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Contos da Katia Ramos

03/02/2004 01:30
No trenó de Papai Noel!

©Kátia Ramos – katiaramos_kr@ig.com.br – ICQ 162167967

Claro que se perguntarem pra Cidinha, ainda mesmo hoje quando já se passaram vários anos, ela assim mesmo garantirá que nunca foi uma Maria-vai-com-as-outras, mas no que se refere à sua iniciação e à fase inicial de sua vida sexual foi seguindo sua irmã Raimunda que tudo começou.
Era aquela época que antecede ao Natal em que as lojas abrem até as 22 horas e como sempre lá estavam Cidinha e Raimunda circulando pelo centro comercial para assim como todas garotas de 15 e 17 anos respectivamente, também sonharem estarem comprando tudo o que as vitrines mostravam e foi assim de loja em loja que mais uma vez elas foram parar na Galeria Central onde no ano anterior Raimunda tinha ganhado do proprietário um par de tênis para cada uma que ao vê-las se aproximou dizendo:
— Pelo visto vocês só devem viajar de carona no trenó de Papai Noel, pois só aparecem aqui pelo Natal.
— É que nossa mãe afrouxa um pouco a vigilância nessa época!
Bem que Raimunda tentou deter Cidinha com uma cotovelada, mas essa a ignorou e concluiu a frase o que deixou Raimunda tão furiosa que ela decidida a armar pra irmã desafeta se afastou um pouco e como João a seguiu ela perguntou:
— Será que uma menina boazinha conseguiria ganhar outros dois pares de tênis?
João tocou significativamente a bunda de Raimunda dizendo:
— Se essa menina souber ser boazinha da maneira adequada sim!
Ninguém melhor que Raimunda pra saber o quanto difícil lhe fora escapar sem tomar no cú ano passado e por isso ela girou lentamente o corpo evitando assim o contato da mão dele para em seguida dizer:
— E se em lugar disso essa menina boazinha for virgem?
E como ela olhou para onde Cidinha conversava com Mauro um antigo colega de escola, João pôde analisá-lo tranqüilamente para por fim perguntar:
— E por que não as duas?
— Porque uma virgem vale muito mais mesmo.
Novamente ele ficou analisando Cidinha detalhadamente e como ela mesmo sendo mais nova também era mais baixa e com um corpinho bem mais definido ele concordou:
— Tudo bem! Mas, tem certeza que ela irá aceitar?
— Mas, é claro que sim!
E se afastando dele se aproximou de Cidinha e a puxando para fora da loja foi direto ao assunto:
— Ta lembrada dos tênis que consegui no ano passado?
— Claro que sim!
— Pois, está na hora de você me retribuir o presente.
— Como assim?
— É que o Sr. João quer você esse ano!
— Ta brincando, né?
— Claro que não!
— Mas, eu sou virgem!
— E já que se não for ele acabará sendo outro não vejo porque você desprezar aquela maravilha de tênis.
Cindinha queria mesmo era cair fora e por isso tentou uma escapada:
— Justamente por ser virgem que acho pouco demais um par de tênis.
— Um par não e sim dois pares.
— Sim, mas será um pra mim e outro pra você.
— Só que no ano passado fiz o mesmo por você, ou já se esqueceu?
— E como poderia esquecer se você vive falando nisso?
João acenou para Raimundo indicando que não demoraria pra fechar a loja e isso a levou a insistir:
— Olha Cidinha! Quantas vezes terei que te dizer que se não for um acabará sendo outro qualquer e que na primeira vez pouco importa com quem será, pois a porcaria será a mesma?
Realmente ela vivia falando aquilo e por isso Cidinha acabou dizendo:
— Tudo bem! Eu aceito.
Mais que depressa Raimunda puxou a fila até João estava e ao se aproximar indicou Cidinha dizendo:
— Ela é todinha sua!
— Ótimo!
E pegando Cidinha gentilmente por um dos braços a conduziu para parte interior da loja onde ele mantinha um pequeno escritório e após entrar e trancar a porta perguntou a ela:
— Você é mesmo virgem?
— Sou sim, por que?
— Porque serie tão carinhoso que no final você não terá do que reclamar.
É claro que ela não entendeu porque ele dissera aquilo e então João se aproximou dela lhe deu um beijo na boca e passou lentamente a desabotoar a blusa que ela usava e como a vergonha se fez presente Cidinha fechou os olhos e João percebendo o que motivara aquilo falou:
— Não precisa ter vergonha porque seus peitinhos são lindos demais.
E como que querendo provar o que dizia João passou a sugar os peitinhos de Cidinha que por ainda serem um pouco pequenos e terem aquela forma cônica muito comum nas adolescentes couberam por inteiro em sua boca e ao final ele não pode deixar de dizer:
— E também são muitos gostosos!
E por falar em gostoso aquilo estava fazendo um delicioso comichão surgir na boceta de Cidinha que por isso se viu na obrigação de dizer:
— Também estou achando muito gostoso mesmo!
— Já que é assim vamos a outra coisa ainda muito mais gostosa.
