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Contos da Katia Ramos

07/07/2004 00:28
Levantando o astral!

© Kátia Ramos – ramos_katia@hotmail.com – ICQ 162 167 967

Realmente o astral de Cláudia estava mais baixo que barriga de cobra e nem mesmo a alegre companhia de sua prima Joyce conseguia no mínimo alegra-la um pouquinho sequer e foi por que ela se despediu da prima e com passos curtos e muito desanimados começou a voltar pra casa, mas pouco depois que saiu da casa de Joyce um carro parou ao seu lado e uma voz mais que conhecida perguntou:
— Quer uma carona?
Na verdade o que Cláudia mais queria era ficar sozinha mesmo, mas como fazia um bom tempo que ela nem ao menos ouvia falar do paradeiro de Juca ela aceitou e como era impossível que o estado de espírito dela passasse desapercebido ele só esperou que ela se ajeitasse no banco do carro para perguntar:
— Nossa! Que bicho te mordeu?
Apesar de não ser aquela a intenção imediata mesmo assim acabou fazendo Cláudia sorrir e após alguns segundos de reflexão responder:
— Não sei ao certo se foi mordida ou picada, mas o efeito acabou sendo o mesmo, ou seja, me fodi pra valer!
Apesar de nem ao menos se assemelhar com uma resposta esclarecedora já era uma bom começo e por isso ele insistiu:
— Sem maiores detalhes não poderei nem ao menos opinar se foi uma coisa ou outra?
Cláudia parou por um momento pesando os prós e os contras de se abrir com Juca e como os prós venceu ela começou:
— Como sabe ando namorando um cara escondido de meus pais e a pouco mais de um mês eles descobriram e como era de se esperar me proibiram terminantemente de encontrá-lo.
Cláudia fez uma pequena pausa como que querendo saber se Juca estava ouvindo e acompanhando a narrativa o que o levou a dizer:
— Que merda! E aí?
— E aí que eu não só desobedeci às ordens deles como acabei pura e simplesmente me vingando dessa coisa tão antiquada e arbitrária e agora estou assim sem saber ao certo o que fazer e como agir daqui pra diante.
Realmente a coisa estava complicada demais com Cláudia falando tudo e não dizendo nada e por isso Juca se viu sem ter o que e ou como dizer alguma coisa e na falta de coisa melhor continuou rodando lentamente pela cidade em silencio e como aquilo estava ficando muito constrangedor ele foi direto e reto:
— Me desculpe, mas até agora você se portou como a maior perita em desinformação que conheço e por isso não tenho um nada sequer pra te dizer.
De tão certo que ele estava que Cláudia lutando com todas as forças que tinha conseguiu driblar a vergonha o suficiente pra dizer:
— Deixei que ele me tirasse a virgindade!
Nem mesmo Juca sabe dizer se foi de propósito ou se aquilo escapou numa boa, mas a verdade é que ele acabou dizendo:
— Porra! Sem dúvida isso nada ter a ver com mordida e sim foi uma daquelas picadas de foder pra valer mesmo!
Mesmo sem saber se a intenção de Juca era aquela Cláudia acabou rindo com gosto e ao final disse:
— Realmente foi mesmo uma picada e realmente doeu pra caralho.
Ao que parece a coisa continuaria na base da brincadeira e por isso Juca falou:
— Mulher é um bicho danado de engraçado mesmo, né?
— Por quê?
— Porque se foi justamente um caralho que provocou a dor como o que você acha que deveria ter doído?
Foi só então que Cláudia percebeu o disparate que tinha dito e como Juca estava cheio de razão ela continuou:
— Tudo bem! Mas, mesmo assim não doeu muito mesmo e já que estamos falando nisso você saberia me explicar por que dói tanto assim?
O tom de voz de Cláudia indicou muito bem a que tipo de dor ela se referia e sem dúvida nem mesmo alguém como Juca estava preparado pra responder adequadamente a aquilo e por isso ele procurou uma saída menos vexatória continuando a brincar:
— Acontece que sempre estive do outro lado do caralho e por isso nada tenho a dizer e as suas amigas o que dizem sobre isso?
