pedindo:
Poderia desabotoar pra mim?
Aí estava o que segundo Juca seria o maior motivo pra toda mulher permanecer vestida de noiva até momento, pois não lhe restava a menor duvida de que não existia nada mais excitante do que ir desabotoado cada um daqueles infinitos e minúsculos bo-tões de um vestido de noiva e como aquilo lhe trazia doces e boas lembranças ele não se limitou apenas em desabotoá-los e sim fez o vestido de Flavia deslizar por seus ombros e na medida que eles sendo descobertos ele os ia cobrindo de beijos e então quando o vestido já estava na cintura dela ele a abraçou pelas costas passando a acariciar os seio de Flavia que por estar sem sutiã permitiu a ele o acesso imediato e como isso arrancou um profundo suspiro de Flavia ele cochichou ao seu ouvido:
Dessa ver que ver se você conseguirá me escapar!
Sem duvida dessa vez Flavia não via e nem porque querer escapar e por ela se afastou acabou de tirar o vestido e se abraçou a Juca dizendo:
Sabe, tio! Por mais que eu ame o Vagner eu acho cedo demais para estar casada e isso me dá a certeza de que se eu não tivesse lhe escapado minha historia seria bem diferente mesmo.
Num daqueles lances que ninguém consegue explicar Juca teve naquele momento a real certeza de que nada acontecera porque não era pra ter acontecido e por isso ele beijou cada dos olhos de Flavia e disse:
Se preocupe com isso não, pois o importante é que estamos aqui.
Em lugar de responder Flavia selou aquilo com um beijo e em seguida foi se sen-tou na cama e passou a abrir as calças de Juca pra libertar seu caralho e o pegando na mão passou a masturbá-lo lentamente como que se preparando pra chupá-lo e foi então que ela sem tirar os olhos do que tinha nas mãos falou:
Antes daquela vez em você me ensinou a chupar e a tocar punhetas eu era louca de tudo pra que você me comesse, mas ao ver o tamanho disso daqui o medo falou alto demais e com isso nunca tive coragem pra deixá-lo me foder, mas você nem ao menos imagina o quanto me arrependo disso.
Flavia se calou enfiando o que podia do cacete de Juca na boca e ele respeitando o silêncio auto-imposto por ela passando acariciar-lhe os cabelos enquanto ela se deliciava com aquela tora imensa e pulsante e então quando Juca percebeu que ela estava mais á vontade e perguntou:
Por que você acha que foi tão ruim assim?
Mesmo sabendo o quanto tinha sido ruim sua primeira foda ela nuca se tinha dado ao trabalho de o porque daquilo e por isso ela deixou o pau de Juca sair da boca pra perguntar:
Não faço a menor idéia e por isso você saberia me dizer?
Só posso me basear pelas experiências que tive com outras e por isso sei que os principais motivos são: o despreparo do cara, a falta de real interesse da garota e o pior de todos que é medo dela.
Enquanto ele dizia isso Flavia tinha voltado a chupar aquele cacete que tanto a amedrontava e por isso em lugar de responder ela perguntou:
Você tem mesmo certeza de que isso tudo entrará no meu cú sem o arrebentar todo?
Isso tornou tão claro a Juca que o medo dela tinha estragado e continuaria estra-gando tudo que ele buscando aclamá-la falou:
Se preocupe com isso não porque primeiro será a vez da sua bocetinha e se mesmo depois disso você achar ele grande demais pra entrar no seu cuzinho tudo ficará por isso mesmo.
A principio aquilo parecia ser pouco, mas foi o bastante pra Flavia se animar o bastante a ponto se deitar de costas em sinal de total rendição cabendo apenas a Juca tirar-lhe a calcinha pra em seguida a surpreender passando a beijar, lamber e chupar sua boceta o que além de ser inédito pra Flavia também estava sendo a coisa mais gostosa que ela já tinha feito em matéria de sexo e por isso o tesão pintou forte e firme fazendo gemer muito e por fim dizer:
Tio! Isso sim é bom demais!
Com uma boa parte do seu objetivo alcançado Juca passou para a fase seguinte que era se aproveitar do arreganhamento de Flavia para após untar seus dedos no caldo abundante da boceta dela e na sua saliva enfiar um e logo em seguida dois deles no cu-zinho dela e como a reação dela foi muito favorável ela parou de chupar a boceta de Flavia se dedicando apenas e excitar o cuzinho dela com os dedos e como tudo tem seu limite Flavia passou a exigir:
Mete logo esse pintão no meu cuzinho que não agüento mais de tesão! Vai. Mete?
E como pra Juca palvara empenha era e é palavra cumprida ele se levantou dizendo:
Calma que cada coisa tem sua hora e vez!
E se despindo se posicionou sobre Flavia visando assim enfiar sua tora naquela boceta hiper melada e ela temendo sentir mais e maiores dores fechou os olhos e já que até mesmo para a tora de Juca a boceta de Flavia não se apresentou nada apertada ele acabou enterrando sua tora até só as bolas ficarem de fora e quando ela se apercebeu disso arregalou os olhos e toda preocupada perguntou:
Tem certeza de que isso tudo não machucará meu nenê?
