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08/12/2007 18:54
De cunhados a amantes, apenas um detalhe!
© Kátia Ramos — MSN = contosdakatiaramos@hotmail.com — E-mail = ramos_katia@hotmail.com — Blog = http://contosdakatia.blig.ig.com.br
Emília estava demais indignada com o acontecido, mas mesmo assim decidiu esperar até segunda-feira para ir até a casa de insumos e equipamentos agropecuários de Zé e de tão mal humorada que estava que subiu diretamente ao mezanino onde ficava o escritório dele cuidando apenas de acenar ligeiramente aos poucos que estava na loja e ao entrar nem ao menos cumprimentou Zé e sim foi exclamando:
— Mesmo sabendo dessa odiosa mania que tua família tem de se aproveitar das sobrinhas eu nunca esperava que você fizesse o que fez com a pobre da Irene (De caso pensado)!
A forma intempestiva que Emília entrou deixou Zé um bocado confuso e por isso ele se levantou da cadeira onde se encontrava sentado por detrás de sua mesa, fechou a porta e se aproximou de Emilia perguntando:
— Mas, que fiz assim de tão exagerado com ela?
— Não venha como todo esse cinismo numa hora dessas, pois você sabe muito bem demais a barbaridade que fez como a pobre coitada, ta?
Zé aproximou um pouco mais encarou os olhos esverdeados dela e disse:
— Ainda não entendo o motivo de tamanha indignação, pois só fiz aquilo que qualquer outro teria feito!
Isso obrigou Emilia a forçar uma risada quase de escárnio e dizer:
— Acho bom excluir teu irmão desse todos, pois ele nunca fez e nunca fará comigo ou com mulher alguma a absurdo que fez com a pobrezinha da Irene!
Desde a adolescência os irmãos se desentendiam em relação ao sexo anal, pois se para Zé aquilo era apenas uma fonte de prazer, para Iraldo era o absurdo dos absurdos e por Zé aproximou um pouquinho mais e tocou o rosto de Emília dizendo:
— Ainda bem que para felicidade das mulheres meu irmão faz parte dura rara e quase extinta minoria!
Aquele toque por mais leve e sutil que tivesse sido fez Emilia suspirar e se arrepiar toda e isso a levou a protestar:
— Já te disse que não sou esse tipo de mulher que você está pesando, viu?
Nas ocasiões anteriores isso bastaria pra fazer Zé soltar alguma piadinha e se afastar, mas dessa vez a segurou gentilmente pelos ombros e fixou bem nos olhos dela pra dizer:
— Você é uma mulher tal e qual qualquer outra, mas apenas ainda não descobriu isso!
O contato das mãos sobre os ombros expostos pelo vestido de alcinhas fez o coração de Emília disparar quase enlouquecido e Zé se apercebendo disso procurou boca dela para um longo e caloroso beijo devidamente correspondido, mas no final ela protestou:
— Por favor! Sou casada com teu irmão e só não me casei virgem por que ele insistia tanto que cheguei a temer perder ele pra alguma outra. E nunca tive nada com nenhum outro que na fosse ele!
Isso apenas fez Zé começar a baixar as alcinhas do vestido dela simultânea e lentamente e quando teve os seios dela exposto beijou delicadamente cada um dos mamilos grande e eretos dela pra só depois dizer:
— Como você sabe não é de hoje que sou louco de tesão por você e você por mim e por isso não vejo nenhum motivo pra continuarmos nessa agonia!
Isso levou Emilia a argumentar:
— Mas, seu teu irmão descobrir ele nos matará!
Como querendo ficar em igualdade, Zé tirou a camisa e dessa ao abraçar Emilia para mais um beijo ela sentiu os pêlos quase fartos do peito dele acariciar seus seios quase grandes demais pra uma mulher do tamanho dela o que elevou o tesão dela as alturas, mas mesmo assim ao final do beijo ela murmurou:
— Não acredito que estou me deixando levar por essa loucura!
E deixando o vestido deslizar pelo corpo até só ficar de calcinha se ajoelhou passando tirar as calças e finalmente o caralho de Zé pra fora da cueca e após dar vários beijos, lambidas e sugadas pediu:
— Goze na minha boca?