Ao colocar a questão em qual dos lados do caralho se esta tornou até que mais fácil para Cláudia falar sobre aquilo e por isso ela foi sincera:
— Sempre tem as que gostaram e também as que não gostaram nem um pouco.
— E você o que achou?
Até então Cláudia não tinha se dado ao trabalho de pensar detalhadamente no que realmente tinha lhe acontecido e como após pesar os prós e os contras ela concluiu:
— Bem! Realmente doeu um pouco sim, mas foi uma dor diferente e até que gostosa de sentir e como ele foi muito carinhoso acabou até sendo muito mais gostoso do que eu esperava, mas mesmo assim continuo achando que faltou alguma coisa e o ruim de tudo é que quanto mais penso nunca consigo descobrir o que é.
Juca nunca tinha ouvido aquilo assim de forma tão direta, mas ja tinha ouvido tanto suas irmãs como as amigas delas falarem sobre seus dissabores sexuais que se achou em condições de arriscar:
— Tudo o que eu disser poderá lhe parecer muito suspeito, mas mesmo assim me arrisco a dizer que acho que essa sensação de vazio se deve mais a toda expectativa que envolve esse acontecimento do que propriamente dito a alguma coisa que tenha saído errada ou faltado.
Novamente se fez silêncio entre o casal e dessa vez enquanto Cláudia analisava como alguém que parecia ser tão alheio a tudo conseguira ter ido tão profundamente no X da questão ela deixava correr em sua imaginação o belo filme de seu casamento seguido da festa e finalmente a noite de núpcias regada a champangne e sobre lençóis de cetim. Mas em lugar disso tudo rolou no banco traseiro do carro de Ari estacionado numa ruela sem saída próxima da escola onde ela estudava e isso a fez suspirar profundamente e dizer:
— É! Você sabe muito bem mesmo como as coisas funcionam, pois é justamente assim que me sinto em relação a isso tudo, mas será que isso tudo irá passar?
Mais uma vez Juca estava diante duma pergunta para a qual ele não tinha nem idéia de qual resposta seria a mais adequada e por optou por algo mais ao seu gosto:
— Vai sim!
Nisso Cláudia discordava plenamente e por ironizou:
— E tem idéia de quando será?
É claro que Juca só tinha dito aquilo apenas por falta de coisa melhor, mas mesmo assim ele não se deixou apanhar:
— Tenho certeza de que agora que todas as suas expectativas se foram você verá que uma transa será melhor que outra.
Cláudia encarou Juca com aquela expressão de quem duvida do que ouviu o que levou Juca a tocar carinhosamente o rosto dela e dizer:
— Vá por mim e verá que o tempo é o melhor remédio até pra isso!
Cláudia estava realmente na pior e por isso em lugar de dar qualquer sinal de melhora apenas falou:
— Sinto muito por discordar, mas no meu caso só está piorando mesmo!
— Pela sua forma de dizer devo deduzir que não foi apenas uma vez, certo?
— Exato! Foram varias vezes e pode acreditar que nenhuma foi melhor que a outra,
Realmente aquilo tornava as coisas ainda mais sérias e já que ela mergulhou num silêncio tão profundo que Juca não vendo alternativa passou a dirigir sem rumo ou destino certo, mas como não demorou muito para que aquilo ficasse chato demais ele quebrou o silêncio:
— Sabia que é justamente por isso que não costumo de tirar cabaços?
A principio Cláudia pareceu não ter ouvido, mas finalmente ela ergueu a cabeça, expirou com força e disse:
— Mas, em compensação não há bunda, de virgem ou não, que te escape!
— E Você tem algo contra isso?
— Já que pelo que sei nenhuma delas tiveram do que reclamar quem sou eu pra ter algo contra?
Sem dúvida aquilo soou surpreendente até mesmo para Juca e por isso ele acabou dizendo apenas:
— Sério?
— Claro que sim. Mas, tem um, porém: no caso das virgens eu entendo que o sexo anal acaba sendo uma alternativa muito boa, mas as não virgens essas eu não entendo mesmo.
