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03/08/2008 16:51
Reaprendendo a sonhar!
© Kátia Ramos MSN = katiadoscontos@live.com Blog = http://contosdakatia.blig.ig.com.br
Era um daqueles dias em que nada parecia dar certo para Márcio, e para piorar ainda mais as coisas, Márcia, sua irmã gêmea, lhe telefonou dizendo:
Márcio! Preciso que me leve agora mesmo à psicóloga.
Só falta mais aquilo em um dia tão atribulado que nem ainda tinha chegado ás nove horas, onde até o programa de gerenciamento da folha de pagamentos de sua empresa de transportes escolares tinha enlouquecido e por isso perguntou:
Não pode ser mais tarde?
Não! Pois, se demorar, mais um quase nada, enlouquecerei duma vez por todas.
Claro que não era nada assim tão grave, pois na certa, ela tinha tido mais um de suas brigas de mulher mal casada, mas mesmo isso requeria que ele lhe prestasse ajuda a quem nunca lhe dizia não. Por isso tentou ao menos ganhar algum minutos que fosse:
Assim que atender o cliente que está aqui te pegarei na sua casa, certo?
Os suspiros mal contidos por Márcia o alertaram do descontentamento dela que mesmo assim respondeu:
Certo! Sendo assim me pegue na casa da mãe.
Para que Márcia estivesse assim ansiosa para sair de casa, a coisa tinha sido mais complicada do que de costume, mas como fazê-la contar só iria fazê-lo atrasar mais ainda, ele optou por se despedir e passar a procurar uma solução adequada para todos aqueles problemas, mas por mais que repassasse todas as opções a folha de pagamentos não concordava em rodar corretamente e foi quando ele pegava o telefone para avisá-la que a solução para, pelo menos, um dos problemas se apresentou com a chegada de Juca que, vez por outra, passava para saber as novidades do grupo de trilhas que Márcio liderava:
Juca, você me caiu do céu.
Isso levou Juca a brincar:
Sendo assim, só espero não ter me machucado demais ao ponto de não poder ajudar.
Isso fez Márcio sorrir pela primeira vez naquele dia e se explicar:
Pelo que vejo vai poder sim. A Márcia está precisando ir a médica dela justo hoje que estou entupidos de problemas, por isso, queria saber se você levaria ela para mim?
Fazia muitos anos que Juca não via Márcia, por isso, só se lembrava de uma garota gorducha, peituda, bunduda e que de parecidos com Márcio só tinha os olhos azuis e cor loura, e já que a curiosidade de vê-la mulher feita falou mais alto ele respondeu:
Sem problemas!
Isso fez Márcio sorrir novamente e dizer:
Que bom! Vou avisar agora mesmo que você irá pegá-la na casa de minha mãe.
E antes que Juca pudesse dizer algo ele ligou para ela dizendo:
Infelizmente não dará pra eu te levar, mas achei um amigo que me fará esse favor.
Márcia nem tentou disfarçar o tom de desagrado e apenas disse:
Já que não tem outro jeito, fazer o que, né?
Isso fez ele optar por não dizer quem era o amigo e sim apenas dizer:
Faz muito tempo que vocês não se vêem, por isso, sei que irá gostar muito de revê-lo!
Tudo bem, mas só peça pra que ele se demore!
Ele não demorará!
E desligando o telefone falou para Juca:
Ela já está te esperando, e como sempre está de moto, aqui estão as chaves do meu carro.
Tua mãe ainda mora no mesmo lugar?
Sim!
Juca saiu, e Márcio ficou pensando na antiga atração secreta que Márcia havia nutrido por ele na adolescência e de como poderia ser tal encontro, estando ela naquela crise conjugal que estava, mas já que um problema resolvido era uma preocupação a menos, ele passou a dedicar total atenção ao programa manhoso.
Quando Juca parou na frente da casa, uma mulher loura já estava esperando e quando ele ia perguntar por Márcia, ela se aproximou sorrindo e disse:
Bem que o Márcio disse que eu gostaria de rever quem ele arrumou pra me levar!
Da Márcia que ele se lembrava, só restavam os olhos, a cor, os peitos grandes, pois a cintura e a bunda não era mais a de uma gorducha e sim a de uma "potranca", daquelas com clássicos quadris largos com bunda carnuda, quase arrebitada, das que se destacam tanto quando vista pela frente e também pelas costas, mas como Márcio não tinha dito qual o motivo dela estar indo ao médico, ele esperou ela entrar no carro para só então perguntar:
Para onde vamos?
Até Piracicaba.
