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23/09/2006 04:33
Fazendo a Festa: Duas visitas inexperadas!
© Kátia Ramos MSN = contosdakatiaramos@hotmail.com E-mail = ramos_katia@hotmail.com ICQ 162 167 967 Blog = http://contosdakatia.blig.ig.com.br Orkut = http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=9242145791011846390
A feira agroindustrial de Santa Cruz ainda ia pela sua metade e como isso coincidia com um feriado nacional e como os portões foram liberados ao acesso a movimentação que começou pela manhã daquele dia ficou ainda maior e melhor pela tarde com isso Juca acabou tendo que almoçar no restaurante do recinto e quando voltava de lá para o estúdio o volume de uma bunda por baixo de uma saia tendo ao seu lado uma bunda um tanto menor, mas mesmo assim não menos desejável dentro duma calça jeans apertada o fez passar a seguir lentamente tal dupla dando asas à imaginação de como realmente seria o objeto responsável por tal arquitetura e então para seu total espanto elas param diante do passando a bater na porta o que o fez aproximar perguntado:
Em que posso ser-lhes útil?
Apesar da descrição feita por Ivonete e por Ivana ter sido tão acurada a ponto de não deixar dúvidas a pouca idade de Juca obrigou Hilda a perguntar:
Você é Juca?
Apesar de não aparentar idade para tanto a semelhança entre ela e Ivana era tamanha que Juca não pode deixar de identificá-la como tal e por isso respondeu:
Sim senhora, sou eu mesmo!
Muito Prazer! Sou mãe de Ivonete e desde que você deu a ela certo ursinho de pelúcia que essa daqui não me dá mais sossego e por isso aproveitei nossa vinda até aqui pra ver consegue que o gerente do parque me venda um?
Apesar dos favores devidos pelo gerente lhe permitir ter muita liberdade, Juca procurou valorizar a coisa dizendo:
Apesar de não ser costumeiro venderem os prêmios dos jogos vou até ele ver o que consigo e, portanto voltem daqui a no máximo meia hora, certo?
A cara amuada que Márcia fez deu indícios claros e precisos do quanto ela não tinha gostado de esperar, mas como nada podia fazer perguntou:
Nós voltaremos né mãe?
Claro que sim!
Mal elas se forma e Juca foi cuidar de conseguir o ursinho e como tinha seus planos também conseguiu vários ingressos para os aparelhos do parque e ao que parece Hilda tinha planos semelhantes, pois assim que Juca entregou a Márcia o ursinho e os bilhetes ela falou pra filha:
Agora vá desfrutar dos ingressos senão não dará tempo de usar todos!
Márcia saiu e Hilda se aproximou da mesa onde Juca estava encostado de costas e ao estar ao alcance ela tocou o rosto dele dizendo:
Pelo que andaram me dizendo achava que você bem mais velho!
E Juca não se dando por achado correu maliciosamente o olho pela silhueta de Hilda e disse:
E na certa você é bem mais gostosa do que essa saia rodada deixa se ver!
E como querendo confirmar a afirmativa, Juca correu as mãos pelos flancos e bunda de Hilda para então dizer com a maior cara de safado:
Mesmo assim acho que só mesmo uma boa olhada pra confirmar o que temos escondido aí, certo?
E antes dela dizer qualquer coisa passou a tirar-lhe a saia e ao terminar fez Hilda dar uma volta completa e então assobiou e disse:
Tal mãe, tal filhas!
Nem mesmo a forte vergonha que sentia fez Hilda deixar de se encher de orgulho e dizer:
Assim como elas saíram a mim eu sai a minha mãe!
Juca a fez ficar de lado para si e após enfiar uma mão por frente e outra por trás na calcinha de Hilda passou a acariciar simultaneamente a boceta e o cuzinho dela e ao ver a reação favorável obtida deu maior ênfase ao dedo no cú e perguntou:
Tua mãe também gostava disso?
Hilda se contorceu de prazer e com a voz embargada pelo gozo respondeu:
Se hoje ainda não é nada fácil uma mulher se casar sem cabaço antigamente era ainda pior e por isso, assim acabou sendo minha mãe, e a mãe dela e tantas outras anteriores acaram tendo que aprender a gostar e com isso acabou chegando minha vez.
Juca fez Hilda se debruçar na escrivaninha logo a frente e após tirar a calcinha dela se livrou das calças e da cueca para poder passar a esfregar a cabeça do pau num trajeto que ia do cú até a entrada da boceta de Hilda deixando ela quase louca de tanto tesão e ansiosa por saber qual seria o objetivo inicial e então e passou a fazer a pica deslizar lentamente pela boceta dela a dentro sem deixar de comentar:
Sem dúvida aqui temos outra qualidade típica da família!