Novamente ali estava outro aspecto sobre o qual Juca não tinha nem ao menos cogitado sobre quais os motivos ou razões e por isso aproveitou pra perguntar:
— Sendo assim por qual motivo você faria sexo anal?
Cláudia se pôs a pensar e como não achou justificativa melhor se saiu assim:
— Acho que pra ver se é tão bom como todas dizem que é.
Novamente Juca a surpreendeu:
— Ótimo! E por que você tem feito sexo?
A surpresa de Cláudia foi tal que ela se voltando para Juca perguntou:
— Como assim por que faço sexo?
— É simples! Quais os motivos e as razões que te levaram e que te levarão a transar?
Para Juca até poderia parecer simples, mas para Cláudia não e por isso ela passou a analisar em voz alta:
— Quando tomei a decisão de permitir ao Ari tirar meu cabaço a principal justificativa era de que eu o amava e já que meus pais não permitiriam de forma alguma a seqüência do nosso namoro eu apenas estava fazendo o que era certo fazer. Depois de tudo feito, quando aquele enorme vazio bateu fundo, a minha justificativa foi a de colocar toda a culpa na intransigência de meus pais e como isso só me fez sentir ainda mais mal acabei banindo esse sentimento mesquinho duma vez por todas. O ruim mesmo é que quanto mais penso pior fico.
Ela se calou e passou a fitar a distância como alguém que espera por algo sem saber o que é isso levou Juca a dizer:
— Por mais que te pareça complicado a meu ver tudo se resume nas expectativas erradas e na falta de pelo menos um objetivo concreto veja você mesma que quando você disse que daria o cú pra poder descobrir se era tão bom como te dizem e quando disse sobre os motivos que te levou a dar a boceta você nem ao menos conseguiu apresentar uma justificava válida, ou seja, você tem um objetivo e uma expectativa para dar o cú enquanto nem ao menos tem uma desculpa esfarrapada para dar a boceta.
Novamente se fez silêncio total entre eles o qual foi quebrado com Cláudia tentando se justificar:
— Tudo bem! Sou obrigada a admitir que de tanto ouvir sobre as delicias que é tomar no cú isso acabou de deixando deveras curiosa sim.
— E que te falou sobre isso?
— Basicamente a Joyce e a Clarice, mas quem começou tudo mesmo foi minha tia Shirley quando nos aconselhou há nos valermos disso pra mantermos o cabaço intacto até o casamento.
Aí estava uma coisa muito boa pra se saber e por isso Juca perguntou:
— E além de você quem mais estava presente?
— A Joyce e a Márcia!
— E a Clarice?
— Ela ainda não morava aqui, ah! Teve a Cleuzinha também.
Isso tudo fez Juca tirar um tempo pra ponderar em que aquilo poderia lhe ser útil, pois, no que dizia respeito á Clarice e á Cleuzinha ele apenas tinha dado sua contribuição que no caso de Clarice foi lhe inaugura a bunda já que ela começara a chupar caralho aos 10 anos de idade; Cleuzinha por seu lado já era uma quase profissional do sexo e por isso coube a Juca apenas convencê-la de que o importante não era o tamanho do caralho e sim como ele era usado, mas o fato de Shirley aconselha a filha e as sobrinhas a darem cú era um fato a ser explorado com muita habilidade mesmo e por isso dando ares de pouca importância a aquilo perguntou:
— E sua tia já sabe que você ignorou o conselho dela?
— Fui até a casa dela com esse objetivo, mas na hora H faltou coragem e isso me deixou ainda mais deprimida.
E já que a tristeza que aquilo causa transpareceu na voz ele mudou o rumo das coisas indo o mais direto possível ao que lhe interessava:
— Sei quanto isso pode ser ruim sim. E além dela quem mais você sabe que se valeu do sexo anal pra se manter virgem?
— Que eu saiba mesmo além da tia Shirley foram minhas tias Hilda e Inêz, minhas primas Ivana e Joyce e sem dúvida minha avó Amélia, pois é dela que partiu essa diretiva familiar.
Juca analisou por algum tempo a qualidade e a utilidade daquelas informações e como saber sempre foi muito bom ele insistiu:
— E sua mãe e irmã?