Já que os cerca de 150 km seriam mais que suficiente para fazer qualquer assunto fluir naturalmente, ele deixou de lado o que Márcio lhe dissera e perguntou em tom de brincadeira:
Já que perguntar se você está boa será chover no molhado só me diga como andam as coisas?
Sempre era difícil demais pra Márcia falar sobre casamento fracassado, até mesmo com a psicóloga que iria consultar, mas já que o reaparecimento de Juca tinha reavivado até a antiga atração, ela ao menos se permitiu ser sincera:
Apesar de o namoro ter sido tudo aquilo que sempre sonhei, o casamento nunca ao menos se aproximou de meus sonhos!
A amargura aparente na voz dela fez Juca limitar seus comentários dizendo:
Depois de inúmeras tentativas fracassadas acabei me dando conta de que não sirvo pra esse tipo de vida e por isso desisti de tentar de novo!
Pelo visto Juca também tinha seus dissabores matrimoniais e numa hora daquelas tudo o que Márcia queria era uma troca de más experiências e por isso voltou a se calar, mas não de relembrar e por isso deu conta de que se ao fugir do apetite anal de Juca tinha destruído os sonhos de adolescente ao fazer o mesmo com seu marido tinha posto um fim numa parte de seu sonho de adulta, que era a de que isso só aconteceria na tão bem planejada segunda noite de núpcias, que aconteceria na primeira noite na casa deles. Hoje, tão distante daqueles dias, Márcia deu por si que se tivesse sido só um pouquinho mais realista já teria a muito dado razão para sua prima Ivana que desde a muito dizia que o casamento dela tinha terminado já no início da lua de mel. A lembrança disso fez Márcia se achar infantil e sonhadora ao extremo por ter feito um script, digno de um filme, descrevendo detalhadamente em seu diário, hora por hora, como deveria ser cada detalhe de seu casamento, começando pela cerimônia, passando pela festa e tendo seu ápice na noite de núpcias, essa sim, descrita com tal riqueza de detalhes que ela pode se lembrar até dos diálogos que seriam trocados pelo casal. Mas, mesmo tendo repassado com Silvano varias vezes detalhe por detalhe, ele ignorando tudo, nem sequer esperou pela chegada ao hotel e sim mal se viu livre do cortejo que os seguia até a saída cidade, desviou para uma estrada secundária, o que a levou a perguntar antes mesmo dele parar o carro:
Onde estamos indo?
Só um pouco mais adiante até ficarmos fora das vistas de quem passa pela rodovia!
Mas, pra que?
Para fazermos aquilo que por mim já teríamos feito há muito tempo atrás!
Mas, e os nossos planos?
Seus planos, pois os meus sempre foi de começar a transar com você o ma rápido possível e só não fiz isso por causa da marcação cerrada de seus, motivos que não entendo até agora?
Ela entendia muito bem que a atitude de seus pais originara devido à gravidez acidental de sua prima Clélia, coisa normal em uma geração que podia se dar o luxo de transar sem camisinha por não terem o fantasma da AIDS pairando sobre suas cabeças, mas o choque causado pela revelação dele foi tal que ela se calou, passando a deixar ele despi-la e possuí-a quase sem esboçar reação. Durante o resto da viajem, Márcia se dedicou em apagar decepção que aquilo lhe causara sobrepondo a elas a possibilidade de retomarem os planos quando chegassem ao hotel, mas novamente Silvano botou tudo por água abaixo indo para o banheiro com ela no lugar de esperá-la pacientemente no quarto chamasse e não contente com isso ele pegou o frasco de creme pra cabelos pedindo:
Fique de quatro e relaxe!
A surpresa que isso causou foi tamanha que ela se viu exclamando:
Você só pode estar brincado?
Xi! Lá me vem de novo com aquela baboseira de segunda noite de núpcias.
Isso fez Márcia explodir como tinha feito antes:
Já que não te chega ter destruído tanto os meus sonhos ao ponto de ter sido o único que gozou, sirva-se à vontade como fez ainda há pouco, por que já percebi que pra você nunca deixarei de ser apenas um depósito de porra sem sentimentos, sonhos, desejos ou vontades!
Ela terminou a frase de quatro e assim ficou esperando por Silvano que de tão atônito com o fato de não ter percebido que ela nem sequer tinha gozado e nem ao menos gostado, se afastou murmurando:
Por que não me falou isso antes?
Ela se levantou e o seguiu até o quarto, onde se deitou na cama dizendo:
Falei sim, mas você estava tão entupido de egoísmo que zombou de meus sentimentos assim como acabou de fazer agora.
Já que não havia nada que pudesse dizer ou fazer pra concerta aquilo tudo e menos ainda clima pra uma transa cada qual se ajeitou em seu lado da cama passando a tentar dormir.
