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Contos da Katia Ramos

23/01/2004 00:46
Curiosidade fatal!

©Kátia Ramos – katiaramos_kr@ig.com.br – ICQ 162167967

Sem dúvida não são poucas as mulheres que se consomem na curiosidade de saber o que e com é ser uma prostituta na essência da palavra e se antes a curiosidade de Valdirene já era grande depois que ela passou a trabalhar para uma certa empresa de limpeza e com isso passou a trabalhar nunca certa repartição pública essa curiosidade cresceu tanto que um dia ela não consegui conter e perguntou a sua colega de turno que ganhava mais se prostituindo do que trabalhando:
— Claudia! Como é transar com os caras apenas por dinheiro?
Se partisse de outra pessoa a resposta seria imediata, mas como até então Valdirene tinha se mostrado a mais honesta e fie mulher que se podia esperar Cláudia quase sem querer perguntou:
— Não acredito que você está querendo mudar de profissão?
A forma direta da pergunta de Claudia deixou a já acanhada Valdirene ainda mais e mesmo ela conseguiu ir adiante:
— Não é bem isso, é que sempre fui muito curiosa por saber como ser paga pra fazer uma coisa que normalmente as mulheres fazem de graça.
Até aquele momento Claudia ainda não tinha se dado ao trabalho de formar uma opinião sobre o como era transar por dinheiro vivo ou com algum outro cara apenas por gostas do individuo e por isso ela demorou um pouco pra responde, mas ao final falou:
— Acho que o fato de ser paga acaba me desobrigando da obrigação de agradar e por isso sem duvida acabo me sentindo mais solta e totalmente à vontade para dar o melhor de mim.
A principio Valdirene não entendeu direito e por isso insistiu:
— Como assim se sentir à vontade ora dar o melhor de si?
— Crei que assim como eu as demais mulheres quando trepam pelo que sentem pelo cara acabam deixando de lado muitas coisas que gostam de fazer com medo de que ele não goste daquilo e acaba nos deixando enquanto que com um freguês o máximo que pode acontecer é ele dizer se gosta ou não que tudo na mesma.
Já que falar em sentimentos era meio complicado pra Valdirene ela voltou ao objetivo principal daquele dialogo:
— Essa coisa de prostituição dá mesmo dinheiro?
— Se você souber escolher os clientes certos sim!
— Como assim escolher os clientes certos?
— É que nem sempre aqueles parecem ter dinheiro acabam sendo os mais generosos.
— Não entendi?
— Não é para menos, pois eu mesma demorei muito para entender que roupas boas, caros bons, e ostentação de riqueza nem sempre tornam os homens mais fáceis de soltarem dinheiro.
— Está me dizendo que as aparências enganam?
— E como enganam! Um dia desse saí com um cara com a maior pinta de milionário que me levou em seu carrão importado a um dos motéis mais caros da região e depois de me foder por mais de 2 horas queria me pagar apenas $ 10,00 alegando que aquela brincadeira já lhe tinha custado caro demais.
— E Você aceitou?
— Que nada! Armei o maior barraco ameaçando dedar ela pra mulher dele e mesmo assim filho duma puta acabou só dando $ 30,00.
— E acha isso pouco?
— Bem! Se tivesse sido uma foda “básica” sim. Mas, para uma foda “média” assim como a que tivemos teria que ser no mínimo $50,00.
— Essa é boa! Foda “básica” e “média”. E no que uma difere da outra?
— No que se faz durante ela, ou seja, o que se usa...
— Como assim?
— Me deixe explicar melhor! Na foda “básica” a coisa fica por conta das mãos e da boceta, na “média” soma se à boca e numa foda “completa” vale tudo desde beijos na boca até pau no cu.
— Credo! Que loucura! E quanto você cobra por uma “completa”?
— O de praxe são $ 100,00, mas a poucos dias atrás um cara me deu $200,00.
— Caramba! Por uma grana dessas até eu toparia cair na gandaia, isso é! Se ele me quisesse é claro.
— E por que ela haveria de não te querer?
— Porque sou gorda demais e essa minha bunda enorme em lugar de atrair acaba é espantando os caras!
— Que nada! Pois como eu disse o que manda é saber escolher o cara certo e como esse que eu te falei é louco por uma na certa ele não só lhe dará $200,00 como se você souber jogar ainda morderá mais algum.
— Você só pode estar brincando?
— Que nada! Pois se agirmos direito dará para se conseguir uns $300,00 da moleza, topa?
— Sei não! É que eu nunca transei com um completo desconhecido e sendo assim tão acanhada com certeza será a maior furada.
— Engano seu, pois ele não lhe é assim tão desconhecido, pois já vi você conversando varias vezes e pelo jeito você até que se dão bastante bem e por isso não terá mais o que temer.
— Tenho sim! É que eu nunca dei a bunda.
— Maravilha! Então será o dobro ou nada.
— E se eu não der conta do recado?
— Ele é muito bom no que faz e por isso esteja certa de que tudo sairá as mil maravilha e com isso além de você passar a desfrutar das maravilhas do sexo anal ainda sairá com $400,00.
— Não acredito que ele pagará uma fortuna dessa por uma bunda tão horrorosa como a minha?
— Quanto a isso deixe comigo que na hora certa saberei convencê-lo.
— Certo! Mas, olha lá o vai dizer a ele?
— Fique fria que sou muito boa nisso também!
