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28/08/2007 12:45
De caso pensado!
© Kátia Ramos — MSN = contosdakatiaramos@hotmail.com — E-mail = ramos_katia@hotmail.com — Blog = http://contosdakatia.blig.ig.com.br
Era a época do milho verde e como nos anos anteriores isso reuniu nos sito dos pais de Juca as irmãs de Zé: Célia, Lair, Dinah, a cunhada Emília e as irmãs de Linda: Nadir e Zelda para fazerem pamonhas, cural, bolos e até sorvete de milho verde. Como nos anos anteriores todos dormiriam lá, é claro que isso excluía a família de Iraldo, mas como não há regra que não acabe tendo sua exceção na hora deles irem Irene conseguiu quase por milagre demover seus pais de levá-la consigo.
E já que Irene não tinha levado nem sequer uma troca de roupas vestiu a camisola que Linda lhe emprestara, retirou a pouca maquiagem, penteou e prendeu os cabelos para só então se deitar na cama para como sempre passar a fazer um balanço daquele dia e por isso antes que a apagasse a luz a porta se abriu lentamente e então Zé apareceu na fresta aberta se justificando:
— Ia passando e vi a luz acesa, então vim ver se você precisa de alguma coisa?
A cara de preocupado de Zé obrigou Irene a dizer sorrindo:
— Só estava pensando um pouco na vida enquanto o sono não vem!
Zé entrou, fechou a porta, se sentou na cama ao lado dela e segurando uma das mãos dela perguntou:
— O que assim de tão preocupante tem com que se preocupar essa cabecinha linda?
Irene se ajeitou melhor e respondeu não o que pensava quando ele apareceu e sim o que realmente lhe atribulava nos últimos tempos:
— Estou com quase 20 anos e que se meu continuar a controlar demais meus namoros morrerei solteira e virgem!
Zé deslizou os olhos maliciosamente pelo corpo dela começando pelas pernas o que fez o coração de Irene começar a disparar e por fim ele disse:
— Realmente seria um desperdício enorme se isso acontecesse!
Isso a fez sorrir entre envergonhada e encabulada e dizer com toda sinceridade que tinha:
— Até que não seria assim um desperdício tão grande!
Isso fez Zé puxar a camisola dela até a calcinha começar a aparecer o que deixou Irene extremamente encabulada e como ela estava com as pernas fechadas ele deslizou um dedo pelo rego formado por elas até a altura da boceta de Irene passando a esfrega o dedo e perguntou:
— Não acredito que não tenha nenhum candidato querendo se deliciar com isso daqui?
Irene afastou as pernas de forma que Zé pode passar a esfregar três dedos sobre sua boceta e respondeu:
— Tinha o Nico, mas meu pai fez a gentileza de botá-lo pra correr!
— Nesse ponto meu irmão é tão antiquado que nem parece termos os mesmos pais, mas e durante esse namoro vocês nunca pensaram em formas alternativas?
— Como assim?
Zé forçou um pouco a mão pra baixo no que foi prontamente atendido por Irene de forma que ele pode alcançar o cuzinho dela também e então falou:
— Nunca pensaram e sexo oral e anal?
Irene corou até a raiz dos cabelos e achando coragem que não sabia ter respondeu:
— Oral nós fizemos umas vezes, mas ela era conservador demais pra encarar o sexo anal numa boa!
Zé enfiou a mão por dentro da calcinha de Irene passando assim a acariciar a bocetitnha dela dando especial atenção ao clitóris dela o que a fez abrir o mais que podia as pernas e passar a gemer e a contorcer de puro tesão e após fazê-la gozar varias vezes perguntou:
— Mas, e você tem algo contra o sexo anal?
— Só medo de que doa demais!
Mesmo achando a maior das hipocrisias Zé respeitava os motivos daquele tipo de pensamento e por isso falou com voz mansa e carinhosa:
— Sendo assim pode ficar tranqüila, pois farei com bastante carinho e muito cuidado mesmo!
E seguida a isso tirou a camisola que ela usava passando a se deliciar com os seios médios para grandes herdados de Emilia, uma típica de descendentes de espanhóis e assim foi até Zé tirou o pau para fora pedindo:
— Me mostre o que aprendeu a fazer que essa boquinha gostosa que depois vou te ensinar uma coisa muito bem interessante!
