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02/08/2006 14:53
Fazendo a festa: A festa contínua: a noite!
© Kátia Ramos MSN = contosdakatiaramos@hotmail.com E-mail = ramos_katia@hotmail.com ICQ 162 167 967 Blog = http://contosdakatia.blig.ig.com.br Orkut = http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=9242145791011846390
O desenrolar do restante daquele dia foi tão normal como qualquer outro poderia ser e então pouco depois das 20h00m bateram na porta do estúdio e tal fato tão incomum, pois iam chegando e entrando levou Juca a pedir:
Entre!
A porta se abriu e por ela passou uma garota de estatura mediana, loura, cabelos cacheados, olhos azuis, seios médio e quadris largos e por isso antes mesmo dela dizer Juca já antecipou quem seria, mas mesmo assim esperou pela garota que se aproximou com aquele andar ondulante de mulher que sabe que atrai os olhares masculinos e gosta disso e após parar bem rente a Juca perguntou:
Você é Juca?
Sim e você deve ser Ivana, a irmã de Ivonete!
Ela sorriu aquele sorriso matreiro que a fazia ainda mais linda do que era e confirmou:
Sim, sou Ivana, a irmã de Ivonete!
Juca correu o olho por toda aquela magnífica escultura feminina trajada numa blusa azul fechada na frente por botões, mas tendo dos dois logo acima dos seios estrategicamente desabotoados e uma calça branca, tão colada ao corpo que Juca até podia ver nitidamente aquele delicioso sulco formado pela boceta dela comprimida pelo tecido e tudo isso levou Juca a desabafar:
Nossa! Você é tudo de bom mesmo.
Mesmo alguém tão acostumada a elogios como Ivana acabou ficando mio que encabulada diante de tamanha sinceridade contida na voz que disse aquilo e por isso ela controlou o resquício de timidez que surgiu e disse:
Mesmo sabendo que é apenas muita lisonja sua, obrigada!
Então Juca se levantou e se apoiando na bancada puxou gentilmente Ivana para os tradicionais três beijinhos que novamente se transformaram em quatro e mesmo que esse não foi assim tão sôfrego como aquele de Ivonete acabou sendo o suficiente pra começar deixar Juca de pau duro e Ivonete com a boceta molhada e ao fim ela exclamou:
Realmente você não é mesmo de perder tempo, né?
Fazer o que se essa vida é curta demais?
Já que estava com as mãos na cintura dela ela a deslizou até os quadris para sem seguida puxar Ivana pela bunda para um beijo mais demorado e agora sim com a sofreguidão e a volúpia adequadas, mas quando desabou os botões restantes da blusa ela apontou a porta dizendo:
Não tem perigo de entrar alguém?
Claro que tinha perigo e muito mesmo e por isso que Juca se afastou e foi após colocar a plaqueta de volto logo voltou para junto de Ivana e a pegando pelas mãos a conduziu até o arranjo de caixas e assim que ali chegou, ele a livrou da blusa para assim poder passar a beijar, lamber e chupar aquele par de seios que mesmo sendo bem menores que os de Ivonete estavam acima da média nacional e todo aquele carinho e dedicação com que Juca os tratava levou Ivana a contemporizar:
Pena não serem grandões como os de Ivonete!
Por que diz isso?
É que ela achou tão gostoso aquilo que você fez que até me deu vontade de poder fazer.
Isso fez Juca forçar ligeiramente eles de forma a fazê-los se encontrarem e por fim concluiu:
De onde tirou que não dá?
Sei lá? Nunca me fizeram isso!
Juca se afastou e enquanto se despia, Ivana se deitou de costas, mas quando ele se livrou da cueca e Ivana viu seu pau de perfil e em toda sua plenitude ela se sentou exclamado:
Que horror! É monstruoso.
Como sempre essa atitude deixou Juca naquele meio caminho entre encabulado e envaidecido, mas assim que controlou esse estado de coisas meias contraditórias se aproximou de Ivana dizendo:
No decorrer verá que ele tem o tamanho exato do prazer que você terá!
Ivana tocou assim como quem toca algo irreal, mas ao sentir que era real ela o circundou com uma das mãos e o ver que seus dedos não se tocavam encarou Juca dizendo:
Que loucura! Dessa vez Ivonete não exagerou um nada sequer.
Por que ela é dada a exageros?
Não, mas dessa vez achei que sim.
Mal se calou, ela começou a beijar e a lamber a tora de Juca, mas já que ao tentar enfiá-la na boca não conseguiu se contentou e chupar o mais avidamente que podia a cabeça e o efeito daquilo em Juca foi tal que ele não conseguido se conter avisou:
Estou quase gozando!
Isso fez com que Ivana sugasse com maior vigor e com a porra fluiu tão farta e viscosa que mesmo com toda prática que tinha Ivana deixou um pouco lhe escorrer pelo queixo e enquanto limpava com as costas da mão esquerda com cara de safada falou:
Só espero não ter estragado as coisas, né?
Juca afagou ternamente os cabelos dizendo:
Que nada! Ainda tem muita coisa gostosa pela frente.
Seguido a isso a fez se deitar sobre o arranjo de caixas para então tirar a calça e em seguida a calcinha toda em renda vermelha quase transparente e ao deparar com a bocetinha de Ivana, habilmente depilada na forma do minúsculo biquíni que ela sempre usava, brincou:
Adorei esse lindo cavanhaque e por isso gostaria de saber que é o barbeiro?
Sou eu mesma que raspo usando um espelho e seguindo o contorno deixando pelo biquíni!
