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Contos da Katia Ramos

14/07/2003 02:54
Quebrando Promessas!

By Kátia Ramos – ramos_katia@hotmail.com – ICQ 162167967

Tânia não acreditava que depois de tantos anos fiel a promessa de não trair seu marido, não se prostituir e não fazer sexo anal ela tinha acabado de chegar do motel onde quebrara a promessa por completo, pois ali estava os $300,00 que não a deixavam se enganar e o cu dolorido que não lhe permitia mentir, mas fazer o que se as circunstancias e a atitude de seu marido a tinha quase que obrigado a fazer aquilo? E já que era tarde demais e ela não tinha motivos para se arrepender Tânia passou a relembrar quase que passo a passo o que tinha lhe acontecido.
Tudo começou na tarde dia seguinte quando logo após o funcionário da companhia de energia elétrica ter lhe dado no máximo 3 dias para conseguir pagar a conta de luz atrasada para corte e ela mais uma vez se viu obrigada a recorrer a uma tia bondosa e tudo teria ficado nisso se no caminho de ida ela não tivesse encontrado Helen e parado para lhe perguntar:
— Para quando é o seu nenê?
— Para a semana que vem no máximo e o seu marido já arrumou outro emprego?
— Que nada! Agora mesmo estou indo ver se me tia me arruma dinheiro para eu pagar a conta luz que está para ser cortada
— Pelo visto estamos quase na mesma, pois tive apelar para o Juca e lhe pedir uma grana para poder fazer ultra-som.
Como certamente a menção a dinheiro seria seguida de nova sugestão para que ela se prostituísse Tânia abreviou a conversa dizendo:
— Me desculpe! Mas, como sabe ainda tenho uma longa caminhada pela frente.
— Então! Até mais.
Tânia seguiu seu caminho e Helen foi até o bar ali perto esperar por Juca que fora buscar o dinheiro que lhe prometera e já que ele tinha visto ela conversando com Tânia assim que pode perguntou:
— A Tânia também está no esquema?
— Que nada! Ela está indo pedir dinheiro emprestado a uma tia para poder pagar a conta de luz que está por ser cortada.
— É uma pena, pois eu bem gostaria de poder ajudá-la, mas mesmo assim se a ver de novo diga que se precisar que me procure.
— Mesmo sabendo que ela me xingará eu darei seu recado.
Daí a pouco o celular de Juca tocou e ele levantou se desculpando:
— É! Infelizmente o dever me chama.
Ele se foi e Helen ficou por ali para ver se aparecia mais alguém com que ela pudesse arrumar mais algum dinheiro e com isso quando Tânia teve tempo de ir e voltar e ao encontrá-la ali para perguntar:
— Não me diga que ele não veio?
— É claro que veio e você conseguiu o empréstimo?
— Apenas uma parte o que não resolve em nada meu problema.
— Engraçado! Até parece que o Juca estava adivinhando que isso aconteceria.
— Como assim?
— Pouco antes de ele precisar ir me pediu que lhe dissesse que estará a sua disposição caso você precisasse de ajuda.
— Pois, se voltar a vê lo diga lhe que repudio esse tipo de ajuda!
E sem dar tempo a Helen de argumentar em prol ou a favor Tânia se foi prometendo a si mesma que nunca falaria com Helen só que mesmo repudiando as atitudes dela Tânia pela primeira vez na vida se deu o luxo de pensar se não valeria a pena se valer de seu corpo mais que cobiçado para aliviar um pouco a situação em que se encontrava, mas como isso a igualaria a sua mãe ela baniu aquilo da cabeça maldizendo Helen por tê la feito pensar num absurdo daquele e com isso nem ao menos mencionou ao marido o eminente corte de luz.
O dia seguinte chegou e com isso um a menos para a volta do funcionário da empresa de energia elétrica e à medida que o dia ia passando Tânia ia ficando mais e mais angustiada e então não agüentado mais ela decidiu ir mais uma vez ao banco ver se o seguro desemprego do marido tinha chegado e já que estava quase na hora do banco fechar ela tomou um banho rápido e após se maquiar e se vestir saiu apressada para ver se conseguia chegar a tempo no banco e por isso não percebeu que Juca estava conversando com sua irmã defronte a casa e que ao ver Tânia passar saiu rápido com o carro e parando ao lado dela perguntou:
— Está indo para a cidade?
