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Contos da Katia Ramos

05/08/2004 01:45
A doce Dirce!
© Kátia Ramos – ramos_katia@hotmail.com – ICQ 162167967

Se pedissem a quem conhece Dirce que a definissem numa única palavra essa palavra seria doce, sim! Não há uma pessoa sequer que se arriscaria a dizer o contrário sobre Dirce, mas pedir que alguém defina o porquê dela ser assim considerada é outra coisa, pois assim como acontece com as coisas muito deliciosas ninguém consegue explicar o porquê disso, mas sem dúvida foi isso que fez com Juca se apaixonasse por Dirce e mesmo que fosse mais uma daquelas paixões relâmpagos tão típicas dele isso não o impediu de dar e tirar prazer daquilo tudo.
Por aquela época Juca tinha Fernando por amigo inseparável e como a pena Rio das Conchas era tão escassa de diversão à chegada de uma parque de diversões mesmo que tão fuleiro era motivo para que a quase totalidade da juventude Rioconchense se fosse pra lá e com isso mais uma vez lá estavam eles embolados na multidão apenas por não terem nada melhor pra fazer e muito menos outro local pra irem e foi quando estavam encostados na cerca do Chapéu Mexicano que Fernando chamou a atenção de Juca:
— Olha lá aquelas minas dando o maior mole!
Já Juca sempre estava atento a tudo ele apenas quis tirar qualquer duvida perguntando:
— Se for aquela morena e a branca de cabelos compridos eu já percebi isso sim.
Já que os olhos azuis de Fernando aliado a um rosto bem que bonito lhe franqueava caminho para todo e qualquer tipo de mulher ele se aproveitava disso pra sacanear o amigo partindo pra cima daquela que seria a escolha óbvia de Juca e com isso ele foi direto para a morena Madalena w com isso Juca acabou mais uma vez tendo que ficar com a outra e novamente isso seria o tempo necessário para reverter à situação a seu favo se valendo de sua inteligência e facilidade com as palavras.
Por seu lado Dirce também não estava nada contente com o arranjo, mas como aquela era umas das raras oportunidades que tinha pra ficar com algum rapaz ela foi se deixando levar por Juca só que dessa vez em lugar da boa conversa de Juca cativar e conquistar acabou sendo a doçura de Dirce que prevaleceu conquistando e cativando de forma que quando o outro casal se deu pela coisa eles já estavam andando abraçados e trocando beijos um atrás do outro o que sem duvida acelerou as coisa para com eles também.
Assim a noite foi passando entre beijos quentes e carícias mornas até que o movimento no parque foi minguando e isso indicou aos casais que era hora de irem e como de praxe os amigos foram acompanhando as irmãs até em casa e ao se aproximar dela Fernando e Madalena entraram numa das varias casa em construção existentes nas proximidades o que levou Juca a se sentir seguro pra perguntar:
— Iremos para a mesma ou escolheremos outra?
Mas, se fosse outro cara ele na certa teria desistido de imediato ao ouvir Dirce dizer:
— Pra nenhuma mesmo!
— Mas, por que não?
— Porque sou virgem e pretendo permanecer assim até quando me casar!
Mais uma vez a resposta que soaria super desanimadora pra outro apenas serviu como um incentivo a mais para Juca ir em frente dizendo:
— Sei quanto isso é importante para o sucesso de um casamento e por isso respeito sua opinião, mas mesmo assim não vejo por que de não aproveitar tantas outras coisas boas que o sexo permite sem que isso signifique a perda da virgindade propriamente dita.
Dirce não entendeu bulhufas daquilo e sua quase inocência e ingenuidade a levou a perguntar:
— O que quer dizer com isso?
Juca deu vida às palavras tocando os lábios, os seios e a bunda dela enquanto dizia:
— Você tem essa boquinha gostosa, esses peitos deliciosos e essa bunda maravilhosa para assim poder se aproveitar da melhor parte da vida sem correr o risco de perder um bom casamento no futuro.
Novamente a inocência e ingenuidade dela prevaleceram:
— A boca e os seios eu sei pra que servem e como podem ser usados, mas a bunda nem sequer imagino como é que ela poderá ser usada?