Realmente a prova estava ali, pois a depilação seguia exatamente a marca branca que o biquíni não deixava bronzear, mas então Juca deixou aquele pequeno detalhe de lado para então passar a beijar, lamber e sugar a boceta sumarenta e saborosa de Ivana de tal forma que isso a obrigou a dizer:
Minha nossa! Como você é bom nisso.
E isso levou Juca a procurar pelo cuzinho dela para assim poder fazer um de seus dedos ir deslizando lentamente e tão logo enfiou ele todo passou a movê-lo para dentro e para fora ao mesmo tempo em que fazia girar pra um lado e para outro o que acabou fazendo Ivana exclamar com voz entrecortada:
Que delicia!
Novamente isso fez Juca reagir juntando um segundo dedo ao primeiro o que a fez aumentar o rebolado e os gemidos e dizer:
Agora enlouqueço de vez mesmo!
Juca ficou naquilo até um orgasmo quase arrasador atingir Ivana e já que com isso conseguiu descobrir tudo o que queria ele foi se levantando lentamente levando consigo as pernas de Ivana de forma a deixá-la tal e qual uma franga assada e assim que consegui isso, Juca encostou a cabeçorra de sua pica na bocetinha dela e foi pressionando lentamente, mas apesar de todo aquele aperto oferecido pela boceta de Ivana a lubrificação abundante permitiu que aquela tora de carne deslizasse lentamente se problemas até um determinado onde a dificuldade aumentou e fez Ivana dizer:
Nossa! É tão comprido que chega doer.
Isso levou Juca a se guiar pelas caretinhas de Ivana dando estocadas curtas e lentas para assim que elas terminassem passar a dar estocadas mais lentas e um pouco mais fundas e o aperto encontrado era tal que ele não pode deixar de exclamar:
Nossa! Você é tão apertada que quase me enlouquece!
E Ivana tomando aquilo como um elogio se arreganhou mais ainda e pediu:
Então mete gostoso, mete?
Isso fez Juca passar a tirar seu pau quase por completo da boceta de Ivana pra em seguida ir o fazendo deslizar lentamente até entrar tudo vez após vez, de forma que, Ivana passou a demonstrar o quanto gostava daquilo gemendo e se contorcendo em gozos um mais profundo e forte que o outro e assim foi até que ele pediu batendo de leva nas caixas.
Debruce aqui e abra essa delicia de bunda, amor!
Antes mesmo de iniciar a manobra pedida, Ivana pressentiu no que aquilo resultaria e por isso foi se posicionando e reclamando:
Se estiver pensando em meter no meu cú pode ir esquecendo!
Juca se lembrava do que Ivonete tinha lhe dito e por isso decidiu por perguntar:
Mas, por que não?
Por que teu pau é grosso demais!
E o que há de errado nisso?
Isso vai me arrombar todinha mesmo!
Vai te fazer isso não mesmo e, além disso, você vai adorar de verdade.
Ta brincando, né?
Claro que não!
E como prova disso encostou a cabeçorra de sua tora no cuzinho e como ela tentou impedir a entrada apertando o mais que podia ele passou a pedir:
Vai amor! Relaxe e de entrar.
Não mesmo!
Deixa, vai? Se não você gostar eu tiro!
Após isso Juca aumentou ligeiramente a pressão levando Ivana a crer que ele acabaria enfiando na marra e o medo disso a fez ir relaxando de forma que a tora de Juca começou a abrir caminho o que levou a ele a dizer cheio de entusiasmo:
Isso amor! Deixe entrar bem gostoso nesse cuzinho super apertado!
Ivana relaxou por completo e com isso a cabeçorra desapareceu dentro da bunda dela e já que aquela tarefa se apresentava nada fácil ela protestou:
Não dá! Ta me rasgando.
Então mexe que vai melhorar!
Ivana passou a menear o quadril timidamente o que levou Juca a pedir:
Rebole gostoso que quase entrou tudo!
Ta doendo demais!
Ivana disse isso e se pôs a chorar baixinho e pouco segundo depois Juca falou:
Já pode parar de chorar que entrou tudo!
Ninguém melhor que Ivana pra saber disso e por isso ela pediu:
Então goze logo!
Então me ajude mexendo essa bunda gostosa!
Já que a lógica de Juca era incontestável, ela não só passou a rebolar como também a mover o corpo pra frente e pra trás e já que na medida que ia fazendo isso a dor foi amainando até desaparecer não demorou muito pra que Ivana passasse a gostar e a gozar o que por fim a fez pedir:
Mete mais forte, mete?
Juca passou a atender aos pedidos de Ivana o que acabou levando ele a pega-la pela cintura e puxa-la com firmeza para trás dizendo:
Vai, goze comigo!
E como que atendendo a um comando único o casal deixou o orgasmo fluir de forma tão profunda que Ivana derreou sobre as caixas e Juca fez o mesmo sobre ela.
O casal foi voltando daquele estado catatônico bem lentamente e enquanto fazia sua pica deslizar lenta e cuidadosamente de dentro da bunda de Ivana ele exclamou:
Viu só como não foi de todo como você temia?
O que levou ela a dizer:
Olhe! Sempre fiz manha pra valorizar a coisa, mas hoje descobri que dar o cú dói de verdade mesmo!
Como já tinham ficado em pé ela abraçou Juca bem apertado passando a dar-lhe vários beijos rápidos o que permitiu a ele pega-la pela bunda com a duas mãos dizendo:
Só espero que queira mais, pois adorei essa delicia de bunda?
Tudo bem! Mas, por hora chega porque meu cú não é de ferro!
Seguido a isso se vestiram e saíram e como sempre Juca foi vistoriar cada um dos detalhes sob sua responsabilidade.
FIM
enviada por Katia Ramos
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