Depois daquele dia e por mais alguns Valdirene passou a dividir suas preocupações com quem seria o tal cara, o que Claudia diria a ele, se ele aceitaria lhe dar toda aquela grana e a maior de todas: se ela teria coragem de dar o cú e já que ela pouco podia fazer até o dia fatal chegar ela passou a observar Claudia atentamente para ver se conseguia deduzir quem seria o tal cara, mas como ela conversava com todos e quantos homens que se aproximassem dela essa tarefa se tornou quase impossível e por isso Valdirene não percebeu que naquela manhã se destino estava sendo traçado por Claudia quando essa percebendo que Juca cobiçava disfarçadamente a bunda de Valdirene e perguntou a ele:
— O que acha de tornar esse sonho em realidade?
— A que sonho se refere?
— Ao de enfiar sua pica enorme na bunda não menos enorme que você tão disfarçadamente está cobiçando?
— Nada mal, mas ao que parece ela não é muito a fim de se aventurar, pois por varias vezes tentei me insinuar com ela, mas em todas, ela sempre se fecha mais cú virgem com medo de levar ferro.
— Talvez seja justamente porque o cú dela nunca tenha levado ferro, pois minha experiência me ensinou que uma mulher que já tomou no cú se abre com maior facilidade a abordagem de um homem do que as que nunca o fizeram.
— É! Até pode ser. Mas, o que garante que aquela bundona nunca levou ferro?
— Se achar que pode confiar em mim pode ter certeza de que ela nunca deu a bunda.
Apesar de bundas virgens não serem tão raras como Claudia pensava Juca querendo ver onde Claudia queria chegar achou por bem demonstrar surpresa ao dizer:
— Caramba! Isso aumenta em muito meu interesse por ela. E você acha que tenho alguma chance?
— Muito mais do que você pensa, pois a poucos dias atrás ela me disse estar no maior sufoco e que por isso alguma grana que entrasse seria tão bem vinda que ela nem se importaria com a origem.
Bem! Finalmente a coisa estava para lá de explicada, pois ao ver de Juca uma estava agindo como intermediaria da outra e já que com isso certamente o lucro seria divido entre ambas ele deixou de rodeios e perguntou:
— E ela te disse de quanto é?
— Sim! E ao meu ver $400,00 não é muito se levando em conta o tamanho da bunda e o fato dela ser virgem.
Isso tornou a Juca mais claro que água cristalina que elas rachariam meio a meio os $400,00 e já que uma bunda daquele tamanho e aquelas coxas bastante grossas certamente teriam celulite e a barriga dela era um pouco grande para o gosto de Juca por isso ele impôs uma condição:
— Eu aceito, mas só se for com as duas!
Foi aí que Claudia percebeu que ele tinha entendido de forma errada a abordagem dela e mesmo sabendo que de nada adiantaria se justificar ela tentou:
— Mesmo estando enganado em pensar que dividiremos a grana eu aceito só para te provar que estou sendo honesta, mas desde já vou avisando que não transo com mulheres.
— E nem será preciso, pois poderá ser uma de cada vez e em dias diferentes e ainda você poderá escolher qual será a primeira?
— Certo! Verei com ela e se ela não estiver disponível para hoje eu irei. E onde posso te dar a resposta?
— Estarei por aqui por mais alguns minutos e se isso não for suficiente é pedir pra telefonista que ela saberá me achar.
É claro que Claudia dissera aquilo devido à possibilidade de Valdirene desistir e por isso Claudia não viu por que perder tempo e deixando Juca foi ter com Valdirene para dizer lhe:
— Conversei com o cara e ele topou e você?
— Tem certeza de ele me dará os $400,00 que me disse?
— Como te falei, ele ta tão fissurado na tua bunda que aceitaria pagar até mais!
Mesmo não gostando daquilo Valdirene seduzida pelo altíssimo valor disse:
— Então diga a ele que topo!
— Certo! E posso dizer a ele que te pegue aqui mesmo no final do seu turno?
— E isso não me trará problemas?
— Não! Pois, ninguém suspeitará que uma inocente carona esteja sendo usada para outros fins mais lucrativos.
— Bem! Já que você que é mais experiente e diz isso eu concordo e já que será minha primeira vez tem algo para me sugerir?
— Não muito! Apenas que aja com naturalidade e que se deixe levar.
— E na hora da bunda?
— Quanto a isso não se preocupe que ele saberá quando e como fazer.
Claudia começou a se afastar, mas antes que ele o fizesse o suficiente Valdirene perguntou:
— E como saberei quem é ele?
— Não se preocupe que estarei com você!
Claudia se foi e Valdirene ficou com sua maior preocupação que era de que se conseguiria dar o cú e se caso não conseguisse o que lhe aconteceria e isso fez tomar a decisão de na primeira oportunidade perguntar a Claudia e essa por sua vez foi até onde deixara Juca e já que ele ainda estava lá ela chegou lhe dizendo:
— Está tudo combinado para hoje depois do expediente dela e quanto a mim me peque aqui amanhã depois do expediente!
— Certo! Então me deixe fazer o que vim fazer senão me atrasarei.
Juca se foi e Claudia ficou pensando que mesmo sendo de graça valeria a pena trepar com ele novamente e isso lhe deu idéia de que já que Juca estava pensando que ela morderia o seu de fazer isso, ou seja, cobrar de Valdirene no mínimo os $100,00 que ela receberia por uma foda “completa” e então quando a amiga se juntou a ela meia hora antes do fim do expediente ela quis lhe dizer o que decidira e por isso se aproximou de Valdirene perguntando:
— E aí? Pronta para o que der e vier?
— O que acontecerá se eu não conseguir dar a bunda?
— Nada de grave a não ser que ele com certeza lhe pagará no mínimo por uma foda “média” e no máximo a metade do combinado.