Se o dia seguinte não trouxe ressentimentos, também não devolveu o clima esperado, que só foi aparecendo e crescendo muito lentamente, sem não mais falarem ou tentarem o sexo anal, até quando voltaram para casa no horário anteriormente previsto e ainda seguindo a previsão inicial, Silvano despiu Márcia, a conduziu até o centro da cama onde ela se posicionou de quatro esperando que ele untasse o pau e o cú dela com óleo pra bebês e após isso ele deu seqüência ao ritual dizendo a única frase com que contribuiria:
Agora relaxe pra entrar bem gosto!
Apesar da dor no inicio ser mais forte do que Márcia esperava, não demorou muito pra ela se acostumar e passar a dizer as frases românticas e carinhosas planejadas, mas mesmo saindo como ele queria, tudo passou a ter um jeito tão de coisa combinada que mais uma vez foi só Silvano quem gozou e o medo de novos fracassos foi fazendo ela ir achando desculpas na hora do sexo anal, que não demorou muito para que Silvano não mais a procurasse para aquilo. E já que tinha chegado ao vilarejo de Cachoeira das Emas, Juca rompeu o silêncio perguntando:
Pra que horas a consulta está agendada?
Pra hora que eu chegar!
Sendo assim, por que não aproveitamos que está quase na hora do almoço para almoçarmos aqui mesmo?
A personalidade meticulosa de Márcia começou a esboçar uma série possíveis condições desejáveis e conseqüências possíveis, mas as lembranças que acabara de ter a levou responder quase rapidamente demais:
Faz tanto tempo que não almoço aqui que seria maravilhoso poder matar mais essa saudade!
Pararam defronte a um dos mais antigos restaurantes, ambos já tinham almoçado varias vezes em separado e como a fome ainda não era tanta assim atravessam a antiga ponte, agora só usada por pedestre e ciclistas, de mãos dadas a até um aquário e atravessaram ele observando e comentando sobre as espécies capturadas ali no rio e contornando os sanitários, desceram pela passarela até o pequeno bosque de arvores nativas, remanescentes da mata ciliar, onde pararam junto a algumas mesas em concreto e Márcia esperou Juca abraçá-la e beijá-la varias vezes para dar vazão ao que não podia mais conter:
Desde que me casei que venho vivendo uma constante e duradoura crise conjugal, que tem me levado de psicólogos em psicólogas buscando uma solução e era para o consultório da que chegou mais próximo da origem do problema que estávamos indo, mas como ela me disse na última vez, eu teria que me reencontrar onde eu tinha me perdido no passado, pois só assim eu conseguiria voltar a sonhar, em tese ela falou tudo àquilo que minha prima Ivana e Márcio vem me dizendo ano após ano, mas foi preciso nós nos reencontrarmos para que isso servisse como essa ponte que acabamos de atravessar e assim acabasse visitando meu passado mais temido, tal e qual nossa visita ao aquário, e com isso, finalmente a menina sonhadora e assustada foi exorcizada, deixando apenas uma mulher sólida e resistente como essas arvores que nos cobrem e pronta pra se entregar ao único homem de quem nunca deveria ter fugido e diante de tudo isso nossa viagem não precisará mais passar daqui!
Ao final da frase procurou Juca para mais beijos e como aquele tipo de declaração sempre o deixou sem ter o que dizer, ele passou a ajeitar o decote da blusa de Márcia como achava ficar melhor e como não se satisfez com nenhuma das tentativas ergueu a blusa dela até expô-los por completo e após tirar o sutiã que ela usava e guardá-lo num dos bolsos, beijou cada um dos mamilos rosados e grandes como moranguinhos os deixando ainda mais eretos e após isso baixou a blusa, ajeitou o decote e disse:
Agora sim eles ficaram lindos como merecem ficar sempre!
Já que sempre achar os seios grandes demais, Márcia perguntou:
São grandes demais, né?
Eles têm a exata proporção para o quadril e as coxas que você tem e mais ainda para uma deliciosa espanhola.
Apesar de nunca ter feito aquilo, Márcia sabia do que se tratava e por isso concordou:
Se você diz isso que sou eu pra discordar?
O que é bonito, foi feito pra ser mostrado!
E tomando a distância necessária tirou a calça jeans que ela usava o deu a ela a quase certeza de ele a comeria ali mesmo, mas no lugar disso Juca tirou uma faca da bainha da bota de pára-quedista que sempre usava para andar de moto e rapidamente cortou as penas da calça fazendo dela um short bem curto e após ajudar Márcia a vesti-lo a fez dar uma volta completa e concluiu:
Agora sim está se parecendo com a mulher que sempre esteve oculta pela menina!