Zé afagou a cabeça dela dizendo:
— Tudo bem, mas antes quero fazer contigo algo que a muito venho sonhando!
Isso fez Emília se sentar nos calcanhares e encarar Zé com os olhos mais arregalados que podia o que o levou a se antecipar a ela:
— Calma que ainda não é o que o que você está pensando, mas se quer tanto assim poderemos mudar um pouco a ordem das coisas começando por onde a lógica seria terminar!
Isso deixou mais claro ainda pra Emilia de que além de não escapar sem tomar no cú isso seria a segunda coisa extraconjugal que ela faria e a prova disso começou com Zé ajudando ela a se levantar e a conduzindo até a mesa onde pediu:
— Agora é só debruçar na mesa, empinar essa delicia de bunda e relaxar!
Emilia parou apoiada de costa para a mesa reclamando:
— Mas, de jeito nenhum farei uma maluquice dessas!
Calmamente Zé pegou a latinha de vaselina numa das gavetas da mesa e passou a espalhá-la no pau e quando se deu por satisfeito falou:
— Sei que está doida pra que isso te aconteça desde antes mesmo de conhecer meu irmão, por isso, pode ir parando com toda essa frescura desnecessária!
Após ter dito isso Zé a pegou gentilmente pelos ombros e a fez virar de frente para a mesa e untando um dos dedos com vaselina passou a acariciar o cuzinho de Emilia até conseguir fazer o dedo desaparecer e depois de ficar movendo ele pra dentro e pra fora e em círculos até ver os efeitos do tesão estampado no rosto de Emilia perguntou:
— Viu como não tão ruim como pensava?
Emilia suspirou fundo e respondeu:
— É justamente por temer gostar mais do que devo que não quero fazer isso!
— Tai um ótimo motivo pra você fazer.
— Mas, e se isso acontecer o que farei tendo o marido que sabe que tenho?
— Quando a vontade for grande demais é só se lembrar de que o cunhado aqui estará sempre a sua disposição!
Finalmente Emilia fez aquilo que Zé tinha pedido restando a ele apenas encostar a cabeça do pau no cuzinho dela pedindo:
— Agora relaxe e deixe entrar!
Assim como Emilia temia a dor causada no lugar de assustá-la aumentou ainda mais o tesão que ela já sentia e por isso não conseguiu se conter e exclamou:
— Como eu temia isso é bom demais!
Isso fez Zé colar as mãos por baixo do corpo de Emilia para passar a acariciar os seios dela o que fez dizer:
— Desse jeito vai me enlouquecer de tanto tesão!
Zé aumentou o ritmo das estocadas e a força no aperto dos seios e disse:
— Que nada! Só vou te fazer gozar gostoso como nunca gozou na vida.
Agora foi a vez de Emilia reagir passando a rebolar quase freneticamente gemendo sem parar só interrompendo os gemidos só pra dizer:
— Vou gozar... estou gozando... gozei!
E Zé entrando no embalo dela exclamou:
— Também gozei!
E imediatamente após isso se deitou apoiando o peito nas costas de Emilia assim ficando até recobrar as forças e então se levantou, apertou a bunda dela com ambas as mãos e fez seu pau meio amolecido desliza lentamente pra fora da bunda dela e foi direto para o banheiro. Assim que Zé se foi, Emilia ainda ficou mais um pouco derreada sobre a mesa tão feliz e satisfeita que mal conseguia acreditar ter que finalmente tinha feito aquilo que sonhava desde que conhecera Zé e ao chegar a essa conclusão ela se viu levada a outra dúvida que se tive sido com outro homem ela teria sido tão bom como fora e se até mesmo teria tido coragem de fazer, mas antes que ela chegasse a uma conclusão Zé voltou do banheiro e ao vê-la já vestida perguntou:
— Nossa! Pra que tanta pressa?
Emilia esperou ele se aproximar, pegá-la pela cintura e dar-lhe vários beijos pra então responder:
— Apesar de querer tanto ficar mais a vida lá fora não parou e por isso tenho muitas coisas pra fazer!
— Então já que a vida nunca pára e por isso que devemos aproveitar cada momento que ela nos permite ter!
Enquanto dizia isso Zé despiu os seios dela e ao final da frase passou a beijar, lamber e sugar os mamilos até deixá-los eretos novamente e já que Emilia estava gostando daquela resistência infrutífera ela insistiu:
— Olhe! Preciso mesmo ir por que faz muito tempo que estou fora de casa.