Aquilo deixou Irene um tanto intimidade por nunca tinha visto um cacete assim as claras, pois nas raras vezes que manuseara e chupara o pau de Nico isso tinha acontecido quase na escuridão total, mas mesmo bastou ela pegar o pau de Zé com a mão pra ela perceber que ele mais grosso, comprido e cabeçudo que o de Nico, mas no lugar de isso intimidá-la acabou incentivando Irene a deslizar pela cama de forma a ficar na posição certa para poder passar a beijar, lamber e sugar o pau de Zé com tal vigor que esse não tardou a anunciar:
— Que delicia! Estou gozando.
Isso levou Irene a intensificar as chupadas de forma que quando Zé gozou, ela não perdeu uma gotícula sequer de toda a porra dele o que o levou a afagar os cabelos dela dizendo:
— Menina! Você chupa bem demais mesmo.
Isso deixou Irene entre envergonhada e envaidecida o que levou a deitar sobre ele ora beijá-lo seguidamente e então Zé a fez se deitar de costas e se posicionou de forma a poder tirar a calcinha de Irene para então se posicionar entre as coxas dela dizendo:
— Nada melhor que um caldo de boceta quentinho e colhido na fonte pra reanimar qualquer um!
E fazendo as coxas ir contra o peito dela passou a beijar, lamber e chupar a boceta sumarenta de Irene que dessa feita se contorceu, gemeu e gozou mais ainda e logo mais Zé ajoelhou em frente a ela acariciando sugestivamente o pau o que deu a Irene a real certeza de que finalmente sua vez de perder o cabaço tinha chegado e isso fez o coração dela disparar, mas quando Zé pegou uma camisinha do bolso do short que usava ela falou:
— Vai precisar não, porque me preparei pra isso!
Isso fez Zé pegar a latinha de vaselina do mesmo bolso e passar a untar seu pau com ela o que levou Irene a protestar:
— Mas, pensei que seria primeiro na frente e não atrás?
— E assim será e isso daqui é só pra fazer entrar mais fácil e gostoso. Irene se aproveitou daquilo para colocar a toalha trazida por Zé debaixo de si e atendeu toda ressabiada com aquilo e então Zé a fez ficar tal e qual uma franga-assada e após untar fartamente um de seus dedos e passou a introduzi-lo na bocentinha apertada e molhada de Irene dizendo:
— Pode ficar tranqüila que será uma coisa de cada vez, primeiro aqui e depois aqui.
Esse segundo “aqui” foi seguindo pelo dedo que passou a ser pressionado contra o cuzinho dela e como estava difícil fazê-lo entrar Zé sugeriu:
— O deixe relaxado e bem frouxo!
Irene atendeu e com isso o dedo passou a deslizar lentamente e a sensação que isso casou a levou a dizer:
— Não é que isso é bem melhor do que pensava ser!
Isso levou Zé a juntar um segundo dedo ao primeiro e dizer:
— Que bom que pense assim, pois isso facilitará tudo!
Seguido a isso Zé se posicionou sobre ela e passou a procurar a entrada da bocetinha dela com a cabeça do pau e quando consegui pediu a Irene:
— Feche os olhos, relaxe e pense só em coisas gostosas!
Ela fez o que ele pediu, mas mal Zé começou com as estocadas curtas e precisas ela protestou:
— Está doendo!
— Sim, eu sei. Mas, logo passará!
Ela mordeu os lábios inferiores e algumas lágrimas escaparam pelas pálpebras cerradas, mas mesmo assim Zé continuou e assim de estocada em estocada e de “aí em ui” que finalmente Irene soltou o logo e profundo gemido e arregalou os olhos o que levou Zé a dizer:
— Pronto! Seja bem vida ao mundo das mulheres.
Irene estava tão concentrada em mitigar a dor que demorou um pouco pra perceber que o pau de Zé entrava e saía sem lhe causar dor ou qualquer outro desconforto e isso a fez passar a rebolar timidamente no início, mas não demorou muito pra que o fizesse com mais vigor o que levou Zé a dizer com voz embargada de tesão:
— Desse jeito não vou agüentar muito tempo!
E aumentando aumentou o ritmo do entra e sai de forma que ela passou a sentir as bolas de baterem contra seu cuzinho e com isso não tardou muito pra ele exclamar:
— Gozei!