Em lugar de responder Tânia entrou no carro e mal Juca o colocou em movimento foi direto ao assunto:
— Ontem a Helen me disse que você está passando por um bom apuro e por isso, sem querer ofendê-la é claro, eu me coloco ao seu dispor para ajudá-la no que e quanto for preciso.
— Eu sei! Ela me deu o seu recado, mas já que não costumo pagar meus empréstimos da mesma forma que ela eu me vejo obrigada a recusar sua ajuda.
— Não! Menina. Eu estou te oferecendo ajuda e não te cantando e por isso me diga quanto você precisa e me pague quando puder e como quiser.
Aquilo pegou Tânia de surpresa e por isso ele olhou para ele e disse:
— Está dizendo que seu eu aceitar sua ajuda não serei obriga a transar com você?
— Não! Mas, se você quiser farei o possível para que você não se arrependa disso.
— Certo! Vou acreditar em você. Estou precisando apenas de $10,00 para completar a conta luz.
— Já que é uma quantia quase irrisória concordo por você preferir outra forma de pagamento, mas se precisar de mais é só dizer e escolher a forma de pagamento.
— Na verdade estou a caminho do banco para ver se chegou o seguro desemprego do meu marido e como minha necessidade imediata se resume à conta de luz eu me verei em sérias dificuldades se lhe pedir mais que isso eu fico apenas nisso mesmo e te promete que se o seguro desemprego do meu marido sair ainda hoje, ou na próxima vez que te encontrar devolverei os $10,00 que emprestou.
Já que insistir naquilo só pioraria as coisas Juca mudou de assunto passando a falar sobre o tempo em Tânia queira ser cantora e com isso chegaram ao banco e assim que parou o carro Juca tirou o dinheiro da carteira e ao entregá-lo a Tânia insistiu:
— Se o seguro desemprego não veio e você precisar de mais alguma coisa é só me procurar.
— Certo! Eu te procurarei.
É claro que ela tinha dito aquilo apenas por boa educação e já que Juca estava em horário de trabalho ele foi cuidar de sua vida o que por obra do destino acabou por colocar ele no caminho Tânia que ao entrar no banco foi direto ao balcão destinado ao atendimento dos segurados onde após apresentar a solicitação do seguro desemprego recebeu a seguinte resposta:
— Esse seguro desemprego não só chegou como foi pago anteontem pouco depois que o banco abriu.
A vontade de Tânia era de gritar a pleno pulmões, mas como fazer escândalo de nada adiantaria se desculpou com a atendente dizendo que seu marido talvez tivesse se esquecido de avisá-la e revoltada até o ultimo fio de cabelo foi ao caixa e assim que pagou a conta de luz saiu de lá lamentando ter recusado a oferta de Juca e por isso decidiu passar na casa de Helen para pedir a ela o numero do celular de Juca e por vingança trepar com ele de graça, mas nem foi preciso chegar a tanto, pois assim que se aproximou do Pronto Socorro Juca vinha saindo de lá e ao vê la parou e assim que Tânia se aproximou perguntou:
— Deu tudo certo?
— Que nada! Vim dura e estou voltando do mesmo jeito.
— É! Essas coisas são sempre demoradas demais.
— Sim! Infelizmente sim.
— E está indo para onde?
— Para minha casa e você?
— Bem! Se não achar atrevimento de minha parte eu te levarei até lá.
— Só aceito se você não achar que estou abusando da sua bondade?
— Que nada! Pois, como já disse estou a sua inteira disposição para o que precisar.
Dizendo isso Juca cavalheirescamente abriu a porta para Tânia entrar e em seguida a fechou e deu volta e assim que entrou no carro e o pôs em movimento Tânia abriu o jogo:
— Juca! Na verdade estou numa enrascada maior ainda, pois o meu marido já sacou o seguro desemprego anteontem e como ele não me disse nada com certeza ele já torrou tudo o que sem duvida nos deixará a beira da fome.
— Caramba! Que grande filho duma puta.
— Sim! Só que no lugar da mãe dele eu é quem acabarei sendo a puta.
— Como assim?
— Aceitando a sua ajuda e lhe pagando na forma usual, ou seja, transando com você. Mas, desde já vou te avisando que a quantia que precisarei poderá lhe parecer alta demais e se assim o for não quero que sinta obrigado a pagá-la apenas por que prometeu me ajudar, certo?