— Já que é assim já de cara vou dizer a ele que fico só na “média” pois ao meu ver $50,00 não é de se jogar fora e com isso não me arrisco a sofrimentos imensuráveis e ao vexame de fracassar já na primeira vez.
Já que agora o maior objetivo de Claudia não era apenas tornar a amiga companheira de prostituição e sim pegar sua parte do lucro ela instigou a amiga:
— Só você mesmo para deixar uma oportunidade de ouro como essas escapar, pois além de ganhar o equivalente a quatro fodas completas ou oito médias duma só vez você terá o privilegio de ser enrabada pela primeira vez pelo melhor enrabador que já conheci.
— É! Você só diz isso porque não será o seu cú que estará na reta daqui a pouco.
— Não só já esteve como estará, pois ele só aceitou pagar os $400,00 se eu aceitasse transar com ele também e por isso terá que me dar os usuais $100,00.
— Nossa! Você nem sabe o quanto fico mais tranqüila sabendo que estará comigo.
— Só que se enganou, pois como já tenho um encontro para hoje eu marquei com ele para amanhã.
— Nem mesmo se eu dividir meio a meio com você?
Apesar da proposta ser tentadora a possibilidade de Juca usá-la para demonstrar a Valdirene como deveria agir ao ser enrabada e se a segunda foda anal com ele fosse tão ou até mais dolorosa que a primeira e como com certeza isso faria a outra desistir ela declinou:
— Infelizmente o cliente de hoje é dos melhores e mais assíduos que tenho e por isso não posso deixá-lo na mão de jeito nenhum.
— Bem! Então ao menos me deseje boa sorte senão quem ficará na mão será você.
— Quanto a isso pode estar certa que estarei torcendo por você e agora me deixe ver se ele já chegou:
Claudia saiu e Valdirene ficou torcendo ardorosamente para que o tal cara ainda desconhecido não tivesse e nem viesse, mas pouco tempo depois Claudia voltou toda sorridente dizendo:
— Venha! Ele já está te esperando.
Isso fez Valdirene olhar para o relógio e ao ver que ainda faltava 10 minutos para as 12 ela exclamou:
— Mas, já?
— É! Pelo visto o tesão dele por você é bem maior do que pensa.
E realmente era, pois desde o dia que Juca botara os olhos na enormidade de bunda morena quase negra de Valdirene ele vivia procurando uma maneira de se aproximar dela e passar lhe a vara e como isso estava preste a acontecer ele não quis se arriscar atrasando e por isso só tinha ido trocar a moto pelo carro e tinha se postado a espera dela e agora lá vinha ela lado a lado com Claudia e essa a se aproximar deu devida desculpa para quem que seja que estivesse vendo não desconfiasse de nada:
— Juca! Que bom você estar por aqui pois a Valdirene precisa pegar uns documentos em casa e voltar até o banco antes que feche, isso é, se você puder fazer lhe esse favor?
— Mas, com certeza que não me será o menor incomodo dar lhe essa carona.
Dizendo isso ele se aproximou para entrar no carro e assim que Valdirene foi sair em direção à outra porta Claudia lhe deu tapa de leve na bunda e disse em voz baixa:
— De agora em diante é com você, menina!
Valdirene deu a volta no carro, abriu a porta, entrou e assim que fechou a porta e passou a colocar o cinto de segurança Juca lhe perguntou:
— Onde você mora?
— Não me diga que está pensando em ir lá?
— Não! Não estou. Apenas quero ao sair daqui tomar o rumo de lá para dar maior credibilidade ao que a Claudia disse.
Valdirene disse o local e o que fez Juca dobrar a primeira esquina a esquerda e a próxima no mesmo sentido e vendo como ela estava nervosa e insegura ele perguntou:
— Nossa! Para que tamanho nervosismo?
— É que nunca fiz isso antes e por isso estou insegura demais!
— Não vejo motivo para isso, pois com certeza não fará nada alem do que sempre faz.
— Farei sim, pois se a Claudia não te disse eu nunca dei a bunda. Ela disse?
— Não! Ela apenas me disse que você está passando por alguns apuros financeiros e se eu poderia ajudá la como já ajudei ela e quanto a nunca ter dado a bunda não há o que temer porque não será pior que quando deu a boceta pela primeira vez.
— Ah! Não. Se for horrível daquele jeito pode ir parando, pois estou fora.
— Credo! Até parece que te pegaram à força?
— Não! Mas se tivesse sido certamente não teria feito muita diferença.
— Por que?
— Eu tinha 13 anos e mesmo assim era ingênua demais para saber o que estava fazendo e por isso só dei conta de tudo quando ele passou a enfiar em mim e como as primeiras dores me assustaram e passei a pedir que ele parasse e que tirasse e como ele continuo a enfiar e passei a gritar e espernear e mesmo assim ele só tirou depois que gozou.
— Que canalha! E quantos anos ele tinha?
— Não sei ao certo, mas com certeza uns 10 talvez até mais. Bem feito! Pois, que mandou uma pirralha cheirando a cueiro se meter com um cara tão mais velho?
— Mesmo assim não deixo de achá-lo um canalha de marca maior e se isso servir para tranqüilizá-la se por acaso você não gostar ou achar que está doendo demais na se acanhe e me pedir, pois não que venha a sofrer enquanto eu tenho prazer. Mais calma?
— Sim! Mas, mesmo assim ainda estou insegura e por isso seu não quiser deixar meter na minha bunda você achará ruim?
— Não! Mas, infelizmente você receberá bem menos do que prometi.
— É! Bem que a Claudia me avisou e quanto eu receberia?