Juca se viu obrigado a sorrir enquanto dizia:
Fique calma que tem perigo disso não!
Flavia voltou a relaxar e com isso Juca passou a pôr e a tirar sua tora cada vez mais rápido até que finalmente Flavia pediu:
Se não parar agora morrerei de tanto gozart!
E já que essa era a deixa que Juca esperava ele saiu de cima e de dentro de Flavia para pedir:
Agora fique de quatro pra que eu possa comer essa bundona gostosa!
Não que a bunda de Flavia fosse tão grande assim , mas a ficar de quatro o con-junto formado por suas coxas e bunda era por demais apetitoso e por isso Juca se deteve um pouco mais olhando e preparando aquele orifício ainda inviolado e por isso o tesão de Flavia foi lá encima de novo e com isso ela passou a menear os quadris pra frente e pra trás o que levou Juca a se decidir ir para os finalmente, mas bastou apenas ele encostar a cabeçorra e começar a forçar caminho para que Flavia, mais por apreensão do que por dor, ir se movendo para frente e como Juca a foi acompanhando quando ele se deito sobre a cama pouco restava por entrar e sua bunda e por isso Juca sem demora passou tirar e pôr cada vez mais rápido e como aquilo estava sendo por demais gostoso Flavia por fim falou:
Tio! Isso ta tão gostoso que mal consigo acreditar que está enterrado no meu cú.
Se pra Flavia estava muito bom pra Juca faltava alguma coisa e por isso ele pediu:
Venha comigo até ficar de quatro!
Ela o atendeu e com isso finalmente Juca pode passar a se deliciar com a única bunda familiar que ela ainda não tinha arrombado e por isso foi ainda maior seu prazer quando ele finalmente soltou o gozo contido por tanto tempo.
Terminada aquela foda o casal ainda se deu ao luxo de tomarem um bom banho e então finalmente Juca levou Flavia de volta a sua festa de casamento e já que ao chegarem Vagner quis saber o motivo da demora ele fingindo o consolar falou:
Caro sobrinho! Bem vindo ao mundo no qual um simples banho de ducha simplesmente deixa de durar alguns minutos para chegar a durar algumas horas.
Mas, ela precisava demorar tanto assim justamente hoje?
Quer um conselho? Nem em pesadelo pense em censurar uma mulher no que se refere ao tempo gasto por ela pra se preparar pra sair de casa porque se o fizer numa fração de segundo aquele anjinho todo delicado dará lugar a mais medonha e infernal das feras.
Se Vagner queria o conselho ou não ele não pôde dizer, mas daquele dia em diante bastaria que Flavia começasse os preparativos pra sair de casa pra que ele ouvisse a voz em tom professoral de Juca lhe dizendo aquelas palavras e com isso lá vinha àquela calma e paciência digna dos monges tibetanos.
FIM
enviada por Katia Ramos
01/01/2004 02:35
Nada mais, nada menos que cada palavra aqui contida!
Gita
(Raul Seixas)
(Declamado:)
Eu que já andei pelos quatro cantos do mundo
Procurando ...
Foi justamente num sonho
Que ele me falou ...
Às vezes você me pergunta
Por que é que eu sou tão calado
Não falo de amor quase nada
Nem fico sorrindo ao teu lado
Você pensa em mim toda hora
Me come me cospe e me deixa
Talvez você não entenda
Mas hoje eu vou lhe mostrar
Eu sou a luz das estrelas
Eu sou a cor do luar
Eu sou as coisas da vida
Eu sou o medo de amar
Eu sou o medo do fraco
A força da imaginação
O blefe do jogador
Eu sou, eu fui, eu vou
Eu sou o seu sacrifício
A placa de contramão
O sangue no olhar do vampiro
E as juras de maldição
Eu sou a vela que acende
Eu sou a luz que se apaga
Eu sou a beira do abismo
Eu sou o tudo e o nada
Por que você me pergunta?
Perguntas não vão lhe mostrar
Que eu sou feito da terra
Do fogo, da água e do ar
Você me tem todo dia
Mas não sabe se é bom ou ruim
Mas saiba que eu estou em você
Mas você não está em mim
Das telhas eu sou o telhado
A pesca do pescador
A letra "A" tem meu nome
Dos sonhos eu sou o amor
Eu sou a dona de casa
Nos pegue-pagues do mundo
Eu sou a mão do carrasco
Sou raso, largo, profundo
Eu sou a mosca da sopa
E o dente do tubarão
Eu sou os olhos do cego
E a cegueira da visão
Mas eu sou o amargo da língua
A mãe, o pai e o avô
O filho que ainda não veio
O ínicio, o fim e o meio
Eu sou o início, o fim e o meio
Eu sou o início, o fim e o meio
Eu sou o início, o fim e o meio
enviada por Katia Ramos
30/12/2003 01:24
Aposto que ainda existem pessoas que não irão gostar!

enviada por Katia Ramos
23/12/2003 00:44
ATENÇÃO: Dois contos em 1!
A viúva fresca!
© Kátia Ramos ramos_katia@hotmail.com ICQ 162167967
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