Isso fez Juca pensar que aquilo no mínimo lhe custaria uns $1000,00 e por isso pediu a Tânia:
— Só te peço que se eu não tenha todo esse dinheiro no momento que ao menos me permita parar no banco para retirá-lo?
Tânia respirou fundo recostou a cabeça no banco e disse:
— Preciso de $150,00!
Dessa vez foi Juca quem se surpreendeu e por isso em lugar de responder diretamente exclamou:
— Caramba!
Isso fez Tânia se retesar toda e se explicar:
— Sei que é muito, mas já que essa a primeira e ultima vez que lançarei mão de recurso é o que preciso para nos manter até o próximo mês quando tomarei cuidado para que meu marido não me passe a perna de novo.
Condoído da forma como ela se justificara Juca deixou as brincadeiras paras depois e batendo ternamente no joelho de Tânia se desculpou:
— Me desculpe! É que eu esperava uma quantia maior e por isso decidi brincar com você e lamento muito por ter agido assim e ter te constrangido tanto.
— Sério! E quanto pensou que eu pediria?
— Bem mais, mas muito mais mesmo.
E como nessa altura dos fatos eles já tinham saído da cidade Tânia viu por bem perguntar:
— Para onde estamos indo?
— Para um motel logo mais adiante!
— Hum! Que chique. Além de pagar para me comer ainda o fará num motel?
— É claro! Ou acha que seria no moitel?
— Já que perdi o cabaço num moitel e daí em diante só transei nesses locais fico mais que lisonjeada com esse privilégio.
— E por falar em perca de cabaço com quantos anos perdeu o seu?
— Com 14 anos, bem cedo não?
— Se você gostou, não!
— Gostei tanto que nuca mais quis parar.
— Então com certeza não foi por amor, correto?
— Sim! Mas, também não foi por dinheiro.
— Então por que foi?
— Por tesão eu acho! É que uma certa noite eu aceite o convite dum cara para dar umas voltas de carro e então ele começou a me acariciar as coxas e em seguida passou a acariciar minha boceta e aquilo foi ficando tão gostoso que quando dei por mim eu estava deitada sobre a frente do carro com o cacete dele enterrado até o talo na boceta e pronto.
— Legal! Você é uma das raras garotas que conheço e que gostaram da sua primeira foda. E quando essa sua bunda fenomenal entrou na jogada?
— Ela ainda não entrou e no que depender de mim nunca entrará.
— Nem pelo dobro?
— Nem pelo triplo ou por quanto mais oferecer e se estiver pensando em me pegar na marra é bom dar meia volta!
— Longe disso, pois isso não seria foda e sim estupro. Bom! Chegamos.
Isso era evidente, pois Juca tinha parado na portaria para pegar a chave dum quarto e isso fez o coração de Tânia disparar e suas pernas fraquejarem e isso deu tempo para Juca dar a volta e abrir a porta e como ela inda permaneceu sentada Juca perguntou:
— Se estiver arrependida não me importarei se quiser desistir?
— Não! Não é isso. É que desde que me casei eu nunca transei com outro homem e por isso estou com medo de decepcioná-lo.
— Ah! Deixe disso. Pois, se alguém causar decepção serei eu e não você o culpado.
Isso por mais singelo que possa parecer acalmou Tânia o bastante para sair do carro e Juca passando um braço pela cintura dela a conduziu até o quarto e uma vez em lugar de atacar Tânia como ela esperava ele se dirigiu ao frigobar perguntou:
— O que vai quer tomar?
— Não sei? O que tem aqui para se beber?
— Desde refrigerantes até bebidas bem fortes como o whisk, então o que vai?
— Tem cerveja?
— É claro que tem!
Dizendo isso Juca entregou uma para ela e pegou uma para si e após tomar um logo gole exclamou:
— Puxa! O que estou precisando mesmo é de um banho, me acompanha?
— É claro que sim! Mas, vá à frente que vou logo a seguir.
Juca foi para o box onde ficava o chuveiro e apesar de Tânia preferir que ele tivesse ido para a banheira passou a se despir e assim que percebeu que ele já tomava banho entrou no banheiro e Juca ao vê la assoviou e disse:
— Minha nossa! Que coisa fenomenal.
