PERFIL
BLIGS AMIGOS
ARQUIVOS
UTILIDADES




Contos da Katia Ramos

03/01/2004 01:05
A pré-lua de mel de Flavia!

© Kátia Ramos – ramos_katia@hotmail.com – ICQ 162167967

Se disserem que foi por falta de conselhos e até de avisos estarão mentindo muito mesmo, mas assim como se não tivesse como evitar Flavia engravidou aos 17 anos do primeiro cara com quem transou e já que mesmo em tempos assim tão depravados ainda resta um pouco de caráter ela iria se casar e como um tio que se preze não falta ao ca-samento de uma sobrinha e mais ainda se ela for a caçula Juca se presente e já ao cumprimentar a sobrinha se aproveitou pra dizer:
— Está vendo no que deu não ter me deixado te ensinar a coisa certa a se fazer?
E já que ele se referira a todas as tantas e quantas vezes que ele tinha tentado em vão seduzir Flavia ela se aproveitou de que apenas Paula estava junto deles pra dizer:
— Se na boceta já doeu o tanto que doeu nem quero imaginar o quanto doeria se fosse no cú!
— Se foi assim tão dolorido você pode ter certeza absoluta de que o seu foi o primeiro cabaço que ele estouro enquanto eu já inaugurei tantas bundas e por isso posso afirmar que sei fazer direitinho, né Paulinha?
Já que Paula sabia por experiência própria como era estar nas mãos do tio ela falou:
— Assim como você eu ralei por merda nas mãos do Danilo quando ele tirou meu cabaço e só não acabei grávida porque aquilo me deixou traumatizada ao extremo, mas pra minha felicidade tio Juca me provou de que a culpa não era minha e sim do Danilo que não soube fazer nada direito, né Tio?
Isso fez Juca tocar de leve a bunda das duas e se dirigir a Flavia dizendo:
— E olhe que a bundinha dela é quase insignificante se comparada com sua.
Mesmo sem quere Flavia acabou olhando para a bunda prima e em seguida para a sua e mesmo estando pronta pra dizer que uma coisa com a outra não pôde fazer porque sua irmã Fernanda e sua cunhada Elaine tinham se aproximado e com isso eles se viram obrigados a mudarem de assunto e daí em diante nada mais se falou sobre isso e então a manha virou tarde e tarde começou a virar noite e enfim lá estava Flavia se casando e como era de se esperar a festa decorreu numa boa e então lá estava Flavia andando como se procurasse alguém e isso levou Juca a se aproximar e antes que ele pu-desse abrir a boca ela pediu:
— Me socorre, tio?
— Mas, por que devo socorrê-la?
— Por que as meninas estão querendo armar pra mim e como estou com medo que elas me estraguem o vestido e por isso queria sair sem que elas percebessem, será que tem jeito?
— Tem sim! Vou colocar meu carro o mais próximo possível da porta dos fundos e daí você faz de conta que vai inspecionar os comes e bebes e se manda pra lá que estarei te esperando.
Dito e feito e com isso em breve eles estavam se dirigindo para chácara de Nelson onde Flavia passaria a morar quando voltasse da lua de mel e já que a distância a ser coberta não era nada grande em poucos minutos ele estavam lá e ao chegarem Flavia foi direto para o quarto e Juca foi pegar uma lata de cerveja e mal ele tinha tomado o primeiro gole ela apelou a ele de novo:
— Tio! Me socorre de novo?
Ele lugar de responder Juca foi até o quarto em que ela estava e ao entrar ela se virou de costas pedindo:
— Poderia desabotoar pra mim?