— Isso dependerá do que estiver disposta a fazer?
— Já que a Claudia me explicou a diferença entre as fodas “básicas, médias e completas” eu ficaria com a média.
— Bom! E em que consistiria a foda classificada por ela como “média”.
— Eu usaria apenas as mãos, a boca e a boceta!
— E no caso da “básica”
— Apenas as mãos e a boceta.
— Bem! Com isso eu mesmo posso deduzir que no caso da “completa” entraria a bunda também e em qual delas eu poderia chupar essa sua deliciosa boceta?
Já que a menção à deliciosa boceta de Valdirene tinha se seguido a Juca fazer uma mão deslizar pela coxa dela e ir parar sobre o alvo do elogio Valdirene se arrepiou toda e respondeu:
— Apesar dela não ter dito eu acho que em todas. Hei! Para onde está me levando?
Essa pergunta foi feita porque Juca tomara uma rodovia e fazia o carro ir gradativamente ganhando velocidade e por isso ele respondeu:
— Para um motel é claro! Por que? Tem algo contra isso?
— Não! É que meus namorados sempre foram pobres demais para terem um carro e por isso nunca pude realizar minha fantasia de transar sobre a frente de um.
— Já que quer assim, assim será!
E voltando ao assunto das classes de fodas perguntou:
— Já que a Claudia te explicou sobre como ela divide as fodas ela também te disse os preço?
— Disse! E são: $30,00, $50,00 e $100,00. E diante disso eu acabaria ficando apenas com $50,00, correto?
— Se baseando na teoria dela sim!
— E na sua?
— A minha é a de esperar para ver o que acontece para depois decidir quanto devo pagar.
— Ih! Isso me diz que acabarei tomando no cú querendo ou não?
— Não! Mas, farei o possível para convencê-la a me deixar inaugurar seu cuzinho muito bem adornado por essa sua esplendida bunda.
Nisso Juca já tinha deixado a rodovia e dirigia devagar por uma estrada sem asfalto procurando um local adequado para parar e assim que encontrou uma arvore grande o bastante para dar sobra suficiente ele parou e se voltando para Valdirene perguntou:
— Aqui está bom para você?
— Nossa! Está melhor do que pensei.
Já que ela se mostrava bastante insegura Juca em lugar de ir direto para o ataque procurou deixá-la um pouco mais calma perguntando:
— Me fale um pouco de você?
— Como assim falar de mim?
— Coisas assim como do que você gosta, quantos anos tem, se é casada ou não, suas preferências sexuais e assim por diante?
— Bem! Tenho 22 anos, sou casada a 3 anos, tenho 2 filhos e gosto demais de ouvir musicas e quando posso de dançar e minhas preferências sexuais....bem! Acho que são as mesmas de qualquer outra mulher.
— Certo! Mas, mesmo assim cada mulher tem alguma coisa que gosta mais fazer do que de outra, alguma posição em especial e assim por diante.
— Como já disse a minha primeira vez foi horrível e por isso passei a evitar o sexo e com isso só voltei a transar depois que casei e assim mesmo dei ao maior trabalho ao meu marido que com isso acabou achando e ainda acha que me casei virgem, dá pra acreditar?
— Por que não, já que o cabaço é apenas um mero detalhe físico e não uma prova de comportamento?
— Como assim?
— Há não muitos anos atrás a ignorância era tamanha que se uma garota perdesse o cabaço não lhe restava alternativa que não fosse se casar querendo ou não e por isso a maioria se valia da bunda para com isso preservar o cabaço...
— Sério?
— Tão sério que até meus 18 anos só fodi bocetas de putas mais que conhecidas ou em zonas.
— Ah! Então é por isso que a Claudia disse que você é o melhor “enrabador” que ela conheceu.
Dizendo isso Valdirene que estivera o tempo todo encostada no banco do carro se ergueu e virou um pouco para o lado de Juca que se valeu disso para passar a acariciar o rosto dela enquanto dizia:
— Que nada! Pois tenha a certeza de existem muitos melhores que eu.
— Sei não! Pois ao que me consta ela adorou.
Juca se aproveitou da proximidade existente para se aproximar ainda mais e dar um longo e caprichado beijo enquanto acariciava as costas e o que podia da bunda de Valdirene e essa assim que pode falou:
— Nossa! Você é bom mesmo. Pois, só com isso já me deixou toda molhada.
A resposta de Juca foi se aproveitar que ela tinha voltado a se recostar no banco para enquanto a beijava passar a lhe acariciar os seios e a boceta por sobre as roupas e dessa vez quando pode Valdirene exclamou:
— Caramba! Estou quase pegando fogo.
O que levou Juca a dizer:
— Estamos mesmo bancando os burros, pois com tanto espaço e ar fresco estamos aqui nos cozinhando dentro do carro.
Apesar de não ser apenas a aquele tipo de calor que ela tinha se referido Valdirene concordou:
— É! Estamos mesmo.
E seguido a isso abriu a porta e saiu do carro o que levou Juca a fazer o mesmo e ir para junto dela que tinha se encostado à frente do carro e já que ninguém melhor que ele para saber que quanto mais á vontade e segura de si ela estivesse melhor seria em lugar de ir direto ao ataque como Valdirene esperava novamente passou a acariciar o rosto dela o acarretou um novo beijou e dessa vez Valdirene pode sentir claramente o volume que cacete de Juca foi formando a medida que ia endurecendo e como a medida que isso acontecia o tesão dela ia crescendo e para quem não estava acostumada a emoções tão fortes quando o beijo terminou Valdirene além de ofegante estava tão acalorada que não pode se conter e disse:
— Nossa! Que sufoco.