Irene quis dizer a mesma coisa, mas antes que pudesse uma onde poderosa de energia explodiu dentro dela deixando-a aturdida e a fazendo praticamente apagar ainda naquela deliciosa letargia que só um orgasmo de primeira consegue dar.
Zé rolou para o lado deitando de costas e assim ficou por um bom tempo e então se levantou em silencio e saiu voltando logo depois com uma jarra de suco de abacaxi estupidamente gelado e algumas frutas o fez Irene se sentar encostada na cabeceira da cama dizendo:
— Tio! Não que isso me deu uma fome danada.
Zé sentou do mesmo jeito ao lado dela concordando:
— Dá muita fome sim.
Comeram e tomaram suco conversando sobre um pouco de tudo e com isso Irene foi se acostumando com sua nova condição de mulher e por isso passou a acariciar o pau de Zé ainda mole pra então dizer:
— Quem o vê assim desse jeito não consegue acreditar que quando duro El faça doer pra entrar e até sangre ao fazer isso!
Isso fez Zé ficar meio constrangido o que levou Irene a beijá-lo ternamente e dizer:
— Precisa ficar assim não, tio! Pois, o resultado final fez valer demais a pena.
Após isso ela se deitou parcialmente sobre Zé que passou a ter uma visão toda especial da bunda arrebitada de Irene e isso aliado as caricias que ela fazia com uma das mãos fez o pau dele voltar rapidamente ao ponto ideal o que o fez deslizar mais para o lado a fazendo ficar de bruços e então ele pegou novamente a latinha de vaselina e se sentando ao lado dela untou um dos dedos e se pôs a acariciar o cuzinho dela e como dessa vez ela não ofereceu resistência á entrada do dedo Zé o que o levou a dizer:
— Que bom! Você aprende bem depressa mesmo.
Isso fez Irene arrebitar ainda mais a bunda e mesmo gostando mais do que achava certo gostar ela acabou por dizer:
— Mas, mesmo assim estou morrendo de medo!
Zé lhe beijou ternamente cada parte da bunda dela pra então dizer:
— Como já disse serei muito carinhoso e cuidadoso e por isso irá adorar mesmo!
Aquilo deixava claro pra Irene que ela não escaparia mesmo sem tomar no cú, ma mesmo assim continuou:
— Só não entendo por que terei que fazer isso também?
Zé acariciou demoradamente a bunda dela pra então responder:
— Com uma bunda assim tão gostosa eu acabarei apenas sendo o primeiro de muitos que irão querer devorá-la e até você mesma admitiu que só não tomou no cú antes devido as preferências de Nico, certo?
— Sim, mas sempre pensei que se perdesse a virgindade antes eu acabaria no tendo que tomar no cú, mas pelo jeito não vou mesmo escapar, né?
A resposta de Zé foi passar a untar generosamente seu pau com vaselina e se posicionando com ela entre suas pernas pediu:
— Abra essa delícia de bunda, amorzinho?
E mesmo que a seu ver quase inexperiente ela sabia estar numa das posições mais fatais, pois gostando ou não ela não teria como escapar, mas mesmo assim atendeu ao pedido de Zé que sem demora passou a untar o cuzinho dela com uma dose extra de vaselina e por fim encostou a cabeça do pau sugerindo:
— Agora é só relaxar como na hora dos dedos!
Irene relaxou o que podia e o que nem sabia conseguir, mas mesmo assim a dor foi tão forte que ela não pode deixar de cravar os dentes no travesseiro e arregalar os olhos que verteram umas poucas e quentes lágrimas e por isso só quando nada mais restava por entrar que ela conseguiu dizer com voz chorosa:
— Que horror! Isso dói demais!
— Se quiser eu tiro, ta?
— Precisa não porque quase já passou!
— Ótimo! Então rebole gostoso na minha pica, vai?
Irene passou a rebolar e Zé a tirar e por seu caralho cada vez mais rápido até por fim ele não conseguindo conter o gozo por mais tempo exclamou:
— Que cuzinho delicioso! Estou gozando.
Zé gozou e isso desencadeou de imediato um orgasmo tão profundo em Irene que essa apagou só acordando no dia seguinte sozinha na cama, mas feliz demais com sua nova condição sexual!
FIM
enviada por Katia Ramos
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