Isso fez Tânia ficar ainda mais acanhada do que já estava e por isso Juca se aproximou e a tomando pela mão a conduziu para debaixo do chuveiro e carinhosamente passou a banhá-la e acariciá-la o que acabou por excitá-la e ela quebrando o silencio finalmente disse o que a muito queria:
— Minha nossa! Seu cacete é enorme. Será que vou agüentá-lo?
— Não só vai agüentar com vai adorar!
— Sei não? É tão grosso que nem consigo envolvê-lo com a mão.
— Por que não experimenta com a boca?
A resposta de Tânia a isso foi se abaixar e após beijar e lamber o cacete de Juca em toda sua extensão o foi colocando lentamente na boca e após chupá-lo por um bom tempo concluiu:
— É! Na boca ele coube, mas no cú eu tenho certeza que não caberá?
— Então por que não faz o mesmo e experimenta?
— Não sei! É que por mais vontade que eu tenha ainda não me acho preparada para isso.
Isso fez Juca levantá-la e passar a acariciar lhe a bunda e a boceta simultaneamente deforma a poder enfiar um dedo no cú e outro na boceta de Tânia simultaneamente que só deu conta da dupla invasão quando Juca uniu um segundo dedo ao primeiro o que a levou a se esquivar, mas Tânia o fez tão discretamente que Juca interpretando incorretamente o ato dela a fez virar-se de costas para ele e pedir:
— Apóie as mãos na parede!
Enquanto atendia o pedido de Juca, Tânia não teve a menor duvida que a sonhada cama redonda teria que ficar para depois e então bastou apenas a penetração começar para ela dizer pra si mesma que aquela sim era uma pica digna duma mulher ter dentro de si e isso deixou Tânia tão embevecida que não se deu conta de que Juca a tinha mudado de buraco e quando a cabeça um bom tanto a mais já tinha entrado no cú de Tânia ele passou as os braços por baixo dela e com uma das mãos apoiada nos seios e a outra na barriga a puxou para trás fazendo o resto do seu caralho entrar duma só vez e já ela em lugar de reclamar ou protestar apenas soltou gemido rouco Juca passou a mover seu caralho para fora e para dentro e quando sentiu não conseguiria mais conter o gozo pegou Tânia pelos ombros e por baixo com as duas mãos, a puxou para trás com firmeza e liberou seu gozo que fez Tânia se estremecer toda, gozar e ir amolecendo o corpo de forma que se Juca não a tivesse segurado ela teria batido com a cabeça na parede.
Depois desse gozo mais que gratificante Juca continuou a segurar Tânia até ela se sentir forte o bastante para voltar a se apoiar na parede e como suas mãos estavam livres Juca apertou a bunda de Tânia com elas e foi tirando seu cacete bem lentamente e se maravilhando com a esplendida visão que tinha do seu caralho surgindo lentamente daquele monumento em homenagens as bundas e isso o excitou tanto que seu caralho que estava meio mole no inicio no final já estava completamente duro novamente o que levou Juca a pensar em enfiá-lo novamente, mas como Tânia tinha se recuperado o bastante para se aperceber o que tinha acontecido ela endireitou o corpo dizendo em voz ríspida:
— Droga! Não te falei que não queria fazer isso não?
— Mas...
A resposta de Juca ficou apenas naquela palavra, pois antes que ele pudesse completá-la dizendo que ela parecia ter gostado tanto Tânia já tinha saído batendo a porta do banheiro e por isso também não ouviu ele murmurar:
— E depois dessa quem é consegue entender as mulheres? Pois, se gostando e gozando daquele jeito ela apelou dessa forma imagine o que teria feito se não tivesse gostado:
E dando a seqüência do encontro por acabada terminou seu banho e após apanhas as roupas dele e dela e saiu foi para o quarto onde encontrou Tânia deitada de buços na cama chorando de fazer dó e não conseguindo se conter se sentou perto dela e afagando-lhe o cabelo falou:
— Desculpe se foi assim tão ruim é que aparentemente você estava gostando então acho que me empolguei demais, mas prometo que não acontecerá novamente.
Já que Juca tinha puxado a cabeça dela contra o peito Tânia se deixou levar pelo aconchego do momento e com isso ela acabou se acalmando o bastante pra começar a dizer com voz ainda embargada pelo choro recente.
