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Contos da Katia Ramos

18/08/2003 03:01
Reencontros!
©Kátia Ramos – ramos_katia@hotmail.com – ICQ 162167967
Nilda:
Fazia muito tempo que Nilda não via Juca e por isso quando ele entrou na mesma papelaria em que ela estava e se aproximou Nilda abriu seu melhor sorriso perguntando:
— Nossa! Há quanto tempo, hein?
Isso levou Juca a sorrir e dizer:
— Sim! Muito tempo mesmo, mas para você ao que parece é como se ele não tivesse passado.
Por mais que quisesse Nilda não conseguiu entender o sentido do que ele lhe dissera e por isso perguntou:
— Como assim?
— É que você continua tão como dá ultima vez em que estivemos juntos.
Isso fez Nilda se sentir um pouco envergonhada e muito envaidecida a ponto de dizer:
— Que nada! Já se passaram quinze anos e na certa eles me mudaram bastante mesmo.
— Sim! Claro que te mudaram, mas foi pra muito melhor mesmo.
Se Nilda não fosse morena Juca teria percebido claramente que isso tinha feito ela corar não de vergonha e sim de satisfação total, pois não é de se estranhar que uma mulher já perto dos 35 anos e mãe de dois filhos venha a receber um elogio desses sem deixar passar batido justamente por saber que merece cada palavra do que foi dito, mas por maior que fosse a vontade de Nilda em continuar a provocar elogios a aproximação de uma das funcionarias a fez os dois se separarem e como após as compras que viera fazer Juca ainda permanecia perambulando por ali Nilda não viu porque não se aproximar perguntando: perguntando:
— E você por onde tem andado todos esses tempos?
— Se te dissesse um lugar em particular estaria te mentido, pois desde que me separei não tenho ficado mais que alguns meses num lugar só. E você?
— Eu pelo contrario desde que me casei venho levando aquela vidinha de casada só cuidado da casa, dos filhos e do marido.
E Juca dando uma passada de olhos muito maliciosa pelo corpo de Nilda perguntou:
— E ele tem cuidado direitinho de todo esse material de primeira?
Dessa vez nem mesmo a pele morena de Nilda impediu que Juca percebesse que ela tinha corado e por isso ele se justificou:
— Me desculpe, mas quanto mais velho eu fico mais safado vou ficando e por isso não resisto a uma mulher assim como você.
— Precisava pedir desculpa não! É que não estou nada acostumada a receber elogios assim de forma tão direta.
— Então que tal me deixar te levar a um lugar onde eu possa não só elogiar, mas também homenagear esse monumento todo?
Nilda tinha entendido muito bem que se aceitasse aquela cantada acabaria pondo fim á fidelidade cambaleante de seu casamento o que sem duvida ira completamente contra os ensinamentos da doutrina evangélica que seguia há muito tempo mesmo e por isso tentou se justificar:
— É que desde que me casei sempre me mantive fiel ao meu marido e...
E Juca antevendo uma infindável e desnecessária sessão de consciência previa e desnecessariamente pesada colocou um dedo sobre o lábio de Nilda como que pedindo silencio e falou:
— Tudo bem! Se for apenas isso não se esqueça de que sempre terá que haver uma primeira vez pra tudo na vida.
E antes que Nilda pudesse dizer algo que fosse ele se aproveitou de que já tinham caminhado até perto do seu carro, abriu a porta e após ela embarcar deu a volta, entrou e então passou a dirigir com desenvoltura e presteza em direção a um destino ao qual Nilda procurava ignorar mantendo os olhos fechados só que na medida que iam se aproximando ela mais e mais ia deixando as ultimas palavras que Juca dissera antes de entrarem no carro formarem sentido em sua vida e por isso assim que ele parou o carro ela abriu os olhos olho para o lugar agradavelmente arborizado onde estavam e disse:
— Realmente você está certo quando diz que sempre tem uma primeira vez pra tudo!
E abrindo a porta saiu e caminhou em direção à frete do carro e já que Juca a imitou eles assim que se encontram se entregaram a um logo e saudoso beijo durante o qual as mãos de Juca passearam á vontade pela bunda ainda mais apetitosa de Nilda e foi sobre ela que ele acabou fazendo o primeiro comentário quando o beijo acabou:
— Como já disse o que já era bom agora está muito melhor!
Ao que Nilda bem mais integrada á coisa retrucou:
— Tem certeza?
E como pra ter certeza total só mesmo desnudando o objeto de seus desejos, Juca rapidamente despiu a saia de Nilda e assim pode constar que realmente além dos quadris de Nilda estarem mais largos sua bunda estava mais carnuda e que aquele par de coxas espetaculares estavam ainda mais torneadas e assim como a bunda nada tinha marcas, máculas ou qualquer coisa que desabonasse e por isso após fazer Nilda dar uma volta por completa exclamou:
— Minha nossa! Você está muito, mas muito mais gostosa mesmo.
