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Contos da Katia Ramos

05/02/2005 18:51
Vingança Maligna!

© Kátia Ramos – ramos_katia@hotmail.com – ICQ 162167967

Mais uma vez Regina estava com o cacete de Paulo na mão e o velho dilema de sempre que era de atender aos apelos do namorado que queira lhe tirar a virgindade ou seguir sua consciência que dizia que não o fizesse antes do casamento e como a consciência falou mais alta ela novamente insistiu:
— Só mesmo se for sexo anal!
Ao que Paulo retrucou bruscamente:
— Se quisesse comer cú eu estaria namorando um viado e não uma mulher!
Tudo bem que ele não fosse adepto ao sexo anal, mas daí até chegar a dar uma bofetada daquelas já era demais mesmo e nem mesmo o fato dela ter argumentado que muitos casais, que por serem evangélicos assim com eles, se valiam disso para preservarem a virgindade da garota até o casamento conseguiram amenizar as coisas e sim provocou outra reação quase tão brutal em Paulo:
— Escute aqui sua vagabunda! Se estiver pensando em ficar dado o cú pra mim apenas pra preservar o cabaço pra outro como a Dirce fez pode ir procurar outro trouxa, porque não sou assim tão idiota não, entendeu?
Claro que ela tinha entendido sim, mas o que ela não tinha era compreendido o motivo de Paulo estar assim tão revoltado com fato de sua irmã se valer do sexo anal como vinha se valendo e como argumentar acabaria sendo em vão ou até poderia resultar em outro bofetão ela se resignou:
— Se é assim que pensa e é isso que quer tudo bem, saberei o que fazer de minha vida sem você ao meu lado!
A reação de Regina pegou Paulo tão desprevenido que antes que ele pudesse reagir ou argumentar ela já tinha entrado em casa deixando ele ali na calçada sem entender direito o que lhe havia acontecido, mas como essa não era a primeira vez que isso acontecia, ele meneou os ombros e passou a caminha em direção de sua casa jurando pra si mesmo que dessa vez só aceitaria Regina de volta depois de ela abrir as pernas com fé, amor e vontade.
Se das outras vezes Regina chorou pela aparente perda de seu amor dessa vez ela chorou em dobro, uma pelo mesmo motivo e outra pela dor espiritual muito maior que a dor física que aquela bofetada tinha lhe causado, mas enquanto se preparava dormir o vergão ainda visível em seu rosto a fez jurar:
— Esteja certo, senhor Paulo, ainda me terá de volta sim, mas só depois que outro me tirar o cabaço tão desejado por ti!
E foi assim imbuída dessa decisão que Regina dormiu naquela noite de sábado, mas como sua índole nunca foi a de guardar rancor ou mágoa ao acorda na manhã seguinte já tinha praticamente se esquecido de tudo e o teria sido se como de costume ela não tivesse até a feira matinal de artesanato religioso que dava todos os domingos na praça pouco acima da casa dela e se nessa feira ela não tivesse encontrado Nair que por ser uma das irmãs mais novas de Paulo foi dizendo de cara:
— Você e o Paulo brigaram de novo, né?
O que fez Regina retrucar:
— Foi ele quem te falou isso?
— Não! Quando chegou em casa estava tão nervoso que foi se desabafar com Luiz.
Uma parte já estava esclarecida, a de como Nair tinha descoberto sobre a briga e agora o que faltava mesmo era saber o que tinha sido dito e por isso Regina foi direto ao assunto perguntando:
— O que você conseguiu ouvir?
Nair dando vazão ao seu orgulho de adolescente que se acha mais informada que uma quase adulta não mediu palavras:
— Tudo, mas tudo mesmo e por isso eu sei que a condição pra que reatem o namoro será você deixar ele te tirar o cabaço...
Isso fez Regina quase explodir:
— Não acredito que ele teve coragem de falar isso pra teu irmão?