E já não conseguiu entender a que ele se referia Hilda perguntou:
O que mais acha que temos em comum?
Juca moveu o caralho para dentro e para fora algumas vezes pra então responder:
Essa delicia de bocetinha super apertada!
Se aquele era o tipo de elogio que envaidecia qualquer mulher ao se dirigido a uma mulher mãe de quatro era o ápice de gloria, mas mesmo assim Hilda justificou:
Com uma pica desse tamanho não há mulher que lhe deixe de ser apertada!
Engano seu, pois têm aquelas que mesmo sendo virgens, não oferecem quase nenhum aperto, mas você até parece ter uma mãozinha mágica apertando.
Isso fez Hilda caprichar ainda mais na forma como comprimia os músculos ao redor da boceta o que obrigou Juca a brincar:
Acho bom eu ir mudar de tática antes que acabe estragando um pouco as coisas!
E pegando o frasco de vaselina do bolso da calça passou a untar habilmente o cuzinho de Hilda que mal sentiu o toque do dedo de Juca passou a piscar freneticamente o levou Juca a dizer:
Já que esse cuzinho faminto está pedindo um boa pica, vamos dar-lhe o que quer!
E tirando o caralho para fora da boceta de Hilda passou a untá-lo com bastante vaselina para em seguida posicionar a cabeça bem no centro das pregas e ir fazendo pressão, mas por mais que Hilda tentasse relaxar a única coisa que conseguia era apertar mais e mais o cú o que obrigou Juca a dizer:
Se continuar fazendo assim não entrará nunca mesmo!
Sei que não, mas não consigo relaxar!
E dizendo isso Hilda se endireitou o que levou Juca a abraçá-la pelas costas dizendo:
Está até parecendo que você nunca fez isso?
Se não tivesse feito aí seria muito mais fácil mesmo, pois não saberia o quanto uma tora dessas pode ser dolorosa!
Sem dúvida que aqueles argumentos tinham fundamentos e por isso em vez de insistir ou força a barra como fizera com Ivana ele procurou acalmá-la dizendo:
Apesar de lamentar muito pode estar certa de que respeitarei sua vontade!
Vai mesmo ou me fará o mesmo que fez com Ivana?
Vou mesmo, mesmo! E além do mais você e ela fazem estilos bem diferentes mesmo.
Como assim?
Você não quer porque tem medo de verdade e ela não quer apenas pra dizer o quanto e como quer!
Hilda parou pra pensar nas tantas vezes que ouvira as transas da filha tanto com o marido como com outros nos tempos de namoro e por fim concordou:
Sendo assim vou acreditar em você, viu?
E com isso dito ela voltou a se debruçar na escrivaninha o deu a Juca a real e total certeza da crueldade que era ter uma bunda fenomenal como aquela ao seu alcance sem poder desfrutar adequadamente dela, e já que não poderia fazer o que queria o melhor era fazer podia e então fiz sua pica deslizar lentamente pela boceta de Hilda e quando nada restava pra fora passou a mover lentamente pra trás e pra frente num ritmo lento e ao mesmo tempo alucinante o que obrigou ela a exclamar:
Minha nossa! Que delicia!
Juca continuou naquele vai e vem, mas como a visão daquele cuzinho bem ali na sua frente era convidativa demais ele não contendo apoiou o polegar da mão esquerda sobre ele e foi pressionando até fazê-lo entrar totalmente o fez Hilda exclamar com a voz embargada e entrecortada pelo tesão:
Você este mesmo querendo acabar comigo?
Claro que sim! Por isso rebole o mais gostoso que puder?
Hilda passou a atender ao que Juca pedira e com isso não demorou quase nada pra ele exclamar:
Estou gozando!
E quase imediatamente Hilda sentiu a porra fluir quente e abundante bem lá fundo de sua boceta e o que a levou a murmurar:
Você acabou mesmo comigo!
Ao que Juca redargüiu:
Que nada! Foi você que acabou comigo.
E seguido a isso debruçou sobre as costas de Hilda só se levantando minutos depois quando ela falou:
Mesmo não querendo eu preciso ir!
E enquanto se vestia falou:
Sei que nem tudo saiu como você esperava, mas no devido tempo verá que não foi tão mal assim!
E já que não tinha entendido nada de nada Juca perguntou:
Como assim?
Ela passou carinhosamente a mão pelo rosto, caminhou até a porta e finalmente falou:
Agora sei que posso confiar em você!
E antes que Juca pudesse pedir, mas esclarecimentos ela fechou a porta atrás de sim deixando nele a real sensação de que ir atrás dela acabaria estragando as coisas e por isso passou a cuidar de seus afazeres cotidianos.
FIM
enviada por Katia Ramos
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