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Contos da Katia Ramos

21/05/2007 07:09

A necessidade faz a puta!


© Kátia Ramos — MSN = contosdakatiaramos@hotmail.com — E-mail = ramos_katia@hotmail.com — ICQ 162 167 967 — Blog = http://contosdakatia.blig.ig.com.br — Orkut = http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=9242145791011846390

Já fazia alguns meses que Daniela tinha estado com Juca e então mais uma ela surge como que do nada, mas dessa vez foi na forma de uma ligação para celular de Juca e após os cumprimentos e gracejos tradicionais ela foi ao motivo da ligação:
— A Ângela está precisando de um daqueles seus favores especiais, sabe?
Mesmo sem ainda ter localizado Ângela em suas memórias Juca sabia de que tratava de ajuda financeira e por isso foi sincero:
— Em quanto me custará esse favor?
— Só $ 200,00!
Novamente Juca não titubeou:
— Se ele gostar das mesmas coisas que você gosta tido bem!
— Quanto a isso você pode ficar tranqüilo, pois antes de ligar pra ti eu a avisei de que você não se importaria de arrumar o que ela precisa desde que ela não se importasse de tomar no cú, certo?
— E o que ela achou disso?
— Como era de esperar, no princípio ela ficou toda cheia de dedos dizendo que nunca tinha feito isso e que por isso tentaria se arrumar de outra forma, mas hoje veio me procurar toda apavorada dizendo não ter alternativa, pois tem que saldar a tal divida segunda-feira sem falta, OK?
— Pra mim tudo bem, mas ainda não consegui identificá-la?
Daniela fez uma pausa causando a impressão que conversava com alguém e depois justificou e respondeu:
— Estava tranqüilizando ela! Você se lembra daquela vez que nos encontramos em frente da papelaria?
A imagem dela se ascendeu na mente de Juca tal e qual uma TV que acaba de ser ligada e por isso falou sorrindo:
— A acanhada com vontade de ficar assanhada!
Daniela riu com muito gosto e concluiu:
— Exatamente ela mesma!
Juca deixou o filme mental correr mais uns momentos e por fim falou:
— Só espero que ela esteja como daquela vez?
Daniela riu de novo, fez outra pequena pausa e por fim falou:
— Quanto a isso pode ficar tranqüilo, pois ela está ainda mais ao teu gosto!
Realmente os últimos vinte dias tinham sido tão atribulados e com tantas caminhadas na busca vã de quem pudesse ajudá-la que tinha perdido alguns quilos exatamente nos lugares certos o que a deixara com o corpo ainda mais no típico formato de violão e como Juca se perdeu momentaneamente naquele devaneio, Daniela retomou o assunto perguntado:
— Apesar de já ter atropelado um pouco as coisas você está por onde hoje?
Isso trouxe Juca de volta á realidade e então ele respondeu:
— Aqui perto do centro da cidade e vocês?
— Na minha casa. Então poderia sem ainda pra hoje?
Juca fez uma pausa enquanto revisava os compromissos e como todos poderiam ser adiados, ele respondeu:
— Pra mim tudo bem!
— Já que você sabe muito bem como é a vida de mulher casada, nos espere daqui, há no máximo, uma hora naquela lanchonete perto e da papelaria, certo?
— A que fica na mesma calçada ou na esquina?
— Na mesma calçada!
— Ótimo! Vou terminar duas coisinhas e já sigo pra lá!
— Então até lá!
Daniela desligou e Juca voltou ao assunto que deixara pendente com o dano da revendas de carro onde estava e como ainda não conseguiram chegar a um acordo sobre a data mais adequada para a pescaria planejada de despediram deixando outra reunião marcada para a semana seguinte. Após isso Juca se dirigiu até a tal lanchonete onde pediu uma cerveja em lata e foi se sentar estrategicamente numa das mesas da calçada e ali se pôs a esperar pelas duas.
Assim que desligou o telefone, Daniela se dirigiu à Ângela dizendo:
— Pronto! Agora ta na hora de tomar aquela ducha, botar aquele lingerie sexy e aquela roupinha que revela a puta escondida na mulher séria e comportada e sair pra caçada, certo?