E então ele abriu as calças de Cidinha e a tirou lentamente e após fazer o mesmo com a calcinha afez se deitar de costas sobre a mesa e passou a beijar e em seguida a chupar a bocetinha dela que em resposta a aquilo passou a gemer e a se contorcer de puro prazer e então quase no auge de tudo João parou e passou a se despir e assim que colocou uma camisinha se posicionou para o ataque o que levou Cidinha que observava tudo de olhos semi cerrados a perguntar:
— Vai doer muito?
— Serei tão cuidadoso que não sentirá outra coisa que não seja muito prazer!
Após isso João se curvou sobre ela e enquanto beijava a boca de Cidinha posicionou seu caralho com uma das mãos e o foi fazendo deslizar tão lentamente que nem mesmo a forte pontada de dor que sentiu foi capaz de assustar Cidinha e com isso nem o cacete de João tinha acabado entrar e ela já estava gostando e foi gozando até que João tirou seu cacete dizendo.
— Ta na hora de mudar um pouco!
Em seguida ajudou Cidinha a se posicionar debruçada sobre a mesa e após afastar as pernas dela pra ajustar a altura tirou a camisinha e passou a espalhar algo ainda desconhecido por ela que estranhando aquilo perguntou:
— O que é isso que está passado no pau?
— É vaselina líquida!
— E pra que serve isso?
Aquela pergunta não deixou mais duvida alguém de que Cidinha me sequer imaginava o que estava preste a lhe acontecer e como isso aumentou ainda mais a excitação que sentia ele se limitou a dizer:
— Calma que logo verá!
Quase que seguido a isso ele posicionou a cabeção do cacete sobre o cuzinho de Cidinha que só então percebendo o que estava por lhe acontecer:
— Ah não! Isso não.
E como ele tentou se erguer João a segurou com firmeza pelos ombros e num golpe rápido e certeiro fez sua pica desaparecer por aquele buraquinho desprevenido a dentro e é claro que aquilo fez Cidinha sentir vontade de gritar, mas a dor foi tão intensa que mesmo fazendo isso não saiu mais nada que um gemido rouco e forte, mas abundancia de suor que brotou nas contas de Cidinha indicou a João que nada estava assim tão bom e por isso ele falou:
— Pode se aclamar que o pior já passou!
Mesmo duvidando muito do que ele dizia Cidinha, por falta de alternativa, se calou, mas bastou que João passasse a mover seu cacete pra dentro e pra fora pra que além de não doer mais ela passasse a sentir um tesão bem diferente e bem mais gostoso e por isso ela pediu:
— Mete no meu cú até eu gozar de novo, mete!
Já que aquilo indicava que não havia mais o que temer João passou a meter com todo gosto naquela bundinha pouco maior do que a duma menininha que por isso tornava os 18x3,5cm de cacete dele em algo bem mais avantajado e como com a passar do tempo ela estava achando aquilo cada vez mais gostoso Cidinha pediu:
— Estou quase gozando, vai mete com força!
João atendeu ao que ela pediu e quando já não agüentava mais pediu:
— Agora vai! Goza comigo minha putinha gostosa!
Como se esperasse apenas por aquilo, Cidinha liberou o gozo no exato momento que a porra de João começou a fluir e se foi bom pra ela pra ele foi tão melhor que enquanto se vestiam João se viu obrigado a dizer:
— Sem dúvida você foi a virgem mais gostosa com quem já transei e por isso sempre que precisar ou quiser alguma coisa é só me procurar.
— Tudo bem! Se for preciso te procurarei.
Cidinha saiu e foi ter com Raimunda que de imediato quis saber:
— Me diga aí como foi?
— Foi tão bom e ele gostou tanto de mim que me disse para procurá-lo se precisar ou quando quiser!
Por achar que aquilo não expressava a verdade dos fatos Raimunda ia dizer que ela mentia, antes que pudesse fazê-lo João retornou trazendo além dos tênis uma calça e uma blusa para cada uma delas, mas o que fez Raimunda ficar ainda mais com ciúmes foi ele ter dito:
— Como está vendo gostei tanto de você que aumentei com muito prazer o que me pediu.
Cidinha quis agradecer, mas Raimunda se antecipou:
— Mas, não se esqueça de que fui quem ajeitou tudo, viu?
— Sim! E é por isso que você está recebendo o mesmo que ela.
Raimunda queria ir mais além, mas Cidinha a puxando pelo braço a tirou da loja e uma vez lá fora disse:
— O que você estava querendo conseguir agindo assim?
— Só queria deixar bem claro a vocês que se não fosse por mim nada teria acontecido, só isso!
— Credo, Rai! Se soubesse que você era tão mesquinha assim não teria aceitado entra nessa jogada de jeito nenhum e por isso de agora em diante não conte comigo pra mais nada mesmo.
— Melhor assim, pois amiga de verdade é o que nunca me faltou.
Raimunda apressou o passo e já que Cidinha não fez o mesmo em pouco tempo elas se distanciaram a ponto de por muito tempo não mais andarem juntas.

Fim
enviada por Katia Ramos






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