Mesmo não entendendo onde Juca queira chegar Cláudia respondeu:
— Minha mãe não fala um nada sequer sobre sexo e por isso nada sei e nem tenho como saber, mas pelo zunzum que já ouvi tanto vindo do quarto dela como do banheiro ela curte um pau no cú sim! A Rosa, pelo que ela diz, nunca deu e nunca dará o cú por achar isso coisa de veado.
Isso fez Juca mais uma vez analisar detalhadamente o que lhe fora revelado e ao final concluiu:
— Porra! Sem dúvida você descende de uma linhagem que gosta de tomar no cú e com isso só me resta saber quando será a sua vez de dar continuidade a essa quase tradição familiar?
Cláudia ficou pensando por alguns segundos e finalmente fixou o olhar no horizonte e disse:
— Sinceramente eu nunca fui lá muito sexualmente decidida, pois sempre oscilei entre apenas chupar e dar o cú como faz a Joyce ou liberar geral como a Márcia planeja fazer, mas pintou isso tudo e cá estou eu que mesmo já tendo perdido o cabaço ainda não sei ao certo se isso me foi bom ou ruim?
Sem dúvida a forma interrogativa com que Cláudia terminou a frase indicava a Juca que ela esperava por uma resposta, mas como ele ainda estava analisando o que ela tinha querido dizer sobre opção de Márcia ele querendo ir mais a fundo naquilo procurou dirigir o assunto de forma a não chamar a atenção demasiadamente ponderando:
— Pra saber se você agiu certo ou errado será preciso, a meu ver, que se analisem bem os fatos que já temos:
Primeiro: dar o cú pra preservar o cabaço já esteve muito mais na moda quando toda mulher sem cabaço era banida da sociedade o que a exemplo da Joyce é muito praticado por garotas evangélicas com o mesmo intuito das mulheres de antigamente o que no seu caso já está fora de questão. Quanto ao liberar geral da Márcia eu conheço muito pouco pra saber o quanto ela está disposta a liberar e como fará isso...
Nisso Cláudia o interrompeu:
— E tem quantidade e modalidade pra isso?
— Pra muitas pessoas pode parecer que não, mas ao se analisar bem tem sim. É que pra algumas mulheres liberar geral é liberar geral mesmo, ou seja, dar pra quem der vontade sem se importar com as conseqüências.
Outra interrupção:
— Assim como a Cleuzinha!
Isso mesmo! E por outro lado tem aquelas que só dão para seus namorados e na maioria das vezes nem sempre tudo o eles querem.
Novamente Cláudia interveio:
— Exatamente como Rosa!
— Isso mesmo! E já que pelo visto fatos pra analisar é o que não te falta informação e só te falta mesmo é botar elas em ordem e ver o que poderá tirar disso tudo.
Dessa vez o silencio de Cláudia veio acompanhado de um delicado anelar dos cabelos com uma das mãos e por fim ela buscou uma posição que permitisse olhar pra Juca e começou:
— Não há a menor dúvida de que opção da Joyce está totalmente descartada pelo motivo óbvio de que não sou mais virgem. Agir como a Cleuzinha pode até parecer ser uma boa opção, mas a meu ver minha personalidade não se presta a isso. Com isso só me resta o exemplo da minha irmã que desde que perdeu o cabaço só deu e continua dando pro namorado o que sem dúvida acaba sendo a melhor opção, isso é se não fosse à ignorância de meus pais em não aceitar meu namoro com o Ari, complicado, né?
Até mesmo pra Juca que gostava de simplificar as coisas ao extremo a falta de iniciativa de Cláudia em optar por um rumo a seguir o estava deixando sem argumentos e por isso ele decidiu por perguntar:
— E o que eles alegam contra seu namorado?
— Aquilo de sempre, ou seja, que não pertencemos a mesmo "mundo", entende?
— Claro que entendo, mas não compreendo!
O olhar interrogativo de Cláudia levou Juca a se estender:
— O que não entendo é que o discriminado de hoje será o festejado de amanhã.
— Como assim?