Aí estava o que segundo Juca seria o maior motivo pra toda mulher permanecer vestida de noiva até momento, pois não lhe restava a menor duvida de que não existia nada mais excitante do que ir desabotoado cada um daqueles infinitos e minúsculos bo-tões de um vestido de noiva e como aquilo lhe trazia doces e boas lembranças ele não se limitou apenas em desabotoá-los e sim fez o vestido de Flavia deslizar por seus ombros e na medida que eles sendo descobertos ele os ia cobrindo de beijos e então quando o vestido já estava na cintura dela ele a abraçou pelas costas passando a acariciar os seio de Flavia que por estar sem sutiã permitiu a ele o acesso imediato e como isso arrancou um profundo suspiro de Flavia ele cochichou ao seu ouvido:
— Dessa ver que ver se você conseguirá me escapar!
Sem duvida dessa vez Flavia não via e nem porque querer escapar e por ela se afastou acabou de tirar o vestido e se abraçou a Juca dizendo:
— Sabe, tio! Por mais que eu ame o Vagner eu acho cedo demais para estar casada e isso me dá a certeza de que se eu não tivesse lhe escapado minha historia seria bem diferente mesmo.
Num daqueles lances que ninguém consegue explicar Juca teve naquele momento a real certeza de que nada acontecera porque não era pra ter acontecido e por isso ele beijou cada dos olhos de Flavia e disse:
— Se preocupe com isso não, pois o importante é que estamos aqui.
Em lugar de responder Flavia selou aquilo com um beijo e em seguida foi se sen-tou na cama e passou a abrir as calças de Juca pra libertar seu caralho e o pegando na mão passou a masturbá-lo lentamente como que se preparando pra chupá-lo e foi então que ela sem tirar os olhos do que tinha nas mãos falou:
— Antes daquela vez em você me ensinou a chupar e a tocar punhetas eu era louca de tudo pra que você me comesse, mas ao ver o tamanho disso daqui o medo falou alto demais e com isso nunca tive coragem pra deixá-lo me foder, mas você nem ao menos imagina o quanto me arrependo disso.
Flavia se calou enfiando o que podia do cacete de Juca na boca e ele respeitando o silêncio auto-imposto por ela passando acariciar-lhe os cabelos enquanto ela se deliciava com aquela tora imensa e pulsante e então quando Juca percebeu que ela estava mais á vontade e perguntou:
— Por que você acha que foi tão ruim assim?
Mesmo sabendo o quanto tinha sido ruim sua primeira foda ela nuca se tinha dado ao trabalho de o porque daquilo e por isso ela deixou o pau de Juca sair da boca pra perguntar:
— Não faço a menor idéia e por isso você saberia me dizer?
— Só posso me basear pelas experiências que tive com outras e por isso sei que os principais motivos são: o despreparo do cara, a falta de real interesse da garota e o pior de todos que é medo dela.
Enquanto ele dizia isso Flavia tinha voltado a chupar aquele cacete que tanto a amedrontava e por isso em lugar de responder ela perguntou:
— Você tem mesmo certeza de que isso tudo entrará no meu cú sem o arrebentar todo?
Isso tornou tão claro a Juca que o medo dela tinha estragado e continuaria estra-gando tudo que ele buscando aclamá-la falou:
— Se preocupe com isso não porque primeiro será a vez da sua bocetinha e se mesmo depois disso você achar ele grande demais pra entrar no seu cuzinho tudo ficará por isso mesmo.
A principio aquilo parecia ser pouco, mas foi o bastante pra Flavia se animar o bastante a ponto se deitar de costas em sinal de total rendição cabendo apenas a Juca tirar-lhe a calcinha pra em seguida a surpreender passando a beijar, lamber e chupar sua boceta o que além de ser inédito pra Flavia também estava sendo a coisa mais gostosa que ela já tinha feito em matéria de sexo e por isso o tesão pintou forte e firme fazendo gemer muito e por fim dizer:
— Tio! Isso sim é bom demais!