Isso fez Juca a abraçá-la com um pouco mais de força e enquanto apalpava vigorosamente aquela bunda arrebitada e carnuda dizer:
— Calma que na hora certa você descobrira quanta coisa boa e gostosa você pode fazer com algo assim tão gostoso.
Já que o contato corpo a corpo tinha aquecido o sangue de Dirce o suficiente ela passou a beijar Juca sofregamente que entendendo o que estava se sucedendo passou a acariciar os seios fartos e duros de Dirce por sobre a blusa e como ela não reclamou ele ergueu a blusa dela até o pescoço e após livrar os seios passou a acariciar, beijar e sugar caprichosamente cada um deles só parando após tê-la feito gozar três vezes e então tirando seu caralho pra fora das calças perguntou:
— Que tal você me mostrar o que sabe fazer de bom com essa boquinha maravilhosa?
Mesmo esperando por algo semelhante a aquilo o fato de ser a primeira vez que tinha um cacete assim tão perto de si e a iminência da possibilidade de ter fazer algo que só tinha só tinha visto Madalena fazer a levou a abrir o jogo dizendo:
— Preciso ser sincera com você e dizer que nunca fiz nada semelhante com a boca e nem com mais nada e por isso nem sei ao certo como agir.
Outro cara poderia até ter sarreado, mas não Juca que por saber que o melhor da falta de experiência duma garota é poder se valer dela para em nome de lhe ensinar a coisa certa tirar o máximo de proveito daquela situação e por isso afagou delicadamente a nuca de Dirce e disse:
— Se preocupe não que nessa vida sempre haverá uma primeira vez pra tudo mesmo.
E seguido a isso pegou uma das mãos de Dirce e a conduziu até seu cacete e ela após apalpar como que para tomar tato exclamou:
— Nossa! É muito diferente do que esperava que fosse.
— O que tem assim de tão diferente?
— É que além de ser duro como eu esperava que fosse ele é muito macio mesmo!
Essa expressão tão ingênua levou Juca a puxá-la para si e a beijar demoradamente e isso levou e como nem mesmo isso fez Dirce largar seu pau ele pegando a mão dela como uma das suas passou a movê-la para frente e para trás o que a levou a dizer:
— Isso eu já vi meus irmãos fazerem em sim mesmos e por isso sei que chamam de bater uma punheta.
Mais uma vez a curiosidade de Juca foi despertada e o fez perguntar:
— E o que mais já viu ser feito?
— Meus irmãos só isso mesmo, mas já vi a Madalena fazer de tudo e mais um pouco com seu noivo.
Estava aí boa má informação, mas mesmo assim ele se fez de surpreso e perguntou:
— Então se ela é noiva por que estará transando com o Fernando?
— É que ela não gosta tanto assim do noivo e só vai se casar com ele porque ele tirou o cabaço dela e como sabe se ela não se casar com ele dificilmente outro irá querer ela.
Juca sabia disso e também que muito caras se valiam dessa imbecilidade moral pra seduzir a primeira incauta que lhe caísse nas mãos e com isso garantir um casamento que de outra maneira dificilmente conseguiria o que na certa resultaria em sucessivos chifres antes e durante o casamento e por isso se limitou a dizer:
— Isso é foda mesmo! Mas, pode ficar tranqüila de que não farei o mesmo com você.
Assim como varias antes delas e muitas outras depois Dirce tinha certeza plena de que poderia confiar cegamente em Juca que ele não lhe faria nada que viesse prejudicar de verdade e por isso se aconchegou a ele dizendo:
— Não sei por que, mas acredito que não me fará nenhum mal.
Outro beijo longo se sucedeu à frase e ao final dele Juca vendo que aquela mãozinha macia em seu caralho resultaria em gozo desperdiçado ele sugeriu:
— Por que não troca essa mãozinha por essa boquinha?
— Só se você me prometer não rir de mim se não conseguir fazer direito?
— Se é apenas por isso já está prometido e jurado que não rirei de você faça o que fizer e como fizer!