Márcia andou um pouco para lá e para cá como se estivesse experimentado uma nova roupa e por fim se aproximou de Juca dizendo:
Gostei de verdade mesmo, mas tem só um probleminha!
Qual?
Sempre poderá ter alguém por aqui que me conheça e como não pretendo voltar tão cedo pra casa é grande o risco de que Silvano fique sabendo antes mesmo de chegarmos à cidade.
Isso fez Juca fazer uma careta de quem se acha um gênio e dizer:
Sendo assim, já pensei numa solução!
E olhando mais detalhadamente concluiu:
Ainda dá pra melhorar um pouco mais!
E tirando a blusa dela novamente a dobrou e a cortou na altura que acha ideal e de forma que ao vesti-la novamente ela cobriu pouco abaixo dos seios o que o levou a dizer:
Agora sim ficou perfeito!
E passando um braço pela cintura de Márcia a levou até umas das lojas, onde comprou um óculo de sol e um chapéu e quando Márcia se viu espelho mal consegui se reconhecer e por isso deu um beijo estalado em Juca dizendo:
Até que fiquei bem melhor mesmo!
E pegando uma sunga para Juca, duas toalhas de praia e uma bolsa grande o bastante pra caber tudo aquilo e um pouco mais e disse para Juca:
Agora sim estamos parecendo um casal curtindo uma tarde na beira da água!
Juca pagou pelas coisas e saíram e atravessando a avenida entraram na farmácia, quase defronte a loja, onde assim que ela pegou o batom mais vermelho que achou e outro de manteiga de cacau e foi se encontrar com Juca no caixa e ao vê-lo com um pacote de camisinhas e uma lata de vaselina nas mãos pegou as camisinhas dizendo:
Disso não precisaremos, mas disso aí, talvez seja melhor levar uma lata um pouco maior, pois já que não faço sexo anal há muito tempo pode ser precisaremos de muita mesmo!
E ele entrando na brincadeira dela trocou a latinha por um pote com meio quilo de vaselina e para se divertir com a cara de espanto das duas balconistas falou:
Um desses dá ou será melhor levarmos dois?
Márcia entrou na dele sopesando o pote e dizendo:
Pra hoje dará sim!
Mais uma vez Juca pagou e saíram da farmácia, dessa vez começaram a voltar até o restaurante onde tinham deixado o carro, e quando chegaram na ponte Juca deslizou a mão pela bunda dela e perguntou:
Faz tempo mesmo ou só disse pra fazer pressão nas garotas?
Além de fazer muito tempo foram tão poucas vezes que é bem capaz que um acabe reclamando e chorando bem mais que Ivana chorou!
Isso fez Juca parar para perguntar:
E como sabe disso tudo?
Em nossos planos eu seria a próxima, por isso demos um jeito para que eu assistisse a tudo, mas fiquei tão assustada com o que vi e ouvi que até passei a te evitar.
Juca se lembrava dela ter passado a evitá-lo, mas na ocasião atribuiu isso a quaisquer uns dos repentes temperamentais femininos e como não mais valia a pena explicar o que tinha achado beijou Márcia avidamente e a segurando a bunda dela com ambas as mãos falou:
Não me conformo como tem homens que não sabem tirar proveito daquilo que tem melhor ao seu alcance!
Melhor assim, pois sobra mais pra você!
E o encarando bem nos olhos perguntou:
Posso te pedir uma coisa?
Pode sim!
Já que você meu primeiro homem, depois dele, e por isso o segundo de minha vida, quero que primeiro de tudo meta na minha boceta e goze dentro dela pelo menos uma vez, pode ser assim?
Juca já tinha ouvido pedido mais absurdo e por isso respondeu:
Não só umas, mas tantas vezes quiser!
Voltaram a caminhar e quando se aproximaram do final da ponte deu um aperto sutil na cintura de Juca para chamar atenção dele para uma família que entrava no mesmo restaurante que eles e como distância permitia, Márcia alertou a ele:
Ali vai meu teste de fogo, pois eles freqüentam o mesmo grupo de casal que Silvano e eu!
Também conheço Didi e Célia. Acha que te reconheceram?
Não! E nem ao menos acharam uma pequena semelhança, mas para maior segurança nos sentaremos, onde eles não possam me ouvir falando.
Assim sendo, ao entrarem no restaurante, passaram pela mesa onde apenas a mulher e os filhos estavam sentados, e se dirigiram até uma das mesas do fundo onde Juca deixou Márcia e foi ao sanitário e assim que entrou o homem o cumprimentou e em seguida perguntou todo cheio de entusiasmo varonil:
Caracas meus! Onde acha essas potrancas maravilhosas?
