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14/07/2003 03:15
Quem fere com chifre, com chifre acabará ferido!
By Kátia Ramos ramos_katia@hotmail.com ICQ 162167967
Até quando vai agüentar isso, menina?
Acho que para sempre Da. Mercedes!
Já te disse e volto a repetir para que deixe de ser boba e pague o meu filho na mesma moeda, mas fazer o que se você não me dá ouvidos?
Dar ouvidos eu dou, mas o que posso fazer se me falta coragem?
Não querendo ser piegas nem repetitiva repito que a coragem e a arte de subjugar o medo aos nossos interesses.
Mais uma vez esse dialogo foi motivado pelo sempre incorrigível Junior, pois se em solteiro já chifrava Eliza a torto e a direito, depois que se casaram não só continuou a chifrá-la como aumentou ainda mais a freqüência de suas escapadas sempre usando alguma desculpa e mesmo que elas fossem a mais esfarrapadas, Eliza as acaba engolindo e assim foi até o dia em que Junior mais uma vez usou a desculpa de que iria até de Juca buscar um programa de computador, mas como Junior tinha o péssimo costume de disparar a desculpas a esmo ele se esqueceu de 2 dias antes tinha combinado com mesmo Juca que esse fosse até sua casa fazer alguns reparos no computador e por isso já que uma moto parou em frente à casa de Eliza essa se virou para a mãe de Junior perguntando:
Será que é quem estou pensando que é?
Pelo barulho do moto não há menor duvida que sim.
Já que a prudência determinava que ela esperasse baterem à porta Elizagela esperou Juca bater palmas por duas vezes para só depois disso atender e assim que se debruçou no alpendre a temida, mas á esperada verdade surgiu:
Cadê o chefe?
À vontade de Eliza era de dizer que Junior tinha ido até a casa dele, mas os olhares que Juca lançava sobre seus seios grandes mal contidos pela camiseta decotada que ela usava e quase lançados para fora dela pela posição que ela propositadamente adotara a levou Eliza a dizer:
É uma pena! Mas, ele acabou de sair.
Sabe se ele irá demorar?
Já que como sempre ele nunca diz aonde vai e que foi fazer certamente ele só voltará para depois da meia noite ou mais, mas se disser o que o traz até aqui talvez eu possa ajudá-lo?
Já que o ajudá-lo foi seguido dum pressionar dos seios pelos braços que quase expuseram os mamilos grandes e rosados de Eliza, Juca se aproximou um pouco mais e disse:
É que anteontem ele me pediu que viesse dar uma olhada no computador dele que está meio problemático, mas já que ele não está não me importarei em voltar depois.
Bom! Já que é assim por que não entra e vê o que pode fazer?
Se não for nenhum incomodo...
Imagine! Será até um prazer evitar que perca a viajem.
Juca entrou pelo portão da garagem e subiu os poucos degraus até o alpendre onde Eliza o esperava e a seguiu até o quarto do casal onde ficava o computador e assim que Juca ligou o e se sentou Eliza pediu licença:
Com licença que vou passar um café fresco!
À vontade de Juca era dizer que não precisava, mas antes que pudesse dizer isso Eliza se afastou e assim passou por Mercedes que assistia TV na sala essa a segui até a cozinha onde aproveitou para puxar assunto dizendo:
Aí! Menina. É assim que se faz.
Você tem certeza de que seu trair o Junior ele deixará de me trair?
Não! Mas, verá o quanto é bom se sentir vingada.
E se o Junior desconfiar de alguma coisa?
Pode ficar fria que mesmo que ele tenha certeza absoluta ele nuca dirá ou insinuará nada sequer, pois o orgulho machista o impedirá disso e caso ele venha a ele venha a criar algum problema eu estarei aqui para afirmar e assegurar que tudo não passa de imaginação dele.
Mas, e a Mirian?
Deixe comigo que cuido dela!
Mercedes se foi para a sala onde Mirian se encontrava e já que o quarto dava diretamente na sala ela olhou para Juca, picou e chamou neta dizendo:
Venha! Mirian. Vamos tomar sorvete.
A sogra e a filha se foram e isso deixou Eliza muito mais tranqüila e segura do que iria fazer colocou café numa xícara e foi ter com Juca e ao entrar no quarto trancou a porta e se aproximando bem de Juca entregou lhe a xícara de café e ele após tomá-la num só gole colocou a xícara na mesa do computador e em seguida puxou o decote da blusa de Eliza para baixo expondo lhe os seios para em seguida dizer:
Depois dum café tão delicioso nada melhor que um leite ainda mais saboroso!
