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Contos da Katia Ramos

17/10/2005 21:52
Fazendo a festa!

© Kátia Ramos – contosdakatiaramos@hotmail.com – ramos_katia@hotmail.com – ICQ 162 167 967

Eram aqueles anos em que a febre das festas e feiras agrícolas, comerciais ou industriais estava em pleno auge e por isso nem mesmo a pequena Santa Cruz, poderia deixar de ter a sua e mesmo que até hoje tal município tem sua identidade econômica baseada na cana de açúcar decidiu-se por se fazer uma festa envolvendo todos os ramos de atividades econômicas ali existentes.
Mas, foi o grande sucesso obtido pela feira de Rio das conchas que acabou levando á contratação da mesma empresa realizadora e com isso Juca que tinha conseguido vaga como técnico de som na referida empresa, vinda de outra cidade bem maior pra fazer a sonorização e como era de se esperar a inteligência, a simpatia e o magnetismo pessoal de Juca conquistou Perez de forma que ele veio a se tornar o braço direito de tal forma que Perez, a se ver obrigado, retornou a Jundiaí deixando a Juca a responsabilidade de cuidar de tudo.
Com isso Juca passou a ter livre acesso e grande prestigio junto á diretoria de tal evento a ponto de ter sido convidado a compor os presentes no palanque inaugural, mas como sempre ele optou pelo anonimato ficando ao pé da escada em meio aos que assistiam a cerimônia de abertura e já desde o início, uma loura alta com peitos e bunda bem grande e por isso do jeito que Juca sempre gostou parou ao seu lado e como a balburdia vindo dos discursos inflamados o impedia de abordar tal loura ele se limitou apenas a manter ela ao alcance de seus olhos e então a cerimônia terminou e todos foram se dirigindo para dentro do recinto e nada da loura fazer o mesmo o que levou ele a partir pra abordagem direta perguntado:
— Não acredito que você não vai entrar?
A intenção dela era seguir os conselhos da mãe sobre que certas coisas não cabiam a uma mulher casada e com isso fingir que não era com ela, mas a revolta com o fato de sempre ser deixada em segundo plano pelo marido a fez deixar de lado a reserva e ser sincera ao dizer:
— Que me dera poder fazer isso!
— O que te impede?
A intenção dela era dar alguma desculpa mesmo que esfarrapada, mas a revolta por mais uma vez estar de fora de algo que a fascinava ela deixou escapar:
— A religião de meu marido não permite que ele me permita fazer isso!
— Pôxa! Mas, mesmo assim se quiser entrar é só me acompanhar!
Juca saiu no que foi seguido por ela e como era de se esperar ninguém se atreveu a perguntar quem ou o que ela fazia na companhia dele e como já tinha dito o que não poderia ter dito a um estranho ela o seguiu para dentro do recinto, mas após entrarem a surpresa de Juca foi ainda maior, pois em vez de separar ela o seguiu até os estúdios e como também entrou Juca se viu no direito de se apresentar:
— Meu nome é Juca!
— Muito prazer! O meu é Ivonete.
Juca deu aquela tradicional corrida de olhos que cobria dos pés á cabeça e então concluiu:
— Sem dúvida que terei o maior prazer em te dar o maior prazer.
Ao dar os tradicionais três beijinhos Juca procurou testar a resistência de Ivonete procurando a boca dela para um beijo que se teve aquele início tímido foi esquentado até aquele excitante entrelaçar de línguas e durante o qual Juca pôde passear ambas as mãos pela bunda farta de Ivonete, mas como até mesmo essas coisas super boas tem que seu final Juca terminou o beijo para dizer:
— Infelizmente preciso por tudo em funcionamento e depois fazer a ronda pra ver se tudo ta em ordem.
Assim que ativou todo o sistema ele se dirigiu para a porta, mas antes que ele saísse, ela o interpelou:
— Posso te acompanhar?
— Claro que sim!