Isso veio como que confirmar a verdade contida no desabafo de Paulo o deixou Nair ainda mais orgulhosa e com isso acabou indo mais longe dizendo:
— Não vejo porque ele não deveria ter tido coragem de contar ao Luiz se foi o próprio quem aconselhou Paulo a fazer com você o que ele fez com a namorada dele!
— E o que Luiz fez?
— Ele fingiu aceitar fazer sexo anal com ela pra na hora H mandar ver na xoxota mesmo.
O fato de Paulo estar tendo um professor de canalhice tornou a raiva e o desejo de vingança ainda maior em Regina e isso a levou dizer quase num murmúrio:
— Deixe estar que minha vingança será maligna mesmo!
Apesar do tom baixo de voz usado por Regina ele foi bastante alto pra Nair ouvir e poder perguntar:
— O que está tramando?
— Perder o cabaço com outro e depois reatar namoro com teu irmão!
Até mesmo para uma adolescente como Nair aquilo se apresentava tão fantasioso que ela se deixando levar pela ocasião perguntou:
— E por acaso poderia me dizer quem será esse felizardo?
— Ainda não sei, mas tenho certeza de que não me faltarão pretendentes!
Modéstias à parte Regina sabia muito bem que era bonita e gostosa e que por isso o que não lhe faltava eram paquera de todos os níveis culturais, sociais e financeiros e ao que parece Nair também comungava dessa opinião, pois perguntou:
— E se depois disso meu irmão não te quiser mais?
— Pelos mesmos motivos que já disse não me faltarão pretendes que me queiram com ou sem cabaço!
O fato de não ser e nem se achar nada bela obrigou Nair a se calar e com isso elas caminharam um bom tempo cada qual com seus dilemas; o de Nair era saber até onde poderia acreditar nas ameaças de Regina e o dessa era encontrar alguém com pudesse transar sem que isso viesse a significar um futuro compromisso e de tão distraída que Regina estava que Nair precisou dar-lhe varias cotoveladas para assim que obteve a atenção da outra dizer:
— Nossa! Hoje você esta mesmo muito chata, viu?
— E como acha que eu deveria estar diante disso tudo?
A total inexperiência sentimental de Nair a fez se calar e como tal silencio estava monótono demais em breve Nair se desculpou, se despediu e se foi e com isso Regina pode ficar só com seus pensamentos e foi nesse andar quase sem rumo que ela acabou indo para os lados onde Zélia tem uma banca de artesanatos onde às vezes Juca ficava ajudando sua tia e já nesse dia ele lá estava ela na falta de assunto melhor apenas o cumprimentou e perguntou:
— Por acaso tem visto a Dirce por aqui?
— Não, mas vi aquela irmã dela mais gordinha!
Sem dúvida ele se referia á Nair e isso fez com que Regina se explicasse:
— Estávamos juntas até a pouco.
— E ela te soube dar noticia de Dirce?
— Também não e por isso acho que ela não deve ter saído de casa hoje.
Mais uma vez a solicitude malandra de Juca se fez presente levando ele a se oferecer:
— Se quiser ir até a casa dela eu te levo até lá!
A idéia até que não era de todo má e foi por isso que ela aceitou a oferta:
— Se não for te atrapalhar eu aceito sim!
Ao que Juca retrucou:
— Ajudar uma mulher bonita nunca me foi incômodo algum, não é tia?
E Zélia que tinha se aproximado do casal a ser colocada na conversa não pôde mais ficar calada:
— E bote bonita nisso, viu?
Mesmo sendo consciente de sua beleza, Regina ainda não se adaptara completamente a isso, mas mesmo assim tentou agradecer quase balbuciando:
— É apenas gentileza sua!
E como Juca já tinha saído da barraca ele se aproximou pedindo:
— Vamos!