Então Dirce se agachou e após vencer a timidez gerada pela incerteza passou a imitar o que já vira Madalena fazer inúmeras vezes, ou seja, primeiro beijou várias vezes a cabeça e o resto do cacete de Juca, depois passou a lamber a cabeça para em seguida a enfiar na boca e como só mesmo abrindo ao máximo ela conseguiu faze-lo isso a levou a parar o que fazia pra dizer:
— Credo! É tão grosso que mal me cabe na boca.
Isso fez Juca lhe afagar os cabelos e dizer:
— Tenha certeza de que dará um jeito de se deliciar com ele da melhor maneira possível.
Dirce voltou a colocar a aquela tora de carne pulsante na boca, mas isso lhe fazia doer a articulação do maxilar ela desistiu e passou a beijar, lamber e sugar o melhor que podia a cabeça o que levou Juca a lhe afagar novamente a cabeça dizendo:
— Isso! Só mais um pouquinho que estou quase gozando.
Isso fez Dirce passar a chupar com mais vigor e rapidez e então Juca não conseguindo segurar o gozo esporrou tão abundantemente na boca dela que acabou até escorrendo pelo queixo e respingando nos seios fartos de Dirce que de tão abalada que ficou com gozo que também alcançou que se sentando nos calcanhares exclamou:
— Nossa! Isso é bom demais mesmo.
— Não te disse que tem muita coisa gostosa pra se fazer que isso implique necessariamente na perca do cabaço?
Ela se apoiou nele pra assim conseguir se levantar e após isso o abraçou dizendo:
— Disse sim! E por isso estou louca pra saber que virá depois?
A vontade de Juca era ir direto ao assunto dizendo que em lugar de perder o cabaço ela iria tomar no cú, mas já que aquele ar de ingenuidade estava sendo pôr demais excitante ele se recostou de costas na pilha de tijolos que tinha atrás de si virou a Dirce de costas pra si e após erguer-lhe a saia dela a fez como se sentar em seu colo e enfiando a mão dentro da calcinha dela passou a lhe acariciar a boceta dizendo:
— O que posso te adiantar é que te ensinarei uma coisa tão gostosa que nem mesmo depois de casada você não ira deixar de fazer.
— E isso acontecerá ainda hoje?
— Isso dependerá de quanto você ainda terá pra ficar comigo?
Dirce consultou o pequeno relógio que trazia no pulso e ao ver o avanço da hora respondeu:
— O ruim de tudo é que não demorará pra meu pai sair para o trabalho e por isso temos que estar em casa dentro de no máximo 15 minutos e dará pra fazermos nesse espaço de tempo?
— Não mesmo! Mas, se preocupe não que teremos outros dias pra isso, certo?
— Quem dera pudesse ser assim, mas fora dias como hoje que conseguimos escapar de meus pais aos sair da igreja não há como sair nem mesmo quando o noivo da Madalena está aqui,
Isso complicava as coisas muito mesmo, mas como pra tudo tem que haver um jeito Juca perguntou:
— E durante o dia?
— Já que meu pai trabalha quase a noite toda ele dorme praticamente o dia todo e por isso até que daria sim.
E então Juca sugeriu:
— Sendo assim nos encontraremos lá no parque mesmo.
Rapidamente Dirce ponderou os prós e os contras e não vendo risco algum respondeu:
— Pra mim parece ótimo sim.
— Então te espero lá!
Com o problema resolvido Dirce se entregou ao prazer gerado pelo dedo em sua boceta e pelo caralho entre suas coxas de forma que em breve gozou ainda mais intensamente e então como que se estivesse esperando por aquilo Madalena e Fernando saiu da construção o que obrigou Dirce a recompor a blusa rapidamente e então sua irmã se aproximou pra dizer:
— Vamos pra casa senão o pai irá descobrir que ainda não chegamos!
— Ok! Vá indo que já estou indo também.
Madalena se afastou alguns passos de forma que Dirce pode sair do colo de Juca sem maiores constrangimentos e após vários beijos de despedidas foi de juntar à irmã para assim irem para casa.
O domingo começou com Madalena bancando a irmã mais velha perguntando a Dirce:
— Terei visto demais ou você estava com os peitos de fora?
Por saber que mentir só iria piorar as coisas ela respondeu:
— Estava sim e daí?