— Sabe! Até agora a minha vida tem sido um eterno prometer para quebrar as promessas para voltar a prometer mesmo sabendo que voltarei a quebrá-las na primeira oportunidade que tiver
Tânia fez uma pequena pausa durante a qual passou a deslizar a mão pelo peito de Juca e sem parar de mover a mão continuou:
— Quanto cresci o bastante para entender um mínimo sequer da vida fiz a promessa de há exemplo de minha tia Shirley seguir a mesma doutrina evangélica que ela seguia e por isso assim que tive idade o bastante passei a seguir a mesma doutrina que ela e isso me fizeram prometer a mim mesma seguir a riscas os ditames, ou seja, só namorar rapazes da mesma religião, só transar depois de casada e por aí a fora, bom!
No inicio não me foi difícil seguir o prometido, mas um dia um certo rapaz me convidou para darmos umas voltas de carro e já que ele também seguia a mesma doutrina não vi nada de errado nisso e como já contei na vinda pra cá e o que começou como um inocente passeio de carro teve por final eu sentada no colo dele para uma foda de despedida em frete da minha casa.
Dessa vez Tânia fez uma nova pausa para se posicionar de forma mais confortável e Juca se aproveitou para comentar:
— E voltando a repetir o que já disse o importante é que você gostou, certo?
— Nem tanto, pois foi justamente o fato de ter gostado tanto que me fez fazer uma nova promessa à de nunca mais voltar a fazer aquilo, ao menos antes de me casar é claro, mas se eu tinha gostado de dar pro tal cara ele tinha gostado mais ainda de ter me comido e já que ele tinha sido o primeiro não vi nada de errado em dar uma pausa na promessa e sair com ele de novo e dessa vez ele me ensinou o que me faltava aprender, ou seja, a chupar um pau e a me deliciar quando me chupam a boceta.
Na esteira disso descobri que quase todas as garotas que me indicavam como exemplo a seguir praticavam sexo anal para assim preservar a virgindade e isso me levou a prometer que nunca em minha deixaria alguém foder minha bunda.
Juca se moveu e Tânia achando que era devido ao seu peso se afastou e ele se aproveitou disso para se levantar e pegar uma cerveja para cada um e quando voltou para a cama abriu o braço indicando a Tânia que ela era bem vinda e assim que tomou um bom gole e se aninhou de novo ela continuou:
— Se não bastassem essas promessas fiz outras também: a de não me casar com um alcoólatra, a de não casar grávida, a de não trair meu marido e a de não me prostituir. A sobre o casamento com um alcoólatra nem preciso dizer que foi por causa do meu pai que como sabe acabou morrendo de cirrose alcoólica. Porem, a descoberta do sexo anal como preservação de cabaços me fez achar válida a opção de continuar dando a boceta aos meus namorados e a conseqüência disso foi que acabei engravidando e tendo que me casar com um homem que se não é alcoólatra não gosta um nada sequer de trabalhar. Mas, a coisa mais cruel mesmo foi descobrir que minha mãe compensava o fato de meu pai viver bêbado e não trabalhar se prostituindo.
— E quando descobriu isso:
— Na verdade não foi uma descoberta e sim uma constatação, pois apesar de ninguém trabalhar minha mãe saia e algumas horas depois voltava trazendo dinheiro e com isso nos tirando do sufoco e já que com isso ela traia meu pai uma promessa se desdobrou em duas. E agora me vejo aqui sem saber quais das promessas quebrei primeiro, se foi a de não trair meu marido, a de não me prostituir ou a de não praticar sexo anal, ou será que quebrei todas duma vez só?
— E qual das opções mais te agrada?
— O pior é que todas, pois me senti ótima ao me vingar do meu marido, fascinada por estar sendo paga para fazer algo que sempre fiz de graça e gostei tanto de ser enrabada que quero que me foda o cú em todas as posições possíveis e imagináveis. E por falar nisso quantas e quais são:
— Basicamente são: em pé, de lado, de bruços, de quatro, com você por cima e de frente.
— Pôxa! Nunca imaginei que fossem tantas assim.
— Então já que você quer experimentar todas que tal começarmos agora?
Já que a resposta de Tânia foi ficar de quatro Juca passou a realizar os desejos dela sem se descuidar do seu que era foder incansavelmente uma das bundas que cobiçara por muito tempo e que finalmente atava ali a sua inteira disposição.

FIM
enviada por Katia Ramos






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