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Contos da Katia Ramos

06/09/2003 23:57
A ExóXica!

©Kátia Ramos – ramos_katia@hotmail.com – ICQ 162167967

Xica não era o filho que seu pai sonhava e nem a filha que sua mãe desejava, mas mesmo diante da guerra franca que se instalou entre o casal a natureza se incumbiu de ajeitar as coisas dando a ela, da cintura pra cima, a aparência masculina sonhada pelo pai e, da cintura pra baixo, o corpo mais feminino que sua mãe poderia desejar o que sem duvida tornava-a deveras exótica e como sempre tem quem goste o primeiro a se sentir atraído por aquela combinação diferente foi Paulo o dono da padaria e por isso não perdia uma oportunidade sequer a sós com a garota para investir contra ela e por isso naquela tarde, quando Xica foi até a padaria, se aproveitando que estava sozinho Paulo mais uma vez atacou:
— E aí! Minha princesa. O que vai hoje?
— Hoje nada, pois já que minha mãe está faxinando a casa eu sai para não atrapalhá-la.
— Então já que é assim por que não chega mais perto para podermos conversar um pouco?
Xica atendeu ao convite de Paulo e foi para junto dele que estava sentado no caixa e como sempre assim que ele se aproximou o suficiente Paulo lhe passou a mão na bunda e mais uma vez perguntou:
— Já decidiu me deixar te fazer uma princesa de verdade?
O que levou Xica mais uma vez se esquivar dizendo;
— Ainda estou indecisa se é isso é o que realmente quero.
— Isso você só conseguira decidir depois que experimentar.
— Sei disso, só que tenho medo que doa demais!
— Mas, já não te prometi que seria tão carinhoso e cuidadoso que você adorará?
— Sim! Certo! E se mesmo assim eu não gostar ou me arrepender do que fiz?
— Como já te disse bunda não tem cabaço e como isso ficará apenas entre nós dois tudo ficará como se nada tivesse acontecido!
— Mas, mesmo assim ainda acho cedo demais me arriscar a algo que não sei ao certo se é isso realmente o que quero.
— Acho mesmo uma pena, pois quanto mais cedo começar mais tempo terá para curtir as delicias que isso daqui lhe dará.
E como que querendo ajudar Xica a se decidir, Paulo tirou seu pau para fora e se masturbava lentamente como que convidando Xica a fazer lhe aquela caricia e como Xica a muito esperava pela oportunidade de ter em suas mãos um cacete, ela foi lentamente aproximando a mão e assim que tocou de leve o cacete de Paulo uma sensação muito gostosa se apossou dele de forma que Xica envolvendo aquele pedaço de carne pulsante passou a mover a mão para cima e para baixo se deliciando com aquilo e se Xica estava gostando Paulo estava adorando e por isso elogiou a garota:
— Hum! Que mãozinha macia até parece a duma fada.
— Obrigada! É que uso os mesmos cremes que minha mãe.
— Muito bem! Então por que não dá uma de boa menina e me faz uma “chupetinha”?
— Ah! Não. Isso não.
— Ah! Mas, que pena. Pelo menos dê ao menos um beijinho nele, vai! Unzinho só?
Uma parte de Xica lhe dizia que não e a outra dizia que sim e como essa ultima parte acabou se prevalecendo sobre a outra ela se ajoelhou e após dar o beijo pedido por Paulo olhou para ele como que pedindo sua opinião ao que Paulo disse:
— Foi ótimo! E agora por que não me faz aquela chupetinha que te pedi?
— Não sei se vou conseguir. Nunca fiz isso antes.
— Ah! Mas, isso é muito fácil, pois é só abrir essa boquinha maravilhosa e fazê-la deslizar como se você estivesse chupando um picolé.
E como a alusão ao picolé veio muito bem a calhar, Xica lambeu o cacete de Paulo da base até a cabeça e em seguida o foi colocando na boca bem devagar e como aquilo era muito mais gostoso do que ele pensava, Xica passou a sugar e a mover a cabeça para cima e para baixo o que levou a dizer todo maravilhado:
— Menina! Isso sim que é chupeta. Que boquinha maravilhosa vai! Chupe mais. Isso! Que delicia! Vou gozar!
E gozou! E com isso quase sufocou Xica, mas mesmo sendo pega de surpresa ele se saiu muito bem ao conseguir engolir toda aquela porra quente e viscosa e após lamber o caralho de Paulo até deixá-lo muito bem limpo Xica se levantou perguntando a Paulo:
— O que achou da chupeta que lhe fiz?
— Deslumbrante! E já que você se saiu tão bem com a boca que tal me mostrar que poderá se sair melhor ainda com essa bundinha maravilhosa?
— Infelizmente hoje não!
— Mas, por que não?
— Porque já faz muito tempo que sai de casa e por isso minha mãe já deve estar uma fera com toda essa minha demora.
— Então quando será?
— Talvez amanhã ou depois, mas agora me desculpe que preciso ir.
E Paulo não querendo deixar aquela oportunidade de ouro escapar insistiu:
— Ah! Mas, para que esperar tanto se tudo não levará pouco mais que alguns minutos?
Xica se calou e Paulo vendo que ele finalmente tinha caído na sua cantada se levantou e a foi conduzindo para o escritório e assim que a porta foi trancada Xica passou a se despir começando pela camiseta quase feminina, depois foi à vez do short justo e finalmente a calcinha que de tão pequena e justa lhe entrava no rego da bunda e então Paulo se aproximou pelas costas de Xica e como nem tinha se dado a trabalho de guardar o caralho dentro das calças passou a esfregá-lo naquela bunda fenomenal dizendo:
— Nossa! Isso não apenas uma bunda e sim um sonho em forma de bunda.
Aquele elogio encheu tanto Xica de orgulho que em lugar de responder ele empinou ainda mais a bunda, o que levou Paulo a abraçá-la e como ao fazer isso seu caralho se encaixou entre as coxas de Xica ela não conseguindo se conter passou a rebolar o que levou Paulo dizer:
— Viu, como eu estava certo ao dizer que você leva muito jeito para a coisa?
Sim! Paulo estava certo, pois o sangue de Xica passou a ferver assim que sentiu o cacete de Paulo entre suas coxas e ele botou mais lenha na fogueira passando a beijar a nuca de Xica e mordiscar suas orelhas e com isso ela foi se curvando até tocar a mesa a sua frente com o peito quase desprovido de seios deixando o caminho inteiramente livre, mas como naquela posição ela era exatamente igual a muitas mulheres que Paulo já fodera ele preferiu radicalizar um pouco:
— Como disse ainda a pouco quero fazer de você uma princesa de verdade e por isso vou te foder como se você uma garota e não um veadinho qualquer.
De imediato Xica ficou sem entender a que Paulo se referia, mas assim que ele o fez se deitar de costas sobre e ergueu suas pernas Xica percebeu que tomaria no cú pela frente e temendo que aquela posição tornasse o ato mais doloroso perguntou:
— Será que assim não doerá mais?
— Não! Doerá apenas o que doeria em qualquer outra posição, ou seja, quase nada.
É claro que Xica não acreditava naquilo e menos ainda que Paulo se limitaria apenas foder seu cú, mas como não se pode fazer uma omelete sem quebrar os ovos ela se deixou levar por Paulo que carinhosamente passou a beijar lhe a boca enquanto com uma mão procurou enfiar seu caralho já todo untado com vaselina no cuzinho de Xica que embalada pelos beijos só deu conta do que lhe estava realmente acontecendo quando uma pontada de dor vinda do seu cú lhe avisou que já era tarde demais para voltar atrás e por isso ele apenas exclamou:
— Ai! Doeu.
— Calma que o pior já passou!
E como Paulo estava certo, ou seja, Xica não sentiu mais a menor dor, ele se soltou e isso aliado aos beijos de Paulo acabou passando a gostar do vai e vem que o cacete de Paulo fazia em seu cú e por isso gozou no exato momento em que Paulo lhe encheu o cú de porra o que levou Paulo a dizer:
— Está vendo como aceitei ao dizer que você leva muito jeito para a coisa?
— Como assim?
— É que como toda boa menina que gosta de levar vara você gozou ao mesmo tempo em que eu também gozei.
— Sim! Gostei tanto que não vejo a hora de levar vara na boceta.
E como uma terceira gozada em tão curto espaço de tempo seria demais até pra Paulo ele lamentando muito mesmo se viu obrigado a dizer:
— Eu também, mas terá que ficar para outro dia que hoje tenho que voltar para a padaria.
Ambos se vestiram e cada qual tomou seu destino o de Paulo foi voltar ao balcão e o de Xica foi retornar pra casa.
FIM

enviada por Katia Ramos






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