— Daí que tudo sempre começa mais ou menos assim e acaba na mesma merda, ou seja, sem cabaço e ainda tendo que casar meia que na marra.
— Precisa se preocupar não porque ele me garantiu que me ensinará coisas muito deliciosas sem que com isso eu tenha que perder o cabaço.
Já que ao expressar seus temores a Fernando na noite anterior esse tinha lhe aconselhado a ficar tranqüila que no máximo Dirce acabaria tomando no cú essa não poupou a irmã:
— Então pode ir botando essa budona arrebitada de molho por que irá tomar no cú sem dó nem piedade!
Isso levou Dirce a finalmente associar a forma como Juca tinha se referido à sua bunda com o dito pela irmã e então retrucou:
— O que você vê de errado nisso?
— Se ele realmente limitar a botar no teu cú tudo bem, mas e se ele aproveitar disso pra te foder a buça?
Sem dúvida ali estava uma boa incógnita, mas novamente aquele estranho sentimento de confiança prevaleceu e Dirce respondeu:
— Não sei por que, mas tenho certeza absoluta de que ele não fará mais nada além do que disse que fará!
Ao que parece Madalena também não estava lá assim tão preocupada com o futuro da irmã e por isso no lugar de insistir nos perigos envolvidos deu vazão á curiosidade perguntando:
— Mas, então me diga o que já rolou de bom ontem de noite?
— Ele me fez muitas caricias e me ensinou a tocar punheta e chupar caralho só que o dele é tão grosso que nem consegui chupar direitinho como você faz.
O ar de incredulidade no rosto de Madalena foi suficiente pra que Dirce insistisse:
— Sei que pode parece exagero, mas além de grosso é comprido pra cacete mesmo!
Novamente a incredulidade se fez presente fazendo Madalena perguntar:
— E como pode ter certeza se esse é o primeiro cacete ao qual você põem a mão?
— Assim como você quase me cansei de ver nossos irmão tocando punhetas , além disso, se esqueceu de que me autorizou ficar te espiando?
Realmente aquilo tudo era verdade sim e por isso Madalena poupou maiores comentários e pediu à irmã:
— Vou te dar todo apoio que precisa, mas em troca disso vou querer que me conte tudo detalhe por detalhe, certo?
— Ok! Mas, pra que isso ocorra precisarei que consegui arrumar um jeito de irmos ao parque novamente hoje de tarde?
— Pode deixar que irei dar um jeito sim!
O dia foi correndo que por volta da uma hora da tarde Madalena pura e simplesmente chegou em sua mãe dizendo:
— Mãe! A Dirce e eu vamos dar uma volta até o parque.
— Tudo bem filha! Mas, tenham juízo por que se seu pai descobrir isso a coisa ficará muito preta mesmo.
— Ok mãe! Seremos cuidadosas sim.
E assim sendo elas se banharam se vestiram e foram ao parque onde mal chegaram deram de cara com Juca dessa vez encostado na barraca de Tiro ao Alvo e como não viram Fernando por perto mal os cumprimentos terminaram Madalena perguntou:
— Cadê o amigo?
— O pai dele tem um bar e por isso ele precisou ficar ajudando!
— Então aproveitarei pra dar umas voltas mais à vontade.
Madalena se foi e o casal pode finalmente se entregar aos beijos e caricias amenas típicas de casais enamorados e já era a primeira vez que Dirce tinha tanto tempo ao seu dispor pra estar com um rapaz ela procurou aproveitar cada momento daquilo tudo e com isso só se deu conta do tempo que tinha passado quando reencontraram Madalena e essa disse:
— Acho bom voltarmos pra casa senão acabará ficando muito tarde mesmo!
Já que naquele tempo Juca ainda menor de idade e por isso não podia andar livremente de carro pelas ruas eles se puseram a caminhar lentamente e se a principio estavam abraçados apenas Juca e Dirce não demorou muito para que uma simples brincadeira fizesse com Madalena se juntasse a eles e assim foram até bem perto da casa delas onde Madalena se separou dizendo:
— Daqui em diante é por conta de vocês, mas veja lá o que ira fazer com minha irmãzinha. Viu?
— Pode confiar em mim que nunca farei nada que a prejudique.