Essa eu trouxe de Piracicaba!
E tem muitas como ela por lá?
Um bocado sim, mas cá pra nós tua mulher também não é assim de se jogar fora, por isso, poderíamos armar uma troca de casais uma hora dessas?
Tá querendo me ver morto, é?
Não vejo motivos pra isso?
Mas eu sim, pois Célia quase me esfolou só achando que eu tinha olhado demais pra ela e diante disso ele me matará se eu propuser uma coisa assim pra ela.
Então uma hora dessas marcaremos uma escapada até lá. Certo?
Ele enfiou a mão no bolso e entregou um cartão dizendo:
Me ligue assim que puder que iremos sim!
Ligarei sim!
Didi saiu e Juca foi urinar, em seguida lavou as mãos e foi ter com Márcia que só esperou ele sentar pra dizer:
Não resisti à tentação e fui pegar cigarros só para passar bem perto dela e a prova de que sequer desconfia de quem sou, é que disse em voz alta, que um restaurante desse estilo não poderia permitir que pessoas de meu tipo entrassem, ou seja, ela está achando que sou uma puta de verdade mesmo!
Ele também nem sequer suspeita quem você é, pois me perguntou onde acho potrancas como você.
E o que você disse?
Que te trouxe de Piracicaba!
Ela tomou mais cerveja, acendeu um cigarro e falou:
Estou gostando tanto disso que não vejo a hora de você me fazer virar uma adúltera de fato e de ato mesmo!
Foi a vez de Juca tomar cerveja, acender um cigarro e como ele estava de frente para com Célia os olhares dela o obrigou a dizer para Márcia:
Se te servir de consolo ela não assim tão santa como ele e quase todos pensam que é!
Sério?
Sim. Ela faz parte de um grupo de mulheres da alta sociedade que vão para Ribeirão Preto trepar com garotões de programa!
Que massa! Você já a pegou?
Estou velho demais para as preferências dela, mas conheço o garotão que ela banca.
O garçom trouxe o almoço e eles passaram comer em silêncio e depois de terminada a refeição Márcia sugeriu:
Vamos caminhar um pouco?
Junca chamou pelo garçom pedindo conta e assim que pagou saíram caminhando pela margem do rio até na ponte nova e como ela tinha formado um remanso de águas calmas Márcia se lamentou:
Que me dera ter comprado um biquíni pra mim também!
Isso fez Juca tira o sutiã do bolso e dizer:
Isso e tua calcinha pouco diferem de um biquíni e como aqui não vem ninguém, não vejo porque não usá-los?
Márcia pegou a manteiga de cacau, ergueu a blusa e passou ela em ambos os bicos dos seios se justificando:
Acho que inconscientemente eu contava com isso, pois peguei a manteiga de cacau pra água não rachar o bico dos seios!
E colocando o sutiã sobre os seios virou de costas para que Juca o abotoasse e ele se valeu disso pra tirar o short dela e em seguida se despiu pra colocar a sunga e quando Márcia viu pau dele mesmo ainda mole se conscientizou que quando aquilo estivesse dentro de si ela teria dado um passo sem volta e a forma concentrada que ela olhava seu pau fez Juca perguntar:
Que foi?
Ao vê-lo dei por mim que daqui a um quase nada ele me fará mudar radicalmente de mulher honesta para uma mulher adultera e que depois disso nada que eu fizer reverterá o acontecido.
Isso te assusta ou te preocupa?
Ela se aproximou um pouco mais e tocou o pau de Juca dizendo:
Nem um e nem outro e sim pela primeira vez na vida tenho total certeza do que quero, sem incertezas ou remorsos!
O contato da mão dela fez o pau de Juca começar a endurecer e ela o segurou até estar totalmente duro e quando isso aconteceu ela exclamou:
Ual! Que tora.
E ajeitando o melhor que pode a sunga de Juca, sem com isso conseguir ocultar o pau dele por completo, entrou na água e por maior que fosse a vontade de Juca possuí-la naquele momento, ele se conteve esperando que ela tomasse a decisão final quando achasse melhor e a seguindo passou a brincar com ela como se fossem crianças e isso os levou a trocar beijos e caricias e então Márcia saiu da água no que foi seguida de perto por Juca e quando ela pegou a bolsa e as toalhas, ele pegou as roupas e os calçados e a conduziu até atrás duma moita de bambus que os ocultariam dos olhares de quem passassem pela ponte ou de barco pelo rio e lá chegando ela estendeu as toalhas e ficou esperando que Juca lhe tirasse o sutiã para então agachar aos pés dele para tirar a suga e passar a chupar o pau dele ainda mole até o deixar duro novamente, mas não sem antes de relembrá-lo:
Não se esqueça de quero que sua primeira gozada seja dentro da minha boceta!