E assim sendo eles caminharam até o carro recém adquirido por ele onde mal entraram Regina tentando vencer o pequeno nervosismo que se apossara dela quando Nair dissera o que dissera ela exclamou:
— Acho mesmo uma pena que não tenha dado certo entre você e Dirce.
Na verdade Juca não se importava nada mesmo com aquilo, mas se falasse assim francamente poderia ser tomado como grosseiro e indelicado ele se justificou:
— Ao contrário de Paulo e você, ela e eu tínhamos tão pouco em comum que ficou quase impossível continuarmos juntos.
A menção ao nome de Paulo acabou fazendo com que Regina tivesse que se abrir um pouco mais dizendo:
— Às vezes eu acabo achando que Paulo e eu também não temos assim tantas coisas e comum.
— Como assim?
— Estamos brigados de novo.
Isso deixou Juca sem saber ao certo se dizia lamentar o fato ou se aproveitava a brecha para se insinuar com ela e por isso acabou partindo para um meio termo que lhe trouxesse mais informações:
— E mesmo assim você vai até a casa dele?
Regina não entendeu direito o objetivo da pergunta e por isso perguntou:
— O que acha que pode haver de errado eu ir ter com Dirce?
— Se ele não fosse tão grosseiro como é não haveria mal algum, mas creio que isso lhe trará alguns dissabores.
A referência à grosseria de Paulo fez Regina exclamar:
— É mesmo! Sendo assim o melhor me será mudar de idéia enquanto há tempo.
Como já estavam no quarteirão onde fica a casa de Dirce Juca não teve alternativa que não fosse seguir em frente e mesmo Luiz estando ao portão nem ele seguiu em frente não sem deixar de dizer:
— Só espero que o fato de ter sido vista comigo não venha a agravar ainda mais o combalido relacionamento de vocês?
— Pode ficar tranqüilo porque nada poderá piorar o que já está como está.
Já que o plano inicial tinha sido radicalmente alterado Juca em vez de voltar para a feira tomou o rumo do centro da cidade e quase que imediatamente passou a apelar pra beleza de Regina dizendo:
— Tem cara que mesmo tendo um avião como você nas mãos não sabem dar o devido valor que merece.
Um pouco mais adaptada à presença de Juca e aos olhares de soslaio que ele dirigia ao generoso pedaço de coxas torneadas exposta pelo vestido que tinha subido um pouco alem do que devia e foi a combinação desses detalhes aliados á raiva trazida pela lembrança do que Nair tinha contado levou Regina a perguntar cheia de ousadia:
— E você saberia dar o devido valor?
Ao que Juca respondeu sem pestanejar:
— Pelo menos faria o possível e até o impossível pra não te decepcionar.
Já que Regina nunca foi de se iludir facilmente ela se viu no direito de indagar:
— Mesmo sabendo que termos tão pouca coisa em comum?
— Se você estiver pensando em casamento aí sim vai complicar um pouco, mas senão, até que nos divertiremos muito mesmo.
Regina se calou para assim poder pensar melhor e como seu maior objetivo ainda era se vingar do machismo chauvinista de Paulo ela resumiu tudo dizendo:
— Sendo assim concordo em termos apenas uma aventura pelo tempo que ela durar, certo?
Claro que Juca não entedia quais os objetivos implícitos naquela oferta, mas já que querer objetividade de uma mulher ofendida era querer demais ele apenas procurou a mão de Regina para apertá-la e dizer:
— Combinado!
Acordo proposto e aceito Juca passou a buscar um pouco mais de intimidade com Regina para com isso ir testando até onde poderia chegar e foi por isso que ele tocou de leve a coxa esquerda de Regina com as pontas dos dedos dizendo:
— Você tem umas pernas lindas de verdade!
Isso fez um delicioso arrepio percorrer o corpo de Regina o que fez ela enrubescer dos pés à cabeça o que levou Juca a se desculpar:
— Peço que me desculpe se estou sendo afoito demais?