Sendo assim saíram para andar por todo o recinto e a cada momento passado mais a vontade na presença de Juca ela foi ficando e com isso quando lá pela metade da ronda esse passou a mão por sua cintura em lugar de se esquivar como era de se esperar duma mulher casada ela não apenas aceitou como retribuiu o ato fazendo o mesmo com ele e com isso o mais um longo beijo entre eles se deu quando pararam na barraca de tiro ao alvo e por isso após o beijo Juca se dirigiu ao cara mais carrancudo dentro da barraca pedindo:
— Hei tio! Dê-me aquele urso branco com laçinho cor-de-rosa?
Para espanto de Ivonete tal sujeito abriu um sorriso mais parecido com um esgar e atirou o tal ursinho dizendo:
— É todo seu!
Imediatamente ele o repassou a Ivonete que agradecida deu-lhe um beijo super longo e demorado durante o qual ela pode sentir o cacete de Juca crescer e se avolumar contra sua coxa direita que ela inconscientemente tinha encaixado entre as dele e sem dúvida que aquilo fez o sangue dela ferver a ponto daqueles deliciosos arrepios e calafrios começarem, mas novamente o que era bom durou pouco, o beijo acabou e a ronda recomeçou e mal se distanciaram Ivonete perguntou:
— É mesmo seu tio?
— Não! É apenas o dono do parque.
Isso fez a admiração que ela sentia por Juca crescer ainda mais e dessa vez a ronda foi parar no palco onde aconteceriam os shows e tão logo conferiu tudo e preparou as coisas para o show de mais tarde Juca passou um braço pelo ombro de Ivonete e a foi conduzindo de volta ao estúdio onde tão logo entraram Juca trancou a porta e após se recostas de costas numa das mesas puxou Ivonete para si passando a beijá-la avidamente no que foi prontamente correspondido o que franqueou caminho para a seqüência que se deu com ele tirando lentamente o casaquinho leve que ela usava sobre o vestido longo e com alças finas, mas na hora que Juca as baixou e assim começou a expor os seios farto de Ivonete essa fechou os olhos firmemente o que levou Juca a perguntar:
— O que foi?
— Nunca fiz isso com outro que não fosse meu marido!
Juca pôs aquele tom especial de carinho na voz pra dizer:
— Já que pra tudo tem que ter uma primeira vez relaxe e aproveite essa a sua outra!
Assim que expôs os seios de Ivonete ele passou a beijá-los e a mordiscar os bicos rosados marrons claros, grandes e duros e na medida em que o tesão ia aumentando a vergonha foi desaparecendo e por fim Ivonete exclamou:
— Nunca imaginei que isso pudesse ser assim tão mais gotoso!
Já que aquilo soava quase inacreditável Juca perguntou:
— Não acredito que nunca te fizeram isso?
— Sim, mas se preferir eu posso até jurar que você está sendo o primeiro a me fazer isso assim tão gostoso!
Inconformado com aquilo Juca insistiu:
— Por quê?
— Meu marido é tão religioso que por isso faz tudo de forma tão superficial que mal consigo acreditar que ele me tirou o cabaço!
Claro que isso excitou Juca quase ao extremo e por isso ele ainda segurando Ivonete pela cintura com ambas as mãos beijou cada um dos bicos dos seios dela para em seguida voltar a perguntar:
— Em que mais serei o teu primeiro?
— Fora os beijos, o sexo oral e a transa normal o resto terá a primeira vez com você.
A menção ao sexo oral fez Juca tocar de leve entre as coxas de Ivonete dizendo:
— Pelo menos ele gosta de chupar uma fruta peluda, né?
Isso fez Ivonete dar vários beijos rápidos em Juca pra então responder:
— Muito pelo contrário, pois ele quase morre de nojo.
— E você gosta de chupar?
A resposta de Ivonete foi se ajoelhar diante de Juca, mas ao libertar a pica dele das calças ela não pode deixar de exclamar:
— Ual! Nunca pensei que pudesse existir assim desse tamanho!
Mas, em lugar de se intimidar ela passou a beijar, lamber e sugar aquela picona ao mesmo tempo em que massageava as bolas e o mastro com as mãos, mas a visão daqueles seios grandões ali bem abaixo levou Juca a perguntar:
— Já fez “espanhola”?