Juca afagou os cabelos dizendo:
Pode deixar que não irei esquecer disso!
Márcia chupou o pau de Juca até a grossura excessiva fazer sua mandíbula doer e então se deitou de costas sobre a toalha e Juca pegando a manteiga de cacau espalhou um bom tanto entre os seios dela e em seu pau para em seguida se dedicar a fazer uma espanhola em Márcia e por estar usando a manteiga de cacau pela primeira vez para aquilo se viu obrigado a dizer:
Menina! Descobri uma coisa que deixa isso ainda mais gostoso.
E como não queria quebrar o prometido, foi deslizando pelo corpo dela até chegar à boceta e assim que tirou a calcinha passou a beijar lamber e sugar a boceta dela, até fazê-la se contorcer de gozo em gozo, e em tão a fez ficar em fraga-assada e foi fazendo sua pica deslizar centímetro por centímetro de forma que quando ela atingiu aquela parte da boceta, onde somente outras poucas picas chegariam, Márcia passou a fazer algumas caretas de dor e disse:
Até parece que tenho segundo cabaço bem aí!
Não chega ser assim um segundo cabaço, mas é primeira que uma pica te passará por aí sim.
Será que vai sangrar de novo?
Juca bombeou mais um pouco e por fim respondeu:
Mesmo você sendo tão apertada assim não sangrará!!
No lugar daquilo assustar Márcia a excitou ainda mais ao fazê-la se sentir novamente como se fosse à primeira vez e por isso quando a pica de Juca entrou toda e a dor sumiu ela pediu:
Mete gostoso em mim, mete?
Juca aumentou um pouco mais o ritmo das estocada fazendo assim suas bolas baterem no cú de Márcia que não demorou pra avisar e pedir:
Estou gozando! Goza comigo! Isso goza bem lá no fundo.
Juca gozou no exato momento em que o orgasmo explodiu dentro de Márcia, que não se contendo cravou as unhas nas costas de Juca exclamando:
Que delicia!
Juca ficou dentro e sobre ela até seu pau amolecer e quando se levantou ela mais depressa encarou o pau dele e exclamou:
Não é que não sangrou mesmo!
Isso fez Juca olhar para o pau e dizer:
Viu como não havia motivos pra se assustar?
Ela continuou deitada e isso levou a acender um cigarro pra cada um e mesmo achando aquilo um termo machista demais perguntou nos termos usados por ela:
O que está achando agora que se tornou uma adúltera de fato e de a to:
Na verdade ainda estou me sentindo só meio adúltera, pois ainda me falta tomar no cú pra passar a ser adúltera de cabo a rabo e isso me faz não ver hora de levar toda essa picona no cú, isso é, se eu realmente conseguir agüentar tudo.
Tenho certeza que como Ivana, você também agüentará tudo mesmo!
Se vestiram e quando começara o caminho de volta ao restaurante Márcia perguntou:
Você não fica com dó das mulheres chorando na tua pica?
São tão poucas as que choram de verdade mesmo, pois a maioria só reclama e geme e como tanto umas como outras gozam no final não vejo motivo pra ficar com dó!
Fizeram o caminho de volta em passos mais lentos que os da ida para desfrutarem ainda mais aquele momento especial e quando chegaram ao restaurante Márcia se lembrou de Didi e Célia e isso a fez perguntar:
Você tem filhos?
Uma filha de um relacionamento e dois filhos de um casamento desastrado e você?
Ainda não me achava preparada para isso como estou me achando agora e por isso quero ter um o mais rápido que puder!
Caminharam mais um pouco em silêncio até perto da barragem e na volta entraram novamente na ponte para pedestres e Márcia voltou a falar dizendo:
Vou te segurar um pouco mais, pois quero chegar em casa depois que Silvano for para a reunião do Rotary e assim evitar ter que explicar pra ele porque estou vestida assim, certo?
Juca consultou o relógio e respondeu:
Sim. O bom disso é que poderemos ficar junto muito mais tempo.
Também estou adorando isso!
Voltaram a caminhar em silêncio só parando de pouco em pouco para se beijarem e para comprarem sorvete de um garoto que ficou encarando os seios de Márcia com olhos tão esbugalhados que assim que se distanciaram ela brincou:
Esse ai vais até fazer calos na mão e pau imaginando meus seios!
E como vai sim!
Por onde passavam, Márcia despertava olhares gulosos nos homens e maldosos nas mulheres e como ela estava adorando isso comentou:
Estou virando muito puta, não acha?
O que te faz pensar assim?