Como já estava cansado de ficar rodando a esmo pela cidade Juca estacionou sob algumas árvores defronte ao cemitério e após se ajeitar o mais confortável que pode falou:
— O que quero dizer é que se um dia desses o seu namorado passar a integrar a doutrina que você segue tudo estará resolvido, certo?
— Certíssimo!
Isso fez Juca menear a cabeça negativamente dizendo:
— Santa hipocrisia! Concorda?
Cláudia aproveitou o intervalo que tirou pra pensar se e em que concordava pra reclinar o banco do carro e como ao repassar os fatos isso a fez se lembrar da alternativa sexual usada por quase todas as garotas associadas a aquela doutrina e por isso ela trouxe o assunto à baila:
— E se levar em conta que a preservação da virgindade a qualquer preço tem custado muito pau no cú das garotas a hipocrisia fica ainda maior.
Devido ao que sabia sobre o sexo anal não ser prerrogativa das garotas que queriam se manter virgem ou pertencente a qualquer doutrina ele falou:
— No meu ver a hipocrisia reside apenas no preconceito existente para com quem se pratica o sexo seja ele anal ou não e não apenas no objetivo buscado ou acha que estariam te pegando pelo pé se estivesse namorando a mim e não ao Ari?
Por já ter ouvido aquela sugestão de sua mãe e de seu pai ela concluiu:
— Claro que não, pois ao que parece você atualmente é o preferido de todas as mães e pais com filhas solteiras. O que mais me intriga é por que condenam tanto o sexo tido como normal e quase que incentivam abertamente o sexo anal e você saberia me dizer o porquê disso?
— O mais óbvio seria afirmar que é porque cú não tem cabaço!
— E não é?
— No meu ver não! E se fosse apenas visando preservar o cabaço por que suas tias e mãe continuam tomando no cú numa boa
Isso desarmou Cláudia de tal forma que ela não viu alternativa que não fosse perguntar:
— E pra você o que levam elas a continuarem tomando no cú?
Juca sorriu, recostou no seu banco e respondeu:
— Por que elas gostam!
— Só isso?
— Só isso sim. Ou você acha que a Joyce deixará de dar o cú depois que se casar?
Mesmo que não se tivesse dito de forma direta que Joyce ainda se mantinha tecnicamente virgem pura e simplesmente por gostar demais de tomar no cú Cláudia continuou como se isso tivesse sido dito claramente:
— Mas, o que será dela se a exemplo do Ari o marido não gostar dum cuzinho?
Finalmente a verdade de tudo tinha vindo à tona, pois nem mesmo Juca tinha aceitado as justificativas de Cláudia para tal estado de espírito e já que o conteúdo daquela frase deixou tudo as claras ele foi incisivo ao perguntar:
— Tem certeza de que em momento algum você se sentiu obrigada a transar com seu namorado?
Cláudia cobriu o rosto com as mãos se pondo a chorar baixinho o que fez Juca a fazê-la vir se aconchegar em seu peito de forma que ele pode finalmente acariciar o cabelo sedoso e cheiro de Cláudia que lentamente foi se acalmando e então começou o desabafo final:
— Na verdade eu sempre sonhei me manter virgem até o casamento mesmo que para isso tivesse que tomar no cú até ele fazer bico, mas infelizmente a aversão total do Ari ao sexo anal aliada à resistência dos meus pais ao nosso namoro me levou a fazer essa burrada toda e agora cá estou eu sem saber o quê fazer daqui pra frente e por isso estou me reclamando com você que nada tem a ver com isso.
Realmente Juca nada tinha a ver com aquilo, mas já eram tão freqüentes as confissões e desabafos que ele ouvia que em lugar de protestar ele se justificou e incentivou:
— Se preocupe com isso não, pois amigos são para essas coisas, mas ainda não consegui entender se você perdeu o cabaço porque o Ari não gosta de sexo anal ou foi pra se vingar de seus pais?