Zé continuou a ataque e com isso deixou Emilia apenas de calcinha e dando especial atenção aos seios dela falou:
— Calma que ainda não fiz contigo o que mais queria fazer!
O que a levou a exclamar:
— Como não se ainda estou com o cú em brasas?
— Bem! É que essa sempre foi a segunda coisa que sempre mais quis fazer com você.
— Sério? Então qual seria a primeira?
Zé dedicou mais um bom tempo aos seios dela e por fim respondeu:
— Fazer uma deliciosa “espanhola” com essas maravilhas aqui!
Isso fez Emilia quase explodir:
— Está brincando, né?
— Não mesmo!
— Mas, então acabei tomando no cú de graça mesmo?
Zé beijou a beijou até ela se acalmar e então esclareceu:
— Como disse lá atrás apenas houve uma pequena inversão na ordem das coisas, pois começaríamos pela “espanhola”, passaríamos pela boceta e terminaríamos no cuzinho, entendeu?
Emilia fez cara de quem não via nenhuma melhora na sua situação e respondeu ironicamente:
— Grande consolo me é saber que não escaparia sem tomar no cú!
Ze sorriu e respondeu:
— No que depender de mim nossas transas sempre acabarão contigo tomando no cú sim!
— Até a de agora?
— Sim!
Apesar de não achar aquilo de todo ruim o cú de Emilia ainda estava tão dolorido que ela pediu:
— Meu cú ta tão esfolado que na certa sentirei só dor e nenhum prazer e por isso não poderia deixar pra outro dia?
Claro que ele não via nada de errado naquilo, mas mesmo assim insistiu:
— E como terei certeza de que haverá outro dia?
Isso fez Emilia corar ao dizer:
— É como eu temia acabei gostando demais e por isso não me será fácil ficar sem isso por muito, então creio que terei que me valer daquela tua oferta de ser o cunhado enrabador de plantão!
Aquilo soava tão bem aos ouvidos de Zé que ele se viu exclamando?
— Sério?
— Tão sério que depois de amanhã estarei cá novamente!
Isso acarretou uma série de beijos acalorados e apaixonados e então Zé a pegou pela mão e a conduziu até o pequeno sofá daqueles bem típicos de qualquer escritório onde mal Emilia se posicionou adequadamente já apoiou as mãos do lado de cada um dos seios preparando para apertá-los assim que Zé encaixasse o pau entre eles o que levou a dizer:
— Nem preciso dizer que você dever gostar demais disso, né?
— Umas em solteiras dão a bunda e outras, assim como eu, uma “espanhola” atrás da outra!
Isso fez Zé deslizar o mais rápido que pode seu pau por entre os seios grandes e duros de Emilia e ao sentir o pau apertado por tanta carne quente e macia exclamou:
— Que delicia! Isso é bem melhor do que eu imaginava!
Isso deixou claro pra Emilia que ele nunca fizera aquilo antes e por isso ela passou a incentivar pedindo:
— Mete gostoso neles, mete?
E nem precisaria ela ter pedido, pois ele passou a mover seu pau quase frenéticamente ao mesmo tempo em que murmurava palavras de carinho e elogios e com isso acabou gozando exclamando:
— Que delicia! Nem me lembro de quando gozei assim tão gostoso.
E sem querer dar tempo a seu pau pra amolecer fez Emilia ficar rapidamente de franga-assada para com isso fazer sua pica deslizar pela boceta dela adentro passando imediatamente a meter com o mesmo vigor com que fazia a “espanhola” o levou Emilia a beira do delírio total e a um orgasmo tão profundo que ela apagou por mais de meia hora. Dessa vez assim que Zé saiu de cima e de dentro dela, Emilia cambaleou até o banheiro pequeno, mas bem equipado de onde só saiu depois de um revigorante banho frio
O dia referido chegou e como o previsto começou com uma deliciosa “espanhola” e terminou com Emilia gemendo e choramingado mais de prazer do que de dor com a pica de Zé toda enterrada no cú dando assim inicio a um dos mais longos romances entre cunhada e cunhado que já se viu!
FIM
enviada por Katia Ramos
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