E Juca entendendo o que aquele desabafo significava se distanciou o suficiente para ela se desencostar do carro e após e afastar um pouco dizer:
— Mais um desses e eu derreterei toda.
— Desculpe se estou indo depressa demais, pois é que não sou de ferro.
— Não é você que indo muito depressa e sim eu que não estou acostumada a tantas sensações conflitantes como as que me faz sentir.
— Como assim?
— Sabe? Às vezes tenho vontade de ser assim como a Claudia é, ou seja, trepar a torto e a direito sem ter o que temer ou com que me preocupar.
Juca percebeu no tom de voz de Valdirene que o próximo passo seria o que determinaria o sucesso ou o fracasso daquela empreitada e como ninguém estava mais interessado que ele no sucesso dela decidiu em lugar de agir fazê-la falar para com isso descobrir uma brecha naquela couraça que aprisionava Valdirene e por isso calmamente tirou um cigarro do maço, o acendeu e só depois da segunda tragada rompeu o silencio perguntado:
— De que tem medo?
— Pode parecer absurdo, mas toda vez que estou preste a transar me vem à lembrança as dores horríveis que senti e mesmo que nunca mais tenha doido nem um pouco a falsa impressão inicial já é suficiente para estragar o resto, entende?
— Sim! Entendo. E o que te preocupa?
— O fato de que depois de vencido o medo eu venha a não conseguir me controlar mais, pois apesar de tudo amo demais meu marido e mais ainda minhas crianças. Complicado não?
Sim! É claro que Juca a situação deveras complicada para seu gosto porque fazê-la perder o medo seria o menor dos problemas, o maior mesmo era como ela reagiria quando voltasse para casa e deparasse com seus filhos e finalmente com o marido e por isso perguntou a Valdirene:
— Quer desistir?
Até aquele momento era o que mais ela queria, mas assim que a pergunta foi formulada Valdirene passou a comparar tudo o que tinha sentido naqueles seus quase 10 anos de atividade sexual e como nunca tinha sentido um resquício sequer daquele tesão avassalador que sentira nos braços de Juca e que se deixasse escapar aquela oportunidade com certeza nunca mais voltaria a sentir se deixou levar pelo instinto e respondeu:
— Não! É claro que não.
E antes que pudesse se arrepender do que dissera ela se atirou para Juca passando a beijá-lo e ele percebendo que se deixasse se envolver por àquela fúria Valdirene em lugar de desejá-lo passaria a odiá-lo por ter se aproveitado dum momento de fraqueza e total desproteção para levá-la a fazer o que não queria e por se limitou apenas a retribuir os beijos enquanto acariciavas as costas e a bunda dela por sobre as roupas e então Valdirene se agarrou com força a ele, se estremeceu dos pés à cabeça e por pouco não desfaleceu em seus braços no que para ela era o primeiro orgasmo autentico e profundo que alcançava.
Após isso Valdirene ficou se acalentando nos braços de Juca que não tinha parado de acariciar lhe carinhosamente as costas e os cabelos e então já sentindo forte o bastante para raciocinar com clareza ela afastou ligeiramente o peito do de Juca e após dar lhe um beijo rápido e carinhoso falou:
— Obrigado!
— Não vejo motivo algum para estar me agradecendo.
— Mas, eu sim. Porque de agora em diante sei que façamos o que fizermos eu tenho certeza absoluta de que não me arrependerei de um nada sequer.
Mais uma vez outro beijo deu inicio a tudo e a seqüência veio com Juca erguendo a blusa dela o suficiente para ir passando a baixar lentamente as calças e quando essa já estava nos joelhos a reação de Valdirene foi tal que ele se deteve para perguntar:
— O que foi?
— Nada não! Só estou quase morrendo de vergonha.
E já que nunca houve melhor remédio para aquilo do que enfrentar a situação de frente e por isso Juca a fez se adiantar o suficiente para olhar detalhadamente o que já estava exposto e como não encontrou nada de errado conclui:
— Não vejo nada do que possa se envergonhar, não!
Apesar da vergonha ser tanta que quase lhe roubava a voz Valdirene se esforçou para dizer:
— Minhas coxas são muito grossas e minha bunda grande demais e por isso quase morro de vergonha quando preciso mostrá-las.
Já que camiseta longa demais ainda escondia a bunda dela Juca a fez virar de costas e foi fazendo a camiseta subir lentamente e assim que expôs a bunda de Valdirene deu uns tapinhas carinhosos dizendo:
— Acho bom ir se preparando porque não vou deixar essa bunda deliciosa escapar de jeito algum!
Aquilo fez Valdirene engolir em seco e quase em pânico dizer:
— Está dizendo que seu eu não quiser irá me enrabar na marrara?
Já que a intenção de Juca nunca fora a assustar ele a abraçou pelas costas dizendo com calma e gentileza:
— Quanto a isso você pode ficar muito tranqüila, pois tudo o que é feito contra a vontade de um acaba sendo ruim para ambos e por isso pode ter a plena certeza de que serei tão carinhoso e cuidadoso que você irá adorar.
Apesar de tudo indicar a Valdirene que mais uma vez ela sofreria o horror dos horrores e que por isso seria melhor dar aquilo por encerrado, ela decidiu por ir adiante perguntando:
— Você gosta que chupem seu pau?
— Claro que sim!
Valdirene se virou de frente para Juca e enquanto lhe abria as calças não conseguiu deixar de se explicar:
— É que sempre tive muita vontade de fazer isso, mas meu marido nunca deixou por achar nojento demais ter que me beijar depois e o que não entendo é por que mesmo assim ele adora chupar minha boceta.