Com uma boa parte do seu objetivo alcançado Juca passou para a fase seguinte que era se aproveitar do arreganhamento de Flavia para após untar seus dedos no caldo abundante da boceta dela e na sua saliva enfiar um e logo em seguida dois deles no cu-zinho dela e como a reação dela foi muito favorável ela parou de chupar a boceta de Flavia se dedicando apenas e excitar o cuzinho dela com os dedos e como tudo tem seu limite Flavia passou a exigir:
— Mete logo esse pintão no meu cuzinho que não agüento mais de tesão! Vai. Mete?
E como pra Juca palvara empenha era e é palavra cumprida ele se levantou dizendo:
— Calma que cada coisa tem sua hora e vez!
E se despindo se posicionou sobre Flavia visando assim enfiar sua tora naquela boceta hiper melada e ela temendo sentir mais e maiores dores fechou os olhos e já que até mesmo para a tora de Juca a boceta de Flavia não se apresentou nada apertada ele acabou enterrando sua tora até só as bolas ficarem de fora e quando ela se apercebeu disso arregalou os olhos e toda preocupada perguntou:
— Tem certeza de que isso tudo não machucará meu nenê?
Juca se viu obrigado a sorrir enquanto dizia:
— Fique calma que tem perigo disso não!
Flavia voltou a relaxar e com isso Juca passou a pôr e a tirar sua tora cada vez mais rápido até que finalmente Flavia pediu:
— Se não parar agora morrerei de tanto gozart!
E já que essa era a deixa que Juca esperava ele saiu de cima e de dentro de Flavia para pedir:
— Agora fique de quatro pra que eu possa comer essa bundona gostosa!
Não que a bunda de Flavia fosse tão grande assim , mas a ficar de quatro o con-junto formado por suas coxas e bunda era por demais apetitoso e por isso Juca se deteve um pouco mais olhando e preparando aquele orifício ainda inviolado e por isso o tesão de Flavia foi lá encima de novo e com isso ela passou a menear os quadris pra frente e pra trás o que levou Juca a se decidir ir para os finalmente, mas bastou apenas ele encostar a cabeçorra e começar a forçar caminho para que Flavia, mais por apreensão do que por dor, ir se movendo para frente e como Juca a foi acompanhando quando ele se deito sobre a cama pouco restava por entrar e sua bunda e por isso Juca sem demora passou tirar e pôr cada vez mais rápido e como aquilo estava sendo por demais gostoso Flavia por fim falou:
— Tio! Isso ta tão gostoso que mal consigo acreditar que está enterrado no meu cú.
Se pra Flavia estava muito bom pra Juca faltava alguma coisa e por isso ele pediu:
— Venha comigo até ficar de quatro!
Ela o atendeu e com isso finalmente Juca pode passar a se deliciar com a única bunda familiar que ela ainda não tinha arrombado e por isso foi ainda maior seu prazer quando ele finalmente soltou o gozo contido por tanto tempo.
Terminada aquela foda o casal ainda se deu ao luxo de tomarem um bom banho e então finalmente Juca levou Flavia de volta a sua festa de casamento e já que ao chegarem Vagner quis saber o motivo da demora ele fingindo o consolar falou:
— Caro sobrinho! Bem vindo ao mundo no qual um simples banho de ducha simplesmente deixa de durar alguns minutos para chegar a durar algumas horas.
— Mas, ela precisava demorar tanto assim justamente hoje?
— Quer um conselho? Nem em pesadelo pense em censurar uma mulher no que se refere ao tempo gasto por ela pra se preparar pra sair de casa porque se o fizer numa fração de segundo aquele anjinho todo delicado dará lugar a mais medonha e infernal das feras.
Se Vagner queria o conselho ou não ele não pôde dizer, mas daquele dia em diante bastaria que Flavia começasse os preparativos pra sair de casa pra que ele ouvisse a voz em tom professoral de Juca lhe dizendo aquelas palavras e com isso lá vinha àquela calma e paciência digna dos monges tibetanos.

FIM
enviada por Katia Ramos






Feed: Seja avisado quando este blog for atualizado :: (O que é isso?)