Estou adorando ser comida com os olhos pelos homens!
Então, para felicidade de todos, sim.
Agora foi vez de ela sorrir e se apertar contra Juca e novamente voltaram a caminha em silêncio então o celular dela tocou, era Márcio perguntando:
Como estão às coisas por aí?
Muito melhor que eu imaginava poder ficar, e por isso a viagem será mais curta, mas mais demorada.
Fico muito feliz que as coisas entre você e Juca estejam dando assim tão certo, por isso pode demorar o tempo que achar necessário que Anita eu diremos que esteve em nossa casa.
Márcio antipatizara com Silvano desde o início, mas mesmo assim Márcia não esperava por aquilo e por isso ela se viu obrigada a dizer:
Nem sei como te agradecer por isso.
Nem precisa, pois o que mais me importa é tua felicidade e acho uma pena Juca se um errante, pois ele seria o marido ideal para você!
Também lamento, mas não vejo motivos que nos impeçam de sermos amantes e você?
Só tenho que te desejar boa sorte e que tem meu total apoio e o de Anita também! Agora vou te deixar sossegada para curtir melhor esse seu momento especial mais que merecido. Beijos!
Ela se despediu e foi se juntar a Juca que a aguardava e assim que voltaram a caminhar ela perguntou:
Você já pegou a Anita?
Já sim.
E Carol?
Ela não!
Se quiser posso dar um jeito para que seja o primeiro homem dela em quase tudo?
Como assim em quase tudo?
Até hoje ela só trocou um beijos ou outros com alguns colegas e no demais nada mesmo.
Quantos anos ela já tem?
Fez 18 no mês passado.
E mesmo assim ainda virgem?
Isso mesmo!
Fazia tanto tempo que Juca não pegava uma virgem assim tão virgem na idade ideal que ele acabou por admitir:
Uma garota assim ainda tão rara que acabaria sendo uma idéia mais que ótima, sim!
Então já pode ir dando ela como sua. Mas, só que terão que ser nós duas juntas!
Isso fez Juca pensar numa possibilidade meio absurda, mas mesmo assim sugeriu:
Pode até achar um exagero de minha parte, mas já pensou numa primeira vez dela comigo e com Anita?
Tai uma coisa que eu gostaria muito de assistir!
Já que a safra de idéias loucas estava em aberto Juca saiu com essa:
E eu de assistir uma entre você e Márcio!
Isso a fez confessar:
Quando éramos adolescentes isso esteve muito bem perto de acontecer e por isso não seria uma coisa tão difícil de acabar acontecendo mesmo. Mas, voltando à Anita e Carol com o jeito certo e na hora certa até que acontece sim.
As duas eram tão parecidas que a filha mais parecia uma versão mais nova da mãe, mas só na idade e isso acabou fazendo Juca deixar escapar:
Se ela for de gostar de trabalho pra levar na bunda como a mãe gosta de dar, será um verdadeiro pega pra capar mesmo, com muitas reclamações, gemidos e choros.
Será mesmo de arrepiar. Se eu quiser escapar como Ivana tentou você também vai me segurar ou me deixará escapar?
Tenho cá comigo que você irá não irá reclamar, nem chorar e muito menos tentar escapar.
Por que acha isso?
Você é do tipo que quando quer uma coisa, quer mesmo com vontade e coragem.
Aquilo dava tão certo com ela que Márcia saiu pela tangente voltando a falar de Anita e Carol:
As duas são liberais demais entre si e por isso uma conversa certa, na hora certa, mas quero que me prometa que me meterá na Carol e depois na Anita?
OK! E já que você me viu inaugurar a bunda da Ivana, deixarei pra tirar o cabaço dela junto com você!
E se Anita quiser estar junto nessa vez também?
Juca aproveitou o tempo de acender um cigarro pra analisar uma nova possibilidade e por fim falou:
E se enquanto eu estiver cuidado de Carol vocês duas ficarem assistindo?
Agora sim vou me empenhar com toda vontade pra fazer acontecer!
Eles já tinham contornado o aquário pelo lado de fora e começavam a descer a passarela, mas dessa vez não pararam nas primeiras mesas, e sim foram parar nas últimas delas e totalmente fora da visão dos transeuntes e assim que chegaram Márcia, abriu a sacola, tirou e forrou a mesa com uma das toalhas e dobrou a outra formando um pequeno travesseiro e após colocar o pote de vaselina do lado se apoiou de costas na mesa e disse pra Juca:
Como você mesmo está prevendo não irei te dar trabalho algum mesmo, mas se da primeira vez te pedi pra só meter na minha boceta até gozar e agora quero que só faça o mesmo na minha bunda, certo?