Diante de suas pretensões Regina se viu na obrigação de se justificar:
— Você não está sendo afoito e sim eu que sou muito envergonhada.
— Mesmo não vendo motivos pra que se sinta assim eu prometo ir mais devagar.
A resposta de Regina foi apenas um discreto menear afirmativo de cabeça e um nada discreto abrir de coxas que propiciou a Juca poder tocar de leve a bocetinha dela na próxima vez que passou a mão pelas coxas dela e isso deu a Juca claramente o indicio que estava na hora de partir pra algum lugar mais discreto e foi assim que ele se dirigiu a um lugar desabitado da periferia da cidade e uma vez lá chegando reclinou os bancos do carro e partiu para os beijos e abraços, mas na hora em que abriu a blusa de Regina e tentou livra os seios delas do sutiã de renda preta ela voltou a retesar o corpo o que levou Juca a suster o que fazia pra dizer:
— Novamente não vejo motivos pra se envergonhar!
E já que seus seios era seu maior motivo de orgulho Regina redargüiu:
— Agora não é uma simples questão de vergonha e sim que assim à luz do dia me sinto um bocado insegura mesmo.
Sem dúvida sempre existia a possibilidade de serem flagrados por alguém e por isso Juca sugeriu:
— Sendo assim porque não vamos pra minha casa?
— Mas, e os seus familiares?
— Eles viajaram e por isso estou sozinho em casa!
— Nossa que legal! Isso nunca me aconteceu mesmo.
— Se quiser saber como é bastará me acompanhar até lá?
As intenções ocultas naquele convite eram muito claras pra que Regina viesse a alegar ignorância das mesmas e por isso ela apenas perguntou:
— Promete que terá paciência comigo e que trará de volta antes de anoitecer?
— Sim! Claro que sim.
Já que não havia como e nem porque agir em contrário até a pequena chácara que ficava do outro lado da cidade em apenas uns meros minutos e assim que chegaram Juca teve que juntar muita garra para driblar a vontade comer Regina para com isso primeiro comer alguma coisa para assim matar a fome insana que sentia e para surpresa total de Regina ela preparou uma das mais rápidas e deliciosas macarronadas que ela já tinha comido e foi justamente isso que levou ela a brincar:
— Por acaso não estaria pensando em se casar?
O que ela não esperava era a resposta que recebeu:
— Sim! Claro que sim! Mas, não precisa que se assustar tanto assim que isso ainda levará no mínimo uns 10 anos pra acontecer.
Regina sorriu e em seguida achando que esse sorriso seria por demais denunciador de suas intenções ela procurou amenizar as coisas:
— Por que só daqui a 10 anos?
Juca juntou os talheres e pratos, caminhou até a pia e só depois de começar a lavar tudo que respondeu:
— De todos mesmo você é a primeira, a saber, que fui aprovado nos exames de admissão pra na Aeronáutica e isso me fará deixar esse assunto pra daqui a 10 anos no mínimo que será o tempo que levarei pra conseguir algo quê preste por lá ou acabe descobrindo quê nada valeu a pena de verdade.
Bem mais tranqüila com a motivação apresentado pro Juca Regina se aproximou e o abraçou pelas costas ficando assim por alguns minutos quando ele finalmente se deu por vencido e se virando deu o primeiro de muitos beijos em Regina ao fim do qual ela perguntou:
— Posso realmente confiar que você cuidará de mim muito carinho?
Mesmo sem entender patavina dos motivos que levou Regina a perguntar aquilo respondeu:
— Sim! Claro que sim..
Isso sucedeu outro beijo e ao fim deste ele caminharam abraçados até o quarto de Juca onde para surpresa de Regina havia uma cama de casal o que a fez perguntar:
— Pra que uma cama de casal?
— Não é bem pra que e sim porque, pois quando minha mãe trocou os móveis do quarto dela eu fiz questão de ficar com a cama onde certamente eu fui feito.