E dessa foi Madalena que sem saber o porquê daquilo acabou tendo certeza de que ele realmente não faria nada realmente de mal a sua irmã e assim que se afastaram alguns passos Dirce se virou perguntado:
— Que vir com a gente?
— Hoje não!
Ao que Juca redargüiu:
— E por que não?
— Por que alguém terá que ficar de olho pra que ninguém os venha atrapalhar.
Realmente aquilo tinha muita fundamentação e por isso o casal de foi em direção a um barracão a muito tempo fechado em cujo quintal o pai delas cultivava uma pequena horta para assim evitar que vândalos e desocupados invadissem o lugar e assim que entraram pela porta lateral eles caminharam até onde teria sido o escritório daquilo e ao entrarem ali Dirce apontou um velho sofá dizendo:
— Eis o motel particular de meus irmãos e de minha irmã também!
Ou que Juca concluiu:
— E de agora em diante seu também.
— Sim! Sem a menor sobra de dúvida que sim.
E terminou essa frase se abraçando a Juca para o beijo que daria inicio a tudo e novamente as mãos de Juca começaram a abrir caminho acariciando e apalpando até que ele pôs Dirce de costas para si para com isso poder abrir o zíper que fechava o vestido pelas costas e ao deixá-la apenas de calcinha e sutiã a fez girar uma volta e não se contento exclamou:
— Ual! Sem duvida você é muito mais gostosa do que parece.
Sem dúvida os vestidos que seu pai a obrigava usar escondia toda aquela forma voluptuosa constituída de um par de seios quase grande, bicudos e duros que desciam para uma cintura bem delineada que desencadeava num quadril não muito largo, mas enfeitado por uma bunda arrebitada e carnuda e tudo isso sustentado por um belo par de coxas torneadas e grossas o suficiente pra forma um conjunto muito harmonioso e por que não dizer muito apetitoso também e foi por isso que Juca se sentou ao sofá para enquanto ia baixando a calcinha de Dirce dizer:
— Menina! Você é toda deliciosa, mas essa sua bundinha é um show à parte.
E enquanto ele cobria sua bunda de beijos Dirce se lembrou do que Madalena tinha dito e por isso falou:
— Se não engano Madalena estava certa ao afirmar que irei tomar no cú sem dó e nem piedade!
— Ela acertou ao dizer que irá tomar no cú sim, mas será com tanto carinho e cuidado que irá adorar tanto que nunca mais irá deixar de fazer isso.
Já que toda e qualquer referência que Dirce sobre sexo continha aquela eterna mistura de dor e prazer ela não viu o que e nem por que se preocupar e com isso foi se entregando ás caricias de Juca que teve seu ponto culminante com ele a colocando sentada no sofá com as pernas arreganhadas para então poder lamber, beijar e chupar a boceta de Dirce que de gozo em gozo foi se contorcendo até chegar ao ponto de pedir:
— Venha! Meta em mim que não agüento mais.
Já que o ponto esperado tinha sido alcançado Juca se despiu rapidamente e após untar generosamente sua tora e o cuzinho de Dirce com vaselina se posicionou de forma a poder ir enfiando seu caralho no cuzinho dela pela frente de forma que se o clima existente fosse quebrado já seria tarde demais pra isso causar algum trauma ou transtorno e o sucesso foi tal que em lugar de reclamações e lamentos ele apenas ouviu:
— Minha nossa! Não é que isso é bom demais mesmo?
— Está gostando?
— Sim! Estou gostando sim.
— Então vamos mudar para uma posição ainda melhor.
Mesmo duvidando que aquilo poderia melhorar ainda mais Dirce se ajoelhou no chão e se apoiou no assento do sofá como Juca tinha sugerido e então lá veio aquela tora deslizando para dentro do seu cú e já dessa vez ela pode sentir cada pedacinho daquilo que lhe estava sendo enfiado o tesão se apresentou ainda mais forte, mas o melh9or mesmo surgiu quando Juca passando uma das mãos por baixo passou a lhe acariciar a boceta e isso fez Dirce quase explodir:
— Que loucura! Que coisa deliciosa!