Ivonete desocupou a boca pra perguntar:
— Como assim?
A tomando pela mão, Juca a conduziu até um arranjo de caixas de equipamentos dispostas, arrumadas e forradas de forma a dar conforto a quem se valesse delas e após deixar que Ivonete se acomodasse adequadamente encaixou sua tora entre os seios dela passando a imitar os movimentos de quem fode o que levou ela a dizer:
— Que delicia! È tão diferente e tão gostoso que não paro de gozar.
Então Juca perguntou:
— Gosta que te gozem na boca!
— Claro que sim!
Ivonete se sentou e mais que depressa passou a sugar a pica de Juca que em breve anunciou:
— Beba tudo, beba!
Foi tanta a porra que fluiu da tora de Juca que Ivonete quase não deu conta de engolir tudo, mas mesmo assim ela lambeu os beiços dizendo:
— É delícia pura de verdade!
— Que bom que tenha gostado, pois chegou minha vez de te retribuir a gentileza!
E antes mesmo que de poder perguntar o que ele queira dizer o posicionamento de Juca deixou claro que era chegada a hora dela ter a boceta chupada, mas ela não esperava era que antes de começar ele fosse perguntar:
— Já fez isso antes ou será a primeira vez?
Por incrível que pareça nem mesmo a vergonha que sentia impediu Ivonete de responder:
— Homem será a primeira vez sim!
Juca afastou o mais que podia a pernas dela para voltar a perguntar:
— Então quem foi?
— Foi uma prima assim meio amalucada!
— Você a chupou também?
Aí sim a vergonha bateu recorde absoluto, mas mesmo assim ela não se furtou de responder:
— Também a chupei, mas foram somente duas vezes.
— Bom! Muito bom mesmo.
Seguido a isso Juca mergulhou a cabeça entre as fartas coxas de Ivonete passando a beijar, lamber e sugar a boceta dela e então quando enfiou um, depois dois e finalmente três dedos no cuzinho apertado dela os gemidos chegaram a tanto que Juca se interrompeu pra dizer:
— Você gosta?
— Sim e está ficando cada vez melhor.
Já quase seguido a isso Juca se levantou ela perguntou:
— Vai meter nele agora?
— Ainda não!
E após elevar as pernas de Ivonete deixando ela tal e qual uma “franga assada” passou a procurar pela entrada da boceta dela que mesmo estando hiper molhada como estava se mostrou tão apertada que ele se viu no direito de brincar:
— Tem mesmo certeza de que não é mais virgem?
— Bem! Pelo menos meu marido já meteu várias vezes nela sim. Só que o pau dele mal tem a metade do teu.
— Ah bom!
Seguido a isso Juca passou a abrir caminho em curtas e precisas estocadas e como cada uma tirava caretinhas de dor ele perguntou a Ivonete:
— Ta doendo muito?
— Só um pouquinho.
— Se quiser parar é só avisar?
Apesar de a dor estar um pouco maior do que esperava Ivonete ela concluiu:
— Já que na primeira vez não doeu nem um pouco ao menos saberei dizer como é gostoso quando dói um pouco mais!
Como nada mais restava pra entrar Juca passou a meter calmamente de forma que não demorou quase nada pra que Ivonete passasse a gozar e pedir:
— Mete mais forte, mete?
Ao invés de fazer o que Ivonete pedia, Juca passou a tirar e pôr bem devagar de forma que ela podia sentir toda a extensão daquele imenso pau deslizando dentro de sim e o efeito disso era tão devastador nas emoções dela que ela quase em transe se pôs a dizer:
— É muito bom... É bom demais... Que delícia...
E assim foi repetindo até que Juca pediu:
— Então goze gostoso que quero gozar juntinho com você!
Ao que ela respondeu quase gritando:
— Então vai... Vai... Vai...!
Juca deu duas estocadas tão fortes e fundas que suas bolas se esmagaram contra o cuzinho de Ivonete e então deixou o gozo fluir para quase que imediatamente se deixar cair sobre Ivonete para lhe dar um longo e demorado beijo.