Regina teve muita vontade de perguntar com quantas garotas ele tinha transado ali, mas como não se achava preparada pra acreditar na resposta ela se limitou a procurar por mais um beijo que ao final foi complementado por Juca a fazendo ficar de costas de forma que ela pudesse faz o zíper do vestido de Regina ira descendo lentamente e o tremor apresentado por ela quando ele começou a tirar o vestido o fez aconselhar:
—Basta imaginar que está usando um biquíni que tudo ficará normal mesmo!
Já que nunca tinha usado um algo nem ao menos parecido com um biquíni ela optou por fechar os olhos e foi assim que ela sentiu o vestido que usava deslizar pelo corpo e antes mesmo que esse chegasse ao chão Juca assobiou e disse:
— Minha nossa! Você é realmente a mulher mais linda que já vi em toda vida.
Sim! Realmente Regina já era essa escultura em forma de mulher com tudo o que todo homem quer, mas que só os homens de verdade sabem aproveitar e como tal Juca a fez dar uma volta completa para após isso começar desfrutar daquele monumento a sua disposição se abraçando a ela pelas costas para se por acariciá-la nos seios e na boceta ainda protegidos pela tênue calcinha e sutiã em rendas pretas e enquanto Juca se deliciava acariciando o que podia Regina foi se acostumando à situação de forma que em breve já sentia á vontade ao ponto de se virar de frente Juca pra passar a despi-lo e então quando ele estava apenas de cueca ela se ajoelhou no chão e ao tirar o caralho de pra fora não pode deixar de soltar um significativo assovio e dizer:
— Realmente a Dirce me descreveu isso daqui com exatidão milimetrica!
Seguido a isso ela passou a mostrar para Juca que aqueles quase dois anos de namoro tinham sido mais que suficientes pra que ela aprendesse de forma soberba a chupar um cacete e a prova maior disso foi o pouco tempo que levou pra fazer Juca gozar em sua boca e ao final disso ela se levantou e acabou recebendo um logo beijo e um elogio:
— Poxa! Realmente você chupa bem pra danar mesmo.
Após isso Juca a livrou do sutiã para poder passar a beijar lamber e sugar os seios grandes, duros e com grandes bicos rosados dos quais ela muito se orgulhava e já que tantos gozos sucessivos acabaram por cobrar seu preço Regina se sentou na cama ao que Juca sugeriu:
— Chegue um pouco mais para o centro!
Tão logo ela o fez, Juca se deitou ao lado passando a cariciar a bocetinha dela ainda por cima da calcinha e na medida em que foi quebrando a timidez inicial ele primeiro enfiou uma mão dentro dela pra em seguida fazer seus dedos deslizarem até que um deles pode passar a entrar naquele canal tão apertado e abundantemente molhado e como Regina abriu as pernas o quanto pode o dedo de Juca foi ter com algo que ele não esperava encontrar e foi por isso que ele mantendo o dedo o mais enfiado que podia exclamou:
— Agora sim eu entendo o porquê de me pedir pra se carinhoso!
— Mas, e se sangrar?
Como realmente existia essa possibilidade ele pegou uma espessa toalha de banho e após Regina levantar a bunda o suficiente e a colocou de forma a evitar maiores problemas. Como isso aquietou um pouco o tesão de Regina ele passou a beijá-la sofregamente e isso aliado a dedo que movia em todos os sentidos dentro de si fez Regina se descontrair novamente e com isso passou a gozar ainda mais profundamente e então Juca se deixando guiar pelos seus instintos apenas se deitou sobre Regina fazendo com isso que ela passasse a sentir aquele pau enorme contra sua bocetinha e ainda se guiando pelo que sentia Juca falou:
— Não precisa se preocupar por que não farei nada que venha a te machucar ou que você não queria fazer!