Enquanto ela dizia isso Juca aproveitou pra livrá-la da camiseta e como o que ela dissera tinha deixando mais que claro de que se tratava de machismo ignorante do que de nojo ele acariciou de leve o roto dela e disse:
— Nesse mundo tem bobo pra tudo e como não sou nem um pouco bobo pode chupar meu cacete à vontade que mesmo gozando nessa sua boquinha linda nunca deixarei de beijá-la.
Enquanto rolava esse dialogo Valdirena já tinha liberado o cacete de Juca e o acariciava lentamente e como ainda não tinha tido
coragem de olhar para ele ela não conseguia acreditar no que seu tato lhe dizia e por isso quando finalmente olhou não consegui se conter e exclamou:
— Tadinha de mim! Vou me lascar todinha mesmo.
— Vai não, minha querida!
Novamente Juca se valeu da demora dela pra lhe tirar o sutiã e então com se esperasse apenas por aquilo Valdirene se agachou e após dar vários beijos e lambidas ela colocou a tora de Juca na boca e tal foi a dificuldade que encontrou que acabou encarando Juca e dizendo:
— Tem certeza que conseguirá enfiar isso em mim sem me arrebentar toda?
Isso levou Juca a acariciar gentilmente a cabeça de Valdirene dizendo:
— Calma, minha morena! Na hora certa verá o quanto é gostoso ter algo assim dentro de você.
Nem mesmo sob juramento Valdirene conseguia acreditar no que Juca dizia, mas mesmo assim ele voltou a chupar o que conseguia daquela tora dando especial atenção à cabeçorra e como todo aquele tesão acumulado tinha que surtir algum efeito Juca gozou com tal intensidade que aliada a falta de experiência dela fez com boa parte da porra escorresse pelo queixo e até acabasse respingo nos seios quase fartos de Valdirene que por ter gozado como nunca se lembrava de ter gozando antes se sentou nos calcanhares e enquanto procura se limpar com as mãos para lamber os dedos ela acabou por falar:
— Sinceramente essa é a coisa mais gostosa que já provei!
Ela tentou se levantar e como encontrou dificuldade nisso, Juca a auxiliou e como se lembrou do que ele tinha dito ela procurou por um beijo e como foi prontamente atendida ao final ela perguntou:
— Não consigo entender o por que de meu marido não gostar disso?
Primeiro Juca acendeu um cigarro, tirou a camiseta e a calça e após posicionar Valdirene de lado para assim poder lhe acariciar a bunda e a boceta ao mesmo tempo respondeu:
— É que nem todos homens sabem aproveitar as melhores coisas da vida tão bem como eu sei e por falar em coisas gostosas ele gosta de chupar essa bocetinha deliciosa?
— Gostar ele até que gosta, mas minha mãe disse tantas vezes que isso é coisa de puta que não consigo ficar á vontade fazendo isso.
Juca fez a calcinha dela deslizar pelas coxas abaixo e enquanto procurava enfiar dedo pela frente e outro por trás na boceta de Valdirene concluiu:
— Então já que é assim hoje você pode se soltar e aproveitar ao máximo a chupada que darei nessa delicia.
Valdirene afastou um pouco mais as pernas para assim permitir que os dedos de Juca entrassem mais fundo e com o fato de Juca a estar tratando por puta não lhe cair nada mal ela perguntou:
— E o que você está achando dessa puta aqui?
Juca fez o dedo que estava por trás deslizar todo melado até o cuzinho de Valdirene e enquanto tentava abrir caminho com ele respondeu:
— Estou te achando uma das melhores putas que já encontrei, e você o que esta achando de ser puta?
Valdirene para um pouco pra pensar e como estava mesmo achando aquilo muito bom ela respondeu:
— Por enquanto estou gostando demais mesmo.
E como ainda não tinha conseguido o que queria ele sugeriu:
— Então relaxe esse buraquinho apertado que ficará ainda melhor!
Já que era apenas um dedo Valdirene foi relaxando e com isso o dedo foi entrando r quando o que entrar já tinha entrado Juca perguntou:
— É tão ruim como pensava que era?
Muito envergonhada por ter que responder sobre aquilo ela primeiro precisou juntar forças e coragem para finalmente dizer:
— Já que um dedo nada tem a ver com isso que você quer enfiar aí eu até que estou gostando sim!
— Pois então vou te provar que nada tem a ver com o tamanho e sim com o relaxamento!
E dizendo isso fez Valdirene se debruçar sobre a frente do carro o que sem duvida ela fez com as pernas tremendo, mas tão logo lubrificou os dedos ele como que entrelaçou o indicador com o médio e com anular de forma que ficassem mais ou menos cônicos e foi fazendo essa combinação de dedos deslizar lentamente pelo cuzinho de Valdirene adentro e com em breve ela passou a gemer baixo e a dar profundas fungadas e ele percebendo que era assim que ela manifestava seu gozo esperou pelos por cinco ou seis delas pra depois retirar os dedos e dizer:
— Se me disser que não gostou e até gozou te darei uns tapas nessa bundona maravilhosa!
Já que pelo tom da voz Valdirene deduziu acertadamente de que ele estava brincando sobre os tapas ela respondeu:
— Bem! Já fiz coisas bem piores, sim.
O resultado disso veio na forma de um daqueles tapar bem ardidos que além de não machucar acaba atiçando ainda mais o tesão e nas palavras de Juca:
— Então já que é assim vamos melhorar isso ainda mais mesmo.