Assim ficaram por vários minutos e então como que atendendo a um relógio interno Juca saiu de sobre e de dentro dela dizendo:
— Por mim ficaria assim pelo resto da vida, mas infelizmente o show está quase por começar!
Isso fez o casal se levantar, se vestir e se dirigirem ao palco onde a principio tudo esteve no mais normal possível, mas Ivonete ao se ver diante do grande ídolo dos fins da década de 70, o qual ela só tinha visto pela velha TV em preto e branco de sua avó paterna, a fez apertar com firmeza a mão de Juca perguntando:
— Me belisque que estou sonhando!
De imediato Juca lhe tascou um bom beliscão na bunda o que a fez gemer de dor e dizer:
— Sem dúvida alguma eu estou acordada mesmo!
Isso fez Juca rir e cochichar ao ouvido dela:
— Só espero que não tenha se apaixonado por que ele parece não gostar tanto assim de mulher.
Isso fez Ivonete prestar atenção aos trejeitos afeminados e mal disfarçados para então murmurar:
— Assim não dá! Assim não pode!
Mas, mesmo assim contrariada com a verdade dos fatos ela não pôde deixar de assistir ao show e tão logo esse terminou Juca desativou toda parafernália usada e abraçou Ivonete pelas costas perguntando:
— Prefere que eu te coma antes ou depois de comermos alguma coisa?
Mesmo estando um bocado faminta ela deixou o resto de razão que ainda lhe restava falar mais alto:
— Prefiro que me coma, senão acabarei perdendo o ultimo ônibus!
Mais uma vez eles foram direto do palco para o estúdio e dessa vez mal trancou a porta, Juca se aproximou de Ivonete pelas costas e após novamente tirar o casaquinho e finalmente o vestido, antes mesmo de tirar a calcinha, apalpou a esplendida bunda dela dizendo:
— Ainda bem que você gosta de sexo anal, pois seria um desperdício enorme não poder saborear uma maravilha dessas!
A menção ao fato dela gostar daquilo levou Ivonete a questionar:
— De onde tirou essa de que gosto disso?
— Se não gosta, me enganou direitinho, pois enquanto te chupava lhe enfiei os dedos e você disse gostar muito mesmo?
Isso a fez virar de frente pra Juca dizendo:
— Gostei muito daquilo, mas em termos de sexo anal aquilo foi a primeira e única coisa que fiz de verdade mesmo!
Juca a fez ficar novamente de costa para si e enquanto tirava a calcinha beijando o que ia sendo exposto sentenciou:
— Então se prepare, pois sua hora e vez de tomar no cú chegaram!
Após te dito isso ele a conduziu até o arranjo de caixas e fazendo-a ficar de lado e de costas para assim ir encaixando sua tora entre as partes da bunda de Ivonete e como ao atingir o cuzinho dela ela o apertou ao máximo ele se obrigado a perguntar:
— Está com medo?
— Um pouco sim!
— De que assim?
— De que doa demais também!
— Assim como na bocetinha depois que entrar ficará bom demais mesmo!
— Tem certeza?
— Ajoelhe no chão e debruce na caixa!
Ivonete começou a fazer o sugerido meia assustada e por isso perguntou:
— O que pretende fazer?
— Apenas te provar que não precisa ter tanto medo assim!
Ela o atendeu e então Juca se ajoelhando por trás passou a acariciar a bunda fenomenal de Ivonete com uma das mãos e após untar um dos dedos em vaselina procurou enfiá-lo no cuzinho dela e ao não conseguir pediu:
— Agora o deixe bem frouxo!
Ivonete atendeu e com isso o dedo deslizou fácil o que permitiu Juca, após algum tempo, enfiar dois e finalmente três dedos o que a levou a dizer:
— Você estava certo novamente!
— Está gostando?
— Nunca ao menos imaginei que isso pudesse ser assim tão gostoso!
— Então que acha de me deixar trocar os dedos por isso daqui?