Ao que aprece Regina estava esperando por isso, pois sua resposta foi afastar as pernas para os alados e para trás de forma que Juca apenas precisou deixar seu caralho deslizar até a entrada da boceta de Regina e ir o fazendo deslizar lentamente até que a barreira natural representada pelo cabaço de Regina susteve o constante e quase fácil deslizar; Juca fez uma ligeira pressão e com isso viu claramente Regina fechar os olhos, mordiscar os lábios e finalmente quando um par de lagrimais escapou pelos contos dos olhos dela o caminho se desobstruiu dando passagem livre ao implacável invasor ao que Regina arregalou os olhos exclamando:
— Ufa! Não é que dou mesmo?
Aqueles olhos marejados por lagrimas aliados à aquele sorriso radiante levou Juca a dar vazão ao seu lado romântico:
— Talvez seja a isso que dizem que o caminho do paraíso é cheio de espinhos!
— Então que tal me fazer ir de verdade até ele?
Ato contínuo a isso foi Juca passar os braços pela altura dos joelhos de Regina de forma a levar as coxas dela até o peito para então passar se mover pra fora e pra dentro dela até que ela não se contendo mais passou a implorar em alta voz:
— Goza! Vai, goza gostoso!
E quando Juca não mais resistiu e gozou e Regina mergulho num estupendo orgasmo exclamando:
— Estou no paraíso!
E como ninguém é louco de sair logo do paraíso o casal se deixou embalar pelas delicias do gozo profundo fincando como tinham tombado por vários minutos e como nem mesmo numa situação assim tão agradável a natureza deixa cobrar seu preço a necessidade premente de urinar levou Juca a sair de cima e de dentro de Regina dizendo:
— Infelizmente preciso fazer algo que ninguém pode fazer por mim!
E após dar um sonoro beijo em cada bico pontudo dos seios de Regina se dirigiu em passos lentos e trôpegos ao banheiro.
Mal Juca se foi e Regina já passou a fazer um balanço de usa primeira foda comparando o que lhe tinham assegurado que aconteceria e o que realmente aconteceu e nem mesmo a pouca quantidade de sangue escorrida de sua boceta para a toalha representou algo que desabonasse a grandiosidade do orgasmo alcançado e por isso ela tocou de leve a boceta com um dos dedos dizendo:
— Sofrer sofri, gozar gozei, então realmente valeu a pena mesmo.
Após isso Regina se deixou levar pelo doce marasmo pós orgasmo e assim ficou até que alguns minutos depois Juca voltou sugerindo:
— Se quiser aproveitar pra espantar o calor no banheiro tem toalhas!
Já que aquela sugestão veio muito bem a calhar Regina se dirigiu ao banheiro para um banho rápido e assim sendo voltou minutos depois para se deitar de bruços ao lado de Juca perguntando sobre sua mais premente preocupação:
— Será que também vou gostar tanto assim de dar o cú?
— Já gostou o tanto que gostou de dar a boceta já na primeira vez tenho certeza de que irá gostar de dar o cuzinho!
E mesmo diante do toda confiança que Juca tentava lhe passar ainda restava muito do velho temor de que seria por demais doloroso e por isso insistiu:
— E se doer demais da conta como dizem que dói?
— Será só relaxar e chorar de novo que logo a dor passará!
A menção a dor e choro não se apresentavam nada de agradável, mas antes que Regina pudesse protestar Juca se levantou da cama e após se munir do frasco de vaselina sempre guardado na gavetinha do crido mudo e mal ele colocou a vaselina ao lado de Regina ela pegou perguntando:
— Pra que serve isso?
— Pra fazer com que entre mais macio e gostoso!
Seguido a isso Juca se posicionou de forma a poder passar a beijar o pescoço e a nunca de Regina para em seguida ir descendo pelas costas dela até atingir a bunda farta e bem feita dela e como não conseguiu alcançar o objetivo esperado ele pegou um travesseiro e pediu:
— Erga um pouco a bunda!