A princípio ela chegou a ficar preocupada, mas como Juca apenas se afastou e ficou esperando ela acabou por se levantar e se virar pra ele com cara de quem não sabia do que se tratava e por isso Juca se aproximou e enquanto a ajudava a se deitar de constas sobre o capô do carro acrescentou:
— Agora chegou a hora de fazermos aquilo que segundo sua mão só as putas fazem e por isso como uma boa puta que é você irá se soltar e aproveitar ao máximo gozando quando puder.
Nem seria preciso o suspiro de prazer que Valdirene soltou, pois só o seu sorriso já bastou pra dizer a Juca o quanto ela gostava daquela forma de sexo e por isso mesmo não sendo a sua predileta ele passou a beijar, lamber e chupar avidamente aquela boceta que a natureza tinha feito quase sem pentelhos e apor isso uma das mais ideais pra serem chupadas. Na medida que Juca ia se deliciando com a boceta de Valdirene ela foi se soltando e tomando gosto pela coisa que finalmente pediu em voz entrecortada pelo prazer:
— Venha! Me fode... logo.
Prontamente Juca se dispôs a atender ao apela dela e se levantando ergue as penas de Valdirene e após fazer as coxas grossas dela ir de encontro ao peito dela encostou a cabeçorra de sua tora e a foi fazendo deslizar por aquele canal tão molhado e justo que até parecia ter sido feito sobre medida para o seu pau e devido aquela posição a introdução foi tão funda que Valdirene exclamou toda cheia de surpresa:
— Caracas! É tão comprido que dá pra sentir ele forçando bem lá no fundo.
— E isso te está incomodando?
— Que nada! Estou achando é uma delicia total.
— Então relaxe e goze.
Dito isso Juca passou a tirar e por seu caralho naquele ritmo que permite à mulher sentir sua tora em toda sua plenitude e com isso ela foi gozando e gozando até que por fim ela quase implorou:
— Por favor! Goze em mim que não agüento mais esperar.
Mesmo não sendo aquela a intenção inicial de Juca a certeza que tinha de que mulher satisfeita além de voltar acaba trazendo alguém consigo o fez apesar o vai e vem apenas pra fazer seu corpo se chocar contras as coxas de Valdirene de forma a soar feito tapas e com isso ela acabou exclamando:
— Minha nossa! Suas bolas estão batendo meu cú e quase me enlouquecendo de tesão.
— Então goze gostoso que o próximo a levar ferro será ele!
E após deu alguma rápidas e profundas estocadas para por fim soltar outra enxurrada de porra bem lá no mais fundo de Valdirene.
Nos primeiros momentos Valdirene tinha a nítida impressão de que aquela espécie de força que tinha nascido dentro de si e que tinha crescido lentamente até terminar em algo parecido com uma explosão de pura energia que resultou naquele estado de total lassidão e dormência pelo corpo todo que mais parecia que ela estava flutuando em nuvens e então depois de vários minutos apenas curtido aquela coisa maravilhosa e inédita ela abriu os olhos para dar de cara com Juca todo sorridente e lhe dizendo:
— Bem vinda de volta ao mundo dos mortais!
Isso fez Valdirene sorrir de orelha a orelha e por fim perguntar:
— Por que bem vinda ao mundo dos mortais?
— Porque segundo sei quando alguém atinge um orgasmo assim tão intenso como o que alcançou essa pessoa vai para um lugar chamado Nirvana onde vivem um punhado de deuses que não sei o nome.
— Bem! Se tem deuses por lá eu não sei não, mas que isso é danado de bom isso é sim.
Juca não precisou analisar muito pra deduzir acertadamente que aquela era a primeira vez Valdirene alcançava um orgasmo de verdade e por isso ele decidiu por falar:
— É morena! De hoje em diante você pode dizer e afirma que definitivamente deixou de ser virgem, pois uma mulher só pode ser considerar desvirginada de verdade mesmo depois que souber o que é ter um orgasmo de verdade.
A resposta a isso foi Valdirene passar as penas pela cintura de Juca e puxá-lo para si de forma a se beijarem prolongadamente e ao final ela ainda toda feliz exclamou:
— Tudo isso está tão gostoso que se pudesse não deixaria acabar nunca mesmo!
— Eu também estou gostando demais disso e principalmente dessa sua bocetinha deliciosa, mas a certas coisas na natureza humana que sempre acabam sacaneando.
E logo em seguida Juca posicionou as penas de Valdirene esticadas para cima e fez seu caralho deslizar lentamente pra fora para em seguida se afastar e passar a dar uma que merecida e deliciosa urinada e segui a isso ele dirigiu à parte detrás do carro de onde retirou do porta-malas um garrafão térmico com água gelada e uma garrafa de café e voltado a se juntar a Valdirene lhe ofereceu dizendo:
— Gostaria de ter algo mais adequado a lhe oferecer, mas na falta teremos que nos contentar com isso mesmo!
Já que ela também estava com muita cede a primeira coisa que foi matá-la para em seguida tomar um generoso gole da café e após isso se recostou em Juca que de imediato passou a lhe acariciar a bunda o que levou dizer:
— Tem jeito não! Pois se não me engano querendo ou não acabarei tomando do cú, certo?
No lugar de responder Juca perguntou:
— O que de tão errado assim você acha em dar o cú?
— Não que ache errado, mas é que seu pau é tão grande que tenho certeza de irá me machucar toda, só isso!
Claro que aquilo não era nada pouco e por isso Juca procurou acalmá-la:
— Calma morena! Até hoje nenhum das mulheres que levaram meu cacete no rabo se machucaram.