Ivonete olhou demoradamente para a tora de carne oferecida por Juca e por maior que fosse o medo que ela causava acabou cedendo, mas não sem antes dizer:
— Ainda estou com muito medo!
— Se ficar calma e relaxada não vai doer nada mesmo!
Seguido a isso Juca untou abundantemente sua tora e o cuzinho de Ivonete com bastante vaselina, encostou a cabeça e pediu:
— Abra a bunda, relaxe e deixe-o bem frouxo!
— Mas, e se mesmo assim doer muito?
— Basta me dizer que pararei e tirarei!
Ivonete atendeu ao solicitado e com isso a pica de Juca passou a deslizar lentamente pelo cú dela adentro com tamanha facilidade e quase sem dor, mas mesmo assim ele querendo testar a confiabilidade de Juca falou:
— Aí, Ta doendo!
Juca parou de imediato e procurou acalmar Ivonete dizendo:
— Mantenha a calma que vou tirar bem devagarzinho!
Vendo que realmente ele cumpriria o prometido Ivonete apressou em dizer:
— Precisa tirar não! Apenas pare um pouco pra ver se me acostumo.
— Tudo bem! Experimente rebolar e mover pra frente e pra trás que fará ficar ainda melhor.
Ivonete passou a fazer o recomendado e com isso acabou por si mesma fazendo a maior parte da pica de Juca desaparecer dentro de si e ao ver isso Juca perguntou:
— Viu como não precisava ter medo?
— Sim! Estou vendo sim.
— Está gostando?
— Gostando é pouco estou sim é adorando!
— Então mexe essa bunda gostosa que vai ficar melhor ainda!
E se curvando sobre as costas de Ivonete passou uma das mãos por baixo dela na altura dos seios e outra na altura da cintura podendo assim passar a acariciar aos seios e a boceta de Ivonete que de imediato reagiu dizendo:
— Que delicia! Agora sim está bom demais.
— Então rebole gostoso que vou gozar!
A sensação que aquilo lhe causava era ao mesmo tempo estranha e agradável e por isso Ivonete aumento o rebolado e Juca a firmeza com mantinha seu pau enterrado nela e assim sendo não demorou muito pra que ela exclamasse:
— Vou gozar!
E ele:
— Então goze! Goze comigo, Goze?
E como que atendendo a um comando único o casal deixou o gozo fluir de forma eu Ivonete derreou sobre o sofá e Juca sobre ela e assim ficaram por vários minutos e então Juca se ergueu, apertou ambas as partes da bunda de Ivonete com as mãos e foi fazendo sua tora sair bem lentamente e mal tinha saído tudo ela olhou para trás perguntando:
— Sujou muito!
Apesar do quase inédito da pergunta Juca foi rápido e direto:
— Veja por si mesma que não suja não!
Ivonete olhou detalhadamente e por fim concluiu:
— Mais uma mentira esclarecida, pois me disseram que lambuzava tudo mesmo!
— Pelo menos até hoje isso nunca me aconteceu, mas seja na frente ou atrás sempre é bom lavar direitinho mesmo.
Dito isso Juca se dirigiu ao sanitário e ao voltar Ivonete já tinha quase terminado de se vestir e por isso se desculpou:
— Se eu não me apressar perderei o ônibus!
— Tudo bem! Só esperar me vestir que te acompanho até a rodoviária.
Rapidamente Juca se vestiu, trancou tudo e passando um braço pela cintura de Ivonete falou:
— Vamos?
Ela retribuiu passando um braço pela cintura dele e respondeu:
— Sim, vamos!
Já que estação rodoviária ficava quase bem perto, eles não levaram nem cinco minutos e como o ônibus já se encontrava na plataforma e por ter visto que o destino do mesmo era Rio das Conchas, Juca puxou Ivonete para si e após vários beijos se despediu pedindo:
— Amanhã venha com o que saí de lá as 14h10m!
— OK! Virei nele sim!
Assim que o ônibus saiu, Juca retornou ao recinto onde se dava a festa meditando que para uma festa tão pequena aquela estava sendo boa até demais.

FIM

enviada por Katia Ramos






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