A resposta de Ângela foi um lacônico e quase inaudível sim seguido duma retirada rápida até sua casa onde tomou um banho rápido e mesmo assim caprichado, escolheu uma lingerie compradas para ocasiões especiais, vestiu de suas melhores e inseparáveis calças de moletom e por cima uma dessas blusas tão compridas que até podiam servir de mini-vestido e por fim a maquiagem discreta de sempre e com isso ainda pegou Daniela só de calcinha e sutiã toda atarefada e confusa sobre o que usaria ou não, mas ao ver como Ângela se vestia estacou dizendo:
— Pode ir tirando essa camisola agora mesmo!
— Mas, por quê?
— Porque eu te disse pra botar a puta que tem dentro de si pra fora, mas você fez exatamente o contrário!
— Mas, o que há de tão errado assim com ela?
— Quantas vezes preciso dizer que ela esconde tudo o que você tem de mais bonito e mais desejável aos olhos dos homens?
E antes que Ângela pudesse argumentar em contrário escolheu uma de suas blusas e atirou para Ângela e como se aquilo tudo lhe tivesse servido de inspiração se vestiu no mesmo estilo e após uma maquiagem caprichada, mas tipicamente de puta, sentenciou:
— Vamos!
E foram. E já que de outra forma chamariam ainda mais a tenção, Daniela se valeu do celular para chamar um taxi e com isso levou poucos minutos para chegar até onde Juca as esperava onde a esperteza de Daniela permitiu a ela conduzir tudo como se fosse mais um encontro ocasional de primos de segundo grau de forma que Juca não precisou demorar muito para se levantar e ir pagar a conta e tão logo se afastou Daniela se dirigiu para Ângela:
— Daqui em diante você está por si e pela sou sorte e não se esqueça de que estarei te esperando na praça ali de trás, certo?
Ângela se sentia insegura demais para achar aquilo muito certo, mas como ainda nem eram 13 horas ela se viu no direto de perguntar:
— Mas, o que fará até chegar a hora combinada?
— Vou aproveitar pra faturar uns trocados também!
Apesar de estar prestes a ingressar no mesmo estilo de vida de Daniela a menção ao que faria dali até a hora marcada deixou Ângela um pouco constrangida e por isso se calou, mas mal Daniela se afastou ela se levantou pedindo:
— Só mais uma coisinha?
Daniela parou e Ângela caminhou até se aproximar o suficiente, baixou a voz e perguntou:
— É que nunca saí com um cara assim só por sair e por isso não sei o que faço?
— Já que é assim aproveite pra fazer tudo aquilo que tem vontade, mas que nunca teve coragem de fazer!
— Mas, ele quiser me enrabar?
A premência na voz de Ângela tornava evidente ser aquele seu maior medo e por isso Daniela foi direta e concisa:
— Basta fazer o quê e como ele mandar que acabará achando uma delicia.
— O que te dá tanta certeza assim?
— Ele quem inaugurou minha bunda!
E como Juca já tinha saído da lanchonete Daniela concluiu:
— Ele já está te esperando. Tchau!
Ângela se virou e caminhou até perto de Juca e esse a conduziu até o carro se pondo a caminho da chácara, mas como Ângela se mostrava pouco a vontade ele tentou descobrir o motivo brincado:
— Pode ficar tranqüila por que não mordo e sim apenas chupo e por isso se não gostar é bom me avisar, viu?
Isso deixou Ângela levemente ruborizada, mas mesmo assim ela respondeu:
— Gosto sim!
E já que isso deu claro indício a Juca dela ser mais acanhada do que parecia ele prosseguiu:
— E de chupar também?
— Sim!
Juca deslizou uma das mãos por entre as coxas dela até atingir a boceta de Ângela que mostrou total concordância abrindo as penas para que assim tivesse a boceta totalmente acariciada e após alguns segundo apenas acariciando Juca falou novamente:
— Sendo assim faremos um delicioso 69. Do que mais você gosta?
Já que o tesão tinha começado a aquecer-lhe o sangue, Ângela foi um pouco mais expansiva.
— Apesar de ter a pouco mais de um ano acho que já aprendi a gostar de tudo sim!
— Que ótimo, pois assim nos daremos bem demais mesmo!
Como a distancia até o cafofo de Juca era pequena eles já estavam entrando pelo portão e por isso ele parou o carro dizendo:
— Seja bem vinda ao cafofo do Juca!