Pode deixar que não meterei na tua boceta e sim apenas ficaremos no sexo oral e numa espanhola bem caprichada pra esquentarmos adequadamente!
Márcia ergueu os braços pra Juca lhe tirar a blusa e após isso ela o despiu e passou a chupar se pau até deixá-lo totalmente duro e após isso, Juca pegou a manteiga de cacau e espalhou i resto dela entre seios de Márcia para em seguida encaixar o pau entre eles e pedir:
Aperte eles o mais que puder!
Ela o fez e a sensação foi tão deliciosa que ela acabou dizendo:
Um dia vou querer que você faça assim até gozar junto comigo!
Juca fez por mais algum tempo e depois fez Márcia se debruçar sobre a mesa e foi tirando o short e calcinha cobrindo a bunda dela de beijos e abrindo o pote de vaselina pegou uma boa quantidade e pediu para Márcia:
Abra essa delicia de bunda, amor!
Márcia abriu a bunda o mais que podia com as duas mãos e Juca após espalhar uma quantidade de vaselina cú dela e no seu pau encostou a cabeça nas pregas pedindo:
Relaxa que tua hora de terminar de virar adúltera chegou!
Márcia relaxou até o que não sabia poder relaxar, mas quando a cabeça começou a entrar ela forçou o corpo um pouco para frente o que levou Juca a segurá-la pelo ombro com umas das mãos enquanto com a outra mantinha o caralho no lugar certo e foi enfiando devagar e na medida em que isso acontecia dor foi aumentado até Márcia não pode mais conter as lagrimas que rolaram pelo seu rosto e não mais podendo segurar e exclamou:
Está me rasgando!
No lugar de se condoer, parar ou tirar, Juca pegou ela pelo outro ombro com a outra mão e foi forçando caminho lentamente até nada restar pra ser enfiado e após isso pediu a ela:
Pode soltar as mãos e começar a rebolar!
Ao que ela pediu:
Deixe ele um pouco parado só até eu me acostumar!
Isso fez Juca aliviar a pressão com que a puxava para trás, mas deixando seu pau imóvel dentro do cú dela, que logo mais passou a rebolar timidamente, mas assim que foi se acostumando e gostando foi aumentando o ritmo do rebolado e dos gemidos até que mais uma vez ela anunciou:
Que delicia! Estou quase gozando!
Isso fez Juca puxá-la contra seu corpo e pedir:
Goza pra mim, vai goza?
Márcia liberou o gozo no exato momento que Juca despelou sua porra dentro dela desencadeando uma sucessão de orgasmos que a fizeram derrear sobre mesa por vários minutos e quando se recuperou, ela exclamou:
Agora me sinto uma adúltera de verdade!
Juca apertou o mais que podia a bunda de Márcia com ambas as mãos e foi fazendo seu pau deslizar lentamente para fora e seguido a isso caminhou até o rio onde lavou cuidadosamente o pau e quando se juntou a Márcia ela falou:
Nossa! Isso me deixou quase morta de fome.
Também estou com muita fome sim!
Se vestiram, juntaram as coisas e como ainda era cedo para o jantar foram até umas das lanchonetes e depois disso atravessaram novamente a ponte para o lado onde o carro e estava e dessa vez Márcia ficou de calcinha e sutiã pra entrar na água sem o menor constrangimento e ela e Juca brincaram até perto do entardecer quando, após um banho rápido, foram jantar num outro restaurante, onde a possibilidade de encontrarem pessoas conhecidas não existia, dessa vez comeram mais calmamente saboreando um bom vinho e quando terminaram e saíram do restaurante foram caminhar a luz da lua trocando beijos e caricias e foi quando se beijavam quase no centro da ponte de pedestre que Juca perguntou o Márcia mais queria ouvir:
Que ser minha amante?
Claro que sim!
E isso fez os próximos beijos serem mais doces e quentes para Márcia e como havia esfriado um pouco para as roupas que ela usava, pediu:
Está ficando um pouco frio pra mim, por isso acho que ta na hora de voltarmos!
Apesar de também estar gostando muito daquilo, Juca concordou:
Está meio frio sim!
Como todas as voltas, aquela pareceu ainda muito mais curta que a ida, e quando chegaram na empresa de Márcio, Juca entregou o carro para Márcia e após trocarem números dos celulares se beijarem apaixonadamente e Márcia aproveitou para dizer um coisa a muito queria, mas ainda tinha conseguido:
Obrigada por ter me permitido reaprender a sonhar novamente!
Não por isso, pois apenas fiz aquilo que acha certo e gostoso!
Após isso cada qual seguiu seu rumo já sentindo saudades um do outro.
FIM
enviada por Katia Ramos
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