Isso quase fez Nilda estourar de orgulho e como falar qualquer coisa poderia quebrar o ar de encantamento instalado pelas palavras de Juca ela lentamente despiu a blusa para em seguida fazer o mesmo com o sutiã oferecendo assim a Juca aqueles seios médios, bicudos e muito mais duros do que poderia se esperar numa mulher da idade dela e tão logo ele beijou, lambeu, sugou e mordiscou o suficiente pra fazer Nilda entrar definitivamente no clima ela foi se abaixando até se ajoelhar e então mostrando uma perícia inesperada pra uma mulher casada e assumidamente fiel ao marido Nilda rapidamente desvencilhou o caralho de Juca das calças e da cueca e mesmo ela sabendo com o que se depararia ao vê-lo pronto pra batalha como estava não pode conter o espanto dizendo:
— Nossa! Isso daqui continua enorme como sempre foi.
Isso fez Juca sorrir e como Nilda já tinha abocanhado o que consegui de sua tora ele passou afagar a cabeça dela dizendo:
— Isso morena! Mame nele gostoso como só você sabe fazer.
Isso fez Nilda passar a caprichar o mais que podia na chupeta que fazia e já que enquanto a foda ia progredindo ela foi se lembrando das preferências e predileções de Juca e como entre elas estava a de que ele dificilmente conseguia gozar na boca duma mulher ela após gozar algumas vezes se deu por satisfeita e se levantando deitou-se de costas sobre o capô do carro com as pernas arreganhadas e de encontro ao peito dando a ele indicio claro do que ela queria e então Juca primeiro beijou, depois lambeu e finalmente passou sugar avidamente a boceta de Nilda que corcoveando se pôs a gozar e então quando ela estava perto da exaustão Juca parou e se posicionando fez sua tora desaparecer num só golpe pela boceta hiper lubrificada de Nilda adentro que em agradecimento gemeu fundo e pediu:
— Agora mete na sua morena, mete?
Em atendimento ao pedido dela, Juca passou a dar estocadas fundas e rápidas de forma que Nilda sentia nitidamente suas bolas se esmagarem contra seu cu o fazendo piscar alucinadamente aumentando ainda mais o tesão que ela sentia e como isso acabou trazendo a ela a lembrança de a quanto tempo não fazia um bom sexo anal e mesmo por maior que fosse o medo que o cacete de Juca lhe causa ela acabou pedindo:
— Come meu cú!
O que fez Juca se afastar dizendo:
— Claro que sim!
Enquanto Nilda se posicionava debruçando sobre o carro Juca se preparava untando abundantemente sua tora com bastante gel lubrificante e então após fazer o mesmo com o cú de Nilda que não parara de pisca ele encostou a cabeçorra de seu cacete naquele buraquinho corajoso e guloso o que levou Nilda a desabafar:
— Será que ainda consigo?
— Claro que consegue sim!
Enquanto dizia essas palavras a pressão exercida pelo cacete de Juca contra as pregas do cú de Nilda foi aumentando e com ela as dores e com isso Nilda se viu obrigada a mitigá-la dor mordendo os lábios e como a bunda de Nilda é daquele tipo propício a ser enrabada Juca pode ver claramente a luta desesperada e inútil das pregas do cú de Nilda contra tão impiedoso invasor e com isso a dor foi crescendo de forma que mesmo já tendo passado por aquilo anteriormente Nilda já estava prestes a desistir e então para deleite de Juca e alivio de Nilda elas se renderam e com isso a enorme cabeça e bom pedaço do cacetão que se seguia a ela deslizou pelo cú de Nilda a dentro o que fez os olhos dela se encherem de lagrimas e sua boca exalar um forte gemido e Juca a dizer:
— Isso morena! Geme gostoso na minha vara.
No inicio ela passou a gemer mais de dor do que de outra coisa, mas á medida que a dor foi dando lugar ao tesão o gemidos foram se tornando mais intensos e altos e então Juca pegou Nilda pela cintura dando um daquelas estocas fortes e fundas deixou o gozo fluir e com isso Nilda liberou o imenso orgasmo que se avolumara durante toda a foda e num longo, rouco e profundo gemido apagou.
Lentamente Nilda se sentiu sendo trazida de volta á realidade pelos beijos e caricias que Juca fazia em sua nuca e costas e tão logo ele saiu de dentro dela Nilda passou a se vestir e á medida que fazia isso ela ia se tornando mais e mais consciente de que tinha traído seu marido, mas o inacreditável até pra ela era que em lugar de sentir culpada ela se sentia feliz e realizada como a muito e muitos anos não se sentia e por isso se abraçou a Juca e após um beijo ainda mais longo que aquele que iniciara tudo ela contendo as lagrimas falou:
— Obrigada! Só mesmo você pra me fazer me sentir feliz de verdade mesmo depois de ter feito coisas as quais me deveriam entristecer e até me envergonhar.
Juca queria dizer algo, mas dessa vez foi ela quem calou sua voz colocando um dedo sobre seus lábios e se dirigindo ao carro, abriu a porta, se alojou lá dentro e fechando a porta deu indicio a Juca que tudo tinha terminado e ele então entrou no carro e passou a dirigir com mesma destreza de volta para cidade e em respeito a silencio de Nilda ele não proferiu uma palavra sequer a não responder á despedida curta, mas calorosa na despedida final naquele mesmo lugar de onde eles tinham partido.

Fim
enviada por Katia Ramos






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