Ângela desceu, deu uma volta em torno de si mesma e exclamou:
— Nossa! Que lugar mais lindo!
Juca já estava ao lado dela e por isso tocou de leve o rosto dela dizendo:
— É só apenas bem cuidado!
— Você mora aqui?
Ele passou um braço pela cintura dela de forma a passarem a caminharem para dentro da casa e só então respondeu:
— Apenas venho aqui pra me divertir.
Caminharam até a piscina e após olhar atentamente tudo Ângela perguntou:
— Mas, por que não mora aqui?
— Se fizesse isso perderia o único lugar pra onde posso fugir quando estou de saco cheio.
Como estavam parados frente a frente Juca procurou pelo primeiro beijo no que foi prontamente e ao terminar ele ofereceu:
— Aceita uma bebida?
— Bem que gostaria, mas se chegar cheirando álcool estarei ferrada!
Novamente Juca passou um braço pela cintura dela e dessa vez a conduziu até o barzinho onde pegou e entregou a ela uma vodka ice dizendo:
— Além de não deixar bafo é tão gostosa como limonada!
Ângela pegou, provou e aprovou dizendo:
— Que delicia! Nem parece que tem álcool.
— Mas, tem sim.
Juca já estava novamente frente a frente com ela e dessa vez foi Ângela quem procurou pelo beijo e então Juca s e aproveitou para deslizar a mãos pelas costas ta a bunda dela para pode acaricia e apalpar e como ao término do beijo Ângela ainda não se sentia totalmente a vontade ela pediu:
— Posso conhecer o resto da casa?
— Sim! Claro que sim.
Como a bebida de Ângela já estava quase no fim, Juca pegou outra pra ela e mais uma cerveja para si e passando a mão pela cintura dela a conduziu pelo cômodo por cômodo explicando o uso que planejara para cada um e conforme o previsto deixou por ultimo o quarto principal e dessa feita no lugar de explicar apenas disse:
— Acho que esse aqui dispensa qualquer explicação adicional.
Apesar de nunca ter entrando em qualquer motel Ângela tinha visto muitos quartos em fotos, mas nem mesmo os mais luxuosos e requintados que vira se assemelhava ao que estava, pois tudo ali combinava de forma que até os itens mais luxuosos se encaixava perfeitamente aos mais simples e até aos singulares e como a bebida já tinha deixado ela bem mais a vontade ela se virou de frente para Juca dizendo:
— Claro que dispensa qualquer explicação!
Dessa vez o beijo foi mais rápido e então Juca passou a tirar lentamente a blusa que ela usava e após beijar cada um dos seios dela ainda protegidos pelo sutiã passou o dedo por entre eles dizendo:
— São ideais pra se fazer uma “espanhola”!
A cara de quem não sabia do que ele estava falando feita por Ângela levou Juca a dizer:
— Se preocupe não que logo mais saberá o que é e como é!
E seguido a isso passou a tirar as calças dela ainda mais letamente ainda e quando terminou fez Ângela dar uma virar até ficar de costa e passando a acariciar a bunda dela falou:
— Você tem uma das bundas mais lindas e desejáveis que encontrei!
Isso fez Ângela virar lentamente para ele e dizer:
— Bondade sua! Pois, a da Daniela é até mais bonita.
— Em parte sim, mas cada uma tem uma beleza diferente o que faz cada uma especial ao seu modo!
E já que não estavam ali para discutir beleza de bundas, Juca livrou aqueles seios grandes e duros do sutiã e imediatamente se pôs a beijar cada um deles e a sugar os mamilos deixando eles ainda mais eretos e duros; mas ela dando asas ao que Daniela tinha sugerido se afastou o suficiente pra poder passar a despir Juca começando pela camiseta, mas na hora das calças se sentou sobre os calcanhares e após baixá-la livrou o pau dele da cueca, mas mesmo sendo casada com um negro e, por isso, acostumada a um pau quase do mesmo comprimento não pode deixar se surpreender com o fato de ser praticamente duas vezes mais grosso e apesar disso dificultar um pouco ela abocanhou o que pode passando a chupar tão havidamente que Juca não resistiu e gozou exclamando:
— Que delicia de boca maravilhosa!