Dessa vez foi Cláudia que reclinou o banco em pensativo silêncio de forma que coube a Juca apenas passar a observar o generoso pedaço de coxas torneadas que a saia dela ao ter subido mais que devia expunha e por mais forte que a tentação que sentia por deslizar as mãos por aquelas magníficas coxas Juca se conteve e então ela voltou a falar:
— Ainda nem eu mesma sei o porquê de ter feito e isso agora me faz pensar se mesmo assim ainda valerá a pena dar o cú.
— Ta aí maior vantagem do cú, pois ao não ter cabaço o resultado de tudo fica apenas entre quem deu e quem comeu e ninguém mais!
Isso Cláudia como que pular no banco perguntando:
— O que?
Esse movimento fez saia dela subir ainda mais de forma que Juca pode vislumbrar a calcinha em renda preta que ela usa o que o fez segurar com mais força que podia o volante e dizer:
— Isso mesmo! Tudo fica por conta da garota, se ela gostar continuará dando e se não gostar acabou-se o que era doce o que não acontece com a boceta, pois gostando ou não ela acabará tendo que dá-la a não ser que fique pra “titia” ou vire “sapatão”, certo?
Juca estava tão certo que Cláudia se viu obrigada a voltar de novo ao ponto mais angustiante da coisa perguntando:
— E se mesmo a mulher gostando o marido não gostar?
Já que a coisa estava mais pra amor do que para um mero namorico passageiro Juca sabia que a simples menção a traição poderia por tudo a perder, mas já que não havia como sair daquela encurralada sem entrar naquele assunto ele decidiu por mais uma colocar Cláudia em prova:
— Aí dependerá de quanto ela achará que valerá pena trair o marido.
Cláudia parou, pensou se ajeitou no banco e finalmente falou:
— Aí complica muito mesmo! E o que você faria se acontecesse de se casar com uma mulher que não goste de dar o cú?
Em se tratando de Juca um pergunta como aquelas soava mais ingênua que a própria ingenuidade em pessoa e mesmo assim ele procurou dentro de si o que tinha de mais verdadeiro e disse:
— Até agora toda mulher que encontrei e que não gostava de dar o cú era apenas porque quem a enrabou pela primeira vez o fez tão mal feito que ela sofreu do inicio ao final e dessas todas as que consegui enrabar acabaram gostando ainda mais que as que gostaram desde a primeira vez e por isso acho que essa teoria não se aplicaria mim.
Isso fez Cláudia se lembrar do massacre sofrido por Cleuzinha na sua primeira foda anal e de que só voltara a gostar daquilo a partir da foda que tivera com Juca e isso sem duvida complicava muito as coisas, pois aliando a vontade enorme que tinha à perícia de Juca o sucesso seria certo e na sua situação dela isso não era nada bom e por isso ela disse:
— Complicado! Muito complicado mesmo.
As poucas palavras que foram ditas tão profundamente que Juca vendo esvair toda possibilidade de levar tudo a bom cabo conclui:
— Cada qual tem que pagar o preço da escolha que fez e isso torna tudo mais complicado ainda!
E como o astral de Cláudia que tinha melhorado em muito desabou por completo o que a levou a dizer:
— Tai a maior das maldições que alguém pode suportar, pois se não fosse isso eu poderia estar toda feliz pelo que fiz e não teria que conviver com a dúvida de se o que fiz é certo ou não.
Finalmente ali estava uma nova abertura e se aproveitado dela Juca perguntou:
— Já que dificilmente se consegue chegar a um acordo com isso por que não deixa isso de lado e aproveita o melhor de cada coisa enquanto ainda pode?
Mesmo percebendo o objetivo oculto naquela pergunta Cláudia se fez de desentendia e perguntou:
— Como assim aproveitar o melhor de cada coisa?
Mais uma vez Juca se sentiu como que caminhando sobre areia movediça e mesmo sabendo que um pequeno deslize poria tudo a perder definitivamente ele falou:
— Não sei o porquê, mas tenho incrível sensação de que vocês se casarão contra a vontade de tudo e de todos e como não vejo em você indícios de que você do tipo de garota adepta á traição sou da opinião de que você deve aproveitar esse período conturbado pra saber experimentar coisas que depois de casada não mais poderá experimentar depois que se casar.