Apesar de ainda não estar devidamente familiarizado com aquele tipo de reação Juca consegui segurar o gozo tempo suficiente para que Dirce começa a dar demonstração de cansaço e então deixando de acariciar a boceta dela a pegou pelos ombros e passou a dar estocadas vigorosas e profundas de forma que ela pode sentir nitidamente as bolas se chocarem contra a boceta e então o gozo se fez forte abundante e com isso Juca derreou por sobre Dirce que apagou como que fulminada por um raio.
É claro que mesmo depois daquela foda de arrasar o casal queria mais, mas a exigüidade do tempo os fez deixar para uma próxima ocasião e com isso eles se vestiram e após mais beijos e abraços saíram indo ao encontro de Madalena que num misto de alivio e aflição exclamou:
— Já não era sem tempo, pois o pai já acordou faz um bom tempo e por isso não demora a vir regar a horta!
E como se tivesse ouvido o que filha acabara de dizer lá veio pai delas todo carrancudo e ranzinza como sempre fora, mas para a surpresa de ambas ao se aproximar se dirigiu a Juca:
— Boa tarde meu rapaz! Como lhe vão as coisas?
Ao que Juca respondeu:
— Boa tarde Seu Zito! Vou indo bem sim e o senhor?
— Ainda um tanto mareado pela noite de trabalho, mas mesmo assim bem sim.
— Então muito menos mal, por que nada que uma bela noite de sono que não dê conta.
— Com certeza que sim, mas deixe-me ir que as verduras estão morrendo de sede.
Zito se foi deixando atrás de si suas duas filhas embasbacadas com tamanha cordialidade e foi por isso que Juca se viu na obrigação de se explicar:
— Se assustem não por que trabalhamos na mesma empresa!
Ao que Madalena falou:
— Mas, mesmo assim cordial demais para o feitio do meu pai.
— É que apesar de ser considerado pelos mais velhos um quase moleque eu consegui conquistar o respeito de seu pai respeitando ele da maneira exata como ele gosta de ser respeitado.
E isso fez Dirce alfinetar a irmã:
— Viu só como estou certa ao respeitá-lo?
Já que dar razão à irmã estava fora de cogitação Madalena foi incisiva:
— Tudo bem! Mas, mesmo assim bom não exagerarmos ficando dando bobeira cá na rua.
E já que contra tal argumento não havia contestação Dirce ofereceu a boca a Juca para um ultimo beijos e após pediu a ele:
— Já que meu pai simpatiza tanto assim com você porque não aparece por aqui durante a semana?
— Durante a semana tenho escola, mas pode esperar que no sábado eu estarei aqui numa boa mesmo!
Mais um beijo rápido e lá se foi Juca com destino a sua casa, mas mal ele se afastou suficiente para não ser ouvida Madalena interpelou a irmã:
— O que está esperando pra me contar como foi?
— Sei que não irá acreditar, mas foi maravilhosamente maravilhoso!
— Se está querendo me dizer que não doeu levar aquele monstro no cú pode ir parando por que não acredito mesmo.
— Foi justamente por isso que iniciei a frase dizendo que você não iria acreditar.
— Tudo bem, eu acredito, mas tem certeza de que não ficou toda arrombada?
— Bem! Ta um pouco dolorido e ardendo como quando se fica com intestino ressecado, mas fora isso eu tenho certeza de que está tudo como deveria estar.
Madalena estava relutante em acreditar no que dizia, mas a desenvoltura com ela se movia e a aquela fisionomia de pura felicidade não lhe deixava dúvidas e por ela se viu na obrigação de se justificar:
— É que sempre falam tantas coisas sobre dar o cú que me é difícil acreditar que não tenha doido ou machucado, só isso!í
— Quanto a mim só tenho que lhe garantir que foi maravilhoso e que não doeu e nem me machucou.
É claro que aquilo redeu assunto para o resto da semana e então chegou o sábado tão esperado por Dirce e invejado por Madalena e então lá veio Juca alegre e sorridente para naquele sábado e em mais alguns outros se deliciar com a bunda carnuda e gulosa de Dirce, mas como não há remédio ou remendo para incompatibilidades físicas cada qual seguiu seu rumo e destino sem rancor ou ressentimentos.

FIM
enviada por Katia Ramos






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