Regina o atendeu e com isso ele pôde colocar o travesseiro sob Regina de forma a tornar a bunda dela ainda mais arrebitada e já que mesmo assim ainda não deu Juca voltou a pedir:
— Abra ela com as mãos!
Regina abriu e assim finalmente Juca consegui poder passar a beijar e lamber o cuzinho de Regina que todo afoito com a caria inusitada e inédita passou a piscar alucinadamente o que levou Juca a untar dois de seus dedos para em seguida enfiar lentamente um de cada vez e quando um se juntou ao outro dentro de Regina ela reagiu:
— Até que isso não tem nada de ruim, não!
Incentivado por isso Juca uniu um terceiro dedo aos demais ao que Regina exclamou:
— Minha nossa! Desse jeito eu me acabo antes da hora.
— Então antes que isso ocorra vamos a melhor da coisa!
Juca se ajoelhou entre as pernas de Regina e após untar abundantemente sua tora se posicionou sobre ela pedindo:
— Abre a bunda e relaxe!
Embalada pelo bem bom de antes Regina abriu a bunda com as mãos e procurou deixar o cuzinho o mais frouxo e relaxado que conseguiu, mas assim que aquela cabeçorra começou a romper caminho Regina protestou com voz embargada:
— Ta doendo!
Ao que Juca retrucou!
— Então é só relaxar!
Regina bem que tentou, mas ao fim se viu obrigada a se render:
— Dá não! Ta doendo demais da conta.
— Calma que já entrou quase tudo!
Como nada mais lhe restava fazer Regina deixou o choro fluir e mesmo que isso fizesse sentir muita pena dela e acabou por pedir:
— Mexa essa bunda gostosa!
Regina passou a rebolar timidamente e com isso Juca passou a tirar e por lentamente seu caralho do cuzinho muito apertado de Regina que ao perceber que os movimentos faziam dor diminuir passou a rebolar tanto para os lados como para cima também e com isso a dor deu lugar ao tesão e o choro aos gemidos o que levou Juca a aumentar o ritmo das estocas pedindo:
— Goza comigo, goza!
E assim sendo no exato momento em que Juca gozou Regina deixou fluir um dos mais poderosos orgasmos que poderia esperar vir a ter.
Mais uma foda terminada e eles voltaram ficar ali derreados sobre a cama gozando as delicias do prazer profundo por mais de meia hora e então Juca foi saindo lentamente de dentro e de sobre Regina pra em seguida beijar cada lado da bunda dela e dizer:
— Sem dúvida você sofreu pra bedel, mas mesmo assim tenho certeza de que gozou pra valer mesmo!
Ao que Regina redargüiu:
— No inicio cheguei até pensar que iria morrer, mas sem duvida valeu a pena tamanho sofrimento!
Isso levou Juca a procura a boca dela pra mais um beijo e após isso ele se dirigiu ao banheiro todo alegre e sorridente e quando voltava aproveitou pra passar pela cozinha de onde trouxe suco bem gelado e ao chegar ao quarto deitou-se ao lado de Regina passando a curtir com calma toda a beleza que tinha ali ao seu lado e assim ficaram em silêncio até que ela o rompeu pra dizer:
— Apesar de estar adorando tudo isso preciso ir pra casa senão minha mãe não me deixará sair de noite.
O que levou Juca a perguntar:
— Sendo assim que horas posso passar pra te pegar?
— Lá pelas 20:00 está bom?
— Sim! Está ótimo.
Depois disso ambos passaram a se vestir e o curto caminho até a casa de Regina eles ficaram apenas nos comentários de amenidades cotidianas e então lá estava Regina frete a frente com sua mãe que dizia:
— O Paulo veio te procurar e não gostou nada de não tê-la encontrado em casa!
— Não acredito que ele tenha tido essa ousadia e petulância.
— Uái! Por que não haveria de ter se ele é seu namorado?
Isso fez Regina sorrir para a mãe dizendo:
— Era mãe! Ou seja, não é mais.