Dessa vez Cláudia não precisou de tempo pra pensar e já que temia vir a se arrepender direto ao assunto:
— Tudo bem! Vamos nessa.
Apesar de ambígua essa frase foi suficiente pra que Juca voltasse o banco na posição correta e passasse a dirigir habilmente sem perder de vista o bom pedaço de coxas exposto pela saia de Cláudia e então após algum minutos parou dizendo:
— Se que merece um lugar bem melhor, mas infelizmente terá que se contentar com esse.
Isso fez Cláudia se levantar pra ver onde estavam e ao ver quão belo e agradável era aquela enorme moita de bambus não pode deixar de dizer:
— Sinceramente será muito melhor lá fora do que dentro de um carro.
E sem mais nada saiu do carro fazendo com que Juca a seguisse, mas em lugar de se juntar a ela na frente do carro ele se dirigiu ao porta mala de onde tirou um e especo e confortável edredom e ao se aproximar de Cláudia com ele ela sorrido meigamente disse:
— Ual! Agora só falta mesmo uma daquelas banheiras sofisticadas.
Isso fez Juca deixar de estender o edredom e abraça-la sorrindo e dizendo:
— Bem! Ao que parece terá que se contentar com o pequeno lago atrás dos bambus.
Isso fez Cláudia perguntar:
— Está brincando, né?
— Não mesmo e se estiver duvidando é só ir até lá olhar!
Já que isso no momento era o que menos importava ela se aproveitou de Juca tinha terminado de estende o edredom e ainda estava ajoelhado pra se aproximar o mais que podia de forma que ele pode ir tirando a saia dela bem devagar para assim que deixasse apenas vestida de blusa e calcinha disse:
— Minha nossa! Que gostosura!
Se Cláudia já estava mais que envergonhada aquilo a fez ficar ainda mais encabulada de forma que ela também se ajoelhou dando assim inicio ao primeiro beijo e indicio a Juca de ela ainda não se acostumara a ficar nua na frente dos homens e por isso em lugar de fazer como queria ele foi se aproveitando dos beijos e abraços pra ir despindo Cláudia que em completo devaneio foi se deixando levar.
E foi durante esse devaneio total que Cláudia passou a sentir suas pernas serem abertas pra que Juca assim que entrasse entre elas passasse a fazer algo extremamente grosso deslizar por sua boceta hiper molhada adentro e então quando finalmente tudo acabou de entrar a surpresa diante de tal comprimento foi tal que ela exclamou:
— Caramba! Como é comprido e grosso também.
Ao que Juca redargüiu:
— Já que é assim, já estou tirando!
E então passou a fazer sua tora deslizar para fora e então quando saiu Cláudia pediu:
— Põem de novo pra que eu possa ter certeza do tamanho?
Imediatamente ele passou a atendê-la e então quando novamente nada restava por entra ela pediu:
— Poderia tirá-lo novamente?
— Claro que sim!
E mais uma vez fez sua tora toda sair bem devagar e ao fim ela novamente falou:
— Nossa! Realmente é grande à beça, mas mesmo assim não deu pra decidir o quanto.
Nem precisaria dizer que aquilo era uma brincadeira por demais excitante ao que Juca pegando cada uma das pernas de Cláudia às fez encostar ao peito dela para então ir fazendo sua tora entrar dizendo:
— Já que você parece ser do tipo que demora a decidir ir pondo e tirando até que você se decidir, certo?
Não houve e nem precisaria haver resposta, pois Cláudia tinha valido daquilo pra sufocar o imenso medo que tudo aquilo lhe estava causando e como desde o inicio não teve do que reclamar ela se deixou levar pela delicia que aquele cacetão lhe causava para de gozo em gozo finalmente pedir:
— Goze comigo, goze?
Isso fez Juca aumenta a velocidade e a força das estocadas de forma que Cláudia passou a sentir a cabeça forçar o mais fundo de sua boceta e as bolas a baterem em seu cú e com essas novas e inebriantes sensações aumentaram ainda mais o tesão que sentia foi quase ao gritos que ela se deixou levar ao orgasmo absoluto pelo jato de porra de expelido pela tora de Juca. E enquanto ainda estavam unidos naquele delicioso abraço que Cláudia disse:
— Tem certeza de que essa enormidade entrará no meu cú sem me machucar demais?