Juca ajudou Ângela a se levantar para conduzi-la até a cama e após deitá-la de costas tirou a calcinha para assim poder passar a beijar, lamber e chupar aquela boceta tão caprichosamente depilada e só parou depois de ter feito Ângela varias vezes e então se deitou de costas dizendo:
— Vem cá fazer aquele “69” combinado!
Ângela se posicionou da forma adequada passando imediatamente a chupar a pica de Juca que de meio dura passou rapidamente pra completamente dura e Juca se valendo da posição privilegiada passou a procurar o cuzinho dela com um dos dedos, mas se a principio Ângela ofereceu alguma resistência á entrada do dedo não demorou muito a descontrair e deixar ele entrar e sair gostosamente, mas isso durou pouco, pois ela querendo realizar um sonho antigo deslizou o corpo até poder encaixar a boceta no pau de Juca e ir fazendo ela deslizar lentamente até nada mais resta para fora e tão logo conseguiu isso passou a erguer e abaixar o corpo suspirando, gemendo e gozando sem parar e com isso não tardou a perder as forças e então, Ângela se deitou de costas, mas Juca sabendo que não demoraria muito mais pra gozar pediu:
— Vire de bruços amor!
Ela o atendeu prontamente, mas mal ela se virou ele a puxou pelas pernas até fazê-la ficar de joelhos no chão e com o peito apoiado na cama, então Juca se posicionou atrás dela pedindo:
— Abra essa delicia de bunda, amor!
Novamente Ângela atendeu ao pedido dele e com isso Juca pode passar a massagear o cuzinho dela com vaselina e em seguida fez o mesmo com seu pau e encostou a cabeça bem no centro pedindo:
— Agora é só dar aquela relaxada gostosa e deixar entrar!
Ângela fez o que lhe fora pedido e com isso a pica de Juca passou a deslizar para dentro lentamente e de forma tão gostosa que mesmo tendo doído um pouco e ardido um bocado Ângela não conseguiu deixar de exclamar:
— Que delicia!
O que levou a Juca a pedir:
— Então rebole bem gostoso pra que eu te encha de porra!
Ângela passou a rebolar e a gemer baixinho enquanto Juca tirava e punha suma pica bem devagar se deliciando em vê-la entrar e sair e foi assim até que segurando Ângela pela cintura de forma enterrar o mais fundo que podia pediu a ela:
— Goze junto comigo, vai?
Isso fez Ângela aumentar o rebolado e os gemidos e aí foi a vez de Juca exclamar:
— Que delicia!
Ao que ela secundou:
— Então goze gostoso!
Juca a segurou com toda firmeza e enterrou a pica o mais fundo que podia e exclamou:
— Gozei!
A resposta de Ângela foi um longo e profundo gemido seguido daquele típico amolecimento que atinge quem alcança o mais potente dos orgasmos. Juca ainda ficou um bom tempo deitado sobre as costas dela e quando se ergueu a fez cobrindo as costas de Ângela de beijos para então apertar a bunda dela pelos lados com ambas as mãos e ir fazendo seu pau ainda bastante duro deslizar lentamente para fora de forma que ao sair ela exclamou:
— Gozei de novo!
Então Juca se levantou, pegou uma cerveja gelada pra si e outra vodka ice para Ângela, acendeu um cigarro e seguiu pra o banheiro e quando voltou ao quarto, Ângela já tinha se vestido e mesmo que não fosse preciso se justificou:
— Apesar de Daniela ter me dado às 18 horas como limite, não posso ficar tanto assim, pois tenho algumas coisas para acertar antes de voltar pra casa!
— Sem problemas, pois quem manda é você!
E de pronto passou a se vestir e quanto terminou tirou a carteira, contou o dinheiro e entregou a ela dizendo:
— Aqui está o combinado, mas quando quiser ganhar mais é só me ligar, ta?
A princípio Ângela ficou meia sem jeito, mas contornou isso rapidamente dizendo:
— Posso mesmo te ligar?
— Claro que sim!
Trocaram mais um beijo e Juca passando o braço pela cintura dela conduziu-a até o carro para assim segurem até o centro e como ela pediu, ele a deixou na esquina de um dos bancos o que levou ele a deduzir acertadamente qual seria o destino imediato de seu dinheiro!

FIM
enviada por Katia Ramos






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