Isso fez Eliza colocar as mãos nos quadris para com isso empinar o peito como que oferecendo seus seios a Juca que sem demora aceitou o oferecimento passando a lamber, beijar, sugar os mamilos grandes, rosados e bicudos de Eliza que gemia baixinho enquanto sentia o tesão fluir em suas veias como a muito não sentia e então Juca a puxou para mais perto de si e sem deixar de sugar e beijar os seios foi fazendo o short e logo em seguida a calcinha que Eliza usava e essa por sua vez se abaixou e ao livrar o caralho de Juca das calças não pode deixar de exclamar:
Nossa! É realmente estupendo.
E em seguido envolveu o caralho de Juca com os seios passando a realizar uma saborosa e deliciosa espanhola entremeada de beijos e chupadas no caralho de Juca até seu maxilar começar a doer e então ela se levantou e se deitando de costas arqueou as pernas oferecendo sua boceta ao descomunal invasor, só que Juca em lugar de penetrar Eliza como ela esperava se curvou sobre ela passando a retribuir a caricia que recebera dela e mais uma vez Eliza foi às nuvens gozando as delicias de algo que a muito não fazia e ai sim chegou a vez dela experimentar a tora de Juca, pois ele foi subindo a boca pelo corpo de Eliza até chegar aos seios e enquanto os chupava mais uma vez com uma das mãos foi encaminhado seu caralho pela boceta sequiosa à dentro fazendo Eliza gemer mais, rebolar e gozar e a cada gozo alcançado ela ia dando mais e mais razão à sogra, pois a cada um ela se sentia mais vingada das traições e mentiras sofridas e então quando sua Eliza estava perto da exaustão Juca se afastou e se ajoelhou sobre a cama indicando a ela que chegara a hora de mudarem de posição e que ela deveria ficar de quatro.
Assim que Eliza fez o que Juca pretendia que ela fizesse, ele voltou a fazer sua tora deslizar pela boceta dela à dentro para em seguida passar a foder Eliza com muito mais força e velocidade o que sem duvida a fez gozar até se sentir vingada por completo e isso o fez se lembrar da pior das traições que Junior lhe fizera ao trepar com um veado e já que não queria deixar escapar uma sequer, Eliza decidiu dar a Juca o que até então nunca dera a Junior e por isso pegou o frasco de creme de sobre o criado mudo e o entregou a Juca pedindo:
Coma o meu cú!
Mais que depressa Juca pegou o frasco de creme e depôs uma boa quantidade sobre as pregas do cuzinho de Eliza para logo em seguida tirar o caralho de dentro da boceta dela e passar espalhar uma grossa camada do creme em seu caralho e fazendo isso ele veio a perceber o quanto aquele creme era escorregadio comentou com ela:
Meus parabéns! Vocês souberam escolher um creme mais que adequado para isso.
Engano seu, pois o Junior nunca me fodeu o cú.
Está me dizendo que essa sua bundinha deliciosa ainda é virgem?
Não! Apenas que nunca deixei o Junior fodê-la. Mas, mesmo assim vá devagar com isso senão me arrebentará ao meio.
Assim que Eliza fez aquele alerta Juca encostou a enorme cabeça do seu caralho e começou forçar caminho pelo cú dela dentro e já que ela ao entrar causou tal dor em Eliza que ela não se contendo quase gritou:
Ai! Meu cú. Como isso dói!
Isso fez Juca suster a penetração e perguntar:
Quer que eu tire?
Não! Apenas pare um pouco para eu me acostumar.
Juca parou e Eliza passou a mover os quadris primeiro em movimentos circulares e em seguida para frente e para trás só parado quando seus corpos se tocaram e Juca surpreso com toda aquela perícia inesperada não se conteve:
Caramba! Quem tem ensinou a fazer o soube fazer muito bem.
Foi meu padrinho quem me ensinou a fazer desse jeito quanto me enrabou pela primeira vez.
E o cacete dele também era grande?
Nem tanto! Mas, se minha bunda ainda é bem pequena imagine o tamanho que ela tinha quando eu estava com 13 anos e deduzirá que ele não precisaria ter um caralho dos grandes para quase rachar ao meio.