— Se preocupe com isso não que ele entrará sem lhe machucar nem um pouquinho mesmo!
Sem saber ao certo se foi o que Cleuzinha e Clarice tinha lhe dito ou se era a vontade de tomar no cú a qualquer preço que Cláudia acrescentou:
— Já que me garante que assim será eu tenho certeza de que será assim sim.
Juca então saiu de cima e de dentro de Cláudia dizendo:
— Depois duma foda assim tão deliciosa nada melhor que um banho pra refrescar.
Após isso ele se levantou e ajudou Cláudia a fazer o mesmo para então caminharem até o pequeno lago que ficava do lado do bambuzal ainda banhado pelo sol e assim que chegaram passam a brincar em suas águas como duas crianças das muito barulhentas mesmo só parando quando Cláudia perguntou:
— Por que não liga o som do carro?
A resposta de Juca foi ir até o carro pra colocar uma fita no tape do carro e como o lugar e a musica lhe trouxe boas idéias ao voltar ele levou consigo a pequena lata de vaselina e ao vê-la Cláudia não pode deixar de dar razão ao fato de aquele ser um dos melhores lugares para aquilo e foi por isso que ela se aproximou e pegando a latinha na mão disse:
— Deixe que tomo conta disso!
Juca a entregou a ela que em seguida se ajoelhou passou a chupar a pica de Juca até deixá-la dura feito pedra para em seguida emplasta-la com bastante vaselina e após isso a entregou pra Juca dizendo:
— Se não me engano agora é contigo!
E antes que Juca dissesse ou fizesse alguma coisa ela ficou se posicionou de quatro cabendo apenas a Juca o privilegio de lubrificar e se deliciar com a esplendida bunda de Cláudia, mas antes disso ele não pode deixar toda aquele solicitude passar em branco:
— Pra quem nunca deu o cú você até entendem bem da coisa toda!
— É que tenho esperado e me preparado tanto por esse dia que por pior que vier a ser ainda será bom demais mesmo.
Certamente que aquilo aumentava em muito a responsabilidade de Juca de forma que enquanto se ajoelhava atrás dela pra dar inicio á foda ele acabou exclamando:
— Só espero não estragar tudo!
Mais uma vez sem saber por que Cláudia respondeu:
— Tenho certeza de que não estragara!
E com isso e após untar abundantemente o cuzinho dela ele encostou aquela cabeçorra e foi forçando caminho e para surpresa de Cláudia aquilo foi entrando, entrando, entrando até que não tinha mais nada por entrar e foi por isso que ela exclamou toda maravilhada:
— Não te disse que daria certo sim!
Realmente aquela uma das bundas mais gostosas e mais de se enrabada que Juca havia encontrado e por isso disse:
— Já que é assim me mostre o quanto gosta de tomar no cú.
E foi aí que ela passou a rebolar e a mover o corpo pra frente e pra trás cada vez mais rápido deixando Juca tão inebriado com a visão que tinha de seu pau sumindo e ressurgindo daquela carne deliciosa que não demorou pra exclamar:
— Não dá mais pra segurar! Vou gozar!
— Então goze bem gostoso, vai goze!
Juca gozou e isso fez Cláudia ter seu derradeiro gozo que a fez mergulhar profundamente num dos mais deliciosos orgasmos que um dia alcançaria.
Novamente a recuperação total se deu dentro do pequeno lago e como a tarde já ia alta eles muito contrafeitos se prepararam para voltar e a mudança de humor de Cláudia era tão visível e notória que ao entrar em casa sua mãe não pode deixar de perguntar:
— O que houve assim de tão bom?
— É que descobri que as vezes cometemos erros muitos certos mesmo!
Claro que Hilda não entendeu bulhufas, mas como ao ver com quem ela chegara em casa dispensava perguntas adicionais elas apenas recomendou:
— Mesmo assim cuidado pra não erras demais!
— Cuidarei sim!

FIM
enviada por Katia Ramos






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