Aquilo deixou Maria tão atônita que antes dela poder perguntar o que tinha motivado aquilo Regina já tinha se retirado pra seu quarto onde passou a rememorar cada instante do que aquele tinha lhe reservado, mas quando Maria foi avisá-la do avanço da hora ela finalmente pode perguntar:
— O aconteceu, filha?
— O de sempre, mãe, e dessa vez ele me bateu pra valer, mas precisa se assustar não que já dei o troco nele, ou seja, passei a tarde toda dando a outro aquilo que ele tanto queria.
Maria ficou tão perplexa diante da revelação da filha que só depois de um bom tempo que conseguiu perguntar:
— E agora, filha?
— Agora tem que eu estou quase namorando com o cara que me desvirginou por completo.
— E se esse namoro não der certo?
— Sempre sobrará o Paulo por consolo!
Sem esperar por mais indagações ou dissertações Regina se dirigiu ao banheiro de onde saiu quase uma hora depois para dar de cara com Paulo sentado no sofá da sala com a maior cara de boi fujão ao que ela perguntou:
— O que você quer, hein?
— Queria me desculpar e até te pedir perdão pela grosseria de ontem, mas é certas coisas me fazem perder completamente a cabeça!
A raiva que Regina sentia ainda era tal que ela não pestanejou pra dizer:
— Acho sua atitude muito louvável, mas totalmente desnecessária porque estou me preparando pra sair com outro cara que virá daqui a pouco me pegar.
Paulo teve que lutar muito pra conter as lagrimas e poder conseguir dizer:
— Tudo bem! Eu mereço isso e por isso que vou esperar toda essa raiva passar.
Regina apenas se virou e caminhou pra seu quarto onde de propósito deixou a porta entre aberta para que assim Paulo pudesse vê-la trocar de roupas pelo espelho do guarda-roupa. É claro que aquilo quase deixou Paulo alucinado, mas a impossibilidade de poder desfrutar daquilo tudo o fez se levantar e sair sem ao menos despedir de ninguém e então exatamente as 20:00 horas Juca chegou e a levou pra uma noite de muitas caricias e mais uma foda que começou com boquete, passou pela foda vaginal e finalmente Juca pediu a ela:
— Fique de quatro, amor!
Regina atendeu e dessa vez a ausência total de dor a fez desfrutar aquela enrabada do começo ao fim e assim foi durante os exatos dois meses que durou o namoro dela com Juca e o fim se deu com Paulo procurado ela pra dizer:
— Ainda não consegui te esquecer e já que isso significa que te amo demais estou disposto a aceitar o que for preciso pra ter você de volta.
Ao que Regina retrucou:
— Até mesmo o fato de eu ter perdido a virgindade com outro?
Mesmo já tendo antecipando aquela hipótese o fato nu e cru fez ele perder a voz por alguns segundos pra enfim dizer:
— Por mais doloroso que isso me seja eu estou disposto a aceitar isso sim!
— Tudo bem! Vou por um fim no meu caso com Juca hoje mesmo pra então voltarmos na boa, certo?
Paulo queria muito dizer que não, mas o medo de perder Regina pra sempre o fez dizer:
— Certo.
Regina foi ter seu ultimo encontro e foda com Juca e dessa vez quando chegaram em frente a casa dela ela falou:
— Olha! Por mais que eu queria não vai dar mais pra ficarmos juntos, pois esse tempo todo só me fez perceber que gosto demais da conta do Paulo e por isso preciso por um fim nesse relacionamento pra reatar com ele, certo?
Ao que parece Juca já esperava por isso pois ele apenas disse:
— Todo bem! Mas, se sentir saudades é só me procurar, viu?
Regina deu um beijo mais que longo nele pra depois dizer:
— Procurarei sim!
Três meses depois Regina e Paulo se casaram com toda honra e pompa que tal ocasião pede.

Fim
enviada por Katia Ramos






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