Isso fez Juca olhar a para aquela bunda pequena e arrebitada que fazia sues 25x4,5cm de caralho sumir e reaparecer quase por milagre e como isso fez a curiosidade por saber o que motivara Eliza a não permitir que Junior a enrabasse vir a tona ele perguntou:
Por que nunca deixou Junior comer essa coisinha deliciosa?
Porque já no inicio do nosso namoro ele fez a pior das traições que um homem pode fazer com uma mulher que é trepar com um veado.
Já que Juca sabia que isso só se igualava à traição feita por uma mulher transando com outra ele se calou e passando a mão por baixo do corpo de Eliza a pegou pelos seios e a foi puxando para trás até ela ficar como que sentada em seu colo para em seguida pedira a ela:
Vai! Mexe essa bundinha gostosa que te quero encher de porra.
Atendo ao pedido, Eliza passou a rebolar e remexer e a medida que fazia isso o tesão já forte que sentia foi aumentando tanto que ela temendo desmaiar liberou o orgasmos que foi tão profundo e intenso que ela sentindo os sentidos a abandonarem foi se deixando tombar para frente no que foi acompanhado por Juca que após se acomodar sobre ela passou a beijar lhe a nuca e as costas só saindo de dentro e de sobre Eliza quando essa demonstrou estar profundamente adormecida.
Tão logo deu a foda por terminada Juca se vestiu e rapidamente acertou o que tinha que acertar no computador de Junior e logo em seguida deu um beijo em cada lado da bundinha arrebitada de Eliza e saiu e mal ele passou por Mercedes que conversava com algumas amigas na esquina essa esperou apenas o tempo necessário para não despertar suspeitas e voltou para casa certa de que a nora finalmente tinha feito a coisa certa e por isso assim que entrou em casa levou Mirian para o quarto dela e foi ver como Eliza estava e já que essa dormia profundamente ela foi fazer o mesmo.
Como sempre que saía caçando puta, Junior só chegou em casa quase de madrugada e dessa assim que entrou no quarto e deduziu pelo que viu que Juca ali estivera e que em lugar de só concertar o computador tinha lhe aprontado o que a muito ele merecia e isso o fez balançar a cabeça e sair do quarto murmurando:
É! Quem me mandou dar bobeira. Pois, o que aqui se faz aqui um dia se paga.
E entrando no banheiro tomou seu costumeiro banho de antes de dormir e ao voltar ao quarto se deitou ao lado de Eliza tão aliviado por saber que ela finalmente se encorajara em fazer o que outra teria feito a muito mais tempo que em lugar de ficar procurando alguma justificativa plausível para a hora que chegara em casa simplesmente virou para seu lado preferido e mergulhou num dos sonos mais profundo que se lembrava de ter tido desde que se casara.
A manhã seguinte não tardou em vir e assim que acordou Eliza foi direto para o banheiro tomar banho e de tão aliviada e tranqüila que estava se pôs a cantarolar e por isso quando saiu do banheiro e foi ter com Mercedes na cozinha essa se aproveitando que Junior ainda dormia perguntou a nora:
Viu só como eu estava certa ao assegurar que a vingança é sublime?
Não me resta a menor duvida que sim e por isso muito obrigado pela força que você me deu.
Que nada! As sogras também são para essas coisas, mas agora acho acordar o Junior senão ele acabará perdendo a hora.
Mas, não acha que ainda é cedo?
Vá por mim senão acabará sendo tarde!
Eliza foi acordar o marido com o coração apertado pelo temor de que ele tinha percebido alguma, mas assim que o acordou ele em lugar de perguntar ou insinuar qualquer coisa a puxou para a cama passando a despi la e acariciá-la para em seguida passarem um a devorar o outro sexualmente ela mais uma vez teve que admitir que sua sogra sabia das coisas e da arte de acertar as contas com o marido.
A conseqüência disso foi que Junior passou a ficar mais tempo em casa, mas isso foi só por pouco tempo, pois novamente ele começou a dar suas desculpas para sair durante a noite e já que Eliza estava preparada para isso quando ele dizia que ia até a casa de Juca essa telefonava para Juca e ao constatar que Junior nem ao menos passara por lá o convidava para sua casa e com isso ela se vingava das escapadas de Junior sem o saber que ele fazia aquilo de sã consciência para com isso darem outra daquelas fodas deliciosas muito parecidas com a do dia seguinte à primeira vez que Eliza trepara com Juca.
FIM
enviada por Katia Ramos
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