Enquanto lhe acariciava bunda e o cú Valdirene se aproveitou pra passar a lhe acariciar o cacete e como na certa dificilmente teria outra oportunidade pra chupar um ele se agachou e já o caeté de Juca ainda estava mole ela pode se deliciar pondo ele quase todo na boca, mas sua alegria durou pouco, pois na medida que ia endurecendo menos dele ela conseguia manter dentro boca e quando finalmente ele estava completamente duro ele tem um demorado beijo na cabeça e se levantou dizendo:
— Já que minha avó parecia estar certa ao dizer que a pior dor é de nunca se ter nem ao menos tentado, vamos a ela então!
Seguido a isso Valdirene se debruçou sobre o capô do carro e sem que Juca nem ao menos sugerisse ela abriu a bunda com as mãos cabendo a ele apenas se servir do que lhe estava sendo tão calmamente oferecido e com isso ele pegando o frasco de gel lubrificante espalhou uma generosa camada sobre o cuzinho de Valdirene e uma outra sobre sua torra e quando encostou aquela cabeçorra na porta do cuzinho dela ele pediu:
— Se doer muito é só avisar que paro!
Ele lugar de responder Valdirene meneou a cabeça afirmativamente e como até aquele tudo que tinham lhe dito sobre dores dolorosas tinham sido pouco perto da verdade das dores a pequena que passou a sentir quando a tora de Juca passou a abrir caminho a fez ficar esperando pelo pior passando a prestar atenção constante naquilo, mas como a dor em lugar de aumentar sumiu, ela passou a gostar daquela estranha sensação que aquilo lhe causava e então o corpo de Juca tocou o seu e a certeza de que tudo já tinha entrado veio com ele dizendo:
— Beleza, morena! Agora que já entrou tudo é só rebolar no meu pau e gozar.
No inicio Valdirene não conseguia que dar o cú fosse tão bom e gostoso como aquilo estava sendo e por isso começou a menear os quadris timidamente e como isso foi fazendo o tesão aumentar ela não demorou muito a começar a gemer baixinho e a dar uma fungada mais profunda que a outra.
Como uma bunda tão gostosa e acolhedora como aquela não se encontrava assim ao facilmente Juca passou a capricha na foda pegando Valdirene pelos ombros e passando a tirar e pôr sua tora daquela gostosura e como aquilo merecia um elogio e um incentivo ele falou.
— Isso! Dá essa bunda gostosa pra mim. Vai! Devore meu cacete com esse cuzinho gostoso.
Isso fez Valdirene aumentar os gemido, as fungadas e a cadencia do balanço da bunda e com isso Juca pode acompanhá-la aumentando a velocidade das estocadas até que novamente os estalos do choque de seu corpos voltou a soar e então Juca passou as mãos por sob o peito de Valdirene e a pegando pelos seios a puxou para si pedindo:
— Vai, minha puta! Goze gostoso com meu pau cú, goze? Vai! Aproveita minha porra e goze com ela.
Valdirene gozou no exato momento em que o jato de porra de Juca começou a fluiu e foi com tal intensidade que se Juca não a tivesse segurado ela teria batido a cabeça no carro e como até ela tinha ficado bem baqueado com aquela ultima gozada ele se deixou deitar por sobre as costas de Valdirene passando a desfrutar assim como ela daquele delicioso enlevou que só uma boa foda consegue dar.
Novamente Juca esperou seu cacete amolecer pra o retirar e assim que o fez pegou o garrafão e água passou a lavar seu cacete e como Valdirene estava com rosto virado para aquele lado e acompanhava tudo ele lhe perguntou:
— Que se lavar também?
Como ainda não tinha forças suficientes pra responder ela respondeu afirmativamente com um menear de cabeça e com isso se aproximou e passou a delicadamente lavar a bunda de Valdirene sem deixar, é claro, de dar aquele capricho no cuzinho e na bocetinha dela e como a água gelada ajudou muito na sua recuperação ela finalmente se ergue e se apoiando de costas no carro puxou Juca pra si e após um mais que prolongado perguntou:
— Satisfeito?
— Satisfeitíssimo! E você?
— Não tenho vergonha nenhuma de confessar de que até eu nunca tinha gozando e nem gostado de muito de transar, mas de hoje em diante graças a você eu sei o que e como isso é gostoso.
Juca nunca se deu bem com elogios e ou agradecimentos e por isso a silenciou com beijo rápido pra dizer:
— Nunca se esqueça de que numa boa foda 99% da qualidade dela acaba sendo devida à performance da mulher e pó isso sou eu que tenho o que e a quem agradecer.
Novamente mais um beijo aconteceu e ao fim dele Valdirene com cara meia triste disse:
— Ondeio bancar a estraga prazeres, mas preciso voltar pra casa.
— Hum, caramba! A coisa está tão boa que até me esqueci disso.
E dito isso anos passaram a juntar e vestir sua roupas e tão logo se vestiram tomaram o caminho ce volta pra cidade e quando Juca parou no local indicado por Valdirene e lhe entregou os $ 400,00 ela perguntou:
— Como me saí no meu vestibular pra puta?
— Sem a menor sobra de duvida você já nasceu uma puta danada de boa o que te faltava era apenas descobrir isso e por isso sempre que quiser ganhar uns trocos bastará me ligar.
Valdirene pegou o cartão que ele lhe estendia e após um beijo rápido desceu do carro e se foi levando consigo a certeza de que Juca estava mais do certo ao dizer que ela já nascera uma puta e já que ela tinha perdido um bom tempo daí em diante ela cuidaria de tirar o atraso sim.

FIM
enviada por Katia Ramos






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